Política

142.674 eleitores chamados às urnas para eleger o Presidente da República sob a observação de 5 missões internacionais

A União Africana despachou o ex-Presidente de Moçambique Filipe Nyusi para chefiar a missão de observação eleitoral às eleições presidenciais em São Tomé e Príncipe. A União Africana que considera o arquipélago do golfo da Guiné como uma das referências da democracia em África, nomeou como chefe da missão eleitoral a mesma individualidade, Filipe Nyusi que observou, o caos que foi o resultado das eleições gerais na Guiné-Bissau no ano passado.

A Comunidade dos Estados da África Central também destacou uma missão chefiada por Julien Nkoghe Bekale, que prometeu acompanhar o processo eleitoral de forma independente e construtiva, e com o propósito de fortalecer a democracia, a paz e a estabilidade na sub-região africana.

A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), está no terreno com 15 observadores. O antigo ministro das relações exteriores de Angola, João Bernardo de Miranda, é o chefe da missão de observação eleitoral da CPLP.

Chefiada por Floyd Oxley Sayor, a missão eleitoral do G7+ pretende contribuir para o reforço do sistema democrático naciona.

A União Europeia é outra organização internacional que tem observadores espalhados pelo país, para acompanhar todas as incidências da votação nas eleições presidenciais.

142.674 eleitores espalhados pelo território nacional e na diáspora elegem neste domingo o Presidente da República.

O distrito de Água Grande que envolve a capital São Tomé, com 45.623 eleitores, e o distrito de Mé-Zochi com 30.543 eleitores como tradicionalmente determinarão o resultado das eleições presidenciais2026.

Abel Veiga

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