Política

Partido CODO exige que o Tribunal mande prender todos os ex-primeiros ministros e ministros que prestaram declarações no âmbito do caso GGA

Neves e Scodo.jpgilva(na foto), líder do partido político sem representação parlamentar, diz que o que tem sido revelado nas sessões de julgamento do caso GGA envergonha o país inteiro. Segundo o CODO, se o tribunal quiser ser digno deve prender todos os ex-Primeiros Ministros e Ministros indiciados pela justiça.

CODO sustenta a sua exigência com base no dispositivo constitucional. O Presidente do partido, leu um dos articulados da lei fundamental do país que diz o seguinte : «Todos os detentores de cargos políticos, respondem política, civil de criminalmente pelas acções e omissões que praticarem no exercício das suas funções», recordou o Presidente do CODO, para depois justificar que «O tribunal não pode ouvir os antigos primeiros ministros e ministros como declarantes no caso vertente do GGA, porque são eles os mandantes do crime», precisa Neves e Silva.

Após 2 anos de silêncio, o partido sem representação parlamentar entra em acção para pedir a detenção imediata dos antigos governantes que estã  o a ser ouvidos pelo tribunal no âmbito do escândalo financeiro no GGA. «Todos os ex-primeiros ministros que desfilaram no tribunal, se o tribunal quiser ser digno deste nome deve manda-los para cadeia. Foram eles os mandantes do crime. Nenhum director do GGA, ou de qualquer função pública age sem o seu mandante, seja o ministro, primeiro-ministro, ou o conselho de ministros», afirmou o líder do CODO.

Neves e Silva considera que o país não pode suportar tamanha vergonha, por causa da ilegalidade cometida por ex-dirigentes. «O que está a passar no tribunal envergonha-nos a todos. As declarações dos ex-primeiros ministros e querer iliba-los e crucificar os directores, responsáveis da contabilidade e outros funcionários do GGA, é uma falsa questão. Deveriam estar presos, porque somos todos iguais perante a lei», reforçou Neves e Silva.

CODO é o primeiro partido político são-tomense, que reage ao julgamento do maior escândalo financeiro no arquipélago.

Abel Veiga

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