A obra que realça a importância do tempo e dos números, destaca o ano de 1963, pela sua importância histórica para continente africano. Uma obra que retracta paixão, vingança, cuja publicação, aconteceu esta semana em simultâneo com a apresentação de outro livro, que mostra a riqueza do património arquitectónico da cidade de São Tomé.

Co-autor do livro, João Morais, cidadão português, explicou que o livro é resultado de um intenso trabalho desenvolvido no país em parceria com a sua colega Joana Bastos Malheiro. «O que realizamos ao longo de praticamente dois anos de trabalho, foi identificar esse património, perceber qual era a história da cidade, perceber como é que a cidade cresceu, e quais são os seus momentos mais interessantes e obviamente tem como reflexo os próprios edifícios», pecisou.
Considera que a cidade de São Tomé tem apetência para ser património mundial ou nacional, isto, como resultado da sua enorme riqueza patrimonial.

Ausente do país o autor foi representado pelo seu filho, que explicou o cerne do livro, que retracta o romance entre um são-tomense de origem norte americana que «vivendo nos Estados Unidos, veio a São Tomé para participar numa conferência que teria lugar no mês de julho. No entanto foi baliado. O livro retrata assim, a paixão, a vingança, ciúmes, e tem um pouco de sátira. É um livro que tem muitas lições a serem tiradas que nos faz repensar sobre a nossa maneira de estar e de agir no dia-a-dia», sublinhou o apresentador do livro.
Abel Veiga
Juvenal Espirito Santo
27 de Maio de 2013 at 8:32
Muito boa iniciativa!!!
Lanço um desafio.Para quando a reedição da obra de Caetano Costa Alegre?