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10 Comments

10 Comments

  1. manuel sousa

    15 de Junho de 2011 at 7:13

    Mui humildemente,quero perguntar ao jornal tela non,se a prostituiçao é tabu em s.tomé e principe?
    Pois vi excluido a minha questao,quanto ao claro direito á informaçao,que manifestei dentro das normas pre-estabelecidas por V.Exas.
    A minha questao,afigurou-se legitima,clara,social, ética e contextual.
    Pois,quinto mundista seria eu,se tivesse o receio de perguntar a um candidato á presidente do meu país,se ele podesse explicar-me,o motivo desenfreiado da prstituiçao em s.tomé eprincipe!!!
    Eu em 2oo7,estive hospedado numa estalagem,e tive que recorrer várias vezes ao serviço dos segurança da mesma, para diligenciar no sentido de evitar que as meninas deixassem de pertubar os hospedes,pois estas, estavam constantemente a bater as potas da hospedaria para oferecerem os serviços libidinosos.
    E isso pareceu-me estranho,e socialmente preocupa-me sobremaneira. Dai que alguém que se arroga preocupar-se com a questao social(a srª Maria Das Neves), talvez poderia responder-me qual o motivo dessa ploriferaçao,porque nao se trata de uma prostituiçao de luxo,é mais de mendicidade,a começar pelos aspectos e a faixa etária das praticantes.
    No meu entender nao acho indecoroso fazer um comentário desta natureza,pelo menos na cultura em que estou inserido.
    Aguardo a vossa consideraçao.

    • valentim cravid

      1 de Julho de 2011 at 8:30

      Qual é a estalagem?
      Em que zona fica?
      Nunca ouvi falar em prostituição na cidade capital, nem nunca vi, nem de dia nem à noite.

  2. manuel sousa

    15 de Junho de 2011 at 7:22

    Ressalva,a onde se lê prstituiçao, eu quiz dizer”prostituiçao” e a onde se lê pertubar, eu quiz dizer”perturbar”

  3. António Veiga Costa

    15 de Junho de 2011 at 11:13

    Abel, no caso, a matéria do Olivio Diogo não contraria as normas? Em meu entender “declaração de apoio” é igual “intenção de voto”.

  4. Ale Madô

    15 de Junho de 2011 at 13:19

    Não gostei ..senti censura no ar… e além do mais isso desestimula o pluralismo…Acho que as pessoas têm que falar o que realmente pensam…se algumas pessoas n têm bom senso na hora de expressar as suas opniões eu só lamento…mas isso n deixa de ser aproveitavel de alguma forma …pois assim saberemos o nivel ( de cultura e de capacidade intelectual) dos cidãos saotomenses…

    Alê madô
    Un bé zá êeeee

  5. Pires

    16 de Junho de 2011 at 3:52

    Gostei das regras estabelecidas, muitos k fazem comentarios em télá nón, são Santomenses na diasporá, estudantes, trabalhadores etc, pessoas k tem um nivel de conhecimento elevado. Mas muitos usam jornal para humilhar candidatos, instituições, e faser propaganda politica pra terceiros. Podemos faser criticas sim, mas criticas construtivas. Todos nós queremos melhor pra nosso país, vamos usar o espaço, com civismo. Pork o k xta no jogo é o futuro de país. Aprovo as normas estabelecidas, vou agir de acordo com normais e espero k outros fassa o mexmo, de forma criar um ambiente de paz, amor no espaço, pork nehum dos candidatos sao inimigos apenas advesarios politicos no momento. Espero um futuro promissor pra nação Santomense, viva télá nón.

  6. Jagua

    16 de Junho de 2011 at 8:07

    experiência diversas quero dizer conhecimento.

  7. Jagua

    16 de Junho de 2011 at 8:09

    outro lapso é em nada contribui e não nem nada contribui. Obrigado

  8. bom gosto

    17 de Junho de 2011 at 7:17

    É bom educar os intervenientes deste jornal.As pessoas devem cumprir e respeitar regras.Se os nossos políticos por ex; se tivessem a ombridade, a de cumprir com as regras estabelecidas pelas nossa constituição e demais leis da republica, nunca o pais estaria assim. Por isso para quem deseja que o pais mude de rumo, é aconselhável começar a cumprir regras apartir deste jornal digital.

  9. valentim cravid

    7 de Julho de 2011 at 10:07

    Não acredito nessa história Manuel Sousa!
    Qual é a estalagem?
    Em que zona fica?
    Nunca ouvi falar em prostituição na cidade capital, nem nunca vi, nem de dia nem à noite.

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