Príncipe e a Dupla insularidade – Oportunidade ou Limitação

Muito se tem falado dos efeitos da “dupla” insularidade da Ilha do Príncipe face às perspectivas de desenvolvimento. É verdade que a insularidade torna difícil ou, mesmo, encarece qualquer medida que vise o desenvolvimento.

Entretanto, e dado que não é possível mudar a Ilha do local onde ela se encontra, partilho convosco o clássico exemplo da  empresa de calçados  que terá enviado dois consultores em prospecção de oportunidades de negócios para um certo país.

O primeiro consultor não encontrou oportunidades alegando que ali as pessoas não usavam sapatos. O segundo comunicou em relatório a existência de óptimas perspectivas de negócios.

Tal como o segundo consultor, mais do que lamentar da insularidade, a governação da ilha deve encontrar vantagens no que aparentemente se apresenta como constrangimentos. A insularidade e a pequenez tanto territorial como populacional da Ilha do Príncipe podem ser as reais vantagens.

Uma vez que não podemos mudar de localização, manda a ousadia e sensatez que entendamos conceitos como vantagens competitivas para delas podermos tirar proveitos. Ter o mar como o vizinho mais próximo, protege-nos de surtos de epidemia ou facilita o controlo. A dimensão reduzida retira-nos qualquer ambição expansionista, logo, ganhamos em capacidades de aceitação em mediação de conflitos.

Reduzida dimensão populacional, facilita-nos nas politicas de educação e erradicação da pobreza. O mar dá-nos, para além da pesca, capacidade de chamar para nós a instalação de institutos de observação marinha. Há um manancial de potencial que essa insularidade nos possibilita.

Gastos em ideias vagas e dogmáticas são soluções custosas que simplesmente tornam-nos mais pobres.

Os recursos que nos são disponibilizados precisam ser geridos e aplicados em soluções ousadas e duradouras. Precisamos olhar para o mar, nosso vizinho mais próximo, e com ele dialogar em nosso proveito. Sonhos pequenos, não nos levam a lado algum.

Ao longo dos tempos, com justificações da insularidade, hoje apelidada de dupla, temos desperdiçado recursos em projectos pequenos e desenquadrados dos desafios do mundo global. São deles exemplo a assumida electrificação, as casas sociais, os centros de saúde comunitários, as construções das “autopistas rurais”, etc.

Precisamos preparar o futuro. O nosso futuro exige um repensar de tudo. Repensar a educação, repensar a saúde, pensar nas cidades e nas pessoas.

Precisam as autoridades do arquipélago entender que o mundo global e competitivo não aceita justificações; logo, se quisermos sobreviver, teremos que imitar os melhores e as boas práticas.

A dupla insularidade é uma bênção de Deus, precisamos de ousadia para dela tirar proveito, sonhando e realizando coisas nunca antes feitas.

Danilo Salvaterra

Regards/Cumprimentos

 

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    Estanislau Afonso Responder

    Na verdade, cada governante deve basear dos recursos a sua disposição para desenvolver o seu território. A boa utilização dos recursos, constitui motivos suficientes para o verdadeiro sucesso.

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      Izaquente Responder

      Concordo consigo. E o Príncipe tem sabido fazer isto muito bem. Digam o que disserem. O Príncipe é neste momento o lugar mais bem gerido do país. Este senhor Danilo concorreu para eleições. Apanhou uma grande banhada nas mãos do seu amigo Tozé. Ele está com raiva disto. Estive a falar com ele e ele só me dizia coisas absurdas sobre a própria terra dele. Parece que tem raiva da própria terra e dos dirigentes lá do Príncipe. Até perguntei ele diretamente: mas você não foi concorrer para eleições? Quantos votos tiveste? Ele não me respondeu. Dizem que ele só teve 10 votos. Isso quer dizer alguma coisa. Para quem fala assim eu esperava que ele ganhasse as aleições. Tomara a Deus que todo S.Tomé e Príncipe estivesse com o mesmo rumo da ilha do Príncipe.

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        Danilo Salvaterra Responder

        Senhor “Izaquente” nem todos conseguem alcançar determinados pensamentos. Há quem consegue olhar só o que lhe é posto em frente. outros, nem por isso. Alguns olham para além do âmbito comum. Não tenho a culpa da diferenças na visão. Transcrevo os ultimos parragrafos do artigo

        Senhor ” Trindadense” Admito que tenha dificuldades de entender o alcançe do que escrevo. Não me pode culpabilizar pelo facto. Transcrevo a parte final do artigo.

        Precisamos preparar o futuro. O nosso futuro exige um repensar de tudo. Repensar a educação, repensar a saúde, pensar nas cidades e nas pessoas.

        Precisam as autoridades do arquipélago entender que o mundo global e competitivo não aceita justificações; logo, se quisermos sobreviver, teremos que imitar os melhores e as boas práticas.

        A dupla insularidade é uma bênção de Deus, precisamos de ousadia para dela tirar proveito, sonhando e realizando coisas nunca antes feitas.

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    Trindadense Responder

    Artigo algo pobre, tenho que reconhecer isto. Gosto das tuas intervenções lá na rádio R.D.P-África e tenho te elogiado muitas vezes por coisas que eu não concordo neste país.
    Mas desculpa dizer uma coisa que penso não me leves a mal.
    Se há sítio em S.Tomé e Príncipe que tem um rumo definido é a vossa ilha do Príncipe. Não sou especialista em economia nem na planificação do futuro. Mas tenho de reconhecer que os dirigentes do Príncipe têm pelo menos um rumpo definido para aquela região.
    Senão vejamos:

    A- Eles escolheram dinamizar o Turismo Sustentável. Mal ou bem têm feito todo o trabalho neste sentido.

    B- Neste propósito conseguiram fazer com que o Príncipe fosse património mundal da biosfera em sintonia com aquele propósito que mencionei anteriormente.

    C- Conseguiram atrair investimento estrangeiro para investir neste propósito que é o turismo sustentável como é o caso da HBD e outras empresas internacionais e nacionais.

    D- Estão a recuper antigas roças agrícolas que estavam abandonadas e a fazer lá bons investimentos.

    E- Estão a mandar estudantes ir estudar cá para S.Tomé como para estrangeiro tendo em conta esta realidade de turismo sustentável. Eu próprio tenho uma sobrinha que vivia lá que foi fazer um curso em Portugal nesta área de turismo.

    F- O ilhéu Bom Bom foi considerado como único hotel em África com etiqueta especial ligada ao turismo sustentável em sintonia com aquela intenção que mecionei anteriormente.

    G- Estão aumentar a pista do vosso aeroporto para dar melhores condições aos aviões que venham a aterrar lá em sintonia com aquela intenção que mencionei anteriormente.

    H- Ouvi nos noticiários aqui em S.Tomé que tomaram uma decisão de aos poucos irem impedindo o plástico de entrar lá no Príncipe em sintonia com aquela intenção de desenvolvimento de turismo sustentável.

    I- Fizeram uma grande campanha de troca de garrafas de vidro por garrafas ecológicas em colaboração com a empressa HBD que dizem que foi um grande sucesso, em sintonia com aquela intenção que mencionei anteriormente.

    J- Têm um projeto de defesa das tartarugas que segundo tenho ouvido tem sido um sucesso em sintonia com aquela intenção que mencionei acima que é a defesa de um turismo sustentável.

    Perante tudo isto que eu mencionei eu não posso aceitar a sua ideia que não há lá no Príncipe um olhar para o futuro. O senhor Salvaterra pode dizer que não concorda com este olhar e que o senhor faria outras coisas provavelmente. Mas dizer uma coisa desta só pode ser por falta de conhecimento da sua parte ou simplesmente porque o senhor quer deitar abaixo o sucesso do seu conterrâneo Tozé Cassandra.
    Nunca se falou tanto do Príncipe como agora se tem falado. Agora até fala-se mais do Príncipe do que de S.Tomé por estas coisas que eu lhe disse anteriormente. Não sei se o senhor tem visto notícias que tem saído lá em Portugal sobre a sua ilha nos vários jornais.Eu próprio li na embaixada de Portugal cá em S.Tomé uma grande notícia que saiu numa revista chamada visão sobre a ilha do Príncipe. Li outra notícia saida no jornal Expresso sobre a ilha do Príncipe. Acabei de ler ainda ontem uma notícia que saiu num jornal chamado Público sobre a ilha do Príncipe. Eu como natural de S.Tomé mas concretamente de Trindade sinto-me orgulhoso por causa disto. Admiro-me como o senhor que é natural do próprio Príncipe pode dizer uma coisa desta. Segundo dizem praticamente o Príncipe não tem desempregados neste momento. Isto é muito bom.
    Ainda por cima houve eleições recentemente e o povo lá do Príncipe voltou a dar uma maioria absoluta ao Tozé Cassandra. Isto é sinal que eles estão a gostar do trabalho dele. Eu tenho a consciência que há sempre coisas a fazer. Por isso há sempre críticas também. Mas eu penso que já lhe fica mal estar sempre a fazer este tipo de críticas ao seu conterraneo Tozé Cassandra porque ninguém lhe leva a sério e eu até penso que o senhor as vezes deve ter ódio ou inveja dele. Segundo dizem o senhor foi candidato lá no Príncipe nestas mesmas eleições e só teve 17 votos. Como é possível uma coisa desta depois de tantas críticas que o senhor faz ao Tozé Cassandra? Isto quer dizer que nem a sua própria família lá no Príncipe votou em senhor? Ou não é assim?
    Quem sou eu para lhe dar conselhos. Mas eu achpo que o senhor deveria ser mais razoável para que estas críticas tenham utilidade.
    Um grande abraço.

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      Danilo Salvaterra Responder

      Senhor ” Trindadense” Admito que tenha dificuldades de entender o alcançe do que escrevo. Não me pode culpabilizar pelo facto. Transcrevo a parte final do artigo.

      Precisamos preparar o futuro. O nosso futuro exige um repensar de tudo. Repensar a educação, repensar a saúde, pensar nas cidades e nas pessoas.

      Precisam as autoridades do arquipélago entender que o mundo global e competitivo não aceita justificações; logo, se quisermos sobreviver, teremos que imitar os melhores e as boas práticas.

      A dupla insularidade é uma bênção de Deus, precisamos de ousadia para dela tirar proveito, sonhando e realizando coisas nunca antes feitas.

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    Abilio Galvao Responder

    Nas cabecinhas dos nossos pseudo-intelectuais, as palavras de ordem sao: oportunidades de negocios, tirar vantagens e tirar proveitos. Todos preguicosos e ninguem fala de trabalho arduo e espirito de sacrificio como componente indispensavel do sucesso. Concordo que temos de ser ousados, temos de ter a lucidez de ajustar ou enquadrar essa ousadia a nossa realidade e assim demonstrando claramente que temos os pes assentes na terra. Ora, quando temos ideias megalomanas e irresponsaveis, demonstra impreparacao e falta de discernimento e consequente pobreza espiritual. Os recursos que temos devem ser aplicados em solucoes ousasdas, duradouras e enquadradas a nossa realidade, ha projetos pequenos e interessantes que se adaptam aos desafios do mundo global…os projetos nao tem de ser necessariamente grandes para serem eficazes. Nao vejo mal nenhum em haver eprojetos para levar energia eletrica as cas das pessoas e tambem acho correcto haver centros de saude e casas sociais ate porque por causa das desigualdades socias todas qs pessoas nao dizpoem dos mesmos recursos, basta ver em alguns paises da europa, inclusive portugal. Temos de trabalhar para o futuro meu caro Danilo Salvaterra, futuro passa por trabalhar, trabalhar e trabalhar… O nosso problema e falta de ideias, ou quando as temos sao megalomanas e irresponsaveis, totalmente desenquadrada a nossa realidade….por exemplo transformar STP em Dubai, ha mais irresponsabilidade politica do que isto?

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      Anguen Responder

      Subscrevo totalmente meu caro senhor Abílio Galvão. Belas palavras. Cosntato que existem pessoas que estão numa outra realidade. Num país com tanta desigualdade, tanta miséria, tanta pobreza, com ausência de coisas básicas e essenciais que faz falta a qualquer ser humano um governo iria deixar de resolver estes problemas para o bem da população e começar a pensar em magalomanias? Isto até parece brincadeiras de crianças. Algumas pessoas que ficam lá fora não têm ideia nenhuma daquilo que é a realidade deste país e de vez em quando dizem besteiras. E o pior é que concorrem para eleições com estas besteiras e o povo dá-lhes uma boa resposta como deu a este senhor. Foi muito bem feito. Este senhor come e bebe dele lá em Portugal e começa a falar a tôa como quem caiu de madeira. Enfim. Se ele vivesse a pobreza que existe de facto aqui em S.Tomé e Príncipe ele não andava a dizer estas banalidades.

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      Danilo Salvaterra Responder

      Caro Abilio Galvão, tenho de facto dificuldades em responder certos comentários, dada a incapacidade de certos leitores nas interpretações dos escritos. Meu caro vou lhe responder porque vejo que percebeu e trouxe o seu contributo para debate. às suas sábias palavras, Trabalhar, Trabalhar, Trabalhar, acresto duas antes Estudar, Estudar. São para mim preceitos base de sucesso. Como vê estamos em sintonia. Para mim as pessoas são a base de tudo logo ninguém pode ser excluido. O estado tem responsabilidades, logo casas sociais, electricidade social faz parte do projecto que defendo. A ousadia nessses projectos é que exijo. Construir habitação social sem casa de banho, em madeira cuja duração não excederá 4 anos é o que acho mal. É um problema do país, mas eu próprio visitei as recentes habitações sociais construidas no Príncipe. Com elas dentro de cinco anos ou menos voltaremos a ter o mesmo problema, com a desvantagem de há cinco anos atrás termos gasto o dito recurso esgotável que é o dinheiro e a força de trabalho.

      Sim, repare que esbocei algumas ideias. É o que na verdade nos falta, a capacidade de reinventar, olhar e imaginar o futuro com mais luz. Abraço

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        Amigo do Seu Pai Responder

        Óh senhor Salvaterra, o senhor pode me dizer quantos votos o senhor teve nas eleições lá na sua terra? O senhor deveria compreender as razões porque o povo lhe deu esta lição de humildade e parar para pensar um bocado antes de andar a falar atôa. Vou te dar um conselho de amigo. Queres fazer política a sério na tua terra, deixe de andar a falar atôa e vai para lá viver com o povo, conhecer a realidade e só depois falar. Senão nunca te vão levar a sério.

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        Paz Responder

        Este senhor Danilo Salvaterra é muito soberbo. Eu nunca vi ninguém com uma boca tão má. Não me admira nada que ele diga que as casas sociais que o governo fez para aquelas pessoas são uma porcaria. Isto são conversas que se diz? O senhor ainda vai morrer pela boca. Quem diz estas coisas ou é um rico, ou não vivi em S.Tomé e Príncipe ou ainda é um irresponsável perigoso. Ou pior ainda, é um burro. Mas não me admira que este senhor tenha dito uma coisa desta. Pois quando ele esteve cá no Príncipe da outra vez, foi viver lá em casa do irmão dele, e chegou a dizer em voz alta “se isto era a casa que o irmão andava a gabar que fez no Príncipe”. Quem diz isto do próprio irmão só se pode esperar o pior da boca desta pessoa. Por isso não valorizo as coisas que este senhor diz. Ele ainda vai acabr por morrer pela boca dele.

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      Gente Daqui Mesmo Responder

      Concordo senhor Galvão. Este senhor é um frustrado político. Hoje já não acredito nele. Fala, fala e fala mas é igual ou pior aos outros todos. Como é possível que uma pessoa que passa a vida a criticar tanto os outros só vai tirar 17 votos numa eleição desta. Coitado.

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    josias Responder

    Acho que o melhor de tudo é ajudarmos uns aos outros, mesmo ausentes para fazermos a Ilha crescer, bem como o Nosso País. Basta de críticas (negativas e algumas infundadas!).
    Príncipe precisa de Todos Nós, cada um a sua maneira.

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    Justino Matos Responder

    Concordo plenamente com sr Abilio Galvao no diz respeito a abordagem daquilo que deve ser o desenvolvimento na Ilha irmão do Principe. Só acho despropositado essa referência em relação a transformação de STP em Dubai. Dubai não é (só) conhecido pelo seus aranha-céus, hotéis, autoestradas. Isto vê-se muito por este mundo fora, basta ir aí ao nosso vizinho Africa do Sul. Dubai é sobretudo conhecido como o MAIOR ENTREPOSTO COMERCIAL DO MUNDO. Acho que é neste sentido que o homem se refere. Sejamos coerentes e façamos o uso do bom senso. Abraços

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    SumFlida Responder

    Se é verdade tudo aquilo q diz o Salvaterra, também n é menos verdade q ele poderá contribuir doutra forma, trabalhando in-loco para o desenvolvimento da Ilha e n estar apenas lá fora a mandar bocas como muitos outros q todos conhecemos, como é o caso d Abílio Neto, Mário Bandeira (Engraxadores NATO d Patrice Trovoada) Trovoada), etc . Entre dizer e fazer, existe um grande distanciamento

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    Estevão Lopes Responder

    Só posso concordar com as pessoas que escreveram antes. Ou o senhor Danilo Salvaterra não vivi aqui em S.Tomé e Príncipe, ou ele não sabe daquilo que está a falar ou ainda ele faz estas críticas a toâ com a finalidade de ofender alguém. Ou ele tem objetivos políticos com esta crítica a tôa.
    Eu acho que só pode ser esta última ideia. Aliás é por isso que ele se candidatou para regional na ilha do Príncipe. Se for por isso eu até compreendo ele. Cada um faz pela vida e cada um usa as armas que tem. Só que estes argumentos não dão ao senhor Danilo Salvaterra votos nenhuns na minha opinião porque a realidade que as pessoas tem é exatamente contrária. Ele devia informar-se melhor sobre a realidade do Príncipe e escolher coisas concretas para criticar para não cair no descrédito e ridiculo. Está a transformar-se em mais um fala barato.

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    arelitex Responder

    senhor Danilo Salvaterra , o senhor atrapalha-se com tudo e mais alguma coisa .dentro do nosso território ,o Príncipe está a dar cartas . o príncipe está com projectos em mâo e na carteira de grande inteligência . o país têm a sorte de ter um homem com o nome de Tó-Zé Cassandra , bom líder e inteligente . sabe aquela frase que mais vale um gesto do que mil palavras . e sabe a outra frase que palavras levas o vento . o senhor deve estar na profissão errada porque as suas palavras já foram com o vento .

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    Antonio Tebus (Koker) Responder

    Penso que uma das coisas que esse Governo tem estado a fazer é precisamente incentivar quadros, cidadãos que querem dar a sua contribuição cá na região, prova evidente, temos quadros como Dr. Pina, Silvino Palmer e muitos outros. Portanto e o Sr. Danilo tem ideias eu desafio-lhe a vir cá e apresentar a sua proposta. Agora só lhe digo uma coisa, esses seus comentários embora respeito dentro do quadro democrático e contraditório em nada contribui para o bem da nossa terra.
    Tenha um bom dia e que Deus nos abençoe

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      Danilo Salvaterra Responder

      Caro amigo António Tebus, é compreensível que a maioria não seja capaz de entender conceitos estratégicos, quebra de paradigmas, etc tudo que posso romper com o “status quo”, ou mesmo “laisseés passés”. Tenho pena e preocupa-me, ver pessoas com algum estudo académico, cairem no mesmo buraco. Estou disponível para discutir com qualquer um, conceitos e estratégias para desenvolvimento do Príncipe, fora de estigmas institucionalizados.

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    Antonio Tebús (Koker) Responder

    Caro amigo Danilo, tem graça que houve aí dezenas de comentários em volta do seu artigo e é unanime a opinião dos comentadores, entretanto diz o Sr. que a maioria de pessoas não entendem os conceitos estratégicos. Ta tudo dito e entende-se logo que é difícil ter um espaço de discussão consigo, porque a vossa excelência tem tido sempre aquilo que se chama política de bota abaixo, isto é, tudo está mal, um bom politico é aquele que tem a capacidade de criticar mas também de dizer o bem, e é esta dificuldade que o Sr. tem. Agora uma coisa vou lhe dizer, penso que não prestou atenção no inicio do meu comentário.
    Tenha um bom dia, e só não reagi antes por dificuldades do sistema.

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