Política

Governos central e regional prometem deter os vândalos que queimaram a bandeira nacional

O Governo da Região Autónoma do Príncipe, através do secretário regional para infra-estruturas, Nestor Umbelina, condenou a acção de quinta – feira, que resultou na queima da bandeira nacional, e exige que os actores sejam urgentemente identificados. O Ministro da Defesa e Segurança Carlos Stock, também reagiu.

O Governo da República Democrática de São Tomé e Príncipe, manifesta-se indignado com os acontecimentos da última quinta – feira na ilha do Príncipe. «Foi com profunda indignação que o Governo da República tomou conhecimento que a bandeira nacional, hasteada nos Paços do Concelho na Região Autónoma do Príncipe foi arreada e queimada por cidadãos desconhecidos. A República Democrática de São Tomé e Príncipe, é um Estado uno e indivisível e a bandeira nacional, o símbolo máximo da República que representa 5 séculos de luta de gerações não pode ser banalizada e muito menos queimada por cidadãos alheios, ou anónimos», referiu o Ministro da Defesa numa comunicação feita na TVS.

Carlos Stock, considera que nenhuma reivindicação pode dar motivo para tal prática. «Este acto merece a mais veemente condenação do Governo, e medidas serão tomadas com vista a apurar os autores deste ignóbil acto. Nenhum motivo reivindicativo dá direito a actos desta natureza», concluiu o ministro da Defesa e Segurança Pública.

Por sua vez em declarações a imprensa na ilha do Príncipe, Nestor Umbelina, Secretário Regional para Infra-estruturas, também condenou a situação. «Queimar a bandeira nacional para nós foi um acto muito mau, em que o governo regional de prontidão já tomou medidas, accionou todas as forças de investigação policial e militar no sentido de rapidamente encontrar o infractor», referiu o responsável do governo regional.

Nestor Umbelina considerou o acto como sendo um atentado contra o Estado são-tomense. «Queimaram a bandeira oficial diante dos Paços do Concelho. Queremos que urgentemente se encontre o infractor», reforçou.

Os acontecimentos da última quinta – feira na ilha do Príncipe, tiveram lugar na ausência do Presidente do Governo Regional, José Cassandra, que se encontra na capital são-tomense, em missão de trabalho.

Abel Veiga

    87 comentários

87 comentários

  1. Ananias

    9 de Dezembro de 2011 as 14:15

    Mas quem é Carlos Stock, um ignorante em matéria de de Defesa e Ordem Interna, para estar a exigir prisões e outras coisas? Um homem que não sabe muito bem como foi parar a um governo, que nunca demonstrou competências técnicas ou políticas em nada na vida, vem agora falar de prisões e outras coisas. Sinceramente! Deveria mas é estar calado. Um burro vestido de ministro continua sempre um burro. Não muda pelo facto de se vestir de ministro.
    Fui
    Ananias

    • wilson

      9 de Dezembro de 2011 as 15:08

      sr toze ten k torce o pipino des de agora assim um dia eles vao te atacar

    • abaju

      9 de Dezembro de 2011 as 15:20

      meus senhores do principe nao podemos cobra ja desse governo . isto k fizeram ontem queimar a sua propria patria muita vergonha estao assiste muita televisao ke pena.

      • Telmo

        9 de Dezembro de 2011 as 16:12

        Qual vergonha Abaju? Fizeram muito bem. Eu, no lugar deles, faria pior. Atiram uma população inteira para a marginalidade, de propósito, de má-fé, nem uma grua foram capazes de comprar ou criar condições financeiras para que o governo regional comprasse,enquanto aumentam as despesas do orçamento de estado para o senhor Patrice andar a passear no mundo inteiro e constrõem docas pescas e outras inutilidades em S.Tomé, esperavam que o povo morresse sem agir desta forma? Eles fizeram muito bem. Estão de parabéns. O senhor Carlos Stock deve mas é ir aprender alguma coisa de defesa e ordem interna primeiro e depois abrir a boca para falar de coisas que não sabe. O que dá cabo deste país é a presença de muitos ignorantes e gente sem valor nos governos que não conseguem dar respostas aos problemas do povo. O resultado está a vista. Muita coisa ainda vai acontecer nesta terra.
        Telmo

    • Chocolate-Biológico

      9 de Dezembro de 2011 as 15:36

      Ananias…,

      que esteje no seu direito de omissão de opiniões, é uma verdade indiscutível…!

      Mas que também seje inadmissível vir cá para este nosso Fórumo insultar seja quem for, é pois também, uma outra “Grande Verdade”.

      Sobre tudo…, quando se trate, de defames e insultos a uma entidade Nacional.

      Por maiores que sejam as suas animosidades ou antipatia ao Sr. Ministro Carlos Stock, que tenha a suficiente coragem de o confrontar pessoalmente ou por uma carta identificada, a ele dirigida em privado, para a resolução dos seus problemas privados com ele.

      Lamento que a moderação do nosso Téla Nón, tenha pecado e deixado passar esse seu comentário, que fere as regulárias deste nosso Jornal; e incita a desrespeito da ordem Pública Nacional.

      Um salve a todos
      Chocolate-Biológico

      • Ananias

        9 de Dezembro de 2011 as 16:53

        Eu não estou a ofender ninguém. É a minha opinião. Considero o Carlos Stock um grande incompetente para a tarefa que ele ocupa no governo. Não se pode fazer uma crítica desta só porque é ministro? Eu respeito o governo e toda a gente mas, também tenho a minha opinião sobre os membros deste governo que não têm feito um trabalho positivo em prol do desenvolvimento do país. Em democracia não se pode dizer isto? O senhor acha que o Carlos Stock, a Ângela, o Salvador e o padre Olinto têm condições políticas e técnicas para ocuparem os cargos que ocupam? Isto só acontece no nosso país. Até Cristina Dias foi governante neste país! Quem é que falta ainda para ser ministro nesre país? Só se for Juvê? Isto também tem contribuindo para descredibilizar os políticos junto dos governados porque a imagem que passa para a opinião pública é que somos um povo burro, pouco sério, bandalheira, anarquia, etc. Ser governante em S.Tomé e Príncipe deveria ser, tendo em conta as nossas particularidades, um cargo difícil e com critérios rígidos na escolha e selecção dos candidatos. A imagem que se passa para a opinião pública é que se trata de um cargo mais fácil de se atingir em S.Tomé e Príncipe. Porque será?
        Ananias

        • DESAPAIXONADO

          9 de Dezembro de 2011 as 17:24

          Meu caro, em democracia pode-se dizer; contudo deves ser mais frontal e assumir claramente. O que está em causa não é incopetencia do Ministro, mas sim um simbolo nacional que foi vandalizado e deixa uma imagem mais ruim ainda daquela que possuimos; SEJA COERENTE.A SUA ATITUDE É DE UM PIOR INCOMPETENTE E UM DESONESTO

          • Ananias

            9 de Dezembro de 2011 as 18:16

            Para mim a marginalização de uma população, a sua humilhação e morte lenta, a tentativa de matar a sua cultura tem muito mais peso do que o simbolismo de queima de uma bandeira, em qualquer parte do mundo. E é isto que vocês andaram a e andam a fazer há muito tempo com a população do Príncipe. Se para si o simbolismo da queima de uma bandeira tem mais peso do que “matar silenciosamente uma população e sua cultura” eu não alinho nisto. Vocês conhecem algum povo que se deixou “matar em silêncio” para preservar uma bandeira? Eu não conheço. Por isso é preferível lutar, quiemar a bandeira se preciso para chamar a atenção do mundo e sobreviver com dignidade.
            Ananias

          • Fijaltao

            9 de Dezembro de 2011 as 23:01

            Estou de acordo consigo desapaixonado!
            Se alguém me dissesse isto, seria a última coisa eu como nacional , quer ouvir!

            Aos irmãos do príncipe que têm acesso a internet, procurem imitar com legitimidade!

        • Chocolate-Biológico

          12 de Dezembro de 2011 as 4:07

          Ananias…,

          eu repiso o por mim tornado explícito, no último poste, que está todo “… no seu direito de omissão de opiniões, e que esta é, uma verdade indiscutível…!”

          No seu ver, e isto só no seu modo de ver as coisas, diz que…, cito-vos: – “Eu não estou a ofender ninguém.“ Fim de citado.

          Talvez tenha eu um grande défice de percepção do português, por interpretar o por si escrito, diferente daquilo que pretendia dizer, ao falar do nosso Ministro da Defesa e Ordem Interna Sr. Carlos Stock, cito somente o por si escrito: – “ Um burro vestido de ministro continua sempre um burro.”

          Se isto não se trata duma ofensa com palavras ou de difame, isto é, um imputar ao ministro fato ofensivo de sua reputação, então queira-me desculpar, por não entender o português. Obrigado Ananias.

          Um salve a todos
          Chocolate-Biológico

    • Antonio Nilson Menezes do Rosario Amado Vaz

      9 de Dezembro de 2011 as 19:21

      Let people gain more freedom to express themselves!
      The government is prohibited the making of any law respecting an establishment of religion, impeding the free exercise of religion, abridging the freedom of speech, infringing on the freedom of the press, interfering with the right to peaceably assemble or prohibiting the petitioning for a governmental redress of grievances.

      Permita que as pessoas ganham mais liberdade para se expressarem!

      O governo está proibido a realização de qualquer lei respeitando um estabelecimento da religião, impedindo o livre exercício da religião, cerceando a liberdade de expressão, infringindo a liberdade de imprensa, interferindo com o direito de cidadãos se reunirem pacificamente ou proibindo a petição ao Governo e orgãos do Estado para reparação de injustiças e manifestações pacíficas.

      República Democrática de São Tomé e Príncipe
      Assembleia Nacional
      CONSTITUIÇÃO DA
      REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE

      Preâmbulo
      Lei n.º 1/2003

      PARTE II
      Direitos Fundamentais e Ordem Social
      TÍTULO I
      Princípios Gerais

      Artigo 15.º

      Princípios de lgualdade
      1. Todos os cidadãos são iguais perante a lei, gozam dos mesmos direitos e estão sujeitos aos mesmos deveres, sem distinção de origem social, raça, sexo, tendência política, crença religiosa ou convicção filosófica.

      2. A mulher é igual ao homem em direitos e deveres, sendo-lhe assegurada plena participação na vida política, económica, social e cultural.

      Artigo 29.º

      Liberdade de expressão e informação
      1. Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio.

      2. As infracções cometidas no exercício deste direito ficam submetidas aos princípios gerais de direito criminal, sendo a sua apreciação da competência dos tribunais.

    • Antonio Nilson Menezes do Rosario Amado Vaz

      9 de Dezembro de 2011 as 19:40

      Let people gain more freedom to express themselves!
      The government is prohibited the making of any law respecting an establishment of religion, impeding the free exercise of religion, abridging the freedom of speech, infringing on the freedom of the press, interfering with the right to peaceably assemble or prohibiting the petitioning for a governmental redress of grievances.

      Permita que as pessoas ganham mais liberdade para se expressarem!

      O governo está proibido a realização de qualquer lei respeitando um estabelecimento da religião, impedindo o livre exercício da religião, cerceando a liberdade de expressão, infringindo a liberdade de imprensa, interferindo com o direito de cidadãos se reunirem pacificamente ou proibindo a petição ao Governo e orgãos do Estado para reparação de injustiças e manifestações pacíficas.

      República Democrática de São Tomé e Príncipe
      Assembleia Nacional
      CONSTITUIÇÃO
      DA
      REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE
      Preâmbulo
      Lei n.º 1/2003

      PARTE II
      Direitos Fundamentais e Ordem Social
      TÍTULO I
      Princípios Gerais

      Artigo 15.º

      Princípios de lgualdade
      1. Todos os cidadãos são iguais perante a lei, gozam dos mesmos direitos e estão sujeitos aos mesmos deveres, sem distinção de origem social, raça, sexo, tendência política, crença religiosa ou convicção filosófica.

      2. A mulher é igual ao homem em direitos e deveres, sendo-lhe assegurada plena participação na vida política, económica, social e cultural.

      Artigo 29.º

      Liberdade de expressão e informação
      1. Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio.

      2. As infracções cometidas no exercício deste direito ficam submetidas aos princípios gerais de direito criminal, sendo a sua apreciação da competência dos tribunais.

    • rochinha

      10 de Dezembro de 2011 as 19:19

      Muito sinceramente admiro alguém que chama burro a uma pessoa que quer fazer justiça.é esta mania que nós temos de subestimar os outros.Pois acho bem sim queimou a bandeira deve ser preso sim.Não é destruindo que se reivindica o que esta ma,revolução é discutir para se chegue a um consenso.Porquê quê não queimaram bandeira quando estava la o governo de MLSTP/PSD? Mais uma vês digo deixemos o governo trabalhar-

    • luis Cesar

      13 de Dezembro de 2011 as 9:04

      Inacreditável!!!!
      O Governo governa mal? Não é o primeiro.
      O Presidente não faz nada? Não é o primeiro?
      A assenbleia é corrupta? è a continuação.
      Não gosta da bandeira? talvez também não goste.
      Mais nada, mesmo nada pode fazer queimar a bandeira nacional
      Para onde o país esta a caminhar meus senhores.
      Mudem por favor. Ainda vão a tempo.

  2. aumato

    9 de Dezembro de 2011 as 14:31

    Ananias
    Vc nao sabe o que fala
    cala ja

    • Ananias

      9 de Dezembro de 2011 as 14:48

      O senhor tem dúvidas que o Carlos Stock é um autêntico ignorante em matéria de Defesa e Ordem Interna? Eu sei do que falo porque conheço muito bem tal indivíduo. Conhece alguma doutrina em termos de defesa e ordem interna que este indivíduo produziu para sustentar a política deste governo? Em todos os níveis este governo, salvo muitas raras excepções, apresenta um défice de criatividade política e técnica. Limita a reagir, não tem estretégia nem doutrina para nada. Estão lixados…
      Ananias

      • gostoso

        9 de Dezembro de 2011 as 19:05

        O que me parece meu caro amigo que conheço bem, deixas transparecer que tens problemas pessoais com ministro, porque o que está em causa é o símbolo nacional que ninguém pode compactuar com a atitude dos vandalos. é só isso. É om que entendas as coisas. Temos que alguma elevação quando pronunciamos nos espaços públicos.

      • ARibeiro

        9 de Dezembro de 2011 as 19:23

        Ananias

        Por além de mostrar uma certa desavença e desrespeito pela sua Excelência Sr. Ministro de Defesa e Ordem interna, vós mostrais uma certa concordância com o acto criminoso em causa. Um acto que deveria ser condenável em todos os níveis.

        Concerteza não sabe o que representa uma Bandeira Nacional.

        • Ismael

          11 de Dezembro de 2011 as 0:31

          Sua Excelência Ministro da Defesa… Timboralá… Ê ça qué cuá. Este país é de loucos.
          Andrade

        • Digno de Respeito

          14 de Dezembro de 2011 as 2:56

          É preciso que este senhor reconheça a tamanha asneira que lhe sai ao público. Nunca se esqueça que a democracia também é RESPONSABILIDADE pelo que se faz e pelo que se diz. É preciso ler o capítulo da Ordem Social da Constituição da República Democrática de STP. É preciso perceber o que é a palavra SIMBOLISMO e o que é o Simbolismo do ESTADO/NAÇÃO.

          Nesse caso, esperemos que as Instancias doa Ordem Nacional não estejam adormecidas…… são as coisas pequenas que se transformam e grades casos de coisas e chega ao ponto ao que chegamos hoje: bandeira Nacional queimada e na circunstância em que foi!?!!!?!?!?! A minha questão: Onde anda a Autoridade da Nação santomense?!

  3. Euclides Smith

    9 de Dezembro de 2011 as 15:15

    Do meu ponto de vista, a designação do País por República de São Tomé e Príncipe é perfeito, tendo em conta o nosso passado histórico. Basta de divisionismo que denuncia entidades ocultas que pretendem reinar há-de eterno (perpetuamente) …

    Nós, os São-Tomenses, precisamos de praticar actos em benefício da colectividade, a NAÇÃO!

    Com o território que temos, as Ilhas de São Tomé e do Príncipe, e com as águas territoriais a nossa volta, façamos negócios que nos beneficie a todos, de acordo com o desempenho e esforço de cada cidadão no seu labor diário, trabalho.

    Bem-haja…

    • Ponta Mina

      10 de Dezembro de 2011 as 17:11

      Eu também li esta proposta de um tal senhor Frank. É reveladora da ignorância que grassa entre nós, infelizmente, ainda. Este senhor não deve conhecer a História de S.Tomé e Príncipe. Por isso, vai dizendo os seus disparates, convencido que está a inventar a roda ou, em alternativa, convencidíssimo que está a prestar um grande serviço ao país. Quase sempre é esta a receita para os grandes problemas do país: debita-se idiotices ou simplicidades para resolver grandes e crónicos problemas. E, estes, mantêm-se firmemente entre nós, rindo da nossa grande inteligência perante a sua persistência.
      O senhor Frank deveria saber que este conflito inter-ilhas não apareceu quando ele nasceu, quando começou a aprender algo sobre a História de S.Tomé e Príncipe ou, ainda, quando tornou-se homem.
      A subordinação voluntária à centralidade política e administrativa de uma das ilhas em detrimento da outra nunca existiu, em S.Tomé e Príncipe, pelo menos, de forma evidente, desde o século XVIII. A construção arquipelágica foi feita, assim, ao longo dos tempos, com altos e baixos inerentes aos conflitos que moldaram este processo cujas elites locais tiveram um grande protagonismo.
      A independência do país veio acender este problema, desde o início, porque desprezou este dado histórico importante, querendo construir um país novo por cima deste registo, negligenciando o contributo da História para a interpretação e compreensão do passado e preparação do futuro. Tentou-se humilhar uma população inteira, suas idiossincrasias particulares e contributo que poderia dar para um pluralismo comunitário, de um país novo, com a tentativa de construção de um Estado centralista, napoleónico e dirigista em substituição do propalado colonialismo. Tentou-se diluir a importância idiossincrática do Príncipe, em termos culturais, dos costumes e valores, fazendo valer ou mostrar ao mundo um país novo, uno, indivisível, com uma organização política e administrativa que reflectisse esta realidade desprezando os efeitos da manifestação, mais tarde ou mais cedo, deste particularismo idiossincrático. Estas idiossincrasias insulares (S.Tomé e Príncipe como realidades culturais distintas) que nos deveria tornar mais forte e rico como um país novo, logo após a independência, foi substituída por um projecto napoleónico, diluidor da importância e valor de uma destas realidades em detrimento da afirmação da outra. Só que as pessoas esquecem-se que as “ coisas” têm o valor que têm e não desaparecem por decretos ou projectos realizados nos gabinetes ministeriais para o mundo ver.
      É óbvio que isto só poderia dar problemas como sempre deu. Foram remediando, ao longo dos tempos, estes problemas com sucessivos registos ou construções de realidades administrativas e/ou políticas q ue respondessem aos referidos problemas ao longo dos tempos. A organização administrativa e política do país, depois da independência, ao longo dos tempos, fornece bons indicadores para esta observação.
      Ou seja, a montante, existe um problema central que nos deveria enriquecer como país, acrescentando valor às nossas qualidades e produto plural que poderíamos oferecer ao mundo, como unidade arquipelágica, mas que é desvalorizado: respeito e valorização das realidades idiossincráticas insulares que nos definem como país. Isto pressupunha a existência de um Plano de organização, política e administrativa do país, que respeitasse esta realidade. O pior que poderíamos fazer é ignorar esta realidade, pensar e realizar política como coisa que ela não existisse, convencido que a nossa atitude ou tentativa de esmagamento de uma realidade sobre a outra tenderá a acontecer. Isto é um autêntico mito. As realidades culturais em presença emergirão sempre, com maior ou menor expressão, e farão vítimas de todos os lados.
      Só assim se compreende que um ministro de Educação numa cerimónia nacional, de natureza cultural, demonstre a sua aparente superioridade falando na Língua Forra em total desrespeito pelas pessoas que lá estão presentes e não percebem nada que ele quis expressar com o seu pensamento e atitude.
      Ou, ainda, que este senhor Frank tire da cartola este grande pensamento estratégico para resolver os nossos problemas crónicos que é “mudar o nome do país” para qualquer coisa como “país do Oeste Africano”.
      É óbvio que este senhor Frank está convencido, como provavelmente muitas outras pessoas, que mudando o nome do país estavam criadas as condições para a diluição da importância idiossincrática de umas das unidades insulares que constituem o nosso arquipélago em detrimento da outra e, como tal, a anulação dos problemas que ele mesmo diagnosticou como crónicos. Ou seja, as pessoas desapareciam, o Príncipe como realidade insular com as suas idiossincrasias próprias, culturais, valores, costumes, elite, etc., deixavam de existir, e, também, desapareciam os problemas todos só porque se mudou o nome do país. Ai está uma forma fácil de resolver um problema complexo.
      Ponta Mina

      • Euclides Smith

        11 de Dezembro de 2011 as 21:10

        Compatriota “Ponta Nina”,

        Agradeço pelo contributo por uma NAÇÃO una.

        Bem-haja!

  4. J.Rufino

    9 de Dezembro de 2011 as 16:25

    Falta esses politicos desonestos que tanto mal fazem o povo….fazem mais manifestações,ou vai ou racha…

  5. frantz cassandra

    9 de Dezembro de 2011 as 17:06

    Rimam mé é verdade que a fustração leva o individuo a cometer actos reprensivos mas a vossa actual atitude não nos dinifica vocês sabem que os naturais de S.Tomé têm orgulho de nós pelo nosso modesto civismo porque agir assim é verdade que nada não é novo barbaridade deste genero ja se viu e vivisse mas saibam que cada povo tem a sua cultura e esta não faz parte de nós o senhor PM é humano da categoria do ser racional portanto falando é que se entende é verdade que por exemplo ele queria banalizar a greve da função pública mas depois tinha que conciencionar e aceitando o dialogo as coisas entraram nas normais é verdade que o seu prometido foi demagogia de campanha mas talvez com um bom dialogo algumas coisas poderaö ser realizadas como disse o PM é ser racional e tem a sua frente seres racionais .eu desejo felidades progresso tolerancia e prosperidade para o ano 2012 e para sempre nesta que viu nascer a minha falecida mãe e em especial sucessos a toda a familia do Princípe em particular a familia cassandra.

  6. Modiêêêê....

    9 de Dezembro de 2011 as 21:11

    Minha gente, revejam-se bem nos vossos comentários e opiniões! Este assunto não é assim tão simples, para o desfile de pensamentos que aqui se vai lendo.Não só a tomada de posição legal por parte das autoridades relativamente aos infractores,uma atitude lógica e implícita e muito urgente, mas também e muito sériamente, uma reflexão profunda deste acontecimento por parte dos orgãos de soberania e de todos nós,porque reduzir-mo-nos à caça aos ditos “vândalos”, é pensamento e atitude de gente vazia e despida de sentido de responsabilidade. Porque o problema,por mais que qeiramos disfarçar, existe e está lá. Vamos tratá-lo de fundo, e esquecer questões partidárias (ADIs,PCDs,MLSTPs, MDFMs, etc…). Deixemos de animosidades, e concentremo-nos na verdade da questão.O Príncipe é uma região autónoma, e não é um Distrito, não querendo dizer que não se dê a atenção devida aos distritos, pois são parte da Nação.Mas dizia, porque o Príncipe é uma Região Autónoma, e se lhe deu constitucionalmente esse estatuto representativo, por isso temos todos a obrigação de olhar para ele com uma atenção especial.
    Por sinal não tenho filiação partidária nenhuma, nem espírito proteccionista nenhum deste ou daquele dirigente. Mas uma coisa é certa; os nossos dirigentes teem que ser mais responsáveis…! O que é isto de assumir e assinar compromissos com o eleitorado em plena campanha? Que irresponsabilidade! Ainda mais um eleitorado extremamente carente e faminto. Francamente!
    Minha gente, não tomemos este assunto com ligeireza. É um concelho que deixo.Espero que depois não venham dizer…se eu sobesse.
    Por um melhor São Tomé e Príncipe,”kwa tudo pé fado zá”.
    Obrigado

  7. realista

    9 de Dezembro de 2011 as 21:38

    nao estou contra revolucao mais queimar a nossa linda bandeira neva eva eva credo credo a patria ta a cima de tudo a culpa nao e da patria mais sim dos politicos que desviaram, continua a desviar e continuarao a desviar esses sim deveriam ser queimados ,
    o governo nao tem que culpar ninguem devia
    culpa a si proprios que nao tem ideias de seguranca da sociedade ora vejamos um pais sem iluminacao consiquencia esta a vista um pais sem sistema de video vigilancia nas areas chave da sociedade resultado aumenta o crime tem dito.

  8. Joscon

    9 de Dezembro de 2011 as 22:50

    Governos prometem deter os vândalos (bandeiras)

    Meu caro Ananias

    Tomo a liberdade de lhe escrever de forma aberta e de contrapor com factos objectivos e sem ambiguidades. Faço-o por convicção e pelo cabal esclarecimento que os nossos leitores merecem neste fórum. O tema central que está na génese da sua crítica demasiada ácida não foi comentado, mas ao invés, a consequência foi duramente criticada de forma injusta. Qualquer pessoa de bom senso sabe de antemão o que é um símbolo nacional. Ao queimar este símbolo de forma propositada e desrespeitosa constitui uma falha muito grave para o povo São-tomense.
    Esperei de si uma atitude de respeito e de urbanidade com os demais leitores neste fórum. O tipo de linguagem utilizado para descrever o Sr. Carlos Stock é demasiado ofensivo e, roça a insensatez e a deselegância. Quero informar os meus caros leitores, de que a formação base do citado lhe dá um background para o cumprimento cabal da função em questão, pois os juristas têm capacidades muito ampla para gerir qualquer ministério sem problemas de maior. Sabe-se de antemão, que o cargo de Ministro da defesa e de Administração interna é um cargo iminentemente político e de gestão, por isso, não vejo a contradição na nomeação do citado. Goste-se ou não da figura, o respeito deve-se prevalecer.
    Se o Sr. Ananias não sabe, asseguro-lhe que o Sr. Carlos Stock foi professor do ensino secundário básico antes de se licenciar em direito. Depois da licenciatura em direito, o Sr. Carlos Stock fez uma pós-graduação o Centro de Estudos Judiciários em Portugal, durante o período de dois anos em Portugal (onde se forma os Magistrados Portugueses). Posteriormente ocupou o cargo de Director dos Serviços de Cartório e Registos. Portanto, é uma personalidade com currículo a mais para o país que temos. Se olharmos atentamente para as personalidades que ocuparam e ocupam grandes cargos em São-tomé e Príncipe, encontramos muito analfabetos culturais, sociais e muitas personalidades com graus de iliteracia abissais, que vão desde os políticos, deputados, ministros e outros. Em São-tomé e Príncipe existe a nomeação por cunhas, por graus de amizade, por nomes das famílias e, não por competência e seriedade.
    Percebe-se que o Ananias anda muito equivocado, pois a mágoa é tanta, mas não há como disfarçar este ressentimento. Quando odiámos os nossos inimigos, damos-lhe poder sobre nós, poder este, que afecta o metabolismo do corpo e da mente. Tente a todo o custo, apagar da sua lista de preocupações, as pessoas de que não nutres admiração e estima, mas não tente vingar-se, pois quando tentamos vingar de alguém, chegámos ao ponto de causar danos irreparáveis a nós próprios. O ódio é um sentimento deveras mesquinho.
    Espero que a boa educação e civismo impere neste fórum, não vamos ser redutores e nem tão pouco sobranceiro em avaliar seja quem for, mesmo que não concordemos com a nomeação em causa. Sejamos magnânimos e, não vamos desperdiçar as nossas energias, a nossa pobreza de espírito, o impulso nervoso a justificar o injustificável. Devemos empregar o nosso precioso tempo, em dedicarmos afincadamente no trabalho que temos para resolver os problemas mais prementes que assolam São-tomé e Príncipe, em vez de estarmos a perder o tempo com a falácia.

    • Ananias

      10 de Dezembro de 2011 as 18:21

      Joscom

      Eu sei do que falo. Não é pelo fcto do Carlos Stock tem muma licenciatura em Direito que lhe dá especiais competências para ser ministro. A forma de apresentar o problema por si define, em parte, a situação em que nos encontramos neste momento no país. Ou seja, para si ter uma licenciatura em Direito é sinónimo de ter condições para ser ministro. Não é preciso dizeres-me mais nada para caracterizar a forma como se faz política e nomeações neste nosso país. Pode crer, Jascom, que em nenhum outro país do mundo, ter uma licenciatura em Direito é condição sine quan non para servir de trampolim para cargo ministerial. É por isso que estramos na situação que estamos. Pobreza e miséria até a vitória final.
      Ananias

    • Joana Lopes

      11 de Dezembro de 2011 as 14:05

      Inêm rimã mém. Parabéns… Eu gostei muito daquilo que vocês fizeram no Príncipe. Mostraram que são valentes. Antes partir do que torcer. Chega de desconsideração, má-fé, humilhação. Esta gente está a desgraçarnos, está a dar cabo dos nossos recursos naturais e ainda por cima querem humilhar-nos. Chega. Agora. ou vai ou racha. Não tenham medo, por favor. Antes morrer com dignidade do que sofrer e ser humilhado toda a vida. Eles assinam contratos internacionais para explorarem o nosso peixe e ficam com todo o dinheiro e ainda gozam connosco. Eles assinam contratos para explorar o nosso petróleo e ainda gozam connosco. Chega. Basta. Eu já estou farto desta gente. É pena que eu não posso estar ai nesta hora para vos ajudar nesta luta. Nem se fosse para morrer. É um abuso aquilo que este senhor Patrice stá a fazer connosco.
      Só vos peço um favor. Da próxima vez em vez de queimar bandeira vocês pegam estes dirigentes políticos do gocerno central
      que vão lá para Príncipe amarram eles, um a um, com a bandeira que vocês queimaram, levam eles lá para Picão ou para Úba, amarram muito bem num Óca Grande e mete fogo. Só assim é que este abuso vai acabar.
      Depois de estar fora este tempo todo vocês deram uma grande alegria. té que enfim.
      Joana

  9. Bernardino monteiro

    9 de Dezembro de 2011 as 23:06

    Sr ananias chamou sr ministro de ignorante
    De certeza que nao es melhor e nem fazia melhor
    Antes de criticar e melhor estudar bem o k vai falar embora os nossos governantes cometem erros
    Nao temos razao para insultar, a democracia nao e o muitos pensam, deixa de ser ant democratica

  10. Bernardino monteiro

    9 de Dezembro de 2011 as 23:23

    Sr ministro carlos stok foi eleito democraticamente por isso merece o respeito
    Meus senhores ate quando vamos ter um pais de
    Consenco de entendimento de uniao de paz de respeito, temos k deixar de criticas sem fundamento antes de criticar tem que conhecer
    A nossa constituicao da republica analizar o orcamento do estado conhecer direitos e deveres
    E depois comentar,

    • Ananias

      10 de Dezembro de 2011 as 18:27

      Bernardino, o Carlos Stock não foi eleito. É por isso que eu digo e falo em ignorância. Vocês são todos ignorantes e nem sabem bem as funções e cargos que ocupam. Quem é que elegeu o senhor Carlos Sctok como ministro da Defesa e Ordem Interna? Diz-me isto, por favor! Desde quando o senhor Carlos Stock foi eleito ministro da Defesa e Ordem Interna. Isto é pura ignorância e depois não querem que se diga que é ignorância. Claro que é. E não me admira nada que ele mesmo deva estar totalmente convencido que foi eleito minitro da Defesa e Ordem Interna não obstante ter um curso de Direito. Percebem agora porquê que eu falo em ignorância? O senhor Joscom percebe agora a minha afirmação? Eu não tenho nada contra o senhor ministro Carlos Stock. Tenho tudo contra a ignorância e estupidez que nos envergonha como povo de que este governo é um caso único
      Ananias

      • rochinha

        11 de Dezembro de 2011 as 17:56

        Sr Ananias esperto não se elege ninguêm a cargo de ministro ms sim um partido, não entendo o seu problrma com o ministro de defesa

  11. Bernardino monteiro

    9 de Dezembro de 2011 as 23:37

    O meu sao tome, precisa de gente com capacidade
    Humilde compreensivel democratico inteligente
    Idonea,gente com sentido de responsabilidade rigor,e preciso esquecer o passado viver o presente e estudar mecanismo para resolver e desenvolver o meu sao tome, eu digo o meu sao tome porque acredito no futuro e na capacidade do meu povo

  12. Gé Borges

    10 de Dezembro de 2011 as 8:02

    Meus Caros
    Eu falo em especial ao tema… e em particular aos Senhores como o Telmo, o Ananias e outros da mesma linha de pensamento…
    Meus Senhores!!! Que critiquemos todos e principalmente os Dirigentes deste País, e sem ofender em palavrões num Site Jornal, porque tras má imagem daquilo que já temos… e pior não sobrepondo os Simbolos Pátrios nestes conflitos.
    E daí pergunto: São esses individuos mesmo Santomenses!?
    Porque estão longe disso! Não sabem o que gostar de um País que tem, e isso demostra a educação e as politicas mediucres, e de interesses pessoais neste enfermo País. Já ninguem respeita a nada… e nem a própria Pátria… e aos Simbolos Nacionais… que um dia foi o esforço da luta pela Soberania dos “nossos”.
    É verdade que na escolha dos nossos Dirigentes, existem Personalidades que não deveriam lá estar… mas não só no Governo… em todas as areas dos Sectores Públicos. Se falam do Governo… já viram os C.Vs. dos nossos Parlamentares (DEPUTADOS)… uma vergonha, como sempre foi. Só porque é de um partido, seja ele ignorante, inculto, e só por ser populista, está ele sentado ali e votando nos assuntos claves do País… leis, OGE e outros…
    Bem haja STP

    Gé Borges

    • rochinha

      11 de Dezembro de 2011 as 12:35

      Concordo, queria eu vêr estas pessoas que estão a por em causa o profissionalismo do Sr Ministro se alguém eles na mesma posição, deixemos de politiquismos e contribui-ermos com bons comentários para desenvolvimento do nosso querido São Tomé e Príncipe

  13. Zezé

    10 de Dezembro de 2011 as 12:26

    Meus caros, sobre os vossos comentários, a que se respeitar, pork são opiniões pessoais. Entretanto, quando emitimos uma opinião, devemos fazê-lo de forma coerente, desapaixonada e munidos de algumas informações importantes e necessárias que fundamentam a nossa referida opinião. Para dizer o seguinte, no meu ponto de vista:
    1. Verdade é, e indiscutível que a região autónoma do Príncipe vem atravessando inúmeras e difíceis situações para garantia de uma vida humana decente.
    2.Verdade é que tem havido muitas promessas fúteis e muitas evasivas.
    3.É também verdade que em São Tomé todo o povo não vive a grande e a francesa, nem a árabe, mas sim há um pequeno grupo de indivíduos e seus familiares próximos que não sabe o que é o pequeno almoço com chá e pão sem manteiga sequer.É tudo de bom e do melhor, as crianças fazem do queijo a bola de fotebol, enquanto muitos filhos de zés povinho se comerem queijo um dia, julgam ser veneno, é só um exemplo.
    4. Mas não é por isso que vamos queimar a bandeira, destruir edifíficos, envenenar a água potável de abastecimento colectivo; devemos sim atacar físicamente os causadores da nossa desgraça, seus familiares e gerações todas se for necessário. Desde o governo até aos deputados todos que não estão alí a fazer nenhum, senão resolver e verem atendidos as suas necessidades pessoais, pork têm acções em negócios A, B ou C.
    & Um País sério, os deputados das diferentes comissões têm por obrigação chamar a comunicação social, efectuar visitas de surpresas aos sectores e locais que são das suas competências e denunciar publicamente todas as irregularidades sem haver sensura nas informações nos órgãos de Comunicação sócial. No parlamento deve estar um grupo assistente representante da população civil.
    Este País não dará passos nenhum enquanto o pensamento do políticos se mantiver como está e a corrupção não acabar ou diminuir.
    Como se justifica que um estrangeiro Libanês no país, em certo negócios, para passar um cheque para ser levantado, este mesmo cheque tem que ter assinatura de uma iminente figura política deste País.Disse o tal Libanês ao interessado no cheque, tendo minha ssinatura falta do senhor…, senão não val. Isto é gravoso, e eu Zezé, e não só, um grupo de Zezés, sabemos o nome deste político. Vamos dizê-lo mais tarde e exibir os cheques já assinados.
    Querem vender até os bebés que estão nas barrigas das suas mães, outros que ainda nem sequer nasceram.
    Que pena…O Nome desse Político será tornado público brevemente junto da ua assinatura no cheque, como fizeram com os juízes.
    Fiquem atento a vossa queria Zezé da Bunda.

  14. Elnis

    10 de Dezembro de 2011 as 13:29

    De verdade que ha ainda muito ignorante neste país, em nenhuma parte do mundo quando queremos revindicar algum acto de maneira nenhuma se quema o simbulo nacional que é a nossa bandeira nacional, preferia que fizessem uma revolta ou mesmo queimar os carros dos governantes em vez de queimar a nosso simbulo,quendo se chama alguem ignorante tem que ver quem é na verdade é. Em Libia e outros paises Arabes fizeram revolta mais nunca queimaram a sua propia bandeira se queremos ter razão faremos de outra maneira.

  15. zeme almeida

    10 de Dezembro de 2011 as 14:32

    Tantos competentes que passaram pelos governos e o País está como está!Somos tão ignorantes em idicar o dedo aos outros de sermos o mais competente,porquê?O que está em causa é o simbolo nacional que foi vandalizado por pessoas com fraco pensamento de reflexão.O senhor que nos antecedeu com comentarios com ataques directo a pessoa do senhor ministro de defesa não passa de uma pessoa de fraca mimoria.Viva a todos aqueles que derramaram o seu sangue por causa justa(a nosssa idependenciaa.Viva a bandeira nacional da RDSTP.

  16. zeme almeida

    10 de Dezembro de 2011 as 14:35

    Quero dizer:(indicar o dedo)

  17. Paz

    10 de Dezembro de 2011 as 14:41

    concordo que os autores que queimaram a bandeira nacional sejam sancionados , não ha motivos para tal cruel acto ,é uma ofensa para a nação como un todo .

    • Ponta Mina

      10 de Dezembro de 2011 as 16:49

      Ninguém percebe uma parte da nossa classe política, que, todos os dias, num mundo cada vez mais complexo e global, dá passos credíveis para a sua auto-destruição levando consigo milhares de pessoas que constituem o suporte comunitário do referido país.
      De facto, o que é que faz um país, ou melhor, um primeiro-ministro de um país, desprezar, neste momento complicado da conjuntura internacional, um empreendimento empresarial com as características daquele que um empresário Sul-Africano quer construir na ilha do Príncipe, só porque se acha dono do país, ou herdeiro natural de uma classe política com especiais privilégios no mesmo, que pode, muito bem, fazer aquilo que lhe apetece, em detrimento de criação de condições para a melhoria de vida de toda a população deste mesmo país? Quem lhe deu estes poderes? O Príncipe, ou melhor, S.Tomé e Príncipe, é do senhor Patrice Trovoada? Quem lhe deu este direito especial que nenhum outro dirigente político ousou reclamar?
      Vamos por partes.
      Percebo a complexidade e rejeição do problema relacionado com a queima de bandeira nacional no Príncipe por cidadãos nacionais daquela parcela do nosso país. Parece-me razoável a condenação do acto em si. Todavia, parece-me ultrajante e incompreensível que a mesma propalada elite, que de forma expedita condenou tais actos, se acantona em esconderijos, invulgarmente bem construídos, quando o referido primeiro-ministro, deste país, resolve hipotecar as condições de desenvolvimento de uma parte do mesmo (e no fundo da sua totalidade) só porque: embirra com a população daquela parcela do nosso território; não gosta dos seus representantes políticos ou, em alternativa, se acha invulgarmente dotado de competências extraordinárias que lhe permitem destruir, cultural, económica e socialmente, aquela parcela da nossa terra ou, eventualmente, tenha planos para complicar a vida do referido empresário, criando barreiras, obstáculos legais, fiscais ou de outra natureza, para recolha de dividendos pessoais e financeiros resultante da concretização da referida operação empresarial.
      Eu não sei, em concreto, qual daquelas hipóteses merece um ângulo de visão mais desenvolvido porque as peripécias ou mistérios em volta do caso são incompreensíveis.
      A região autónoma do Príncipe, sob coordenação dos seus representantes políticos, decorrente das condições criadas com a entrada em vigor do novo Estatuto Político e Administrativo da referida Região, trabalhou e conseguiu atrair investimentos estrangeiros, para a referida região, na ordem de milhões de Euros, para dinamizar a sua economia, que se encontra debilitada, como consequência do abandono e destruição do seu tradicional sector produtivo e problemas crónicos de dupla insularidade. Não foi uma tarefa fácil, tendo em conta as performances da economia mundial, neste momento, e as condições que a região poderia fornecer, como contrapartida, relativamente aos outros concorrentes mais ou menos longínquos. Em qualquer lugar do mundo, esta árdua tarefa realizada por políticos de uma região, seria sinónimo de glória, de reconhecimento ou de distinção inter-pares. Pois, não é fácil, neste momento, mobilizar investimentos estrangeiros em qualquer latitude, tendo em conta os constrangimentos de natureza económica e financeira prevalecentes.
      O que é, todavia, que aconteceu a seguir?
      O senhor primeiro-ministro e seus fiéis sequazes ministeriais (como diz um amigo meu) andam a fazer tudo o que está ao seu alcance para travar esta iniciativa do governo regional, pressionando o referido empresário, em todos os aspectos, dificultando a vida do mesmo de todas as formas, para que o empreendimento empresarial não vá para frente. Ninguém, de boa fé ou dotado de racionalidade mínima, compreende que, numa altura destas, com este enquadramento da economia mundial, um país, que dependa em mais de noventa por cento do contributo de doações internacionais para preencher os requisitos financeiros do seu orçamento do Estado, possa abdicar deste empreendimento empresarial que acrescentaria valor, escala e diversidade, à nossa economia, só porque um primeiro-ministro e seus sequazes não querem que isto aconteça. Porquê? Com que finalidade? Como é possível que um país que não tenha dinheiro para nada e passa a vida a pedir dinheiro emprestado para sustentar o seu orçamento de Estado, em mais de noventa por cento, possa abdicar, sem explicações plausíveis ou compreensíveis, de um empreendimento empresarial desta envergadura transformando-nos num caso ímpar, num mundo cada vez mais competitivo, só porque o primeiro-ministro e seus sequazes não querem que isto aconteça? O país é do senhor Patrice Trovoada? O país é do ADI? Qual é a razão desta auto-flagelação para um país que deveria criar condições, paulatinamente, com maior e mais diversificado investimento estrangeiro, para diminuir os níveis da sua dependência crónica ou pedinchice?
      Ninguém compreende esta conduta de um primeiro-ministro que passa a vida a viajar para, supostamente, pedir dinheiro para sustentar o seu orçamento de Estado e, estando criadas as condições, para diminuição deste propósito, com mais e melhor investimento estrangeiro e melhoria do enquadramento fiscal associado, o mesmo primeiro-ministro cria condições para que tal propósito não se concretize. Porquê?
      Dizem-me, em conversas informais, que o referido primeiro-ministro e seus sequazes querem, para viabilização do referido empreendimento, ser sócios do referido empresário e procuram, por todas as formas, recorrendo a todos os tipos de obstáculos legais, existentes ou não, criar condições para impor esta vontade ao referido empresário. Um país com ministros desta envergadura e primeiro-ministro deste calibre estão reunidas as condições para a nossa ruína colectiva. É para isto que o senhor primeiro-ministro anda a proclamar a transparência e combate à corrupção no quintal? Se é esta a prática do senhor primeiro-ministro, dificilmente estão criadas as condições para a diminuição dos níveis da nossa dependência crónica, pois, segundo me dizem, o referido empresário recusa tal propósito e está decidido a ir-se embora mesmo perdendo uma parte do dinheiro já investido. Isto parece uma loucura! É óbvio que o senhor primeiro-ministro não se preocupa com isto porque quem, no curto prazo, mais tem a perder são os trabalhadores do referido empresário, no Príncipe, que irão perder os seus empregos e salário, depois de um ciclo aparente de modificações, e continuar a alimentar, na ilha, o ciclo crónico de pobreza.
      Não sendo ingénuo, só agora começo a perceber as razões, de pouco ou nulo investimento estrangeiro no país, não obstante as condições existentes, por exemplo, para o desenvolvimento do turismo nacional.
      Para quê que o país precisa de um governo assim? Por que razão somos assim como povo? Por que razão as nossas instituições permitem que estas coisas aconteçam?
      É óbvio que tudo isto serviu de rastilho para acender um fogo que já estava prestes a acender no Príncipe que culminou com a “queima da bandeira nacional” e outras manifestações. Uma população, em qualquer latitude, quando sente que está em causa a sua sobrevivência, resultado de abusos de poder, corrupção e tiques autoritários, de pessoas cujas funções seriam criar condições para que elas fossem felizes, entram em estado puro de “irracionalidade respeitável”. Como é que elas irão comer? Como é que elas irão vestir? Como é que elas irão educar os seus filhos? Como é que elas poderão ser felizes? Como é que elas poderão exercer a sua cidadania? Não será isto mesmo que o primeiro-ministro e seus sequazes querem?
      Ponta Mina

      • Paz

        10 de Dezembro de 2011 as 17:48

        Mesmo numa recolução como aconteceu na tunisia , libia e por ai fora , não se ha visto queimar a bandeira nacional para estar contra o poder .O governo ganhou as eleições , no entanto pode ter demonstrado incompetencia e falta de credibilidade , mas outras formas de demonstrações contra podem usados . A queimar a nossa bandeira nacional não se esta demonstra o desprezo para contra o governo mas sim contra a nossa nação (São tomé e Principe),é uma mera opinião

        • Paz

          10 de Dezembro de 2011 as 17:49

          revolução*

      • Gregório

        10 de Dezembro de 2011 as 21:55

        Porquê que os nossos governantes são assim? Xiê! Se existe alguém que quer investir na terra, tem o seu dinheiro para fazê-lo, porquê que estes dirigentes tem que correr com olho comprido, ladrões e corruptos, a exigir que sejam sócios destes negócios? Credo Deus Pai Todo Poderoso. Estamos muito mal. Muito mal mesmo. Enquanto existe uma grande quantidade de jovens desempregados a procurar uma hipoótese de emprego o senhor primeiro-ministro está a impedir o empresário de investir só porque quer ser sócio neste negócio? Sinceramente, é muito triste isto tudo. Que raio de gente é esta que pensa que o país é deles? Credo. Credo. Credo terra. Até um dia se Dues quiser isto vai acabar. O povo do Príncipe tem toda a razão. Para mim em vez de rasgarem ou queimarem bandeira deviam queimar este primeiro-ministro e todos os ministros vivos. Malvadez só querem tudo para eles.
        Gregório

      • Adão

        10 de Dezembro de 2011 as 22:17

        O povo tem de correr com esta gente para rua. Quem tem uma atitude desta perante um investimento estrangeiro não pode merecer a confiança do povo. Sinceramente estamos entregues à bicharrada. Eu pensei que estas coisas já tinham acabado no nosso país.Este homem anda a falar em combater a corrupção afinal de contas… Kidalêo.
        Então pôrquê que andam a dizer que não há dinheiro para orçamento, que o país não produz nada, que temos de trabalhar mais. Qual é o país que rejeita investimento estrangeiro numa altura desta? Nem América faz isto mas nós estamos a fazer. Eu se fosse este empresário não dava um tostão a este primeiro-ministro nem admitia que ele fosse meu sócio. O país é de pai dele. Ele quer ser sócio ou quer fazer sua empresa deixa política e transforma em empresário. Ninguém mandou ele ir para politica.
        Adão

      • Genó

        11 de Dezembro de 2011 as 0:04

        Fiquei de queixo caído. Sim senhor.Estes governantes são terríveis.

      • Mário

        11 de Dezembro de 2011 as 14:20

        Quem diria que este é homem é assim, depois de tantas promessas e palavras ditas de combate à corrupção. São todos farinha do mesmo tacho. Só pensam neles e em mais ninguém. Por isso estou de acordo com a população do Príncipe. Fizeram muito bem. Acabou a condescedência para com corruptos que só querem mal do povo. Uma pessoa sofre e vai sofrendo convencido que as coisas estão a mudar afinal de contas eles vão abusando porque sentem que o povo tem medo e não reagí. O povo do Príncipe é bravo e não é estúpido. Fizeram muito bem. Deveiam queimar esta gente juntamente com a bandeira para eles aprenderem. Onde se viu uma coisa dessa prejudicar uma população inteira com injustiças e marginalização. Continuem a vossa e nossa luta. Estas injustiças têm de acabar.
        Mário – odivelas / portugal

    • Ananias

      10 de Dezembro de 2011 as 18:37

      A primeira coisa que bteíamos de fazer seria acabar com este hábito de ignorantes, corruptos e desajeitados ociuparem cargos de ministros e de outro tipo. Um pais com governantes que não se dão ao respeito só pode dar na bandalheira, na anarquia, no caos. Ora, o que dfeveríamos fazer é mudar, em primeiro lugar, esta mentalidade. Sermos exigentes na construção de soluções de governação para o país, para podermos ter condições de exigir de outros, incluindo cidadãos, outros níveis responsabilidades. Quando se vai buscar ministros que não sabem falar, não sabem o que é que andam a fazer nos respectivos ministérios, que passam a vida a andar de carros para cima e para baixo, que não conseguem construir um plano ou doutrina para o ministério que representam, estamos condenados a ficar eternamente no deserascanço. O país não avança. Logo, estão criadas as condições para acontecer estas coisas d bandeira queimada e outras. Se aquilo que a populaçã vê, como governantes, são pessoas inúteis, que criam problemas em vez de ajudar, para quê que serve ter um governo?
      Ananias

  18. poster

    10 de Dezembro de 2011 as 17:09

    Ao meu ver, tendo em conta o estatuto que a bandeira ocupa num pais soberano, devemos ao agir não colocar de modo algum o Património tão relevante que é a “Bandeira Nacional” em causa, pelo que posteriormente constituirá uma ameaça ao país, mas neste aspecto trata-se de um assunto interno em que parte por base o descontentamento da população, em que sob o meu ponto de vista não deveria terminar neste acto, mas se assim ocorreu significa que o descontentamento é muito profundo, na medida em que a teoria aos olhos da população não condiz com a prática, contudo vós digo grande povo e grande nação, temos que embora com graves problemas saber agir e controlar-mo-nos antes de agir, pelo que a nossa acção poderá colocar em causa a integridade nacional, portanto “todos seres humanos são livres e iguais em dignidade e em direito, devem agir uns para com os outros num espírito de fraternidade”, porém a acção não tem um autor definido se tiverem que punir alguém dando o meu parecer devem punir a população em geral.

    • Daniela Rodrigues

      11 de Dezembro de 2011 as 17:08

      O senhor deve estar maluco. Não sabe o que diz. Experimenta culpar ou fazer mal a uma pessoa que seja do Príncipe para o senhor ver o que acontece. Experimenta. O senhor não deve conhecer esta população. O senhor deve estar convencido que somos como vocês que aceitam tudo. Venha fazer alguma coisa a população do Príncipe.Eles fizeram muito bem e deviam queimar também todos os políticos juntamente com a bandeira.
      Dady

  19. luisó

    10 de Dezembro de 2011 as 18:57

    Direito à indignação…

  20. Vane

    10 de Dezembro de 2011 as 23:34

    Socorro!
    Agém pode me passar um potente produto de limpeza, para desinfectar a politica de STP?

  21. Vane

    10 de Dezembro de 2011 as 23:35

    Alguém pode me passar um potente produto de limpeza, para desinfectar a política de STP?

  22. Pedro Cassandra

    11 de Dezembro de 2011 as 6:32

    Prezados irmãos. Chega a ser espantoso a forma como nós santomenses encaramos os diversos problemas do nosso País. A maioria das pessoas que opinão nesse forum-jornal, não consegue faze-lo sem antes pensar em partidos politicos. Nunca antes na historia dessa nossa jovem nação se criticou tanto um governo quanto se faz agora com o governo do ADI. Eles merecem ser criticados, talvez sem margens de duvidas,( pelo controle exagerado da comunicação, pela inexperiência talvez, pela arrogancia talvez,etc etc.). Mas se fizermos uma analise sem pensar nos tachos que teriamos se o nosso partido estivesse no poder talvez a postura seria outra. Esse governo tem ano e meio no poder e exige-se mundos e fundos deles , numa altura totalmente conturbada mundialmente, grandes economias mundiais se entrando na lama etc, etc. Por outro lado percebe-se de algum modo , a maneira menos experiente desse governo, porém, durante 35 anos passaram-se mais de 13 governos com figuras ditas experientes mas no entanto nada mudou. Os filhos do principe morriam afogados no mar e nunca ninguem teve coragem de queimar bandeiras, filhos do principe não podiam continuar os estudos porque n havia liceu ali , mas ninguem queimou bandeira. É triste como nós mesmo cidadão comuns deixamo-nos enganar por esses senhores, que vivem no ” leguela” e acabamos a se quer pensar as nossas ações, ou atitudes. CADA POVO TEM DIRIGENTE QUE MERECE, estamos nesse sufoco todo porque merecemos isso, somos egoísta e maus demais,não conseguimos pensar no coletivo, essa que é a questão.

    Por outro lado, se essas criticas todas forem um abrir dos olhos dos cidadãos santomenses, so posso dizer enfim começamos a “despertar” para as questões da nação.

    • Moreira

      11 de Dezembro de 2011 as 17:46

      Senhor Pedro Cassandra

      O senhor começa por dizer que as pessoas politizaam muito as coisas para finalmente concluir na sua intervenção dizendo que não se deve criticar o ADI. Xiê! Mas afinal de contas quem está a politizar as coisas? As pessoas estão a emitir a sua opinião e grande parte delas nem sequer estão a mencionar nomes de partidos políticos. Estão a falar em injustiças que foram e estão a ser cometidas contra a população do Príncipe desde 1975. Que eu me recordo ninguém falou no MLSTP, ADI ou outro partido qualquer. Muito embora a atitude deste primeiro-ministro contra o Príncipe seja muito evidente. Ele quer matar a população do Príncipe por isso está na altura do povo sair para a rua. Nenhum povo gosta de morrer às mãos de politicos. Se o senhor quiser morrer o problema é seu. O senhor deve ser um dos privilegiados, deve ter um bom tacho, e dinheiro para ir vivendo a sua vida e andar a gozar com o população que não corre o risco de perder o seu emprego por causa deste senhor. Eu só lhe digo uma coisa. Se os meus familiares perderem o mínimo que eles têm com este emprego por causa deste primeiro-ministro até o senhor e o seu amigo primeiro-ministro serão queimados. Eu já não aturo esta gente. Estou cheio até ao pescoço desta gente.
      Moreira

    • Bruno

      12 de Dezembro de 2011 as 11:08

      Esta gente é ruim. E este primeiro-ministro tem uma missão específica. Dar cabo do nosso povo. S.António Poderoso há-de por ele cego, surdo e mudo quando ele pensar em dar cabo da nossa terra. Esta é hora de união. Eu acho que aquilo que aconteceu foi muito bem feito. E as coisas ainda estão no início. Está na hora de acabar com esta falta de respeito pelo povo do Príncipe. A brincadeira tem de acabar. Onde é que se viu uma coisa destas? Querer humilhar um povo, desprezar um povo. Ele se quiser fazer isto vai fazer com os patrícios dele. Aqui não.
      Ainda agora fizeram uma grande central termoeléctrica em S.Tomé que custou quase 20 milhões de dólares. Nesta altura eu não vi ninguém reclamar que não há dinheiro. A grua caiu cá no Príncipe há dois anos e estão sempre a dar volta que não há dinheiro e outras coisas. Isto é uma falta de respeito. Taiwan anda a pescar nas águas do Príncipe e anda a finaciar projectos como central termoelétrica, escolas e outros projectos só para S.Tomé. Quem paga tudo isto? É peixe que eles vêm pescar nas nossas águas cá do Príncipe. Admite-se uma coisa destas? Quer dizer, Taiwan pode pescar cá nas nossas águas, dar cabo dos nossos recursos pesqueiros, pagam milhares de dólares ao goverbo central e o Príncipe que paga a conta fica a chuchar no dedo na miséria, na pobreza enquanto os senhores ministros ficam na engorda a dizer que não há dinheiro para nelhorar o orçamento do Príncipe e combater os problemas sociais existentes cá na ilha. Isto pode ser? Isto não é uma humilhação? Os recursos do país têm de ser distribuídos com justiça. Não se pode usufruir dos recursos de uma região, só porque somos irmãos, e quando é o momento de ficar com o bolo ele é repartido todo para umm lado e o outro fica sem nada. Isto tem de acabar. O povo tem de mandar uma carta para todas as embaixadas em S.Tomé cujos países exploraram recursos pesqueiros do Príncipea denunciar estes abusos. Chega de abusos.
      Desculpem este desabafo mas eu já estou lixado com estas injustiças todas.
      Dizem que somos irmãos, que devemos conversar mas este primeiro-ministro está a lixar a ilha do Príncipe. Se for para sermos irmãos nestas condições eu não quero. Tem que haver justiça.
      Bruno – Ilha do Príncipe

  23. Sintra

    11 de Dezembro de 2011 as 13:32

    Espero que sejam severamente punidos. Só porque viram na televisão pessoas a agirem desta forma decidiram também fazer.

    • genoveva

      11 de Dezembro de 2011 as 17:04

      a população do príncipe fez muito bem. deviam queimar também os corruptos juntamente com a bandeira. isto é que seria bom. maldita gente. só querem bem para eles e para a família deles. viva o povo do príncipe. onde já se viu uma coisa desta de marginalizar uma população inteira deixando-a na miséria. diabo leva esta gente para inferno.
      genoveva

    • Thais

      11 de Dezembro de 2011 as 20:13

      Sinceramente, a população do Príncipe deu-ma a maior alegria nestés últimos tempos. Se o nosso país todo tivesse gente como essa este país não estaria neste estado. Eles sabem que o povo é pacífico é por isso que abusam. Quem deveria ser queimados, juntamente com a bandeira eram estes´governantes todos. Deviam ser metidos numa casa e queimados. Não é justo aquilo que têm feito com o povo do Príncipe. O povo de S.Tomé deve aprender com o povo do Príncipe.
      Thais

  24. Meg

    11 de Dezembro de 2011 as 19:13

    minha gente meus amigos de téla nón
    vçs de santomé sempre tiveram inveja das pessoas da ilha do principe.sim o que fizeram ñ o poderiam ter feito mas é só um pano com simbolos mas ó minha gente são povo k estam revendicando a fome,o mal trato k nossa ilha bonita pequinina e acolhedora principe esta passando e esta um esta de calamidade é assim k vçs de san´tomé kerem ver-nos né..kerem ver principe destruido,abandonado fasami um favor vçs sempre tiveram inveja de nós do principe e por favor é só uma bandeira… e fizeram muito bem em queimar sim…e se poderem façam mais assim os curuputos k vçs memso colocaram no poder ver k coisa ñ está pra brincadeira…

  25. Meg

    11 de Dezembro de 2011 as 19:16

    e tem mais se o homensito rico ker comprar o pk k governo central ñ ker dixar pk..kerem ver principe mais destruido do k já está…

  26. SUZANA

    11 de Dezembro de 2011 as 19:44

    MEU DEUS, ONDE JÁ SE VIU ? …

    • Domingas

      11 de Dezembro de 2011 as 22:06

      Este estado de decadência define bem a nossa realidade como país. Se o país não tem dinheiro, como dizem, porquê que isto não é reflectido em todas as suas parcelas? Porquê que se faz um Liceu novo em folha em S.Tomé e no Príncipe não se faz nada?
      Porquê que se faz estradas novas em S.tomé e quando toca ao Príncipe corta-se no orçamento do Governo Regional com o argumento que não há dinheiro?
      Porquê que se faz Docas Pescas em S.Tomé e quando toca ao Príncipe nem uma grua podem dar condições financeiras ao governo Regional para comprar porque não há dinheiro para orçamentar?
      Porquê que os projectos de investimentos, públicos e privados, são analisados e rapidamente implementados em S.Tomé, e no caso do Príncipe começam a criar dificuldades legais, fiscais e de outros tipos para a sua admissão?
      Porquê que se cria condições com Sonangol para tornar o aeroporto e porto de S.Tomé mais moderno e operacional, o que é legítimo, mas quando um empresário quer investir no Príncipe para modificar as condições de vida da sua população não permitem, começam a criar obstáculos e entraves?
      Porquê que se cria condições para que a Sonangol invista rapidamente na aquisição de máquinas de última geração para facilitar as tarefas de trabalho no Porto de S.Tomé e no Príncipe, durante dois anos sem grua, não se pode criar condições para a aquisição de uma nova que facilita a descarga de bens para esta ilha, tornando tal tarefa num autêntico milagre?
      Porquê que se marginalizou a ilha do Príncipe do processo de Cabo submarino e em S.Tomé já se festeja a chegada de banda larga e nem se importa com o futuro desta ilha proibindo um empresário de investir nela para ajudar o seu desenvolvimento?
      Porquê que o Príncipe tem que ficar sem nenhum tostão do rendimento que se faz com contratos de pesca com países estrangeiros, para pescar na sua zona marítima, delapidando os seus recursos pesqueiros, e, é, no entanto a zona mais deprimida do ponto de vista económico e social?
      Porquê que se reduz custos de vida para a população de S.Tomé, em vários aspectos, sobretudo no domínio alimentar, e, no entanto, em relação ao Príncipe, o senhor primeiro-ministro anuncia melhorias mas faz exactamente contrário, aumentando os preços de passagem de avião e priva a região de meios de transporte marítimo para realização de negócios e transporte de mercadorias entre as duas ilhas?
      Porquê que se anuncia que não há dinheiro para melhorar o orçamento de uma região ou ilha que está abandonada pelo governo central e apresenta sérios problemas sociais e, no entanto, se aumenta para dobro a despesa relacionada com deslocações para estrangeiro de pessoal do governo central?
      É isto que o povo do Príncipe não compreende e, penso eu, ninguém no mundo percebe. Isto não tem nada a ver com MLSTP, ADI, PCD, ETC. São todos famílias do mesmo tacho. Só que, quem tem feito o pior ao Príncipe, neste momento, é o senhor Patrice Trovoada que, obstinadamente, quer matar este povo. Deus é Grande! Deus é Grande! Deus é Grande!
      Por isso a resposta do povo tem que ser o mais dura possível, senão morremos todos. Quem quer matar um povo, por obstinação, não merece governar um país.
      Domingas

  27. Digno de Respeito

    12 de Dezembro de 2011 as 4:24

    Caros Abel Veiga,

    Aconselho-o a normalizar este fórum mediante um critério claro, objectivo e com imparcialidade. Estamos perante um assunto bastante melindroso perante a NAÇÃO. Por conseguinte, utilizar meios para o insulto público e de forma “sacaz” e impiedoso, é mesmo que incitar violência entre terceiros. Tenha em atenção, se é que existe moderação neste espaço, o mesmo deve ou deveria ser FUNCIONAL.

    A democracia implica liberdade, respeito e responsabilidade. Espero que entenda o que quero eu dizer-lhe em poucas palavras. Ao restantes cibernautas, aconselho-vos cautela e contensão no modo da abordagem porque queremos solução e não problemas.

    Acho que estaríamos a cultivar a nós e os nossos filhos, se tivermos um comportamento ou atitude positiva.

    Basta e algumas asneiras que por aqui passam!

  28. Ke kwa

    12 de Dezembro de 2011 as 8:22

    É preciso que haja contençao tanto por parte do governo assim como por parte dos autores deste acto condenável e que o fizeram em nome do povo de Principe como deu para entender nos comentários que aqui li. A Bandeira nacional representa o povo e quando é esse mesmo povo a queimá-la algo não está bem. Nao se pode anunciar medidas sancionatórias aos que queimaram a bandeira sem antes dizer o que se pretende fazer para resolver os problemas que estiveram por detrás desta atitude. O povo Libio viveu durante 42 anos com uma Bandeira Verde que todos respeitavam e se emocionavam diante dela mas quando o mesmo povo zangou rasgou a bandeira verde e queimou-a, com isto quero dizer que a bandeira é de facto algo “sagrado” mas quando o povo zanga pode trocá-la.

  29. Mimi

    12 de Dezembro de 2011 as 8:29

    Penso que é altura de buscar as razoes para tamanha manifestaçao de descontentamento e trabalhar com os descontentes e seus apoiantes para se encontrar um ponto de entendimento, respeito e vontade de prosseguir no bom caminho. Ao se punir os infratores, que talvez nem fizessem ideia que estavam a cometer tamanha infracao, nao se resolve o problema e corre-se o risco de provocar ainda mais a rebeliao. Nao quero dizer que o mal passe impune mas tem que se fazer mais além de punir. Deve-se aproveitar também esta oportunidade para incutir valores na nossa sociedade. Quantos de nós sabemos quais e o que sao os símbolos da pátria?

  30. Adonilo Cotrim

    12 de Dezembro de 2011 as 9:15

    permitam o meu pequeno raciocino.
    não se pode brincar com as vidas das pessoas e nem tão pouco com as suas seriedades. e quando fazem isso é normal que surja esses tipos de constrangimento. no governo e parte técnica do desenvolvimento de qualquer país republicano e democrático, por décadas o governo de STP tem demonstrado fracassos, que ainda não foram capazes de acidentar a razão, ou estão a fingir que não sabem, Qual de nós daria a um mecânico uma planta de casa e esperasse de ele uma boa obra? hummm!!! é possível até que a casa seja boa, mas se sair mal todos reclamam da casa, até quem não sabe de nada.Já chega de uma pessoa ser ministro de sector A, B, C, D, enquanto a sua competência era apenas para A. caso contrario a construção da casa STP após 12 Julho 1975 não terá progressos. e vão surgir conflitos, e que é normal. estamos num mundo globalizado.

  31. Carla

    12 de Dezembro de 2011 as 10:01

    Por favor Dr Patrive Trovoada impede Toze Cassandra de vender principe aos Sul Africanos. O Toze esta obsecado pelo dinheiro e esta pondo a nossa dignidade em causa , se reparar metade do principe ,ja esta vendido ao home da lua ,com contratos que prejudica a proxima geraçao,os nossos filhos e netos não terão terras,praias nem lugar de viver,enquanto os amigoas sul africanos ja têm um pdaço no principe.
    Repara eles sao racistas por natureza e brevemente eles vão dividir o principe em duas partes um para brancos e outro para pretos e os pretos serão escravos.

    Por favor a familia cassandra pense bem agora para viveres em paz amanha porque se não vamos cobrar no futuro.

    Nós não estamos desgraçadamente atras de dinheiro as nossas terras vão custar 20 a 30 vezes mais daqui a 15 anos

    • Ananias

      12 de Dezembro de 2011 as 17:04

      Eu até preferia que el vendesse, juro. Seria melhor do que estar dependente desta gente que nos trata desta forma. Que mal é que eu fiz para ser desconsiderado assim? Se eu, como natural do Príncipe, faço parte deste país não tenho direito a usufruir dos mesmos privilégios que os naturais de S.Tomé? Mas q

    • Bruno

      12 de Dezembro de 2011 as 19:39

      Carla, a forma como falas vemos logo que tu és uma vindoura, como se diz aqui no Príncipe. Todos os vindouros têm este mesmo tipo de palavras. Como vindoura que és estás convencida que com esta lata o povo do Príncipe vai, mais uma vez, ser enganado como o teu conterrâneo Patrice nos enganou. Tira o teu cavalinho da chuva. Chega de abusos contra a população do Príncipe. O Príncipe não é do senhor Patrice. Pergunta-o quando ele entregou o aeroporto e porto de S.tomé aos Angolanos se ele pensou que estava a vender S.Tomé para Angola. É isso que você deveria preocupar em saber. Quer dizer, em S.Tomé o teu conterrâneo Patrice pode entregar porto, aeroporto, EMAE, ENASA, Portoalegre, Monte Café e outras roças para projectos empresariais privados que vem desenvolver o país. No entanto, tu como natural do Príncipe, achas que nós não podemos entregar algumas roças que estão abandonadas para um grande projecto empresarial que vai mudar radicalmente o Príncipe. Sinceramente, eu aposto todo o meu dinheiro de vencimento que você Carla não é do Príncipe. Uma pessoa do Príncipe não pode, de maneira nenhuma, pensar desta forma. Ou seja, para você eles em S.Tomé podem entregar estas parcelas de terra e empresas para ser exploradas por estrangeiros e serem rentáveis e criar mais postos de trabalho e desenvolver o país, no entanto, tu mesma, vens dizer ao teu conterrâneo Patrice para não fazer o mesmo no Príncipe porque o Tozé está a vender o Príncipe. Nenhum natural do Príncipe pode pensar uma coisa desta. Caso contrário o que você deveria fazer, em primeiro lugar, era dar conselhos ao teu conterrâneo Patrice para não entregar o aeroporto, porto, ENASA, PortoAlegre, Monte Café e outras roças aos estrangeiros. Já imagino o que os verdadeiros min´yê genuino estão a pensar de ti. És vindoura e estás infiltrada para também dar cabo do Príncipe.
      Bruno

      • Tomóteo

        13 de Dezembro de 2011 as 12:55

        Grande Bruno! Esta foi muito boa. De facto eu não estava a ver isto. Quer dizer, em S.Tomé eles podem entregar roças e empresas para outros países explorarem e criar emprego para os jovens desempregados. Quando toca ao Ptíncipe isto já não pode acontecer porque estamos a entregar roças para estrangeiros, porque assado, porque cozido. Sinceramente! Que gente meu Deus. S.Sntónio do Príncipe, Todo Poderoso, salvai-nos desta gente. Eu nunca esperi que esta gente fosse tão malvada. Que mal é que nís fizemos, meu Deus? Até quando meu Deus? Isto é serviço, minha Nossa Senhora?! Meus irmão do Príncipe, peço-vos por favor, lutai até vocês conseguirem libertar-nos desta situação. O Príncipe não pode continuar neste estado. Sinceramente, eu nunca esperei ouvir uma coisa desta. O quê? Quer dizer nós estamos proibidos de desenvolver a nossa terra porque não podemos entregar roças abandonadas para empresários investirem e criarem postos de trabalho para uma data de jovens que estão cá frustrados mas vocês em S.Tomé podem entregar Aeroporto, Porto, PortoAlegre, Monte Café, Ilhéu das Rolas, ENCO e outras coisas para Angola? Eu nunca esperi ouvir uma coisa destas? Quer dizer estamos condenados a morrer.
        A senhora Carla só pode ser vindoura como disse o outro senhor.
        Timóteo

  32. Iazalde santos

    12 de Dezembro de 2011 as 10:53

    O noso povu nao pode cometer eses tipo de vandalismo;

    • Badíu

      12 de Dezembro de 2011 as 21:44

      Não pode? Se o senhor sofresse como eu garanto-lhe que o senhor cometeria. Sabe o que é ser desconsiderado, maltratado, humilhado, marginalizado? Sabes? Sabes? Quem está no bem bom, com pequeno almoço, almoço, lanche, jantar e catorzinhas pode dizer uma coisa desta.
      Agora, imagina o senhor estar desempregado durante 8 anos e de repente aparece uma luz ao fundo do túnel com um empresário que veio investir e começar a criar emprego para o povo. A vida do senhor começou a melhorar e o senhor começou a ter possibilidade de, pelo menos comer duas refeições por dia. De repente aparece um maluco qualquer a dizer o empresário que está a fazer este grande trabalho que ele não pode investir mais e outras porcarias a faz com que o empresário se vá embora. O senhor acha que eu, que fiquei desempregado durante este tempo, estava magro e sem esperança nenhuma, perdi mulher incusivo, vou perdoar este político? Eu peço desculpa ao povo mas eu não perdou ele nem responsabilizo por aquilo que eu serei capaz de fazer.
      Fui

  33. Joscon

    12 de Dezembro de 2011 as 13:30

    Em resposta ao Sr. Ananias

    Caro Ananias,

    Li e reli com atenção todos os seus comentários nesta tribuna online. Achei desajustado e sobranceiro a sua resposta em relação ao cidadão, o Sr. Carlos Stock. Goste-se ou não da pessoa, devemos apoiar as políticas do governo para tirar São-tomé e Príncipe do marasmo.
    Tendo em conta a Acção Democrática Independente (ADI), liderada pelo primeiro-ministro Patrice Trovoada, venceu as eleições legislativas de forma directa e, tendo em conta a organização deste governo, pode-se constatar que há legitimidade política para escolher de forma indirecta as personalidades capazes de liderar às políticas deste governo. Em democracia quem ganha as eleições são os partidos, logo, os convidados para os cargos de ministros irão aplicar políticas de acordo com o programa do governo. Neste caso, comportam-se como eleitos pelos partidos e, os escolhidos para as pastas ministeriais são eleitos de forma indirecta, óbvio que irão aplicar o programa sufragado por este governo. Não há equívoco sobre isto, portanto, isto é ipis verbis.
    O Sr. Carlos Stock tem pós-graduação em direito, concluído em centro de estudos judiciários em Portugal (CEJ), lugar onde se formam os juízes Portugueses, uma das grandes escolas da magistratura judicial da Europa, portanto, meu caro Ananias, a sua argumentação cai por terra em afirmar que os juristas não sabem conduzir uma política de governo.
    A nossa democracia precisa de muito mais juristas para elaborar boas leis e não só, como na organização da administração Pública. Percebe-se o meu caro Ananias, o seu grande equívoco na elaboração das listas, pois os cidadãos independentes quando são convidados para ocupar uma pasta ministerial, vestem a camisola deste partido, portanto são eleitos de forma indirecta. Penso que Sr. Ananias anda um bocado distraído. Mesmo assim, aconselho-o a participar neste fórum com respeito e urbanidade para os demais leitores. Faça a crítica que quiser, desde que ela seja baseada em factos credíveis e, não em apreciações de juízo e de carácter. Um grande abraço.

    • Ananias

      12 de Dezembro de 2011 as 19:12

      Resposta ao senhor Joscon

      Não senhor Joscon. Ai está um grande erro seu. E presumo que o senhor seja jurista, o que é mais grave ainda, ou faça parte do governo tendo em conta a forma como faz a defesa do órgão em causa.
      Aquilo que eu aprendi, quando ainda estudava, leva-me a dizer-lhe que o sufrágio pode ser directo ou indirecto. É directo se os eleitores escolhem directa e imediatamente os seus representantes nos órgãos do poder ou, pelo contrário, é indirecto se os cidadãos eleitores escolhem entre si delegados seus incubidos de escolher os governantes através de uma nova eleição. Ou seja, o sufrágio é directo se o voto dos eleitores tem influência imediata na escolha final e é indirecto quando se limita a escolher um colégio de pessoas aparentemente qualificadas para proceder à eleição definitiva.
      O senhor está a fazer uma confusão tremenda com os referidos conceitos. Agradeço-lhe que se informe melhor junto dos membros do seu governo, eventualmente juristas, para lhe tirarem a dúvida.
      Portanto o cidadão Carlos Stock fazendo parte do governo não foi eleito, nem de forma directa ou indirecta. É por isso, aliás, que ele, individualmente considerado, não tem um mandato do povo e pode, muito bem, ser demitido pelo senhor primeiro-ministro, quando ele muito bem quiser. O mesmo já não se passa com um deputado que, de facto, tem um mandato do povo.
      Isto é aquilo que se aprende nas escolas o resto são puras divagações suas sem enquadramento académico.
      Eu volto a lhe dizer que não tenho nada contra o cidadão Carlos Stock. Acho todavia, que ele tem défice de algumas competências para a função que ocupa. Não se pode dizer isto em democracia?
      Ananias

  34. Fruta Pão

    12 de Dezembro de 2011 as 19:52

    Ananias
    Joscon e tantos outros que fizeram seus comentarios neste espaço sobre o valor da Bandeira Nacional têm razão. O seu ataque pessoal ao Carlos Stock de facto é doentio ou pessoal, porque de outra forma não se compreende.Já que parece ser pessoal, pela forma como ofende usando expressões não muito digna neste espaço atrás de um nome falso é demonstração de muita cobardia.Estamos em democracia pelo menos a liberdade de confrontos de ideias existe.Se o Ministro Carlos Stock está fazendo tão mal assim ao Pais como afirmas, assuma a sua identidade e contribua de forma direta com ideias na melhoria do achas que está mal que o Ministro não fez e deveria ter feito porque STP é nosso.Todos juntos somos poucos para levarmos este País pra frente rumo ao desenvolvimento para que cada anjo, cada mãe, pai e todos os sélves tenham um pão de cada dia.
    Viva STP juntos de mãos dadas.
    Fui-passô

    • Ananias

      13 de Dezembro de 2011 as 12:40

      Fruta Pão

      Não tenho nada contra o senhor Carlos Stock. Tenho tudo contra a ignorância e incompetência. Repare que vocês até nem sabem distinguir um sufrágio directo de indirecto confundindo as duas coisas. Que vergonha? E ainda tem a lata de se auto-proclamarem ministros e outras coisas. Tenham mas é vergonha. É este o nosso grande problema. Nunca seremos nada como país comportando tanta incompetência e ignorância nos altos cargos de organização do nosso estado. Todo o problema que está a acontecer no Príncipe reflecte este ignorância, irresponsabilidade e incompetência que é indesculpável. Os políticos não podem ter atitudes incendiárias, promovendo ódio,rancor e divisionismo no seio da população de um país e quando as consequências deste mesmo acto chegam, como o que aconteceu no Príncipe, acobardarem-se em divagações, patetices e desorientação como tem acontecido. Quem mandou o governo estar a ter este tipo de comportamento para com uma população perseguindo-a, marginalizando-a e criando condições para o que aconteceu viesse a acontecer? Um governante responsável faz isso? Um governante estadista faz isso? Um governante que quer progresso para o seu país faz isso? É este o problema, meu caro cuja definição só encontro duas palavras: burrice e incompetência. Eu sei que o senhor tem a plena consciência que se trata disto só que, provavelmente, não tem a liberdade para o dizer como eu tenho.
      Ananaias

  35. Sara

    12 de Dezembro de 2011 as 21:35

    Qualquer licenciado em Direito sabe que não é assim Joscon. Vocês também é ministro? Sinceramente!
    Sara

  36. Joscon

    13 de Dezembro de 2011 as 14:56

    Em resposta aos equívocos

    Prezados leitores,

    Pensei se valia a pena interferir e voltar a este tema, mas o respeito que os leitores do jornal Tela Non me merecem, não pude deixá-los indiferentes. O Sr. Ananias atacou de forma mordaz e com alguma truculência verbal, o Sr. Carlos Stock, chamando-o de ignorante em assuntos de Defesa e Ordem Interna e, não só, teve o arrojo de falar de forma sobranceira sobre a cidadã, Sr.ª Cristina Dias, em tom depreciativo e jocoso. O tipo de linguagem utilizado por este leitor constitui um vitupério ao bom nome das pessoas em causa.

    Quanto ao tema central que está para ser comentado com objectividade e imparcialidade, não foi comentado, aliás, pode-se constatar que há uma fuga para frente sobre este assunto, por omissão ou deixar andar, em vez de se retratar dos comentários desajustados proferidos.
    Respondo a sua questão, informo-lhe que não sou jurista de formação, tenho grandes conhecimentos nas áreas de medicina e de química-física, portanto, penso que este assunto está esclarecido.

    Penso que o Sr. Ananias não interpretou devidamente as questões que lhe coloquei, mas afirmo de forma peremptória que, no caso de São-tomé e Príncipe, quem ganha as eleições legislativas são os partidos. Posteriormente, o líder do partido que ganhou as eleições, escolhe as personalidades que bem entender (podem ser do partido ou independentes) para formar o governo. As personalidades escolhidas vão executar as políticas do governo.

    Caro Ananias, o acto de eleger não está circunscrito só ao estudo do direito, também é muito estudado em ciência política, em filosofia e no estudo da língua Portuguesa (dicionário de Língua Portuguesa). Este acto também pode ser interpretado como uma escolha; uma preferência. Portanto, penso que a minha explicação sobre este assunto está dada.

    Digo-lhe sem acrimónia, que não pertenço a nenhum governo ou partido político em São-tomé, sou cidadão São-tomense na diáspora, portanto, não estou preso a qualquer cometário a esse respeito, apenas participo neste fórum, por uma questão de cidadania e civilidade. Espero que seu próximo comentário neste fórum esteja de acordo com os princípios elementares de boa convivência e de respeito pelo próximo.

    Um forte abraço.

    • Ananias

      13 de Dezembro de 2011 as 15:59

      Senhor Joscon
      O facto dos partidos ganharem as eleições legislativas e posteriormente escolherem as personalidades que bem entenderem para formar governo não tem nada a ver com sufrágio directo e indirecto como o senhor argumentou de forma errada. Tendo feito da forma como o fez, arrumado em especialista de vão de escada, deveria ter-se arrependido e pedido desculpas pelo engano. Não! Optou, sim, pela fuga em frente (aí, sim). O facto das personalidades escolhidas executarem as políticas do governo não é sinónimo de sufrágio indirecto. Isto é tolice pura, em Ciência política. Já agora, se o senhor não sabe, Ciências Políticas também é uma disciplina ou cadeira de qualquer curso de Direito embora tenha a sua autonomia, do ponto de vista científico e metodológico.
      Eu não mudei de opinião relativamente àquilo que disse sobre incompetências de muitos membros de governo. Não tenho dúvidas nenhumas, e o país sabe isto, que este governo carrega incompetentes e que a senhora Cristina Dias, como o senhor especificou, foi uma grande incompetente quando desempenhou funções governativas. O senhor tem dúvidas sobre isto? Se tem, basta fazer um pequeno inquérito junto das pessoas do seu bairro. O país está como está, consequência desta fuga para frente, de forma cíclica.
      Como é possível, num país com tanta coisa para resolver neste momento, colocam uma quantidade de gente sem perfil no governo, transformando-o num antro de incompetência, desnorte e inutilidade?
      Agradeço a partilha do seu rico currículo (medicina, química-física e outras coisas) com o fórum. Eu não merecia tanta atenção!
      Ananias

  37. Jucilena

    13 de Dezembro de 2011 as 16:32

    Fiquei indignada ao ver a nossa bandeira queimada, não existe nenhum motivo no mundo que vem a justificar este ato absurdo……..

    • César

      13 de Dezembro de 2011 as 17:24

      É muito pouco para a senhora manifestar indignação. Se a senhora não pudesse comer nehuma refeição diária porque não tem emprego. Se a senhora não pudesse viajar para S.Tomé para se tratar quando está muito doente porque as passagens de avião são caras. Se a senhora vivesse numa ilha que não tem uma grua para tirar mercadorias num barco durante mais de dois anos. Se a senhora visse a sua terra ser marginalizada por um governo central que transformou este acto numa obsessão. Se a senhora tivesse um filho desempregado durante mais de 10 anos. Se a senhora não tivesse esperança nenhuma de sobreviver porque um governo central de um país quer dar cabo de uma região de forma obstinada. Se a senhora visse a sua terra ser expoliada na repartição dos recursos naturais enquanto os outros se aproveitam destes recursos para desenvolver a sua terra.
      Sim, neste caso a senhora teria a noção exacta da palavra indignação esqueceria a noção de absurdo. Como a senhora faz parte do grupo que está a engordar todos os dias e ainda se riem de nós na cara isto dá-lhe autoridade para dizer asneiras e gozar ainda por cima com as pessoas. Vai gozando que a sua hora está a chegar. Se a senhora soubesse o que me ocorre agora pela cabeça a senhora, de certeza absoluta, não ousaria dizer o que disse.
      Fui
      César

    • Adam

      14 de Dezembro de 2011 as 0:31

      Indignado estou eu depois de ler tudo isto que o senhor Patrice anda a fazer depois de ter pedido que lhe deixassem trabalhar. O resultado está a vista. Dividiu o país criando ódios e rancores entre as duas ilhas. Estimulou a confusão e desavença. Meteu o país num sarilho grande que nós não sabemos como vai acabar. E ele quando isto complicar mete-se no avião e vai embora para fora do país com a sua família. Eu noto que os ânimos estão muito exaltados e tendo em conta a reacção das pessoas parece que tudo isto já vinha a crescer de algum tempo a esta parte. Um bom político tem de ter a capacidade de prever tudo isto e encontrar formas de minimizar os problemas de forma antecipada. A arrogância e petulância não são aconselháveis num país pequeno como o nosso. Algumas pessoas do Príncipe para fazerem o que fizeram só pode ter explicações muito fortes. Porquê que isto não aconteceu antes. Eu sei que, de facto, no Príncipe, de vez em quando acontecem manifestações e outras coisas. Mas, agora, queimar bandeira? Só fizeram isto porque, provavelmente viram que todos os canais de luta estavam tapados ou desvalorizados. Eu tenho muitos amigos no Príncipe e alguns deram-me conta de insatisfação para com este governo e o anterior, do Rafael Branco, mas nunca esperei que as coisas caminhassem com tanta velocidade.
      Também nunca entendi porquê que todos os anos há confusão com o orçamento para a região autónoma do Príncipe. Porquê que não fazem uma lei específica de finanças regionais e tudo fica estabelecido dentro desta lei? Assim o Príncipe saberia, todos os anos, com que contar para se auto-finaciar e resolver os seus problemas. Acho mal que uma região autónoma esteja a depender, todos os anos do orçamento que é elaborado pelo governo central que, se quiser ou não gostar dos governantes regionais, pode asfixiá-la do ponto de vista financeiro.
      Eu não sabia que Tawain tinha acordo de pesca com S.Tomé e Príncipe. Neste caso, desculpem-me mas, se isto é verdade, é inadmissível que o Príncipe não receba nada deste contrato. Eu não posso concordar com isso. Se no Príncipe há mais recursos pesqueiros e os contratos assinados com países terceiros estipulam que podem e devem usufruir deste recurso sobretudo nas águas do Príncipe e eles não recebem nada, como região autónoma, estando na situação que se encontram de marginalidade extrema, eu não posso concordar com isso. Por alguma razão somos do mesmo país. Se fosse ao contrário também eu não concordaria. Há que sermos justos. Isto se não for resolvido com muita pinça e disponibilidade para ouvir e respeitar o sofrimento do outro ainda vai ter consequências gravíssimas para a nossa coesão como país, num futuro próximo. Não pensem que os estrangeiros não nos estão a ver e ouvir. Eles sabem mais de nós do que nós sabemos de nós próprios.
      Perdoem-me esta divagação toda. É a primeira vez que entro neste espaço para dar a minha opnião. Um abraço para os meus amigos do Príncipe. Unidos Venceremos.
      Adam
      Adam

  38. Fruta Pão

    13 de Dezembro de 2011 as 19:00

    Caro Ananias
    De facto ficou aqui revelado a sua total incompetencia em contribuir de forma positiva para o desenvolvimento do País que nos viu nascer.
    A tua resposta ao apelo lançado por mim foi ignorado revelando mais uma vez o desejo de apenas e só atacar e ofender em tons pessoais o Sr. Ministro Carlos Stock, demonstrando como disse no meu texto anterior, que parece tratar – se de algo pessoal ou psicopático.
    Sê patriota e dê o seu contributo lá onde o Sr. Ministro Stock tem – se revelado “incompetente” como afirmas.
    Caro amigo Ananias, se reparou bem dos mais dos 70 comentarios feitos neste espaço mais de 80% deles contrapõem a sua posição, julgo ser bom refleteres sobre este importante dado.
    Seja construtivo e não se refugie no pseudónio para ofender a honra e dignidade dos nossos dirigentes mesmo como dizes serem incompetentes. Aprenda a valorizar o País.
    Fui, Passô.

  39. PÓLVO de MAR BRAVO

    8 de Fevereiro de 2013 as 11:53

    Em fim

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