Cultura

“Cabo Verde e São Tomé e Príncipe” obra de pesquisa de Armindo Espírito Santo fo apresentada em São Tomé

O livro que reflecte o estudo comparativo de desenvolvimento entre Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, é de autoria do são-tomense Armindo Espírito Santo(na foto). Depois da apresentação em Lisboa, o livro foi lançado em São Tomé com o patrocínio do BISTP.

Pesquisador científico radicado em Portugal, Armindo Espírito Santo, debruçou-se sobre os dois arquipélagos lusófonos do continente africano.

O estudo comparativo sobre o desenvolvimento entre os dois países, realça o empresariado como factor de desenvolvimento e transformação social. «O que me levou a escrever este livro, foi o facto em primeiro lugar de eu ser são-tomense, e de ter constatado também que há um relativo avanço de Cabo Verde em termos de desenvolvimento, comparativamente à São Tomé e Príncipe nos tempos mais recentes», referiu Armindo Espírito Santo, no lançamento do livro.

Na cerimónia que decorreu na mediateca do BISTP, em São Tomé, por sinal instituição patrocinadora da apresentação da obra, coube ao economista Acácio Elba Bonfim, responsável do BISTP, a missão de apresentar o trabalho de investigação científica. Para além da comparação entre os valores culturais e desenvolvimento em Cabo Verde e em São omé e Príncipe, o livro segundo Acácio Bonfim, tece conceitos de desenvolvimento, aborda a metodologia cinetífica de desenvolvimento, e fala também do empresariado no contexto africano.

Para o autor da obra, São Tomé e Príncipe tem tudo para atingir níveis consideráveis de desenvolvimeno, basta os seus filhos quererem. «Se nós os são-tomenses quisermos avançar. Se quisermos melhorar, dar um passo a frente podemos faze-lo. Isso depende de nós próprios», afirmou Armindo Espírito Snto.

O estudo comparativo entre Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, é a quarta obra literária que a mediateca do BISTP apresnetou este ano ao público.

Abel Veiga

    5 comentários

5 comentários

  1. Féla Balía

    4 de Novembro de 2013 as 11:45

    Meus Parabéns pela obra. Servirá de exemplo a seguir pela classe politica.

  2. laurinha de carvalho

    5 de Novembro de 2013 as 18:27

    pomba branca,que esas palavras que vmos lhe conciderar;;;;esta-mos a busca de mlhor para sào tomé e prncipe deixo com um abrço de coraçào: vamos a frente , coragem meus ,e força

  3. laurinha de carvalho

    5 de Novembro de 2013 as 18:36

    nigué ca xive da té non deçu bé ca xive dine que bom cossan,da ningué tudu pé de santotoni;minu queté niqué tamui,,,ninque vé ca judiné.passouuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu

  4. laurinha de carvalho

    5 de Novembro de 2013 as 18:40

    sào os senti mental da ,pomba branca beijo ,abraço ,para populaçào da ilha do principe

  5. Fernando Simão

    1 de Outubro de 2020 as 8:13

    Ora, ai esta!! Uma opinião de um investigador são-tomense competente, baseada na verdade histórica que muitos tentam escamotear , por desconhecimento da nossa historia, pois, devia investigar mais, ou pelo prazer de estar constantemente a maldizer.

    De facto, em 1975, tendo em conta as condições de abandono das roças que já vinha desde muitos anos antes de 1975, e o que elas representavam para a economia do território e a identidade dos são-tomense, alcançar a Independência e manter as roças nas mão dos roceiros naquelas circunstancias, não fazia nenhum sentido.

    Mas uma coisa é nacionalizar as roças coloniais, que também na minha perspetiva não tínhamos outra alternativa, outra é o, modelo que se encontrou na altura para a sua gestão que não foi a melhor, conforme referiu o ilustre articulista. Na minha opinião, o que se deve fazer, é continuar a refletir para se encontre um modelo de gestão dessas roças que se adequa as nossas realidades socio económicas e não perder o tempo a dizer que foi um erro ter nacionalizado as roças.

    Por que razão os críticos não também a seguinte reflexão: SE NÃO OCORRESSE A NACIONALIZAÇÃO COMO É QUE SERIAM ESSAS ROÇAS??

    Portanto, o 30 de Setembro deve continuar a ser comemorado por tudo o que representa para para o Povo são-tomense.

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