O movimento que nasceu na zona do Riboque em 1974, desempenhou papel importante no processo de libertação do país. Filinto Costa Alegre, um dos jovens são-tomenses que liderou o movimento de massas, garante que foi a Associação Cívica quem pôs em causa o regime colonial no país, ao contrário da Frente Popular Livre que defendia uma federação com Portugal.
Os jovens estudantes que regressaram de Portugal, deram corpo a Associação Cívica. Um movimento criado pelo Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe, MLSTP/PSD em parceria com os nacionalistas que estavam no interior do país e em Portugal. A Associação Cíviva travou uma luta feroz contra a presença colonial no território são-tomense. A mobilização dos trabalhadores agrícolas e de outros sectores económicos, ajudou a fragilizar o poder colonial, até a proclamação da independência a 12 de julho de 1975.
Filinto Costa Alegre um dos líderes da Associação Cívica, conta toda história, no espaço Entrevista.
Abel Veiga
Sao tome e Principe, esta mesmo a precisar, do outro movimento da libertacao pos 35 anos independencia.
Homens e mulher , de todo o canto do pais ter a mesma garra e e energia quando foi para sacar de Portugal o territorio das ilhas.
NEM QUE MUE LANTA
De facto devemos estar “agradecidos” à Associação Cívica pela desgraça da independência. vendo os factos objectivamente e os “belos” resultados alcançados pleos 35 anos de independência, deviamos ter optado po um estatuto federado com Portugal, numa situação semelhante aos Açores e à MAdeira. Vejam o caso das Comores e da iLha de Mayotte.
De facto a federação com Portugal traria muitas vantagens:
1º- Salário minimo de 500 euros.
2º- Passaporte da União Europeia
3º- Como região ultra-periférica da União Europeia, STP gozaria de um estatuto especial que daria acesso a muitos fundos da União Europeia.
4º- Hospitais, escolas, estradas, aeroportos de nivel europeu.
5º- Livres dos politicos actuais que governam STP.
Talvez seja melhor assim, o povo come banana, peixe, fruta-pão e matabala, enquanto alguns privilegiados se enchem das melhores carnes e vinhos importados (não pela Trading) à custa do dinheiro que os doadores internacionais enviam para STP.
Não estava em S.Tomé na altura.Fui tendo conhecimento do que se passava através de familiares que estavam lá.Qualquer situação revolucionária vivida pelos povos
aquando da sua emancipação desencadeia inevitavelmente procedimentos extremos desnecessários levados a cabo pela falta de preparação política,pela falta de informação e formação dos participantes e muitas vezes por agitação das massas com interesses pouco ou mal defenidos.
A solução para S.Tomé, uma colonia pobre sem quaisquer industrias, com o sector primário virado para a monocultura do cacau e do café e uma produção de coconut inexpressível, dependente em tudo do poder económico do colonizador, não era a sua independência mas uma solução do tipo região autónoma ou uma espécie de federação, como as há e aqui referênciadas neste forum.
plenamente de acordo consigo sr. RS.
vejam o caso das guianas francesas ou das holandesas, das mauricias, da polinésia francesa. à excepção das primeiras são todas ilhas que gozam do estatuto de estarem ao lado da frança.