Economia

Fábrica Mé-Zochi foi encerrada

A polícia económica encerrou a fábrica de bebidas da cidade da Trindade. Designada Mé-Zochi segundo a polícia económica a unidade não tem respeitado as normas básicas de higiene.

Foi numa operação de rotina que a Polícia Económica detectou várias irregularidades no funcionamento da fábrica que produz dentre outras bebidas licores diversos. «Os trabalhos decorrem em péssimas condições, sem reservatório de água, e usam algodão para fazer a destilação, muitas vezes o algodão fica sujo, os trabalhadores não têm luvas para proteger o destilado que depois é utilizado para produção de diversos licores», explicou o inspector da Polícia Económica.

Por isso mesmo a fábrica de Célio Santiago foi encerrada. «A polícia económica vai encerrar a fábrica até que as condições de higiene e segurança sejam criadas de forma a poder oferecer ao cidadão são-tomense um serviço de qualidade com higiene, para que a saúde pública não esteja em causa», reforçou o inspector.

No entanto o dono da fábrica, culpabilizou os seus funcionários pela falta de higiene na produção das bebidas. Segundo Célio Santiago, nos armazéns da fábrica Mé-Zochi, existem todo tipo de materiais, desde luvas, algodão e outros utensílios.

O proprietário que estava ausente do país, ou seja, regressou mesmo no dia da intervenção da polícia económica, indicou a falta de água potável na cidade da Trindade como uma das causas do recurso ao rio para lavagem das garrafas. «A fábrica inicia as suas actividades as 7 horas. Mas até as 8 já não temos água. A forma que eu encontrei é lavar as garrafas no rio, e depois são transportadas para a unidade central, onde são tratadas. Só temos água das 7 até as 8 horas. Por isso não é possível todo o processo estar concentrado aqui», concluiu.

Abel Veiga

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    35 comentários

35 comentários

  1. Matabala

    4 de Outubro de 2010 as 13:54

    Um caso caricato…
    Acho que é útil fiscalizar-se e tomar medidas…mas fechar uma empresa logo a primeira visita é a melhor solução? Eu acho que deve-se dar um prazo (ultimato) para que as condições estejam criadas, ai sim tomar medidas???
    Como vimos nas declarações do dono, ha motivos que levarão a estas condições…
    Se for por causa da saúde publica, então era necessário retirar todas as bebidas que ja estão no mercado né? PENSO QUE FORAM PRODUZIDAS NESTAS MESMAS CONDIÇÕES.
    Digam me só: Será que a governo vai resolver este problema de agua em dois dias para que a fábrica volte a abrir as portas???
    E os funcionários vão ficar sem ganhar seu pão até um dia que as coisas mudarem….
    É necessário que o Governo crie condições para depois exigir rigorosidade…será que isso não vai condicionar mais pessoas frustradas ao ponto de começarem a produzir canabis e começar outra vida…???
    “”PENSA KUÁ ZAUÓ FÉ””

    • SUBÁ

      4 de Outubro de 2010 as 20:59

      Muito obrigado matabala, bem pensado e falado.

      Abraços

    • Pedro Amado

      5 de Outubro de 2010 as 15:08

      “PENSÁ,BILÁ PENSÁ”
      Apesar de compreender as suas preocupações, temos que ver que o que está em causa é a saúde do consumidor.Por outro lado, há também que ver que o produtor é uma empresa que possui naturalmente um alvará para produzir em determinadas condições e, se essas condições não estão criadas, deve sim a inspecção económica fechar até criar condições de funcionamento.Cabe ao estado criar condições, isto é,criar infraestruturas que possibilitem o desenvolvimento de pequenas7médias ou grandes empresas,incentivar empresas de produção etc. Entretanto,porquê culpabilizar o estado , aquele que está a defender a saúde do consumidor quando ele toma medidas , a meu ver correctas quando, na implantação da empresa – suponho ter existido estudos, etc, essas realidades já existiam? Há que diferenciar “estado do privado”apesar de todos pertencerem a mesma arena.
      PENSO QUE É PRECISO AGIR PARA QUE AS COISAS MELHOREM, PARA QUE ENTENDAMOS QUE A QUALIDADE DAS NOSSAS PRODUÇÕES PODERÁ ABRIR CAMINHO PARA INTERNACIONALIZAÇÃO DE ALGUNS BONS RECURSOS QUE TEMOS, PARA A COMPETITIVIDADE…

      PROMOVAMOS A QUALIDADE.

    • Miguel Teixeira

      5 de Outubro de 2010 as 15:56

      Será que os inpectores, lavaram as mãos antes de lá terem entrado?…claro que não..ainda por cima um mijou junto da arvore antes de ter entrado na fabrica!…segundo me disseram!

    • nelson

      5 de Outubro de 2010 as 18:13

      sem duvidas estes sao un dos riscos de invistir em STP sem agua e sem luz qual empresa que fica em pe? como emigrante gostaria de tornar a investir no meu pais embora ja tivesse ma experiencia,mas as coisas tinhao que mudar e muito nestas materias basica.

  2. Leopardo

    4 de Outubro de 2010 as 14:59

    Subscrevo as palavras do matabala….

  3. Nina

    4 de Outubro de 2010 as 15:43

    ACHO SIM, QUE DEVE HAVER MEDIDAS. AFINAL O QUE QUEREMOS? SE COMEÇARMOS AS COISAS DESY«TA FORMA, ISSO NÃO ARRANCA. SERÁ QUE MELHOR SAÍDA É DEIXAR A FABRICA CONTINUAR COMO ESTA? COM ESTE SURTO DE DIAREIA E OUTRAS DOENÇAS? DE CERTEZA A FABRICA NÃO VAI SER ENCERRADA TOTALMENTE, MAS, JÁ ASSIM DE CERTEZA O SR. CELIO VAI PRESTAR MAIS ATENÇÃO E TOMAR MAIS CUIDADO. MINHA GENTE DEIXA O GOVERNO TRABALHAR. QUEM BEBE MEZOCHI, NÃO PM, NÃO SÃO OS MEMBROS DO GOVERNO, NEM TAMPOUCO OS HOMENS DE ACTIVIDADE ECONOMICA,,, QUEM BEBE MEZOXI É ZÉ POVINHO, TUDO ISSO É PARA PROTECÇÃO DO POVO, A CAMADA MAIS BAIXA QUE NÃO TEM DINHEIRO PARA COMPRAR WISK, ETC..SEJA HONESTO. QUANDO NÃO SE FAZ, É PORQUE NÃO ESTA A FAZER, QUANDO FAZ,A, NÃO DEVIA SER ASSIM, AFINAL, O QUE QUEREMOS. DE CERETZA, AMANHA O CELIO VAI MUDAR AS COISA. FORÇA

  4. Helves Santola

    4 de Outubro de 2010 as 16:13

    Nada disso, uma empresa deve conhecer as leis todas antes de começar a operar! Esse período que vcs defendem, pode ser dado como ñ, ñ é obrigado! O cumprimento da lei é o mais importante!! Medidas sérias devem começar a ser tomadas em STP, como esta….!

  5. jackson

    4 de Outubro de 2010 as 16:48

    mas ustar edesemprego o k vai ser dessas familia governo tem k ajudar pekenos empresario a encontrar soluções para k evite o desemprego em stp si o problema é falta de água o empresário mas o governo tem k ver essas kestão mas rápidamente possivel para evitar mas numéros de pessoas a frustar em stp

  6. carlos

    4 de Outubro de 2010 as 17:01

    a fabrica cumpre as regras de higiene si houvi um pekenos deslise por parte dos trabalhores isto pork segungo o artigo o dono não si encontrava no país axo k fexar não foi a melhor solução deveria xamar atenção pela primeira vez pork sabemos muito bem em stp kuando o dono da casa não esta cada um faz o k kizer

  7. N.C

    4 de Outubro de 2010 as 17:19

    Muito bem feito.Parece que as coisas comecam a ganhar outro ritmo.O pais tem que avancar.Ha semanas foi desmantelada uma rede de falsificadores de bebidas.Agora essa fabrica e encerada por falta de higiene.O propietario nao tem que atribuir aos empregados a culpa nem taao pouco se refugiar no comentario de que nao existe agua suficiente.O Sr nao paga emae?porque nao exigio a emae o fornecimento regular de agua para a sua actividade?vai agora exigir A EMAE indeminizacao,Os trabalhadores nao tem culpa.O culpado e mao de obra barata e com falta de qualidade.A policia economica parece que esta a fazer bom trabalho.so esperemos que nao seja por encomenda.Recordo quando da polemica questao da cerveja rozema foi levantada na plenaria da assembleia nacional,a policia economica nada pronunciou.Sou formado em Higiene e seguranca alimentar.Se tiver que seguir uma inspeccao rigorosa no nosso pais,muitas padarias,pastelarias,talhos,bares, e restaurantes,vendendores ambulantes,enfim muita e muita casas cormecias estariam enceradas

    • António Veiga Costa

      5 de Outubro de 2010 as 3:49

      NC,

      ñão se esqueça de que na ocasião da denúncia contra a Fábrica Rosema quem mandava era o MLSTP/PCD, portanto a Polícia Econômica nada podia fazer.

    • Manuel Jorge

      5 de Outubro de 2010 as 9:14

      Ó senhor N.C, desculpa a minha intromesão, mas a quando da polemica questão da cerveja rozema, a policia económica nada pronunciou porque na altura o primeiro ministro era o Senhor JRB, essa é a razão, agora sentem-se como peixe na agua.

  8. Assuncao

    4 de Outubro de 2010 as 17:53

    Acho que sim. Temos que abandonar este ritmo de “leve-leve”. Compreendo as razoes invocadas pelo Sr.ou Sra Matabala, mas n’os nao podemos estar a agir quando se fala de desrespeito de normas de Seguranca,Q.H. e as demais com estes sentimentalismos, senao o estado das coisas continuarao sem o impulso k precisamos. Por vezes presto atencao nos comentarios dos nossos leitores e vejo-lhe varias vezes invocar evolucao… e ‘e pra isto k temos k lutar. O empresario em questao at’e pode ter suas razoes na defesa k invoca..mas tb sabia e conhece as condicoes do pa’is e do mercado e de antemao conhece a regra custo-beneficio; se seus empregados nao colaboram ‘e preciso accao de formacao e exigir profissionalismo, para bem da saude publica, e do seu proprio negocio.
    Felicidades para todos e k rapidamente consiga reabrir as portas.
    Com cumprimentos.

  9. Sem peixe nem banana...

    4 de Outubro de 2010 as 18:41

    Meus Senhores,
    Meus senhores não se esqueçam que essa é praticamente a única fabrica de bebidas que temos em STP. Estou de acordo com as medidas sim, entretanto, repudio categoricamente a forma como ela foi tomada.
    Explico:
    1- É notório o esforço que tem feito o Jovem Célio Santiago (proprietário da Fabrica), para fazer deste empreendimento um caso de sucesso e de orgulho nacional, num País como o nosso, onde o acesso a financiamento é extremamente difícil para não dizer inexistente, sobretudo, para jovens.
    2- Como dizia alguém aqui neste fórum, o Governo deveria em primeiro lugar advertir o jovem empresário, tentar ajudar-lo a superar as dificuldades, porque se analisarmos com frieza, muitas das causas aludidas pelo Célio advém da inoperância cíclica do Governo em dar respostas aos problemas com os quais a Fabrica vem se confrontando (ex: fornecimento de Água potável aos cidadãos e as pequenas unidades de produção existente no País) e não logo a primeira, encerrar o empreendimento.
    3- Outro aspecto nefasto e pouco patriota dessa decisão, tem a ver como o facto de terem convidado uma emissora estrangeira (RTP) para cobrir esse acontecimento, fazendo com que o mesmo saísse das nossas fronteiras, o que nunca aconteceria em países como Cabo Verde Brasil, Angola etc. Mas a tal emissora não é culpada, culpados são os seus representante em STP que por sinal, são São-tomenses, que por falta de criatividade e imaginação, limitam a somente publicitar noticias negativas sobre o nosso país.
    4- Agora eu pergunto, será que não existem outras coisas boas em STP para serem publicitadas?
    5- Outra pergunta, quando é que a RTPáfrica fez um programa com vista a promover um empreendimento jovem em STP, salvo aqueles que tem financiamento da Cooperação Portuguesas, ou ainda, daqueles Português que vem p’ra STP abrir quiosques de meia tigela?
    6- Não quero de forma alguma legitimar com as minhas alegações e questionamentos os erros, ou, o não cumprimento de regras, por parte do proprietário da Fabrica. Mas sim, se calhar trazer para reflexão outra abordagem da questão, consubstanciada numa forma positivista de resolvê-las, e não tentar aniquilar uma iniciativa de louvar como a do Célio Santiago.
    7- Meus senhores vamos ajudar mais e melhor os nossos jovens empresários.
    Bem haja a todos

  10. fala verdade

    4 de Outubro de 2010 as 19:18

    Tanbem acho e os sucessivos governos k deixaram isso a funcionar ate hoje deveriam ir para cadeia

  11. SUBÁ

    4 de Outubro de 2010 as 21:01

    Como não fecharam Rosema, quando lá foram?????????? e sabiam que estava em pessimas condições e sem higiene…
    Aqui se faz, aqui se paga…

  12. Zovirax

    4 de Outubro de 2010 as 22:38

    Sinceramente, empresa?
    Deve ser única desse nome, onde a garrafas são lavadas no rio! Temos que rever os conceitos de produção, qualidade e de higiene, saúde e segurança.

  13. Eliel FPT.

    4 de Outubro de 2010 as 22:46

    Críticas construtivas demonstram o saber!!!
    Cada um é livre de escrever e falar, no entanto, há que evitar certas particularidades que denunciem ignorância e imbecilidade em nós. Portanto, não devemos passar ou deixar de passar certificados de incompetência às instituições, excepto em circunstâncias “exactas”, sendo as circunstâncias as que evidenciam os factos…
    Ora, as minhas opiniões sobre os factos (nestas circunstâncias):
    – O facto de haver, ou deixar de haver água não deve influenciar de forma alguma a higiene nas instalações da “Mé-Zóchi”, ou outra “produtora”. Há menos água??
    Menos garrafas para lavar!!! Menos fomentação do produto!!! Menos produção!!!
    -Está de viagem??
    Óptimo… é natural que os funcionários sejam mais desleixados (no sentido lateral da palavra) na ausência do patrão. Sendo assim, era suposto ter alguém que mantivesse a ordem a 5 estrelas quando deveria estar a 7 estrelas, que não é o caso, que nem como a lua estava (segundo as declarações do inspector da DRCAE e o da Indústria).
    – Os funcionários que poderão ter falta de pão por uns tempos, segundo o gerente da fábrica, são os responsáveis pelas imundices registadas no local. Devem pagar nem se for com 2 almoços e 3 jantares.
    – A fábrica deve estar fechada até que se reúnam as condições normais de funcionamento, porque segundo a Direcção da Indústria, alertaram-lhes da situação há já algum tempo.

    Espero ter “Mé-Zóchi” no mercado versão “saudável” em condições normais para o consumo… ainda não sei conduzir como devido… quem levará a “malta” para o hospital caso tiverem diarreia??
    Deixem fazer críticas construtivas!!
    Deixem-nos opinar “à boa”!!
    Deixem-lhes trabalhar!!! Eliel FPT

  14. Lupuye

    5 de Outubro de 2010 as 0:29

    E verdade que a policia economica tem que fazer o seu trabalho mas nestas circunstancias acho que um prazo deveria ser dado ao dono da fabrica para poder mudar as coisas. So depois essa accao de fechar as portas da fabrica deveria ser tomada.

    Por outro lado deixo aqui um conselho ao proprietario da empresa: CONSTRUA UMA CISTERNA (RESERVATORIO DE AGUA), para sair debaixo do jugo da empresa EMAE pois sabemos que ela nao da conta do recado. Depois compre uma bomba de agua para a sua distribuicao e se possivel um filtro para que o resultado do seu trabalho seja melhor.

    Sei que o meu conselho so e possivel se a empresa estiver a dar lucros suficientes pois que a construcao de uma cisterna nao e barata. Forca, nao deixe cair a sua empresa que na situacao em que o povo se encontra UM POUCO DE ME-ZOCHI so pode fazer bem. Mas bebam com moderacao!

  15. MÉ SOLO

    5 de Outubro de 2010 as 8:18

    Mais um caso a deixar mal o Distrito Mé Zochi. A quando do primeiro caso, alertei as autoridades Santomense para estarem atentos aos fabricantes nacionais de bebidas pq tinha certeza q as condições de fabrico não são as melhores. O que ví na TV feriu os meus olhos e nem quis acreditar q estava a ver uma fábrica de bebidas tão popular e consumida por mta gente. Se no primeiro caso punha em risco a saúde dos Santomenses, este não sei o que dizer. O meu amigo Célio sabe q estava a brincar com saúde dos Santomenses.Se queremos educar o filho do vizinho, os nossos terão q ser educados. Aproveito para pedir as autoridades de fiscalização para darem um a vista de olhos na antiga FÁBRICA FLÊBE.
    O CIDADÃO CAMARONÊS NESTA ALTURA DEVE ESTAR A RIR-SE DAS NOSSAS AUTORIDADES.

    • Zovirax

      5 de Outubro de 2010 as 10:20

      Já agora, porque não inspeccionar a fábrica Rosema? Hà muito deixa andar!

  16. moreno

    5 de Outubro de 2010 as 9:21

    creio que a decisao de encerrar a “fabrica” esta correcta.o dono tem culpas e grandes, as entidades responsaveis pela fiscalizacao tambem teem culpa e tambem os trabalhadores teem uma parcela de culpa.todos sao coniventes.em STP creio que existem mais negocios que funcionam assim.bares , lojas etc..sera que as entidades nao sabiam ou nao tinham conhecimento de como funcionava a tal fabrica?sera que havia subornos?sao situacoes tambem que os organismos competentes teem que averiguar.as pessoas nao olham meios para conseguir os seus objectivos que e ter lucros de forma facil.a decisao esta certa fechar a fabrica, que criem condi coes higienicas necessarias para funcionamento.nao se pode admitir que o vasilhame para engarafamento seja lavado num rio.a minha preocupacao neste momento e somente a situacao dos explorados trabalhadores e nada mais.

  17. Sofredor

    5 de Outubro de 2010 as 10:31

    Pessoal
    Vocês não sabem o q querem. Deixem o governo trabalhar. Ainda é muito cedo para avaliar este governo. Por isso vamos dar um tempo. Temos é q encoraja-los a tomar medidas q possa disciplinar, organizar e desenvolver o pais. Sejamos ou não do ADI, neste momento não importa.O q importa é ser patriota e solidarios para erguemos STP para um lugar de honra rumo ao desenvolvimento total.Deixemos politica de ostilidade.O governo ainda não fez nada para ser crucificado ou sensurado ao contrário dos outros.Por isso vamos ter um pouco de calma e paciência.Eu sei q nós Santomenses somos inteligentes por natureza.No momento exato se for o caso, o governo estiver a falhar saberomos dar o cartão vermelho. Leve,leve….

  18. SPC

    5 de Outubro de 2010 as 11:33

    Parabéns ao Samuel e a equipa da Policia Económica. Assim se trabalha em prol de todos no que tange a saúde pública.
    Quanto aos trabalhadores da fabrica do Célio acho que devem receber pela Segurança Social ou instituição similar (se os descontos foram feitos) até que ele regularize a situação.
    Caro Célio…faça deposito para armazenar água…inventa…tu és criativo, mas aquelas condições não. Os bebedores de Mé-Zochi não merecem isso.

  19. Zeca Jamba

    5 de Outubro de 2010 as 11:55

    Ja nao era sem tempo. Aquilo eh uma fonte de doenca e nao eh a culpa dos empregados.
    Porqueh que o senhor tem um boa instalacao na Trindade e produz aquilo la em Torres Dias onde nao ha quaisquer condicoes?
    O proprio riacho onde sao lavadas as garrafas e tambem se utiliza a agua para a fermentacao nao tem as minimas condicoes.Fala-se de licores de diferentes frutos mas nao se ve no local qualquer vestigio de frutos. Acho que devia-se pegar em amostras desses produtos e enviar ao CIAT para analise.

  20. clima

    5 de Outubro de 2010 as 17:24

    SE AS ENTIDADES COMPETENTES TIVEREM OPORTUNIDADE DE LER E FILTRAR ESTES COMENTÁRIOS E TOMAR EM CONTA, PODER-SE-Á FAZER-SE BOAS COISAS EM STP, PORQUE OS POLÍTICOS QDO. CHEGAM LÁ A CIMA FICAM MEIO DESNORTEADOS, POTANTO É BOM ESTES ALERTAS.
    PARA MIM, DEVER-SE-IA DAR AO “SENHORIO” UM TEMPO PARA REORGANIZAR A CASA, TANTO É QUE ESTEVE AUSENTE E “NGUÊ TAMÉ IÓ KÉ MINA PIKINA FÉ KUA KU BUÁ DÉ”.
    ENFIM!!! CÓDÓ KA COTÁ NI CHITO PÓDLÉ!!!
    COM ESTES ENCERRAMENTOS “SUMÁRIOS” TODOS SAÍMOS A PERDER: MENOS RECEITA PARA O ESTADO, FAMILIAS DESEMPREGADAS OBRIGADOS A ARRAJAR OUTROS MEIOS DE SUBSISTÊNCIA QUE DESCONHECEMOS,ETC…

  21. Teodoro Menezes

    5 de Outubro de 2010 as 17:43

    O dono da fábrica deu um forte contributo ao dar razão à actuação da polícia economica quando o mesmo afirmava de que as garrafas eram lavadas no rio.Pergunto: qual rio? Que corre ao céu aberto carregando animais mortos e outro tipo de sugeira é que servia para lavar garrafas? Creio que o Sr. Célio tem tido boas iniciativas em promover esta actividade que também tem promovido empregos mas as regras de higiene devem ser cumpridas para bem de todos e creio que a polícia não deve dar tréguas a situação desta natureza e assim ,estará a cumprir os objectivos para qual foi criado.Devem agir com imparcialidade porque a população também estárá atento quando agirem contra uns e protegerem outros nas mesmas circunstância.
    Obrigado

  22. jaka doxi

    5 de Outubro de 2010 as 18:12

    kidalê.
    A onde param os senhores da ordem dos advogados,do supremo tribunal e dos direitos humanos?
    Em relação ao Camarones e a sua cupula apareceram logo no dia seguinte com criticas ao governo.
    Seus malandros.
    Fui

  23. José Silva

    6 de Outubro de 2010 as 3:11

    Medida acertada e é de louvar a atitude da inspecção economica (todos os males devem ser cortadas pela raiz), não significa a irradicação da tal fabrica mas fica o exemplo para o bom funcionamento e ainda mais quando se trata da saude publica. ” Perguntem aos tais chamados defensores dos direitos humanos se é uma medida acertada ou não.”

  24. Nome

    6 de Outubro de 2010 as 8:48

    Rei pra Um, Rei pra Todos!
    Fica a pergunta, porque não fecharam a fabrica Rosema depois das denúncias feitas no Parlamento!?!?

    • jaka doxi

      7 de Outubro de 2010 as 20:37

      Meu caro,não fecharam a fabrica rosema porque na altura a pessoa que estava no poder era “MAN RAFA” e a quem diga que ele fazia parte do Negócio.
      Fui.

  25. N.C

    7 de Outubro de 2010 as 21:42

    Mais uma vez bem feito,embora lamente esse fecho.ja fui um revendedor de mezochi e consumidor.Creio que essa bebida conquistou o nosso mercado e nao so.Sou residente na europa e tenho uma garafa de mezochi no meu estante bar e acredito que muitos santomenses alem fronteiras fazem mesmo.cabe ao propietario limpar essa imagem negra que dexou a sua “empresa”.quando se cria um negocio nao se pode apenas pensar no lucro facil.o sr celio deve saber disso porque e economista.e preciso envestimento e diversidade.se sente lezado desconte nos incopetentes dos seus funcionarios,e “situacaoes que emae procure evitar”

  26. alene bolivar lima nazare

    11 de Outubro de 2010 as 21:27

    tudo de bom sempre a fazer suseso em portugal

  27. Y.Q

    20 de Outubro de 2010 as 18:24

    M.L.S.T.P,feixava os olhos pra muitas anomalias que se fazia sentir em sao tomé por isso eu estou a gostar das actuações do Patricio Trovoada,todos mandavam e desmandavam agora vao ter que tomar uma decisão nesta terra,eu conheci um individuo do governo de mlstp que pagava as suas dividas com as senhas de combustivel,é um abuso há que haver ordens.

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