Pinto da Costa Presidente eleito de São Tomé e Príncipe

A vitória de Pinto da Costa nas eleições de domingo, é tão doce para os seus apoiantes, porque foi muito difícil. O que é difícil é sempre mais saboroso. Dados preliminares divulgados pelo Presidente da Comissão Eleitoral Nacional na última madrugada, dão a Pinto da Costa uma vitória clara. 52,88% dos votos expressos nas urnas, num total de 35112 votos expressos contra 31287 votos de Evaristo de Carvalho, equivalentes a 47,12%. Os dados da CEN, indicam que foram registados 66399 votos válidos expressos nas urnas. Nesta segunda volta a abstenção ficou por 25,96%.

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    Matabala Responder

    Continuo com um pé sempre a tras…esse pessoal só sabe desiludir o povo…contudo outro pé frente de forma a dar-lhes força e confiança par pelo menos ficarem ali 5 anos…

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      Ernestino Responder

      Meritíssima Vitória do Srº Drª MAnuel Pinto da Costa e do povo Santomense , certamente pela sua inteligência e Intelectualidade ,saberá perdoar e conceliar com o Srº Primeiro Ministro e com todos aqueles que os tentaram destruir a sua moral. Mais tenho a firma certeza que as coisas não vão continuar como esta é priciso apurar responsabilidades e banir os corruptos que têm detruido o bem do povo Santomense, doa quem doer independentemente do limite de poderes que tem a Democracia não anarquia cada país deve ser girido para o interece do povo, e não para interece de alguns.Os Tribunais existem para defender interece do povo e não interece dos partidos.O M.Público existe para defender interece do povo e que devem funcionar independentemente da cor partidária. É muito importante que o Presidente Pinto da Costa ´é independente o que lhe permite alargar as sua relações com todas forças políticas e sociedades civis.O povo elegeu com objectivos de mudança e isti vai ter que acontecer doa a quem doer não podemos continuar com anarquia de gatunagem e delipidação de bens Público.
      Só tenho que agradecer a coragem e incistência do Srº Drº Pinto da Costa para ajudar o povo Santomense encontrar novos caminho de prosperidade.Viva o Srº DrºManuel Pinto da Costa.

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      Ze Mulato Responder

      Gostaria de convocar e moderar uma reuniao entre o Manuel Pinto da Costa, Evaristo de Carvalho, Patrice Trovoada, e com o pessoal dos Tribunais. O que esta em jogo e’ o destino de STP e melhoria de vida do povo Santomense. Toda carta devera estar aberta e sobre a mesa! O objectivo dessa reuniao sera para buscar planos e solucoes dos nossos problemas. Ja basta de brigas, roubos, e atraso mental. Temos que por interesses do povo Santomense acima de tudo!

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    Angola Responder

    Oque vai fazer com MLSTP?
    abandonalos
    cria outro seu partidpo
    ou sempre ser indipendente

    fui

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    leve leve Responder

    deixa de ser criança. quando a gente quer dar um comentário faça-o com objectivo e que seja construtivo.
    a mim não vem a questão pintar ou não pintar o seu cercado mais o país precisa de homens capaz e de carácter para governa-la.
    por esta e muitas razões alegro pelo meu país.

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    contra- inteligencia Trovoudal Responder

    Fiz valer o meu voto.

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    Biboss Responder

    O pinto da Costa é mesmo um grande combatente,depois de tantas quedas,finalmnete agora como independente,conseguiu namorar o povo, até alcançar a resposta”SIM”do namoro outra vez com o povo.ISTO SIM É UM EXEMPLO ASEGUIR,VIVA STP.

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    london Responder

    Ate que enfim!

    Agora quando morrer a sua alma estara em paz…que raio de gente! poxa, apesar de ja estar a espera deste resultado, confesso que nao consigo ter nenhum tipo de simpatia por este homem, por tudo que ele nao fez e pela insistencia cega por um unico cargo, que e a de presidente.
    Enfim, ao menos eu terei a minha consciencia limpa depois dos 5 anos…antes melhor estarmos sem presidente

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    Cabo Responder

    Será que Sr. ganho ou perdeu na sua zona pantufo!!!!

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    maiker Responder

    Viva O Pinto da Costa

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    parabéns Responder

    foi uma vitória do pinto da costa, mas com sabor a derrota.
    foi uma derrota do evaristo de carvalho, mas com sabor a vitória.
    parabéns pinto da costa
    parabéns evaristo de carvalho
    parabéns o povo de stp
    viva a democracia em stp
    e que haja melhoria das condições de vida do povo de stp.

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    TATY STP Responder

    Parabéns ao candidato eleito “Manuel Pinto da Costa” e que O nosso futuro presidente, mostre realmente de que o povo estava errado ao seu respeito esses anos todos e nos ajude a tirar STP do inferno e miséria em que esta. Um bem haja a todos os Santomenses.

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    Mina Tela Responder

    Unidos seremos mais fortes rumo ao desenvolvimento e o bem estar das nossas populacoes.

    Parabens a todos e em especial ao nosso saudoso Presidente que com mestria e inteligencia, soube suplantar a todos os duvidosos e nao so.
    Esperemos dai em diante um esforco redobrado e uma politica externa activa de formas que realmente S.tome e os santomenses possam trilhar o camihho rumo ao desenvolvimento.
    Parabens.

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    camarao Responder

    viva pinto d costa.regresso a casa durante 20 anos.un abraso a stome

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    onosildo viegas melo Responder

    Parabéns ao candidato eleito “Manuel Pinto da Costa”viva PINTO DE COSTA seja bem vindo a sua nova casa… .”Podemos escolher o que semear, mas somos obrigados a colher aquilo o que plantamos.” que mais preocupa não é nem o grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, dos sem-caráter, dos sem-ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons”viva,viva,viva…….pinto da costa

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    luisó Responder

    parabéns ao vencedor mas,
    se julgam que ele é o salvador estão muito enganados ou então não sabem nada de politica…
    porque num regime semi-presidencialista como é o de STP o PR não é mais do que o representante do estado; não governa nem pode ingerir-se nos assuntos do governo.
    quem governa bem ou mal os destinos do País é o governo não é o PR. este vai dedicar-se a viajar pelo estrangeiro a representar o País e é isto mesmo que o PC quer e também ganhar uns milhares de dólares.

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    onosildo viegas melo Responder

    De repente, não importa a nação, não importa a língua, não importa a cor, não importa a origem, porque todos são humanos e descendentes de um só País, os homens lembram-se apenas de um só verbo: amar. De repente, sem mágoa, sem rancor, sem ódio, os homens cantam uma só canção, um só hino, o hino da liberdade. De repente, os homens esquecem o passado, lembram-se do futuro venturoso, de como é bom viver. De repente, os homens lembram-se da maior dádiva que têm: a vida. De repente, tudo se transforma e chega o ano radiante de esperança, porque só o homem pode alterar os rumos da vida. De repente, o grito de alegria, pelo novo ano que aparece.viva,viva,viva,viva dtr: Manuel pinto da costa….

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    ADELINO DOS SANTOS Responder

    Lutamos( em bom sentido da palavra)e ganhamos,parabens para todo povo santomense pela umildade e que Homem realize nossos sonhos

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      Hiostrelino Vaz Responder

      ASSIM SEJA…

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      Rio de Ouro Responder

      Lição à tirar: É preciso ter fé, esperança e algum trabalho, pois quem acredita sempre alcança.
      Espero que isto sirva de exemplo à todos.
      PARABÉMS, MUITA SAÚDE E VIDA LONGA.

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    Gauss-Stokes Responder

    Patricio Trovoada terá os dias contado no governo?
    O povo Santomense tem memória curta.

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      l Responder

      Pai Grande vai trabalhar com PT ate ao fim do seu mandato. Se nao fosse a entrevista do Pai Grande em sua residencia, o programa de PT nao passaria no parlamento. Valeu os apelos do Pinto naquela altura.
      Eu acredito na dupla PC/PT

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    Carlos Ceita Responder

    Meus amigos

    Com a eleição deste senhor doutor vai obrigar o governo a trabalhar mais fazendo fé nas suas promessas eleitorais de que seria implacável perante a corrupção.
    Se este governo minoritário não aguentar até ao fim teremos um governo uma maioria um presidente como idealizou um politico português (Sá Carneiro) pessoalmente não gosto desta formula. Vamos ver como se comportará o MLSTP perante esta vitória do seu líder histórico.
    Julgo que não se pode descurar por completo a hipótese de haver eleições legislativas antecipadas. Espero enganar-me.
    De resto o que me inquieta é que a situação económica e social do país vai continuar na mesma apesar do optimismo dos candidatos vencedores e vencidos. O facto deste cavalheiro voltar a presidência significa que o país bateu no fundo pois a geração que veio depois de Pinto da Costa falhou redondamente.
    Seja como for desde que o pai grande como alguns o chamam não proponha colónias para saotomenses no exterior já é um bom sinal.

    Abraços

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      Celsio Junqueira Responder

      Carissimo Carlos Ceita,

      Aproveito o seu post para sauda-lo e concordar com o que diz e se nao se importar, aproveito para FELICITAR O NOVO PRESIDENTE: Manuel Pinto da Costa.

      O povo eleitor e votante escolheu e cá estamos, desejando-lhe e ao “staff” nesta nova caminhada, muito boa sorte e votos de um bom mandato.

      Saudaçoes Amistosas

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    Francisco Ambrósio Agnelo Responder

    O Srº Pinto da Costa não merece,mas a Democracia é assim;é aceite o resultado.
    1ª coisa Adeus TAIWAM.

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    Gauss-Stokes Responder

    São Tomé e Principe já não tem muito para te oferecer senhor Pinto da Costa. Tens pela frente um país em ruínas. Mas como presidente só tem o poder de arbitrar o governo as suas ambições ficarão em segundo plano, a não ser que seja arbitro e jogador ao mesmo tempo.

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    Digno de Respeito Responder

    Agora temos um delema pela frente entre as relações interna e externa: STP/CHINA/TAWAN

    Se este for um dos temas de debate, teremos aqui osso duro de roer…

    Rezemos para o bem nacional.

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      Peneta Responder

      Se basearmos no modelo angolano, China ganha.

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      aglm Responder

      se china quiser volta a fazer uma novo coperaccão tera que construir 5 mine barrragem um porto de agua profunda e um aereporto internacional

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    Lódóma Responder

    Por este meio venho manifestar o meu apoio incondicional ao Sr. Dr. Manuel Pinto da Costa nesta vitória que tanto torce, ao mesmo tempo exortar para que tenha em consideração o amor e carinho que este povo tem a sua pessoa, na sexta-feira manifestaram perante Sr. Os parabéns dos seus setenta cincos anos de aniversários, e prometeram de dar o prémio no dia sete que é domingo, o prémio esta entregue, mas em contrapartida estes mesmo povos esperem de ser premiados por Sr. mediante uma boa magistratura presidencial, uma presidência para povo, presidência que serve para mudar sua imagem perante os adversários, aproveitar desta oportunidade única e beneficiar do beneficio da duvida.
    Mais uma vez os meus parabéns tanto nos setenta e cincos anos,como a vitória alcançado.
    Vida longa e saúde são os meus maiores desejos.
    Viva Dr. Manuel Pinto da Costa

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    Santa Marta Responder

    O que irás fazer com o teu grande amigo presidente da comissão política do mlstp do distrito de lobata e irmãos nino monteiro que andaram na campanha a favor de patrice?

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    Zé Cangolo Responder

    Sou um compatriota de trinta anos. Em 1990 eu tinha dez anos e andava na quarta classe. Parece-me que alguns de nós somos míopes ou padecemos de amnésia. Quem é que vive aqui e não sabe que o nosso País degradou a partir dos 90, casos escandalosos de corrupção, espólio dos bens do Estado. Quem pode indicar-me uma roça de Pinto da Costa em STP? Maria das Neves tem, Miguel Trovoada tem, Fradique antes de terminar o seu mandato já vendeu a antiga cerâmica de Bobô Forro para Obiang Nguema da Guiné Equatorial. É esta a democracia que queremos? É esta liberdade que queremos? Para dizer o que queremos, como queremos, mas nunca poder ter o que queremos, mesmo trabalhando? Vamos fazer uma sindicância à riqueza de Delfim Neves, de Fradique de Menezes, de Maria das Neves e de muitos outros políticos do pós 90. Espero não estar enganado, mas não podemos responsabilizar Pinto da Costa pelo atraso do País porque as poucas fabricas e unidades produtivas que foram erguidas naquele momento é que depois foram apoderadas à bagatela e vendidas por balúrdio a estrangeiros.

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    kua li tasondu Responder

    Em relacao au comentario do caro/a gauss-Estokes e arbito sim! mais arbito tipo O ITALIANO(COLINA) e por isso k povo de stp elegeram o PINTO DA COSTO pork sabemos k ele e um k nao engole apito!!!!!!!

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    Laura Mendes Responder

    Os apoiantes do Pinto podem me esclarecer sobre quem governará STP, o ADI ou Pinto da Costa?

    E que recompensa dará Pinto da Costa aos partidos que o apoiaram?

    E os 50% de Santomenses que odeiam o VELHO DITADOR pelas mais variadas razões, como conviverão com Pinto da Costa? Será que fará um comício na Praça Yon Gato a pedir desculpas pelas barbaridades do passado?

    Parece-me que a procissão ainda vai no Adro!

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    Fonseca Responder

    Uma vez escravos, ecravos para sempre: é o que diz a eleição de Pinto da Costa.

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    Montecara Responder

    O ADI e o Governo do PT têm toda a razão de ficarem contente com os resultados desta segunda volta. De facto, conseguir 47% de votos quando quase todos os partidos politicos do país apoiaram calaramente a candidatura do adversário não foi nada mole. Com esa magra vantagem do Pinto da Costa pode-se retirar algumas elações:
    1- O PC apenas ganhou por não encontrar um adversário a altura, isto é mais carismático e popular. O Evaristo foi um candidato “imposto” contra a propia vontade dele. Desta feita, não havia nenhum carismático como MT ou populista como FM para arrebatar-lhe a vitória.
    2- Os simpatizantes dos candidatos derrotados, principalmente os do Delfim, prefiriram dar o seu voto ao Evaristo e negaram o casamento com o Pinto.
    Embora eleito, o cidadão Pinto da Costa não beneficia de simpatia de uma larga franja dos santomenses.
    3- Depois de duas derrotas eleitorais, Pinto da Costa entendeu a tempo que como candidato do MLSTP nunca conseguiria eleger-se.
    4- Patrice Trovoada tem fortes possibilidades para se eleger Presidente da República dentro de cinco anos; mais facil ainda se porventura o Pinto o ajudar, demitindo o seu Governo.

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    O não preconceituoso-rosario Responder

    Seja bem vindo senhor Manuel Pinto da Costa a presidência de S.tomé e Principe!Parabens pela sua eleição. Pois é ,cumpriu-se,e assim é o povo quem mais ordena,foi a vontade popular e a minha pessoalmente.Para os de mente aberta ,a sua obra”Terra Firme” ficava na gaveta e na sua mente ,mas foi bom ter saido ao publico.Os que aproveitaram de si e que hoje criam essa corrente do mal,foram e continuam a ser camaleoes. O senhor nunca foi o tal monstr que injustamente se pintou por ai.muitos cometaram atrocidades e de acordo ao regime de outrora ,partido unico e tendo o senhor como lider era logo o culpado.Em terra firme assumiu sozinho os erros enquanto lider,bom exemplo mas que faz doer de injustiça,pois os da sua governação ainda ai estao ,famintos mas de barrriga cheia,cautela porque eles querem mais. Faça uma boa presidencia e ilumine os cépticos.Lute contra os parasitas,os corruptos,devolva dignidade,os valores a nossa patria querida,dê prioridade no seu programa ,a sociedade:atenuar a pobreza,varrer a corrupçao,investir mais e melhor nos sectores da educaçao ,saude e comunicação,o senhor não é o chefe do executivo mas poderá usar do seu elevado perfil de estadista,de imparcialidade,de eximio comunicador e da sua reputação perante outros paises ou alem fronteiras,se for necessario dar um muro na mesa que o faça(no bom sentido).Senhor Manuel Pinto da Costa, eu acreditei como os demais são-tomenses que um dia a verdade se expressaria e assim aconteceu.Boa sorte nara a sua presidencia e o seu elenco. O semi-presidencialismo tem a sua leitura,explicaçao e execuçao,portanto seja um “árbitro” activo e atento,direcione as suas ações ao governo,exerça uma presidencia em sintonia ,valorise o dialogo e devolva a confiança ao povo. O senhor não será a maquina executiva mas podera ser um bom condutor dessa maquina. Com novas oportunidades para sonhar por um STP melhor.UM ALERTA: que os politicos eleitos pelo povo tratem bem da coisa publica,puniçao severa aos corruptos,revisão urgente as concessões de parcelas de terra,pequenas parcelas sim e a quem necessita com devido ,acompanhamento,,se possivel retirar terras aos que têm enormissimos hectares e mais que um.Atribuiçao de terras sim a quem justificar,investidores nacionais e estrangeiros com capacidades de investimento e que criem mais empregos.devolver a agricultura o sorriso que perdeu,talvez sirva de alivio as grandes exodos,porque a nossa cidade capital ja nao suporta tanta concentraçao humana.Senhor presidente eleito seja mensageiro e activisata pela boa gestao da coisa publica,caça implacavel aos corruptos,boa gestao do petroleo misterioso.Lembrem-se:”o pvo poe ,o povo tira” BOA presidencia e faça o melhor pelo nosso povo.Um bem haja. VIVA stp.Todos unidos na hora da verdade para um futuro melhor.

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    Fardo Responder

    Endereço os meus parabéns ao Presidente Manuel Pinto da Costa (MPC).
    Estou em crer que a eleição do MPC evidencia que o povo de STP ainda sonha e vive do passado. A sociedade são-tomense durante 20 anos de ausência do MPC não gerou figuras com credibilidade, capazes de conduzirem os destinos do país rumo ao desenvolvimento.
    É de realçar o facto de que, durante este período a sociedade o produzido “montanhas partidárias” que pariram ratos políticos. Estes roedores políticos infestaram a sociedade são-tomense com pragas de corrupção e lançaram o povo num mar de miséria sem precedentes. Basta ouvir as notícias internacionais, elucidando que “o país mais pobre do Mundo elegeu um novo presidente, o MPC.
    Nesse cenário de incerteza e miséria, apesar de erros cometidos no passado, MPC apresenta-se como tábua de salvação da nação são-tomense no atual quadro da geográfica política, financeira e económica mundial.
    No contexto internacional, o MPC pode abrir portas para reatamento e reforço políticas de cooperação com as chamadas economias emergentes (países como Brasil, China Popular, Angola, etc.) e erguer a má imagem que STP tem hoje no mundo, fruto da falta de qualidade de muitos dos seus decisores políticos.
    No espectro nacional, o MPC pela sua verticalidade e conhecimento profundo do povo são-tomense terá um papel importante no combate a corrupção e na unificação do país em prol de um desenvolvimento social e económico, equilibrado, justo e sustentável.
    Na ausência de uma alternativa credível, o povo são-tomense fez uma aposta com menos riscos.
    Bem haja STP.

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    Mito Responder

    Valeu o seu voto, o meu e nosso VOTO ao Pai Grande, pork garantimos a vitória. Dentre várias coisas, epero k o Pinto promova a Cultura do Predão entre nós Santomenses.

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    Mito Responder

    Inen ké muê, quá na sá di pé mu fá tenbeté na sá di pé bô fá… antón bamu junta fogô panha jinja socegado…a tendê han!

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    Barão de Água Izé Responder

    O futuro dirá se a candidatura (e vitória) de Pinto da Costa e neste sistema semi-presidencialista, não trára mais anos de pobresa e atraso para o povo de STP.
    Sem Presidencialismo (democrático) STP continuará a vegetar,

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    Barão de Água Izé Responder

    Se o sr.Pinto da Costa quiser redimir o seu passado no pós-independência e com o que aprendeu, poderá lançar as bases do Presidencialismo Democrático, dando lugar a novos governantes. STP necessita de decisôes de resultados rápidos e neste modelo constitucional tal não é possivel.

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    Ogimaykel da Costa Responder

    Agora esperemos que ele, juntamente com o governo trabalhem juntos com cabeça, tronco, membro e alma para dar devido rumo ao nosso São Tomé e Príncipe.
    Viva o povo Santomense!

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    Voz da razão Responder

    Fico feliz em saber que o povo de stp está viver a democracia cada com mais maturidade. Nestas eleições só vejo victória.
    Victória porque a nossa democracia está a crescer;

    Victória porque o candidato Evaristo Carvalho contribuiu para uma grande competitividade nesta 2ª vota e reconhece bem o resultado o que demonstra maturidade politica;

    Victória porque enfim, o vencedor destas eleições apesar de ter sido muito criticado, pela 3ª vez nas presidencias mostrou ao povo de que a victória se atinge com persistência, perseverança, luta, coragem e confiança;

    Fico feliz por isso e orgulhoso como santomense. Viva a democracia. Parabéns STP.

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    parabéns Responder

    parabéns diz:

    8 de Agosto de 2011 às 17:25

    queremos paz, estabilidade política e social, desenvolvimento, justiça social, combate a corrupção,emprego para os jovens, energia, água, estrada, mais saúde, mais educação, formação, aumento salarial, 13º mês como um direito do funcionário,mais trabalho, disciplina,civismo, mais atenção aos idosos, as mulheres, as crianças, aos estudantes, internet de qualidade a baixo custo, comunicação a baixo custo, transporte aéreo e maritimo , transporte público, habitação para os jovens, legalização de mototáxi,baixa de preço dos produtos de 1ª necessidade, rotatividade nos cargos públicos,promoção da competência e honestidade,avaliacão dos funcionários públicos,inspecção a todos níveis,respeito ao meio ambiente, a natureza, combate a pobreza, combate a violência doméstica, mais disciplina rodoviária , combate a descriminação, mais imprensa privada,etc. são acções da responsabilidade do governo ,mas não só, são também, do pr, dos deputados, dos autárcas, dos chefes,dos embaixadores, dos privados, partidos politicos,os estrangeiros residentes, sociedade civil e todos os sãotomenses de boa vontade. bem haja. viva pinto da costa, viva evaristo de carvalho, viva o povo de s.tomé e príncipe, viva a democracia.

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    Barros Responder

    Viva o camarada Dr Manuel P. Costa desta foi de vez uma vez seja mas que bem vindo ao PR e ao palácio cor de rosa.
    Obrigado o meu voto foi mas um da vitória
    tenha cuidado com os que vão lhe rodeiar

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    parabéns Responder

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    A pobreza: Debate Científico

    25 Abril 2011

    22 Comentarios

    A pobreza parece ser um flagelo para punir, sobretudo os povos de países menos desenvolvidos, mas também enfrentam importantes segmentos quantitativos classificados como países desenvolvidos. É um problema muito atual sócio-económico, tanto para pessoas ao redor do mundo para tratar do estado comprometido com o desenvolvimento dos seus países.

    A pobreza: Debate Científico

    Autores: Aida Maryleid Dos Santos Trigueiros y Jesús René Pino Alonso

    Introdução

    A pobreza parece ser um flagelo para punir, sobretudo os povos de países menos desenvolvidos, mas também enfrentam importantes segmentos quantitativos classificados como países desenvolvidos. É um problema muito atual sócio-económico, tanto para pessoas ao redor do mundo para tratar do estado comprometido com o desenvolvimento dos seus países.

    A percepção do problema da pobreza que vai além do que eles pensam sobre isto aqueles que não sofrem na carne. A literatura sobre o conceito reflete os fundamentos e abordagens diferentes. Definir um conceito de pobreza, que reflete o nível conceitual sobre as diversas dimensões em que as taxas existência real em um país como São Tomé e Príncipe é o ponto de partida para a abordagem da identificação de suas causas e fatores relacionados como ponto de partida para opções de visualização para resolver o problema neste país.

    As agências internacionais, tais como os vários departamentos das Nações Unidas (PNUD, FAO, UNICEF, UNESCO e outros), organizações como o Banco Mundial ou o Banco Africano de Desenvolvimento, entre outros, e várias ONGs, têm abordado a questão da pobreza. Nos fóruns internacionais têm discutido esta questão com diferentes níveis de atenção e compromisso com a sua redução, mitigação ou eliminação. No entanto, a realidade da vida contemporânea é responsável por demonstrar a prevalência do problema, inclisive em todos os cantos do mundo, sobre todo em tempo de dispersão das crises econômicas que afligem a humanidade.

    Os países subdesenvolvidos com maior incidência de pobreza, dada a fragilidade de suas economias nacionais, também reflete a instabilidade na gestão política e, portanto, as condições sociais de vida da população.

    Este artigo se destina a servir como guia conceitual e metodológica sobre a pobreza. Começa, portanto, com as discussões conceituais sobre o que é pobreza, questões que remete inevitavelmente a discussão sobre as necessidades humanas. Se revisam esquemas conceituais de vários autores, se busca uma base do conceito de pobreza e necessidades humanas em antropologia filosófica e se discute o problema de determinar as necessidades de uma determinada sociedade. Tudo isso de uma forma muito resumida. O terreno fica preparado para uma discussão que constitui uma das principais questão controversa entre os estudiosos do mundo inteiro. A parte conceitual termina com uma breve apresentação sobre os principais estudos realizados em São Tomé e Príncipe.

    As definições da delimitação de um nível de pobreza e a sua crítica

    Não existe um sentido único do termo pobreza, mas um elemento comum das definições é identificar um padrão de vida que não pode ser alcançado por algumas pessoas, o que lhes representa uma dificuldade socialmente inaceitável.

    A pobreza é um termo que se refere à privação de elementos necessários para a vida humana dentro de uma sociedade e os meios ou recursos para alterar essa situação. A preocupação com a pobreza tem sido expressa por séculos, mesmo que a sua prioridade na agenda de ação política nem sempre tem sido elevada. Seus diferentes significados e manifestações tem sido objecto de estudo por historiadores, sociólogos e economistas, principalmente, o que resultou em uma variedade de definições.

    Segundo o Governo de São Tomé e Príncipe no seu Programa, define a pobreza como “(…) a negação efectiva de oportunidades e opções das mais elementares, capazes de assegurarem ao indivíduo as bases para uma vida condigna.” Ainda afirma que “esta perspectiva de análise ultrapassa a noção do estado de empobrecimento, mais também relaciona-se com a terra, habitação, capital, escolas, serviços de saúde, agregados familiares sólidos, organizações comunitárias, estradas, transportes, água e electricidade, de entre outros.” E conclui que “(…) A luta contra a pobreza constitui uma das prioridades fundamentais do Programa do Governo”.

    Para o Banco Mundial a pobreza é a fome, é a falta de proteção, é estar doente e não ter com qué ir ao médico, é não ter como frequentar a escola, não sabem ler, não poder falar corretamente, não ter um emprego, é medo do futuro, é viver cada dia, a pobreza é perder uma criança por doença causada por água contaminada, é o desamparo, a falta de representação e liberdade (World Bank, 2000b). Em outro documento, a agência define a pobreza como um fenômeno multidimensional, incluindo a incapacidade de atender às necessidades básicas, a falta de controle sobre os recursos, a falta de educação e desenvolvimento de competências, de saúde, desnutrição, falta de moradia, acesso limitado a água e saneamento, a violência e criminalidade, a falta de liberdade política e de expressão “(World Bank Group, 1999:2).

    Segundo a Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (CEPAL), “O conceito de pobreza expressa na falta de recursos económicos ou condições de vida que a sociedade considera como base, em conformidade com as normas sociais que refletem os direitos sociais mínimos e objetivos públicos. Estas regras estão expressas tanto em termos absolutos e relativos, e são variáveis ​​no tempo e nos diferentes espaços nacionais “(CEPAL, 2000a: 83). Em termos monetários, a pobreza significa falta de ingresso suficiente para o limite de renda absoluta, ou linha de pobreza “, que corresponde ao custo de uma cesta de consumo básico.” Relacionadas à linha de pobreza está a linha de indigencia, para o qual o umbral de ingresso apenas alcança para atender às necessidades nutricionais básicas de uma família. O conceito de pobreza com base nos níveis de ingresso não pode explicar o acesso efectivo aos bens e serviços essenciais, bem como a capacidade de escolha dos consumidores e, portanto, “revela apenas parcialmente o impacto da disponibilidade monetaria sobre o bem-estar, embora seja assumido que o ingresso pode satisfazer as necessidades básicas “(CEPAL, 2000a: 83).

    Em contra da pobreza baseada unicamente em níveis de renda demonstraram países mais desenvolvidos na cimeira dos oito. Alí se afirmó que a pobreza vai além da falta de ingresso, porque este é multidimensional e inclui económicos, sociais e governamentais. Economicamente os pobres são privados não só de ingresso e de recursos, mas também de oportunidades. Os mercados e os empregos são muitas vezes de difícil acesso devido à capacidade de baixa e exclusão geográfica e social. A falta de educação afeta as possibilidades de encontrar um emprego e aceder a informações que poderiam ajudar a melhorar a qualidade de suas vidas. A assistencia sanitaria e serviços de saúde insuficiente, mais a alimentação inadequada, limita as oportunidades de trabalho e realizar o seu potencial físico e mental. A situação acima é ainda mais complicada, porque a estrutura das sociedades e instituições que tendem a excluir os pobres de participar na tomada de decisões sobre os direccionamentos do desenvolvimento económico e social” (Pobreza Global Report de 2000: 3).

    Outra definição de pobreza está relacionada com o grau de satisfação das chamadas necessidades básicas, que são considerados universais e incluem uma cesta mínima de consumo individual ou familiar (comida, abrigo, roupas, utensílios domésticos), o acesso aos serviços básicos (saúde e educação, água potável, coleta de lixo, esgoto, energia e transportes públicos), ou ambos os componentes. A partir do anterior a pobreza e sua magnitude depende do número e características das necessidades básicas a consideração. Para seu caracter geralmente discreta os índices das necessidades básicas presentam limitações na estimativa da extensão da pobreza, porque tendem a igualar a quem está mais perto do límite com o que está mais longe (CEPAL, 2000a: 83).

    Uma abordagem mais complexa para a pobreza é o proposto pelo premio Nobel de Economía, Amartya Sen, para quem a pobreza é sobretudo a privação de capacidades e direitos dos indivíduos. Isto é, nas palavras de Sen, se trata da privação das liberdades fundamentais de que gozam os individuais (Sen, 2000:114). Deste ponto de vista, “a pobreza deve ser vista como privação de capacidades básicas e não meramente a ausência de ingresso, que é o critério usual que identifica a pobreza” (Sen, 2000:114). Isto não significa uma rejeição da idéia de que a falta de ingresso é uma das principais causas da pobreza, pois “a falta de ingresso pode ser uma razão importante por que uma pessoa seja privada de capacidades” (Sen, 2000: 114). No entanto, como enfatiza o autor, “o que faz a perspectiva das capacidades em análisis da pobreza é contribuir a compreender melhor a natureza e as causas da pobreza e privação, transladar a atenção principal dos meios (e em determinado meio, que muitas vezes objecto de atenção exclusiva, ou seja, ingresso) para os fins que os indivíduos têm razões para prosseguir e, portanto, a liberdade necessária para satisfazer esses fins “(Sen, 2000:117)

    O autor apresenta vários exemplos que ilustram essa afirmação. Por exemplo, “ser relativamente pobre em um país rico pode ser uma grande desvantagem em termos de capacidades, mesmo quando a renda é alta pelos padrões do mundo”, porque “é preciso mais ingresso para comprar bens suficientes que permitisse alcançar as mesmas funções sociais “(Sen, 2000: 116). Do mesmo modo, “a melhoria da educação básica e da saúde não só melhora a qualidade de vida diretamente, mas também a capacidade de uma pessoa para ganhar um ingresso e livrar-se também de pobreza de ingresso”, assim, “a maior cobertura da educação básica e de saúde, o mais provável é que mesmo as pessoas potencialmente pobres, tenham mais oportunidades para superar a pobreza “(Sen, 2000: 118).

    Outra abordagem para a pobreza é a que chamados pobreza humana proposta pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Esta abordagem refere-se a privação em termos de ter uma vida longa e saudável, ter acesso ao conhecimento para atingir um padrão de vida digno e acesso à participação. Este conceito difere da definição de pobreza, que parte da privação de um fator único: o ingresso, ja porque se acredita que este é apenas o único empobrecimento que interessa ou que qualquer privação pode ser reduzida a um denominador comum. Segundo o PNUD, o conceito de pobreza humana considera que a falta de ingresso adequado é um fator importante da privação humana, mas não único, e, portanto, nem tudo pode ser reduzido pelo empobrecimento do ingresso. “Se o ingresso não é a soma total da vida humana, a falta de ingresso não pode ser a soma total da privação humana” (PNUD, 2000: p.17).

    Da mesma forma, o conceito de pobreza está relacionada aos direitos humanos, na medida em que permitem aos pobres para reivindicar seus direitos econômicos e sociais: alimentação, habitação, educação, saúde, decente e bem remunerado segurança social e participação na tomada de decisões.

    Em outras áreas, a pobreza é apresentada como um problema moral, mais do que económica. A teoria económica considera apenas as interações humanas que envolvem a troca de dinheiro e de bens, na verdade ignora grande parte da existência humana. A economia não considera o amor, família, cultura, saúde, espiritualidade, meio ambiente ou qualquer outra coisa que torna a vida rica e significativa (World Faiths Development Council, 1999).

    Neste sentido, Amartya Sen destaca que “a economia moderna foi substancialmente empobrecida pelo crescente fosso entre economia e ética.” Como se pode observar, a definição da pobreza não é fácil. No entanto, tudo parece indicar que a pobreza é uma categoria multidimensional e, portanto, não pode ser abordado a partir de um ângulo, mas deve ser abordada como um problema complexo que envolve fatores tais económicas, sociais, culturais, morais, políticos e até mesmo natural, como é o caso de catástrofes naturais, bem como o deslocamento forçado da população devido à guerra, milhões de pobres no mundo anualmente. Nesse sentido, as políticas destinadas a reduzir a pobreza também deve ser de caracter integral, focando não apenas na melhoria material das pessoas, mas também no desenvolvimento efectivo das suas capacidades, bem como o fortalecimento dos seus direitos.

    Necessidades Humanas.

    A economia trata de resolver o problema de como satisfazer as necessidades humanas com recursos escassos e sujeitos a usos alternativos. A finalidade da atividade econômica realizada por seres humanos é para satisfazer suas próprias necessidades. Necessidade é uma sensação de desejo para uma finalidade específica, biologicamente ou psicologicamente causados. São necessidades económicas se os recursos disponíveis para enfrentá-los são escassos.

    Amartya Sen, Manfred Max Neef e outros tentaram fazer a distinção entre as necessidades e outros conceitos mais proximos, que são freqüentemente confundidos. Sen, discutindo o conceito de padrões de vida, distinguiu os conceitos de “capacidades”, “realizações” e “bens e serviços.” “Desempenho de diferentes meios condições de vida (as várias dimensões do ser e fazer) que podem ou não ser alcançado, enquanto a capacidade refere-se à nossa capacidade de atender a essas condições de vida.” “Uma realização é uma conquista, enquanto a capacidade é a habilidade de alcançar. Os resultados são, em certo sentido, mais relacionado às condições de vida que são os diferentes aspectos das condições de vida.” Capacidades, ao contrário, são noções de liberdade no sentido positivo do término: as possibilidades reais que estão sobre a vida que se pode levar “(Sen, 1987:36).

    A partir daqui, os autores chamam as seguintes conclusões: a] necessidades humanas básicas são finitas, poucas e classificáveis, b] são as mesmas em todas as culturas e períodos históricos, c] O que é culturalmente determinado, não são as necessidades, mas sim os satisfatores dessas necessidades.

    Ao analizar a questão da pobreza podemos usar diferentes abordagens para classificar as famílias pobres. Esses métodos tentam medir o mesmo fenômeno, mas, a informação que precisam e os resultados obtidos podem diferir consideravelmente.

    Principais enfoques de medição da pobreza ao nível internacional

    Definir a pobreza como um estado objetivo susceptível de medição, é muito complexo. Não existe um consenso ao nivel internacional que permita obter um único método de medição. E é que a pobreza está relacionada com as diferentes condições de insatisfação e da privação de seres humanos. Por exemplo, as despesas de compra ou de consumo das pessoas abaixo do mínimo exigido, podería ser um critério de medição. O não acesso de uma casa a um serviço básico de água ou luz, as limitações no acesso aos serviços de saúde e educação, também pode ser considerado como outros critérios de medição.
    Existem três principais abordagens para a medição da pobreza e cada uma contém vários métodos para identificar os pobres (Boltvinik, 1999).

    A orientação e o consistente método a utilizar depende do tipo de pobreza que se pretende quantificar. Antes de discutir essas técnicas é necessário deter em algumas decisões metodológicas que qualquer investigação deve levar em conta como uma estrutura conceitual e, que por vezes passam por alto, tomando como as questões implícitas no estudo (Boltvinik, 1999, Comitê Técnico de Medição Pobreza (CTMP), 2002).

    A medição da pobreza dependerá, em medida significativa do conceito adoptado. Os resultados obtidos a partir de diferentes investigações podem variar significativamente de acordo com a definição de pobreza. Dentro desta definição deve ser expressa de que o indicador de bem-estar que permite determinar a situação da unidade de observação.
    Depois de definir o conceito, se deve selecionar a unidade de observação do estudo. Decisão não é trivial a decisão de quantificar a pobreza em termos absolutos de hogares ou alterar, em termos relativos ao número de pessoas que neles vivem, este é devido a fatores como tamanho da família ou do estatuto profissional dos seus membros, entre outros.
    É por isso que os casos devem ser expostos para a unidade de observação para uma correcta medição da pobreza. Tendo definido anteriormente a unidade de observação é possível definir a indivíduos ou famílias em situação de pobreza. Se deve construir um padrão que permite realizar comparações entre as unidades de observação, a fim de classificár-los como pobres ou não pobres. Este padrão mínimo de satisfação é o que é conhecido como Linha de Pobreza. Finalmente, é importante especificar a agregação das unidades de análise. A agregação pode ser absoluta, onde as pessoas ou famílias que não conseguem ultrapassar o conjunto mínimo padrão será considerado como pobres ou de agregação ponderada, onde se mede a intensidade da pobreza, conforme o nível de carência dos indivíduos. Uma vez feita esta clarificação metodológica é possível rever as diferentes abordagens para a medição da pobreza e descrever cada um dos métodos utilizados nos mesmos.

    Método de Medição da Pobreza desde o Enfoque Directo

    A abordagem direta se refere às condições sob as quais um indivíduo está em um determinado momento em relação aos padrões da sociedade. Sua falta ou distância destas normas determina o seu estado como pobre ou não pobre. O bem-estar de uma pessoa mediante este ponto de vista é dada pelo consumo que esta realmente realizó. Este consumo pode ser de bens ou serviços, que vão desde alimentos e uma nutrição adequada, à educação básica e um lugar decente para viver. O método de necessidades Basicas Insatisfeitas (NBI) corresponde a esse enfoque.

    Necessidades Basicas Insatisfeitas (NBI)

    É o métudo mais tradicional no análisis social e é a metodologia, dentro da abordagem directa, mais utilizado em América Latina (Boltvinik, 1999). Consiste em especificar certas necessidades básicas do ser humano, por exemplo, o analfabetismo, a água, estado nutricional, etc, e, em seguida, estabelecer um mínimo aceitável para cada uma delas. Uma vez especificados os requisitos e padrões se procede a calcular a população que não satisfez um ou todos os requisitos que compõem o índice, essa população é considerada pobre (CTMP, 2002). Como mencionado acima, este modo não fornece a capacidade de atender às necessidades futuras, mas sua medição é a satisfação de ex-post das necessidades básicas definidas (CEPAL, 2001). A unidade de observação nestes métodos são geralmente as casas. Embora estritamente o número e a diversidade das necessidades a quantificar depende inteiramente do pesquisador, existe algum consenso (Boltvinik, 1999) (CEPAL, 2001); (CMTP, 2002) que as necessidades básicas, por definição são: alimentos, vestuário, habitação, saúde e educação, que são medidos por parâmetros diferentes, tais como os níveis de superlotação, o material de que são feitas as habitações, nível de escolaridade dos membros da família, oabastecimento da água potável, etc (CTMP, 2002).

    As vantagens deste método consiste na sua fácil implementação e na ausência de problemas de agregação de indicadores. No entanto, tem algumas limitações: conforme aumenta o número de necessidades básicas também aumenta o número de famílias pobres. Além disso, também se considera pobre tanto o hogar que não tem satisfeitos pelo menos um dos requisitos básicos como aquele que não tem logrado satisfazer 4 ou 5 (CTMP, 2002).

    Enfoque Indirecto de Medição da Pobreza

    Quando o interesse do observador não é se as necessidades básicas foram atendidas de forma eficaz, mas a capacidade que um indivíduo tem para satisfazer as mesmas, então é quando se utiliza o método indireto. Neste enfoque, o bem-estar de uma pessoa pode ser medido pela quantidade de recursos que tem para chegar a um padrão previamente estabelecido de vida. Pessoas ou famílias que não têm recursos suficientes para atender a essa normativa de vida vai ser consideradas pobres (Ravallon, 1998). A este tipo de pertencem a Linha de Pobreza, incluindo a linha de pobreza alimentar.

    Linha de Pobreza (LP)

    O método mais utilizado internacionalmente, apesar das suas limitações, é o método da Linha de Pobreza, que usa o ingresso ou gasto de consumo como as medidas de bem-estar, o estabelecimento de um valor per capita de uma cesta mínima de consumo necessários para sobrevivência, ou seja, uma cesta de satisfações essenciais, o qual permite a diferenciação dos niveis da pobreza.

    Ravallion (2000) observa que a definição de uma linha de pobreza deve começar a pré-determinar o conjunto de necessidades básicas que correspondem a uma boa saúde e uma vida activa, as necessidades nutricionais são geralmente aqueles que são predominantemente. Em quanto à linha de pobreza a define pelo “valor em termos monetários”, bem-estar econômico individual, como são os gastos com todos os bens e serviços no qual essas necessidades básicas encontram a preços dados e com referências comprovadas. As pessoas são julgadas como pobres se e só se o seu gasto está abaixo desta linha, e a medição da pobreza é estimada na distribuição (tais como o índice head-count dado para a proporção que está abaixo da linha).

    As diferenças metodológicas desta aproximação é conhecida por produzir diferentes medidas de pobreza. Para Ravallion (1998), determinar uma linha de pobreza a utilizar é importante para responder a duas questões fundamentais: o primeiro é a denominada identificação do problema: Quais são as pessoas pobres e que tão pobres elas são? Quanto à segunda questão refere-se a um problema adicional: Quanta pobreza existe? Na literatura, existem essencialmente duas linhas de pobreza, uma é a absoluta e outra é relativa. O uso de cada uma delas depende do pesquisador e do estudo que se leva a cabo, por isso toda linha de pobreza é subjetiva a partir do momento da utilização desta se estabelece porqué se considera a mais adequada. Ravallion define: “uma linha de pobreza absoluta é aquela que é fixada em termos de indicadores estandares de vida utilizado e esta fixa acima de todo o domínio das comparações da pobreza. Então, as comparações da pobreza absoluta julgará a duas pessoas com base no nível de consumo real como pobres ou não pobres” (Ravallion, 1998: 25), “linha de pobreza relativa tenta capturar a desigualdade na distribuição de ingresso que pode ser pensado como dependente da curva de Lorenz”. (Ravallion, 1998: 30)

    O Banco Mundial considera em situação de pobreza extrema a uma pessoa cujo o ingresso (ou despesas) média diária é inferior a um dólar dos EUA, e pobreza moderada, se forem menos de dois dólares por dia. Uma vez que estas linhas de pobreza são usados ​​em comparações internacionais e o poder de compra de um dólar difere entre os países, as linhas devem ser ajustadas para levar em conta a paridade do poder de compra (PPC) de cada país (Banco Mundial [Metas do Milênio], 2000). As linhas de pobreza esta estreitamente ligada com a desigualdade económica. Para relacionar esses três conceitos o raciocínio é o seguinte: se houver um aumento do nível de pobreza, não é possível afirmar que a desigualdade é maior porque o ingresso dos mais pobres estão caindo, por sua vez, um aumento do grau de desigualdade não implica um aumentomaior na pobreza pois poderia ser uma maior dispersão dos ingressos dos indivíduos ou famílias que estão acima da linha da pobreza a que responde a esse aumento na desigualdade. Ou seja, a linha de pobreza absoluta serve para determinar em que ocasiões e por qué o grau de desigualdade não explica a magnitude da pobreza.

    Pode-se concluir que a linha de pobreza extrema é o valor dos activos necessários para adquirir os requisitos nutricionais básicos, enquanto a pobreza moderada é o valor da canastra de bens que fornece as determinadas necessidades básicas de uma sociedade em particular.

    Enfoque Integrador de Medição da Pobreza

    A partir dos enfoques direto e indireto, recentemente tem surgido um enfoque misto, que combina as duas medidas tanto multidimensionais como monetárias para medir a pobreza. Suas origens remontam à obra de Beccaria e Minujin (1987) quem comparou os métodos da Necessidades Básicas Insatisfeita (NBI) e da Linha de Pobreza (LP), encontrando não apenas diferenças na população identificadas como pobres, de acordo com a metodologia utilizada, mas sim que a interseção de ambos tem resultado muito mais pequeno do que se esperava. Segundo esses autores, a explicação para os resultados encontrados é que cada metodologia mede um tipo de pobreza diferente: método NBI identifica os pobres estruturais, enquanto LP detecta a pobreza pauperizada.
    Tentando superar essas limitações, Minujin e Beccaria (1987) levaram a cabo um novo método que combina, de forma matricial, os métodos de NBI e LP. Em vez de classificar apenas os pobres, segundo um critério, os autores construíram uma matriz em que, por um lado, se classifica os pobres e não pobres de acordo com o critério do PL e do outro, os pobres e não-pobres, conforme determinado pelo NBI. Assim, os indivíduos ou hogares que se enquadrem dentro da categoria de pobres para ambos os métodos seram comprovadamente classificados como pobres (CTMP, 2002:45).

    No entanto, o mais popular dentro da abordagem mista é o método desenvolvido por Boltvinik chamado Método Integrado de Medição da Pobreza (MMIP), que é “combinar a variante melhorada do NBI com a variação da cesta normativa e generalizada da LP e incorporar um indicador de pobreza de tempo, para obter um índice de pobreza integrado por hogar que permite calcular todas as medidas agregadas de pobreza (Boltvinik, 2003: 460).

    Com este método, a população é classificada em quatro grupos:

    a) Pobres crônicos que são os grupos mais vulneráveis ​​porque têm pelo menos uma NBI e ingressos ou despesas abaixo da linha da pobreza.

    b) Pobres recentes, ou seja, aqueles que têm suas necessidades básicas satisfeitas, mas os ingressos ou gastos estão abaixo da linha da pobreza.

    c) Pobres inerciais, que são aqueles que têm pelo menos uma necessidade básica insatisfeita, mas seus ingressos e despesas estão acima da linha da pobreza.

    d) Integrados socialmente, ou seja, aqueles que não têm necessidades básicas insatisfeitas e as despesas estão acima da linha de pobreza (Boltvinik, 2003: 460).

    Vantagens e limitações do enfoque integrado

    Este método tem a vantagem de reconhecer os diferentes segmentos da população pobre para definir políticas econômicas e sociais. A população identificado pelo método da linha de pobreza (pessoas com ingressos ou consumo insuficientes), requer de políticas salariais, de emprego, geração de ingresso, ou seja, a políticas económicas.

    Por seu lado, a população identificada pelo método das necessidades básicas insatisfeitas requer de politicas que permitam o acesso à água, educação, moradia adequada, etc., ou seja, política social.

    O método NBI é muito útil para identificar as necessidades básicas da população e constitui uma ferramenta essencial para a implementação de políticas públicas. No entanto, também foi visto que este método não é inteiramente adequado para realizar uma medição de pobreza, principalmente porque não conta com um indicador de bem-estar, teoricamente sólido que permite a agregação dos resultados. Por sua vez, um “método indireto” de medição, tais como linhas de pobreza, é possível realizar um processo de agregação, mas não identificar e situar geográficamente a gama de necessidades da população. Assim, existe uma razão adicional para determinar a complementaridade dos mapas da NBI e as medições de pobreza obtidas pelo método de LP.

    Além disso, na medida em que os indicadores utilizados por ambos os métodos (NBI e LP) têm comportamentos diferentes ao longo do tempo, poderia identificar as situações de pobreza estrutural (sob o enfoque do método das NBI) e pobreza conjuntural (sob o enfoque do método da linha de pobreza).

    Do exposto acima, cada método fornece uma diferente magnitude da pobreza em um país, no que se refere ao conteúdo, conceitos e interpretações. Por conseguinte, é conveniente que o país disponha de resultados através destes métodos, com cuidado para não fazer comparações de dados entre diferentes métodos. A análise da tendência deve ser realizada com os resultados obtidos no mesmo método.

    Breve retrospectiva sobre a situação da pobreza e da fome em S. Tomé e Príncipe

    Das várias noções de pobreza o Guverno São- Tomense retive que ela é um fenómeno multidimensional que toma simultaneamente diversas formas, algumas de carácter económico, como a diminuição (ou a perda) de rendimentos, a dificuldade (ou a impossibilidade) de acesso aos serviços sociais de base (saúde, educação, alojamento, água e saneamento do Meio) e outras de carácter não económico como a perda de valores comuns a Sociedade, o não reconhecimento da sua identidade ou a exclusão social.

    Em S. Tomé e Príncipe, a descapitalização das antigas EAA(*), aliada às péssimas condições de vida dos trabalhadores agrícolas em todo o sector social (habitat sem condições de convivência condignas, favorecendo situações de promiscuidade, saneamento básico praticamente inexistente, ausência de serviços sanitários nas dependências das EAA) e conjugada com os baixos salários, concorria para alimentar um êxodo rural irreversível. Os assalariados ao abandonar as EAA, convergiam para as zonas citadinas provocando a aceleração do processo de urbanização desorganizada, da segunda metade dos anos 80 e os inícios de 90. Assim, a pobreza rural associa-se também a pobreza urbana e suburbana.

    A maior incidência de pobreza verifica-se no mundo rural que emprega a maior parte da mão-de-obra (mais de 50%) e é o (quase)único produtor de receitas de exportação. O processo de distribuição de terras beneficiou com parcelas de terra um total de mais de 8.300 famílias, o que corresponde a uma população de aproximadamente 40.000 pessoas (cerca de 1/3 da população do país e metade da sua população rural) ocupa uma área superior a 17800 hectares. As mulheres representam uma proporção significativa nesse processo, constituindo cerca da terça parte dos chefes de família beneficiários de terras concedidas pelo Estado.

    Ainda no Meio Rural, a aparição de uma classe agrícola dispondo de fracos ou nenhuns meios em capital faz questionar sobre o modo de financiamento dessas novas estruturas agrárias para a valorização e intensificação das terras concedidas.

    À partir de 1997, o acesso ao crédito através das caixas rurais descentralizadas esteve limitado a financiamento de curto prazo por um lado, e por outro, sem ter em conta as necessidades objectivas das parcelas e dos respectivos beneficiários.

    As difíceis condições de vida do meio rural têm tido um impacto negativo nas mulheres, particularmente nas que receberam parcelas de terra.

    No domínio da Educação, as instalações escolares registam todas uma ocupação muito intensa. No entanto, verifica-se a incapacidade do Estado para garantir a recuperação dos edifícios e a extensão do Parque Escolar face a crescente procura. Os professores que asseguram a docência em quase todos os níveis de ensino têm uma formação científica globalmente bastante baixa e praticamente não têm qualquer qualificação pedagógica. A quase inexistência de transportes colectivos e as distâncias, algumas vezes, consideráveis que as crianças têm de percorrer condiciona a frequência as aulas e é também um dos factores que está na base de uma alta proporção do abandono escolar.

    No domínio da saúde, os principais problemas têm a sua origem em situações preveníveis, como as que provocam o paludismo, as doenças respiratórias agudas e as doenças diarreicas que constituem as principais causas de mortalidade e de morbilidade da população.

    A mal nutrição tem também uma elevada responsabilidade nas causas de morte em crianças menores de 5 anos, estimada em cerca de 15%. As anemias nutricionais – deficiência de ferro- reportam valores de hemoglobina abaixo da norma em mais de 60% da população inquirida. O índice de prematuridade (baixo peso à nascença) situa-se nos 15,2 (MICS /2000).

    Por outro lado, o aprovisionamento de medicamentos em S. Tomé e Príncipe é bastante imperfeito e frágil. O circuito de medicamentos vem padecendo de várias falhas no interior do sistema sanitário.

    Os primeiros sinais exteriores de pobreza começam a aparecer nos finais da década de 80, produto do efeito combinado da desvalorização da moeda nacional face a de outros países com os quais S. Tomé e Príncipe mantém relações comerciais, da supressão das subvenções aos produtos alimentares de base e aos combustíveis, provocando uma subida vertiginosa de preços e uma consequente carestia de vida. Esta situação provocou uma rápida erosão do poder de compra do trabalhador (tanto do sector público como privado), reforçado pelo congelamento dos salários a que se acrescentou o aumento do desemprego, produto da reestruturação e/ou liquidação das empresas públicas. Essa conjuntura está na origem do recrudescimento do fenómeno da pobreza.

    De facto, segundo o estudo financiado pelo PNUD :”Relatório sobre o limiar da pobreza (1987 à 1990)” publicado em Janeiro/1991, verifica que a situação dos serviços sanitários agravou-se consideravelmente devido a ausência de meios necessários a importação de medicamentos e materiais bem como para a melhoria das infra-estruturas existentes; doenças como o paludismo e a cólera que tinham quase desaparecido passaram a ter uma forte ascensão marcada particularmente por uma situação que se tornou endémica das duas doenças, tendo culminado com um surto epidémico da cólera em 1989. A mortalidade infantil tinha aumentado. A pobreza começava a manifestar-se visivelmente.

    Segundo o mesmo estudo, a pobreza vinha aumentando rapidamente no país. De 36% da população total em 1987, ela sobe para 41% em 1990.

    Um segundo estudo financiado pela mesma instituição (PNUD) :”O Limiar da Pobreza em S. Tomé e Príncipe (período 1991 – 1994)” publicado em Março de 1995 vem confirmar esta tendência; com efeito, em 1992 o valor sobe para 48% como se pode ver no quadro seguinte:

    Tabela nº. 1 – Percentagem da população em situação de pobreza

    Situação da população

    1987

    1990

    1992

    1994

    % em estado de pobreza extrema

    23

    33

    39

    35

    % no limiar da pobreza

    13

    8

    9

    11

    % total de pobres

    36

    41

    48

    46

    Fonte :” O Limiar da Pobreza em S. Tomé e Príncipe (período 1991 – 1994)”; PNUD, Março de1995.

    Nesse relatório, foram identificados os grupos sócio-económicos mais vulneráveis à pobreza, à saber:
    •Os trabalhadores agrícolas;
    •Os funcionários dos escalões mais baixos;
    •Os pescadores e palaiês;
    •As mulheres chefes de família; e,
    •Os idosos solitários (pessoas com mais de 60 anos).

    Mais recentemente, o estudo “Perfil da Pobreza em S. Tomé e Príncipe” (Novembro 2000 à Fevereiro 2001) com financiamento do BAD – publicado em Maio de 2001 – produziu dados e elementos extremamente importantes para a actualização dos conhecimento sobre as características da pobreza no país.

    Este estudo confirma o processo de êxodo rural e a consequente urbanização acelerada; assim, a população urbana estimada em 44 % da população total em 1992, passa a 55,6 % nos finais do ano 2000. Confirma que 1/3 das famílias santomenses são dirigidas por uma mulher. As famílias de 4 a 7 pessoas perfazem 57% da população total enquanto que as maiores (com 8 pessoas ou mais) totalizam apenas 26,7% do total.

    Também segundo este estudo, a pobreza afecta 53,8 % da população total do país. Ela atinge mais as famílias dirigidas por mulheres (55,7 %) do que as dirigidas por homens (53 %). Contrariamente aos 2 estudos anteriores sobre a pobreza, segundo este último, a pobreza extrema atinge (apenas)15,1 % da população santomense(1).

    O tamanho médio da família evolui na razão inversa do seu nível de rendimentos; assim, ela é de 6,43 pessoas para as famílias extremamente pobres e de 3,78 pessoas para as famílias consideradas não pobres.

    No que concerne a pobreza das condições básicas de vida (acesso à educação, saúde, água potável, saneamento do Meio e habitação), o estudo conclui que 11,8 % da população nunca frequentou uma escola. No mesmo sentido constatou que o analfabetismo aumenta com o grau da pobreza. Com efeito, ele atinge 9,6 % da população não pobre em comparação com os 12,9 % dos pobres e 15,9 % dos extremamente pobres. Com relação aos cuidados da saúde, o estudo observou que a atenção para com a sua saúde aumenta com o nível dos rendimentos. Assim, 23,2 % de doentes não pobres já consultaram um médico numa clínica privada contra apenas 8,7 % de doentes pobres e somente 2 % dos extremamente pobres.

    No que diz respeito a água canalizada, a situação a nível nacional é bastante grave pois apenas 19,6 % da população total possui água canalizada. Cerca de 9,2 % das famílias extremamente pobres têm agua canalizada em comparação com 13 % das famílias pobres e 25,5% das não pobres. Tal como a água canalizada, o saneamento do Meio apresenta uma situação verdadeiramente catastrófica. Apenas 16 % de famílias santomenses dispõem de uma fossa séptica ou estão ligada a uma rede de esgotos pública. 69 % da população faz as suas necessidades fisiológicas ao ar livre.

    Como se faz referencia nos parágrafos anteriores, as primeiras tentativas para medir a pobreza no país remontam aos finais dos anos 80 e a primeira metade dos anos 90. Com efeito, o “Relatório sobre o limiar da pobreza” (1987 à 1990) e o “Limiar da Pobreza em S. Tomé e Príncipe” (período 1991 – 1994) forneceram os primeiros elementos para análise da pobreza. Ambos estudos utilizaram o método do custo das necessidades essenciais (CNE).

    Na altura foram feitas várias estimações, em ausência de dados mais fiáveis, o que acabou por dificultar a fiabilidade e a compatibilidade estatística com estudos realizados posteriormente. No entanto, é perceptível o agravamento da situação pelas manifestações exteriores de pobreza (fenómeno “meninos de rua”, abandono de menores, diminuição da taxa bruta de escolaridade no ensino básico, entre outras).

    Com efeito, o inquérito sobre as condições de vida das famílias (ICVF), que permitiu definir o “Perfil da Pobreza em S. Tomé e Príncipe” (Novembro 2000 à Fevereiro 2001) utilizou o método dos rendimentos médios (RM), e determinou que o limiar de pobreza em S. Tomé e Príncipe era de Dbs. 2.638.618 por ano (cerca de USD 294/ano). Este valor apenas cobre as despesas mínimas de uma refeição diária e algumas despesas não alimentares essenciais (vestuário, alojamento, combustível para confecção das refeições). Por isso, os rendimentos disponíveis para fazer face as demais despesas básicas, sobretudo a educação e a saúde da família são irrisórios.

    Evolução da pobreza

    Os dados estatísticos sociais e económicos para a caracterização da pobreza são escassos e têm de ser utilizados com prudência.

    No entanto, todos os estudos até então realizados têm concluído sempre no mesmo sentido: a evolução da pobreza no país têm vindo a agravar-se.

    Quando conjugamos os resultados dos 2 últimos inquéritos sobre as condições de vida das famílias (ICVF) – apenas em termos de peso relativo dos parâmetros considerados -, obtemos os seguintes resultados:

    Tabela nº.2 – Estrutura das despesas no limiar da pobreza em S. Tomé e Príncipe (%)

    Tipo de Despesa

    1991

    1992

    1993

    1994

    2000/2001

    extremamente pobres

    pobres

    não pobres

    Alimentação

    73,0

    74,6

    75,0

    84,1

    81,7

    79,1

    66,17

    Educação

    0,8

    1,9

    2,0

    1,2

    1,2

    1,6

    2,09

    Saúde

    3,1

    3,9

    4,3

    3,1

    3,2

    3,5

    5,33

    Habitação (renda de casa)

    6,3

    5,7

    5,4

    2,7

    ____

    ____

    ____

    Outras despesas

    16,8

    9,9

    13,3

    8,9

    13,9

    15,7

    26,41

    TOTAL

    100

    100

    100

    100

    100

    100

    100

    Fonte : De 1991 a 1994, dados tomados de: “O Limiar da Pobreza em S. Tomé e Príncipe (período 1991 – 1994)”; PNUD, Março de 1995;De 2000/2001, dados tomados de “Perfil da Pobreza em S. Tomé e Príncipe” (Novembro 2000 à Fevereiro 2001); BAD, Maio de 2001.

    Da análise dos dados da Tabela nº. 2 observa-se que, qualquer que seja o nível de rendimentos, as despesas com a alimentação constituem a principal fonte de consumo do orçamento familiar, tendo aumentado sempre durante todo o período, com um mínimo no início (73 % em 1991) e um máximo em 1994 (84,1 %); no entanto, a diminuição vários anos depois (2000/2001) é insignificante – variação de 81,7 % para a população extremamente pobre a 79,1 % para a população pobre.

    Desigualdade geográfica

    O estudo “Perfil da Pobreza em S. Tomé e Príncipe” (Novembro 2000 à Fevereiro 2001) constatou que, quase 2/3 da população total (mais especificamente 64 %) vive na região Centro (Distrito de Água Grande e Mé Zochi) do país. De igual modo observou uma grande desigualdade na distribuição das despesas de consumo médio/habitante que no meio rural é quase 1/3 (especificamente 32 %) inferior ao do meio urbano.

    O fenómeno da pobreza concentra-se em 1º lugar na região Norte (Distritos de Lembá e Lobata) – 70,6 % da população da região; seguida da região Sul (Distritos de Cantagalo e Caué) – 65,1 % da população da região; da Região Autónoma do Príncipe (60 % da população da região) e a região Centro com 46,4 %.

    Desigualdade social e de género

    A desigualdade observada na repartição do consumo médio/habitante na dicotomia cidade/campo, também se observa com relação ao sexo. Assim, esse consumo é inferior em 11 % para o caso das famílias dirigidas por uma mulher.

    O consumo médio/habitante é maior em 42% na categoria sócio-profissional “Independentes” (artesãos, comerciantes, pequenos proprietários de actividades geradoras de rendimentos não agrícolas, etc.) com relação a classe mais pobre, a dos “Agricultores, pescadores e criadores de animais”. Esse consumo diminui a medida que se afasta da Capital. De igual modo, o consumo médio/habitante aumenta na razão inversa ao tamanho da família; assim, ela é 2,3 vezes superior para as famílias constituídas por 1 pessoa do que para as que têm 10 pessoas ou mais.

    Conclusão

    Com o analisis realizado sobre as teorías dos diferentes autores e instituições, desde diferentes pontos de vista, podemos concluir que, a difinição da pobreza não é uma tarefa facil. Ainda assim, todo parece apontar que a pobreza é uma categoria multidimensional e por tanto não se pode abordar desde um só ângulo, mas sim que debe ser determinada como um problema conplexo que implica fatores de índole económico, social, cultural, moral, político e incluso matural, como é o caso dos desastres naturais, assim como o deslocamento forçoso da população devido as guerras, que anualmente empobrecem a milhões no mundo.

    Dentro dos enfoques metodológicos para a medição da pobreza, podemos encontrar fundamentalmente tres métodos mais utilizados internacionalmente: o da Linha da Pobreza, o das Necesidades Básicas Insatisfeitas e o Método Integrado da Medição da Pobreza; os quais têm sido objetos de contínuas contribuições teóricas, permitindo sua evolução e utilidade na actualidade.

    No plano nacional podemos dizer que desde a conquistada independencia, S. Tomé e Príncipe encontra-se inserido num processo de reconstrução que se considera notavel, mas a economía do país segue sendo debil , e ainda hoje é um dos países do mundo cuja a economía depende mais directamente da ajuda externa. A nação seguirá necessitando elevados niveis de assistencia internacional para poder uma base mais firme para o tipo de desemvolvimento que é indispensável para poder reduzir ou por fim a pobreza.

    EscucharLeer fonéticamenteBibliografia
    •Altimir, O. (1979), A dimensão da pobreza em América Latina. Chile: Cadernos da CEPAL, Nações Unidas.
    •Atiknson, Anthony (1991). ” Comparando a taxa de pobreza Internacional: lições dos estudos recentes nos países desenvolvidos.” World Bank Economic Review, vol. 5, n. 1, pg. 3-21
    •Banco Mundial (2000). Relatório sobre o Desenvolvimento Mundial 2000/2001. Luta contra a pobreza. Visão geral. Setembro. Pdf. http://www.worldbank.org
    •Beccaria, L; Minujin, A. Métodos Alternativos para medir a evolução do tamanho da pobreza. Working Paper, INDEC, N.6
    •Boltvinik, J. (1999a). “Métodos de medição da pobreza. Conceitos e tipologia”, no Social. Revista Latino-Americana de Política Social, nº 1, outubro.
    •Boltvinik, J. (2003). “Tipologia dos métodos de medição da pobreza. Os métodos combinados. ” México: Revista do Comércio Externo, Vol. 53, Nº 5.
    •CEPAL (2001). Panorama social de América Latina 2000-2001, Santiago de Chile.
    •Sen A. (1987). Commodities and capabilities, Oxford University Press, Oxford India Paperbacks, Nueva Delhi.
    •Sen, A. (2000). Desenvolvimento e Liberdade . Planeta Colombiana Editorial S.A. Santafé de Bogotá, D.C. Julio, primera reimpreção. 440p.
    •World Faiths Development Council (1999). Moral Economics. http://www.wfdd.org.uk
    •World, B. (2000b) Understanding Poverty. Poverty Net. En Internet Retrieved from http://www.worldbank.org/poverty/mission/up1.htm.
    •CTMP (2002). Medição da Pobreza: variantes metodológicas e estimação preliminar, México, Ministério do Desenvolvimento Social, Série: Research Papers 1.
    •Porvety Relatório Global. Cimeira do G8 de Okinawa. Julho. Http: / / versão em pdf http://www.adb.org/Documents/Reports/Global_Poverty/g8_2000.pdf.
    •Grupo Banco Mundial. “Compreensão da Pobreza”, em Pobreza Net. URL: http://www.worldbank.org/poverty/spanishi/mission/up1.htm.
    •Grupo Banco Mundial. “A medição da pobreza”, em Pobreza Net. (URL: http://www.worldbank.org/poverty/spanishi/mission/up2.htm)
    •INE (Instituto Nacional de Estatística). Os resultados do Recenseamento Geral da População e da Habitação de 2001 – S. Tomé, 2004, p.45. Disponivel: http://www.ine @ cstome.net.
    •INE (Instituto Nacional de Estatística). (N / A). Estratégia Nacional para a Redução da Pobreza, Dezembro 2001, p.13. Disponivel: http://www.ine @ cstome.net.
    •PNUD. (2000). Relatório sobre o Desenvolvimento Humano. Oxford University Press.http://ceidas.org/documentos/Centro_Doc/Superar_la_pobreza_humana_PNUD_2000.pdf
    •Ravallion, M. 1998. “As linhas de pobreza na teoria e na prática”. 4ta Conferencia Regional do MECIVO. A medição da pobreza: o método da linha da pobreza. Buenos Aires, Argentina.
    •Ravallion, M. (2000), “As medidas de pobreza devem ser anexadas às contas nacionais? Económico e político semanalmente” Agosto-Setembro.

    ——————————————————————————–
    [1] Estudante da carreira de Licenciatura em Economía, Faculdade de Ciencias Económicas e Empresariais, Universidade de Cienfuegos Carlos Rafael Rodríguez, República de Cuba.

    [2] Dr. C. Económicas, Professor Titular do Departamento de Estudos Económicos da Facultade de Ciencias Económicas e Empresariais, Universidade de Cienfuegos Carlos Rafael Rodríguez, República de Cuba.

    (*) Empresas Agrícolas Estatais.

    (1) De facto (cf. Tabela nº. 1), os 2 estudos acima mencionados e financiados pelo PNUD, basearam-se no método dos custos das necessidades essenciais (CNE), enquanto este último (Perfil da Pobreza em STP – Maio/2001) utilizou o método dos rendimentos médios (RM); de aí a discrepância entre as cifras determinadas pelos 2 métodos, dificultando assim a fiabilidade e a compatibilidade estatística entre os mesmos.

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    Comentários (22)

    cesario verde segundo diz:

    25 de Abril de 2011 às 12:41

    isto é trabalho de que semestre d teu curso? interessante! tiveram 5 os dois?

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    Aida Trigueiros diz:

    29 de Abril de 2011 às 20:29

    agradeco o comentario, mas este vai ser o meu trabalho de diploma agora em julio

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    Digno de Respeito diz:

    25 de Abril de 2011 às 14:50

    Olá Aida Trigueiros,

    Tu e a tua equipa de trabalho estão de parabéns. Gostei, espero tenho conquistado nota máxima neste trabalho (talvez académico)

    Força amiga!

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    Mafioso diz:

    25 de Abril de 2011 às 15:20

    Existe autor que defende a pobreza como um problema daquele que é pobre, por outras palavras, é o azar do pobre.
    Temos uma pobreza mental, sobretudo a elite nossa é muito pobre.
    Veja só a nossa cidade!!

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    artigo 5.7 diz:

    25 de Abril de 2011 às 17:52

    em cheio , não si pode chamar aquilo de elite , é tudo menos elite meu caro, aqueles maltrapilos de ideias fazem politica de misseria …

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    Filipe Trigueiros diz:

    25 de Abril de 2011 às 21:21

    Quase perfeito. Mesmo assim nota máxima.
    Parabens minha filha.

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    BARÃO DE ÁGUA IZÉ diz:

    25 de Abril de 2011 às 20:56

    A pobreza só tem solução com criação de riqueza. Em STP enquanto não se regressar à Agricultura, por mais que chova petroleo, o baixo nivel e qualidade de vida dos Saotomenses irá perdurar. Se paralelamente se apostar também no Turismo e Pescas, a riqueza estará a caminho e deixaremos de ter crianças subnutridas e idosos sem apoio.

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    Edson Francês diz:

    25 de Abril de 2011 às 21:12

    Devo dizer que achei este trabalho cientifico, muito interessante. Charles Darwin, jà dizia que a sociedade humana, é comparàvel à uma selva, aonde somente os mais fortes sobrevivem, ou seja a pobreza (material) é nada mais nada menos do que uma distribuição deficiente e injusta da riqueza social. “A sociedade esta devidida em classe aonde todo o objectivo de um homem é de lutar para chegar a classe superior a sua, e toda a intenção desta classe é de impedi-lo de chegar” [Stendhal, 1840)].

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    Passô diz:

    26 de Abril de 2011 às 7:25

    Convido-me a este debate que se quer ciêntifico. E como tada ciência nao é perfeita, se me permitir, poderei tecer algumas criticas, au meu ver “ciêntifica e constructiva”. Como a palavra critica é pesada de significados, muito deles pejorativos, quero antes de mais tirar a minha venia a qualidade de trabalho que demonstra uma certa maturidade academica (pesquisa aprofundada, sintese coerente e exposiçao pertinetnte). A minha venia tambem vai para a autora, que com muito respeito é linda e inteligente.

    Mas como se intitula, e bem, o trabalho (“Pobreza:debate cientifico”). Como tal penso estar aberto o confronto de ideias e opinioes.

    1. O titulo do trabalho nao reflecte o conteudo da dissertaçao. Porque o termo pobreza é geral, enquanto que grande parte do trabalho limitou-se a tratar dos metodos de calculo da pobreza. Talvez o titulo deveria ser “os diferentes metodos de calculo da pobreza”, “Como constatar a pobreza e quais sao os seus efeitos de uma forma geral, em sao tomé no particular…”

    2.Como falar da pobreza e nao falar da heterogeneidade da économia mondial, e do fenomeno de mondialisaçao?

    3. Como falar da pobreza cientificamente sem falar dos indices de desenvolvimento (Producto nacional bruto, producto interno bruto, indices de desenvolvimento humano-logevidade, educaçao e nivel de vida-)Abordaste implicitamento quando poderias ser mais explicita?

    4. Fiquei decepcionado em nao poder abordar a componente historica de uma maneira mais contundente: nao podemos ignorar o nosso passado (mundial:as guerras mundias, o reflexo da guerra fria,…; nacional: descolonialisaçao, partido unico, democracia (?)…) Todos esses factores historicos influenciam o que somos hoje!

    5. O factor sociologico e cultural tambem aqui sao negligenciado: segundo maxweber (sociologo alemao) no seu livro “ética protestante e o espirito de capitalismo” os factores culturais e religiosos devem ter em conta na analise économica. ex os protestantes sao mais receptivos a ideia de enriquecer que os catolicos. A filosofia catolica quer que o homem mais rico na terra é o ultimo no reino de deus, enquanto que o mais pobre sera o primeiro. A igreja catolica prega a pobreza como valor adquerido. Quando sabemos a porcentagem da nossa populaçao catolica acho que sao variantes a ter em conta. Por outro lado os judeus sempre estiveram abertos a emprestimos com jusros, emquanto os catolicos ao principio condenavam essa pratica. é so ver os américanos, populaçao maioritariamente protestante, a riqueza nao é um tabu – o “god bless américa” Deus abençoe américa espelha essa realidade.

    Por outro lado em termos culturais, sabemos que a nossa populaçao é fatalista!! Nascemos pobres ou ricos e assim ficamos: “ngué na tê clêssê, ê pô soda opé” Que nao é predestinado a crescer pode soldar as pernas, na nossa mentalidade se alguem enriquece nao é porque reuniu os requisitos (estudos, trabalho…) mas sim porque a pessoa teve sorte, portanto ha uma especia de dinvindade que escolhe os “sortudos” para serem ricos ” os azarados” para serem pobres…

    6. Nao se pode falar da pobreza em Sao Tomé sem falar do FMI e do Banco mundial. Se olharmos cronologicamente a entrada do FMI provocou mais pobrezas que antes da entrada.Ex: com as privatisaçoes das terrenos, deu-se terrenos a pessoas pouco qualificadas, sem capital para investir… e o resultados esta ai: a maior parte da pobreza se verifica no meio rural.
    Pode-se constatar que nenhum pais do mundo saiu da porbreza extrema com os conselhos impostos dos peritos do FMI Baonco mundial. Nao se esqueçam que FMI banco mundial sao organismos financeiros e as suas metas finasis é fazer lucros com as taxas de juros elevadissimas.

    7. Como falar da pobreza e nao falar da industrialisaçao (todos sabemos que os paises ricos se industrialisaram, e antes da revoluçao industrial sempre houve uma revoluçao agricola. Portanto se almejamos a riqueza social teremos que pensar sériamente no devir da nossa agricultura. Todas as grandes civilisaçoes desenvolveram graças a sedentraiçao, e desenvolvimento da gricultura/pecuaria, ex: crescente fertil. Nao quero dizer com isso que somos nomadas, mas sim que a produçao alimentar em sao tomé ainda nao atingiu o grau de auto satisfaçao!

    Em conclusao, lamento nao ter procurado a cerne do problema da pobreza, e as respectivas possiveis soluçoes.

    Em todo caso parabens pelo trabalho e pela “demarche” ciêntifica. Espero que a minha abordagem lhe ajude a ter em conta outros factores.

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    SPC diz:

    26 de Abril de 2011 às 8:49

    Linda…tu és realmente LINDA menina,
    Parabéns pelo trabalho. É efectivamente um trabalho de carris universitário.
    Sugiro a leitura da obra daquele Alemão “Camaradas, Clientes e Compadres…” e a obra do Sociologo Inglês Antonhy Giddens “Sociologia”. Existe também o João MOsca (acho que é Moçambicano). Estas obras, acho poder-te-ão ajudar a enquadrar mais e melhor a pobreza no continente Africano e em S. Tomé e Príncipe em particular.
    Parabéns mais uma vez pelo trabalho…Linda.
    Viva Mulher Linda e inteligente.
    Viva S. Tome e Principe

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    Ogimaykel da Costa diz:

    26 de Abril de 2011 às 12:56

    I loved IT! Escreva sempre!

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    Dá Demonio Cara D’ele diz:

    26 de Abril de 2011 às 14:12

    O lábio desta rapariga é me deixa todo derretido, escreva sempre vou adorar olhar para a tua boca linda…..Bjs grande do teu apaixonado secreto..

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    J. Maria Cardoso diz:

    26 de Abril de 2011 às 17:21

    É um princípio para quem ainda tem pela frente o mundo universitário.
    O esforço cronometrado na busca científica para dar nome as coisas e confrontá-las com os demais, embora (materialmente) o conhecimento não seja estático, daí os contributos críticos não faltarão, vale a pena parabenizar o teu pensamento.
    Aidinha, saiste em cima!

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    Andrade diz:

    26 de Abril de 2011 às 19:50

    meu parabens mas gostaria que me explicasse o sentid desta frase “”””Em termos monetários, a pobreza significa falta de ingresso suficiente para o limite de renda absoluta, ou linha de pobreza “”””

    o k quer dizer engresso????

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    Aida Trigueiros diz:

    29 de Abril de 2011 às 20:26

    agradeco o comentario, resumindo tudo o que te posso dizer sobre o ingresso, é que este pode ser por exemplo o teu salario é um ingresso ou rendimento,o que ganhas por conta propia é outro tipo de ingresso, se tiveres duvidas te posso enviar mais sobre o que é ingresso

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    Amor é Cego diz:

    27 de Abril de 2011 às 13:43

    “Estou apaixonado……, este amor é tão forte…..Estou apaixonado……, este amor é tão forte…..” Ai linda como sofro por ti…

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    Matazele diz:

    27 de Abril de 2011 às 15:33

    Agricultura!
    Qual é o Ministro que mandou o filho estudar agronomia. Só para veres que eles mesmo não acreditam no futuro da Agricultura.
    Ciencias agrarias era uma vez!
    O saber fazer perdeu com a saida do branco e velhice do criolo caboverdiano.
    Quem salvará a nossa agricultura.
    Precisamos de uma nova reforma agraria, que passa pela aprovação da nova lei fundiaria.
    Mas os juristas possuidores de terras, ficam excluidos deste trabalho.

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    Matazele diz:

    27 de Abril de 2011 às 15:42

    Os pobres são um recurso, não um problema”: foi o que reafirmou o Arcebispo Dom Francis Chullikatt no seu discurso à Comissão População e Desenvolvimento do Conselho Econômico e Social da ONU em Nova Iorque. O Observador permanente da Santa Sé junto à ONU criticou a visão distorcida de desenvolvimento de que a erradicação da pobreza eliminaria os pobres. O prelado, então, pediu aos governos que respeitem a dignidade da pessoa e em particular o direito dos pais a terem filhos, livres de qualquer tipo de coerção. Ainda hoje, alertou Dom Chullikatt, quando se trata de saúde reprodutiva e desenvolvimento, a discussão é orientada pela “falsa convicção de que, num contexto de crescimento da população”, o ato de dar a vida deve ser visto com medo ao invés de ser incentivado. Esta corrente de pensamento, observou o prelado, está baseada em um “individualismo radical, que considera a reprodução humana como um bem que deve ser regulado” para tornar a economia de mercado mais eficiente. Uma visão, disse o Arcebispo Chullikatt, que pode não corresponder aos objetivos das Nações Unidas. Essas interpretações erradas, continuou, “conduzem a uma visão distorcida” segundo a qual o crescimento da população, especialmente dos pobres, deveria ser reduzido de modo a contrastar a pobreza, o analfabetismo e a desnutrição. Ao mesmo tempo, afirma a teoria sem provas, de que o aumento da população devastaria o meio ambiente e levaria a um conflito sobre o uso dos recursos. “Essas preocupações – advertiu – contribuiem para a disseminação de formas de técnicas reprodutivas que denigrem a natureza da sexualidade humana”. Tais concepções erradas, acrescentou, “levaram alguns governos a adotar leis e políticas que desestimulam os pais a exerçerem o seu direito fundamental de terem filhos e livres de coerção”. Políticas que, em alguns casos , “tornam até mesmo ilegal para uma mãe dar a vida e para uma criança ter um irmão ou irmã”. Dom Chullikatt, então criticou duramente a teoria segundo a qual “se houvesse menos mulheres pobres que dão a luz haveria índices mais limitados de mortalidade materna” e, ainda, se nascessem ”menos pessoas com fome seria mais fácil alocar recursos para o desenvolvimento”. Essa visão distorcida – é a denúncia do prelado -, “considera os pobres um problema” a ser enfrentado como se fossem “objetos sem importância” ao invés de “pessoas com uma inata dignidade” merecedora de total apoio da comunidade internacional. Além disso, disse Dom Chullikatt, em algumas áreas do mundo, a diminuição das taxas de fecundidade tem levado a problemas com o envelhecimento da população, com problemas para desenvolvimento e o necessário apoio aos idosos. O prelado reiterou então a necessidade de um desenvolvimento humano integral que leve em conta os aspectos políticos, culturais e espirituais da pessoa, da família e da sociedade. Daí, o apelo à comunidade internacional para respeitar a dignidade de cada pessoa, que é a base de “uma nova ética para o desenvolvimento”. Em particular, salientou o bispo, a Santa Sé pede à comunidade internacional para aumentar o seu apoio à família e ao acolhimento da vida, ao invés de se concentrar em políticas destinadas a reduzir o número de pessoas pobres, com métodos que atacam o matrimônio e a família; e concluiu, seria necessário concentrar os recursos em favor daquele bilhão de seres humanos subnutridos e trabalhar a fim de assegurar a educação primária aos 69 milhões de crianças que correm o risco de se tornar uma outra geração de analfabetos

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    Matazele diz:

    27 de Abril de 2011 às 16:01

    Não citem BM e FMI em estudos no país.
    O melhor estudo é a nossa visão das coisas. Basta fazer uma incursão as antigas roças e suas dependencias. A pobreza fere, arrepia qualquer humano. Mas não é falta de agua, porque vés agua nas torneiras a correr todo o dia sem parar.
    E dizem:
    Queremos apoio…
    pergunto para fechar a torneira que está gastar agua?. dizem não.
    Queremos uma cerveja!!
    Incrivel!!!

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    Madalena diz:

    29 de Abril de 2011 às 12:19

    Aida e Jesus
    Podiam fazer apresentação deste trabalho no dia 25 de MAio, no Liceu.
    Contactem

  40. img
    Fijalatao Responder

    Exmo. Senhor Presidente
    Dr. Manuel Pinto da Costa

    Não podendo fazê-lo pessoalmente, venho por este meio endereçar os meus maiores votos de parabéns, muita saúde e muita felicidade para si “Sr. Dr. Manuel Pinto da Costa”, para todos aqueles que mais uma vez souberam separar o trigo do joio e sobretudo para os que acreditaram que realmente S,Tomé e Príncipe merece ter um presidente capaz de nos representar com dignidade carisma e respeito internacional que há já tempos que o povo de S.Tomé e Príncipe deixou de ter.

    Digo-lhe mais:
    Valeu a pena o meu esforço na mobilização digital, valeu apenas enfrentar os que nunca acreditaram em si e sobretudo Valeu apenas o meu voto.

    Porém, também venho por este meio pedir a sua Excelência que não desiluda os seus apoiantes, não desiluda os seus inimigos e amigos e sobretudo não desiluda S.Tomé e Príncipe, porque o slogan “o povo pediu e o Pinto aceitou”, não significa que mais tarde,venha alguém a questionar; não fui eu que lhe pedi! vocês pediram, agora tomam!

    Que faça uma presidência estável, aberta a todo o país, um presidente sempre presente na hora certa, interventivo na hora certa e em questões de pouca relevância que apresente o seu assessor de imprensa!

    Ser observador do povo em questões anómalas e apresentá-las ao governo para sua resolução, aconselhar o governo e com ajuda de todos acabar com meninos da rua, promiscuidade, prostituição, falta de higiene, pobreza extrema e o desemprego.

    Concertar com o governo a extracção de petróleo que perpetua em discussões pouco vantajosas para o povo, recepção de terras mal doadas por um dos presidentes e PCD, implementar a agricultura a todos os níveis com parcerias de países como México e Brasil (conhecedores da Industria e transformação de cacau),diversificar a mesma; mesmo em pouca quantidade, implementar a pesca e rever acordos com a União Europeia se é benéfica ou não para contribuição do tesouro nacional,reestruturar os tribunais e a Justiça,descentralizar a administração pública,implementar o turismo para todos sem descriminação para nacionais,e sobretudo aquisição de barcos para ligação entre Ilhas,preservar todo o património colonial sobretudo a das roças agrícolas, enfim um rolo de problemas a concertar com o governo para bem do povo e da Nação.

    Enfim, Como sei que o seu sonho ficou ao meio em 1991, então é agora a sua oportunidade de concretizá-las para que eles não voltem a lhe chamar nomes

    Conto e contamos consigo para muito trabalho, muito suor e sobretudo muita ginástica de cérebro que é a maior riqueza de qualquer país e o deslocar pantufo-palácio sempre todos os dias seria um bom exemplo a começar já desta sua nova etapa.

    Um bom trabalho e muito sucesso.

  41. img
    Emigrante Responder

    parabéns camarada agora é trabalhar com garra e fazer valer a confiança que o povo depositou em si, tentar ter uma boa ligação com o governa de modo a levantar o pais

  42. img
    helder leitão Responder

    Mas uma vez a terra vai para mão de dirigente com pouca formação, e pouco conhecimento, como a erá pós a independencia que pintou-se de directores analfabetos. Mas não tivemos outro caminho. Vou ter mas 5 anos de fé.É uma pena meu s.tomé.

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      Fijalatao Responder

      Complete o quadro que falta, dê a sua conribuição com o seu saber, extinguindo os mal formados!

      Se estás na diáspora, pergunte quem de direito, como poderás contribuir para substituir os mal formados e volte a terra natal!

      Falar é fácil, deixar o tacho que tem na diáspora , tá quieto!

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    Nossa Terra Responder

    Agora temos um Primeiro Ministro Forte e um Presidente Carismatico, ambos com vontade de mostrar serviço. Que tal nos unirmos de forma a mudar o panorama saotomense? Começando desde ja com a mudança da nossa mentalidade e atitude. Vejam o seguinte exercicio que eu tenho feito e que tem resultado satisfatoriamente. Quando alguém me pede por exemplo 50 000dbs de esmola eu respondo:
    -“Irmão, nao me voltes a pedir apenas dinheiro, pergunta-me sim se existe algum trabalho (ex:capinar…) para fazer para que eu te possa recompensar.”
    Espero que estes dois homens (PM & PR) criem condições para mudarmos essa actitude de ser um povo pedinte de dinheiro para um povo que aprenda a “comer do seu suor”.

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    sulila miranda Responder

    Não há dúvidas de que ja esperava esse resultado, mas ao ganhar é muito bom o sentimento. Por isso quero vos dizer que estou deveras emocionada. Porque acredito piamente que estaremos muito bem representados agora.Em todos os aspectos! E tenho a certeza de que o PM já não irá actuar como vinha, pegando no seu avião e saindo por aí sem dar cavaco ao Fradique. Ah, quanto a isso ele que esqueça, se quizer terminar o mandato. Um outro aspecto que é bom ter presente é essa actitude de desprezo e insulto que o PM fez ao candidato MPC durante a campanha, isso nunca é bom, porque cria ferridas que mesmo Pinto sendo adulto e maior vacinado e experiente, há-de estar sempre de pé atras com relação ao miudo mal-educado. Essas eleições deixam bem claro o seguinte: mesmo comprando as conciências, quando o povo quer, nada se pode fazer. Aprenda esta Patrice! e doravante nada de mais mais, porque o povo colocou a pedra no lugar e agora todos nós vamos estar alertas, apoiando o nosso Presidente de modos a mudar um 100 número de coisas que estão muito mal! QUE VIVA DR MANUEL PINTO DA COSTA PARA QUE REVITALIZE AS NECESSÁRIAS MUDANÇAS EM SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE.

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    MALDINHA Responder

    Mereceste essa Vitória Pinto, doí a quem doer
    parabéns,seja forte e prudente como sempre, no dia 03 de Setembro entre com pé direito por favor

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    Abdul viegas Responder

    espero que dr Manuel Pinto da Costa dirige este país com espirito de solidariedade e não com espirito de cobrar vingança

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    João Pina Responder

    Com a idade que o Dr. Pinto da Costa tem, penso que ele deveria mater-se longe da política, descansando, para prolongar a sua logividade. Porém, se ele persistiu e venceu, é mérito proprio e devemos dar-lhe o benefício de dúvidas. Como Sãoomense que é, por ter governado o país vários anos no periodo pós independencia e num contexto politico proprio, ele é possuidor de uma visão abrangente da real situação do país e que lhe permitirá ser um bom árbitro. A nossa terrá é muito rica em recursos mas, paupérima por causa da má gestão dos sucessivos governos que, infelizmente, o povo vem legitimando. Com uma governação baseada em honestidade, seriedade na gestão da coisa pública em poucos anos o país torna-se próspero. Tenho a certeza absoluta que o Dr. Pinto da Costa vai ser um bom arbitro, não vai criar problemas ao governo desde que este governe para o bem da nação saotomense. Temos que levanar a cabeça, abrir bem os olhos e seguir em frente com passos firmes e os pés bem assentes no solo, para podermos transformar o nosso país. Nós que vivemos no estrangeiro estamos cansados das más notícias sobre o país.

    Força e coragem a todos.

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    Ambrosio Santiago Responder

    Meu caro compatriotas, ά vitoria do Pinto da Costa é justíssimo bom para nosso País, apesar que no passado as coisas eram totalmente diferente, hoje como vivemos no mundo democrático ele vai ter adaptar ά realidade e corrigir o erro do passado, para que o país no futuro venha ter uma imagem ao nível mundial totalmente diferente, ele deve aproveitar jovens políticos com uma visão amplas que têm vontade de ajudar o país ά crescer, tentar seleccionar alguns políticos carismáticos com boas intenções de ajuda-lo de uma forma consciente esquecendo que primeiro é meu e depois os outros, par ver se o barco toca andar em frente, por outro aconselhar os partidos políticos para apostarem mais nos jovens competentes e sem ambição de forma que ά nossa politica no seio dos partido tenha mais vida com ideias renovadoras, também procurar evitar contradição com os anteriores chefe do estado e criar um núcleo verdadeiramente sério para que não aja contradição e ser mais justo na sua governação em termo global, procurar esta sempre junto ao PM, no sentido criarem melhor ideia para bem do nosso STP, como não gostaria de deixar outro concelho ao nosso futuro Presidente e PM, para não se distrair com os nossos irmão de Angola que sempre nos acolheram de uma maneira que Pai e Mãe acolheram os seus filhos, viva STP e Angola, viva os nossos políticos conto convosco par um STP melhor no futuro. Fui………………….

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      Fijalatao Responder

      Ambrósio Santiago, O Presidente não é governo por isso não cabe à ele imiscuir em administração do território, chamando como é o seu desejo, jovens e políticos competentes para trabalhar, mas sim o governo deve expor publicamente concursos aos lugares de destaque e não só para acabar com a padrinhagem e criar um leque de reciclagem e formação constante para assunção de lugares e cargos no país…OK.

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    Madalena Responder

    Meus carissimos!
    Eu não votei para o Pinto da COsta, porque sou gente de principio. Acredito nas palavras sabias de povos milenares como chineses: “Nunca se deve voltar ao posto em que se foi feliz”, aliás acredito na teoria de evolução, acredito em renovação celular, sintese de proteinas, etc. Não tenho duvidas que o Pinto está a fazer um frete aos amigos. Como ja tinha dito, ele é presidente de todos. Parabens espero não ter razão, mas tenho quase a certeza que vamos perder muito com o regresso do velho e carismatico ditador.
    Quando é que vai provocar uma crise politica no ADI? aliás ha gente no ADI, de muita confiaça do Pinto. Por isso!!
    Ao Filipe Samba e Outros, parabens!
    Deus abençõa STP e os seus Dirigentes.

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      Fijalatao Responder

      Madalena minha querida, em vez de estares a propalar o que de mais ridículo foi também dito pelos antigos, deverias estar agora a frente de um laboratório ou sei lá quê , investigando se realmente o homem foi feito por Deus ou foi feito como disse o Darwin! ou por outra, de onde veio os santomenses!

      Esta seria a melhor coerência que os chineses poderiam te ensinar!

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    Forever Responder

    Parabens o nosso prisidente,agora so falta cumprir o mutivo da campanha e não vai ser facil,Obrigado .

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    Eusebio Neto Responder

    Meus caros compatriotas,

    Primeiro quero felicitar muito orgulhosamente o povo santomense pela forma tao civilizada como decorreu a eleicao presidencial. Segundo felicitar o candidato vencedor por esta clara demonstracao de confianca que recebeu do povo santomense para liderar o movimento nacional que tem de tirar S.Tome e Principe desta terrivel situacao em que se encontra. Sejamos humildes, com a eleicao do Pinto da Costa, o povo santomense quiz dizer que afinal a mudanca nao trouxe melhorias, Evaristo Carvalho estara melhor na Assembleia da Republica e, salvo rarissimas excepcoes, os chamados promotores/lideres da mudanca defraudaram as suas mais ligitimas expectativas.
    Terceiro, quero atirar a atencao de alguns, felizmente muito poucos sanntomenses, talvez desatentos para o facto de, a partir do proximo dia 3 de Setembro Pinto da Costa passar a ser o Presidente de todos os cidadaos santomenses incluindo os que tem residencia no estrangeiro e ou tem dupla, tripla ou mais nacionalidades desde que uma delas seja a santomense. Tambem importa sublinhar que ja e tempo para enterrarmos definitivamente o passado. Infelizmente alguns “felizardos” santomenses abusando das possibilidades que lhes foram proporcionadas, por exemplo pela RDP Africa tem aproveitado essa emissora para continuar a fazer a sua campanha contra o seu proprio presidente da republica eleito. Sabe-se que essas pessoas devem razoes para nao gostar do sr. PR MPC mas que abusem da bondade dos portugueses para transformar RDP Africa numa especie de “Angola Combatente”. Ninguem pode nega as grandes e pessoais responsabilidades de Presidente Pinto da Costa nas atrocidades cometidas durante o periodo de partido unico mas, urge tambem termos a coragem de assumir que ele nao agiu e jamais poderia agir sozinho. Entao, so o comandante pode dirigir o barco ou o aviao? So o capitao de equipa faz ganhar uma equipa? E prciso nao ignorar que se o povo santomense nao confiou em Pinto da Costa nas outras vezes em que ele se candidatou, foi porque acreditou que o pessoal da mudanca seria capaz de sanar a situacao economica e social em que o pais se encontrava. Resultado depois de 21 anos de exercicio da mudanca e que tudo mudou para pior. Entao, vamos continuar a mudar assim? Sem rumo ou com rumo errado? Porque nao dar beneficio da duvida ao Pinto da Costa? Meus caros compatriotas, e verdade que nao devemos esquecer o que aconteceu no nosso pais no periodo de partido unico, tambem e verdade que as pessoas que na altura foram presas e castigadas nao eram tao inocentes assim. se nao, pergunta-se, porque elas e outras? Porque nao foram presos os Me Gingos, os Me Kleke, os Sum Fia, etc? Meus caros, admite-se que houve excesso mas onde ha fumo ha fogo. E momento de despirmos as camisas familiares e olharmos para frente com esperanca e participacao dinamica. Porque quem revisita o passado com insistencia, prejudica o presente e compromete o futuro. E e obrigatorio que o nosso seja bom!
    Chamar incompetentes as pessoas pressupoe que nos somos competentes, somos melhores. E ser competente e provar que fazemos melhor que o(s) outro(s). Mas se nunca tivemos a oportunidade para fazer o trabalho que o(s) outro(s) faziam ou fazem como o podemos criticar? Como diz o nosso grande intelectual e escritor Costa Alegre, A MELHOR FORMA DE DIZER E FAZER! Candidatem-se!
    Viva o Povo Santomense. O Povo e que manda!

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    fair Responder

    viva PINTO DE COSTA seja bem vindo a sua nova casa…….

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    Jerónimo Responder

    O senhor Patrice Trovoada entrou na campanha de cabeça. Disse claramente ao Evaristo Carvalho para ficar calado porque ele é que era candidato. Quis expor-se ao combate com Pinto da Costa. Deu entrevistas. Participou em todos os comícios, actos eleitorais e tempos de antena enxovalhando o Pinto da Costa. Disse directamente na T.V.S que o Pinto era um ditador que prendeu, perseguiu e matou o povo. Disse mais, que o seu governo é que estava a ser julgado nester acto eleitoral e que o povo poderia comparar o que ele fez durante este tempo e aquilo que o Pinto fez no regime anterior.
    O que é que querem mais? Quem foi ao julgamento foi o governo do Patrice Trovoada por vontade explícita do mesmo. Neste caso ele tem que tirar as consequências desta exposição política e fazer qualquer coisa. Por exemplo deixar de ser arrogante e pretencioso. Deixar de pensar que o país é dele e que só ele é que manda no país. Deixar de falar muito e trabalhar mais. Como é que ele pensa resolver o problema da dependência externa do país? Como é que ele pensa resolver o problema do assistencialismo crónico que nos consome todos os dias? Como é que ele pensa resolver o problema de sustentabilidade económica do país? É isto que o Patrice tem que fazer em vez de se arrumar em bom, arrogante e convencido. Caso contrário o Pinto vai deixá-lo queimar em lume brando e quando chegar a hora mandá-lo para casa juntamente com os seus lacaios de maneira que estes ficam queimados para sempre. O país não precisa de ditadores, arrogantes e preguiçosos como este senhor.
    Jerónimo

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