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DIREITO DE RESPOSTA Simples comentário:

Leitor do Téla Nón, reage ao direito de resposta de Maria das Neves em relação ao escândalo financeiro no Gabinete de Gestão da Ajuda Externa.

Depois de ter lido, sem qualquer interesse, os documentos exibidos pela Sra. Dra. Maria das Neves, no que tange aos seus hipotéticos negócios, algo de grave ressalta nos mesmos. Sem querer aqui pôr lenha na fogueira mais do que já está posta, porque em primeiro lugar o Caso GGA é, por aquilo que nos foi sendo habituado pela malta operadora da justiça, uma farsa do tamanho do mundo. É um fazer inglês ver sem precedentes.
Mas vamos ao que me motiva escrever estas curtas palavras.
Para leitor atento e minimamente entendido, isto não é prova provada que a ilibe do escândalo. Trazer para aqui algumas fotografias de recordação de como era e como é, não faz prova da sua inocência. Faz prova da existência de prédio rústico e urbano.
Sem necessidade de fazer cabalística ginástica nota-se que a mesma caligrafia (características/pormenores) que figura na entrega e a idêntica a que recebe. As cópias dos cheques, deviam no nosso entender ter uma nota de pagamento pelo Banco ou qualquer carimbo e assinatura do banco, de forma clara e legível, a fim de provar que eles foram pagos pelo determinado banco e data. Nada disso acontece.
Sra. Dra. Maria das Neves, caros leitores este escândalo é uma gota de água no oceano. Há outros, de certeza! Qualquer dia hão emergir outros escândalos mas como envolve os senhores de cuá daí cuá dalá está hibernar. Estão na gaveta!
A Sra. Dra. Maria das Neves conhece outros escândalos!?
Quero simplesmente que os senhores leitores fiquem atento a essas manobras que tendem a desviar a atenção do público.
FARSA, PORQUÊ?
Porque o povo perdeu a confiança na justiça e nos operadores da justiça. Não há como desmentir essa realidade.
Os magistrados são aquilo que se vê. Falta de tarimba é generalizada. Falta de formação é gritante. Corrupção é galopante. Cumplicidade é generalizada. Falta de ética e brio profissional é letra morta. Enfim…
Espero que este processo acabe e que os arguidos vão em paz. Que os reais arguidos fiquem impunes.
Que fique de lição jamais grandes causas, em que envolvem os senhores manda-chuvas, são julgados com isenção e transparência, em STP.
A justiça são-tomense é hoje uma fonte de enriquecimento sem justa causa e fonte de deixa andar.
Mas até quando?
Espero escrever seriamente sobre caso, depois de conhecer o resultado do julgado qualquer que seja sentido do mesmo.
Nessa altura justificarei o uso de algumas palavras-chaves.
Até lá.
Auteia

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