É a leitura que Arnaldo Bragança(na foto) de 25 anos, faz dos 37 anos de independência. Ele é habitante de Monte Mário, comunidade localizada no sul de São Tomé, há mais de 55 quilómetros da capital. Côco que constitui base de alimentação da comunidade está a acabar, avisou.
«Para mim não está a correr bem. Estamos aqui a chorar. As coisas estão a correr mal», afirmou o jovem de 25 anos. Na estrada de Monte Mário repleta de moradores, que buscam uma oportunidade para pôr comida na mesa, Arnaldo Bragança, e outros moradores falaram para o Téla Nón sobre a difícil situação de vida. O nível de pobreza em Monte Mário e noutras localidades do sul, chega a ser chocante.

Relatos iguais foram feitos por outros moradores. Dizem que até côco que constituía base alimentar da população local, está a escassear. «Os nossos pais e avôs tinham roças aqui. O certo é que tomaram todas as terras para a Agripalma plantar palmeiras. Côco é uma das coisas que garantem a nossa alimentação aqui, os coqueiros estão todos a serem abatidos, qual é a nossa vida?», interrogou.
Abel Veiga
Madalena
12 de Julho de 2012 at 17:31
O meu caro, planta coqueiro, em 3 anos tens cocos deixa de chorar, basta encontrares dinheiro, 1ª coisa é motorizada, esqueces de fazer esteiras, cestos, apanhar polvo, e vais directamente à Cidade Capital.
Planta Coqueiro, hoje mesmo.
Mina téla cú sá longe
13 de Julho de 2012 at 14:55
Tas a gozar ou que, tudo índica q stas fora do Pais, Tas a brincar com uma situação seria, Meu conselho «reflete» bem no q acabas-t de falar
Ôssôbô
13 de Julho de 2012 at 17:45
Plantas o coqueiro hoje e comes o quê até que dê fruto?
A situação do país é lamentável e isso ninguém duvida!!
Fui!!!
tristeza do pais
14 de Julho de 2012 at 7:48
Sra. Madalena onde já se viu em são Tomé e príncipe a plantação de coqueiro em 3 ano da coco?
Será que ele vai ter que acata três anos para alimentar-se?
Esse são Tomé está mal sim, eu já esteve muitas das vezes nessas localidade e sei perfeitamente como essas pessoas vivem, e comem só deus sobe, pois muitos lotam para o melhor do País, acreditando sempre de um governo serio e único, mas vejo que a pelintrice está cada vez atar os mas fraquejado, cada dia as pessoas do sul sofrem mas só deus sabe. Se for desse jeito Fica com vosso São Tomé Fui.
O Revolucionário
15 de Julho de 2012 at 11:54
Não me venham ai com dicas… Não venham dizer que não existe coisas pra fazer em S.Tomé, pois o facto de cõco acabar não quer o mesmo dizer que a população irá morrer de fome. Não sejam preguiçosos e comecem a trabalhar, se não tem um bom emprego não venha ai dizer que as coisas estão mal. inventem vocês mesmos, não esperem que um bom emprego cai do céu,procura algo, trabalhe na terra, plante, cultive e verás que terás frutos mais tarde. Não venham lamentar ao ponto de pedir que S.T.P volte as mãos dos brancos,pois foram eles que escravisaram nossos Avôs e Bisavôs, agora somos livres e temos que nos virar… Abram os olhos Santomenses,,,deixem de reclamar quando não tem ideias para melhorar… VIVA A LIBERDADE…
Edson Francês
14 de Julho de 2012 at 16:21
Tu falas do que não sabes e não falas do que sabes. Tu deverias é estar calada e não gozar com a pouca sorte dos outros!!
Edson Francês
14 de Julho de 2012 at 16:28
Este artigo ilustra uma pequena parte da realidade de muitos santomenses. De facto, é de lamentar a situação miseràvel que se vive no norte e no sul da ilha. Urge encontrar soluções para atenuar as dificuldades (sanitària, alimentar, escolar)das populações que vivem na zona sul e norte de São Tomé. Fui a Assembleia Nacional e vi carros de altas qualidades comprados pelo Estado em beneficio dos nossos pseudo-dirigentes. No dia em que o Governo parar de investir em viagens, compras de carros de luxo, subsidios exagerados aos deputados, o paìs certamente poderà responder às dificuldades atravessadas por essa gente.
HLN
12 de Julho de 2012 at 18:31
É triste demais, Como Monte Mario há muitas outras comunidades, e não é necessário ir tão longe mesmo ao redor da capital, existe pobreza extrema, ( riboque, água porca, Boa Morte e não só) Se, nós não nos reunimos e decidimos o que queremos para o nosso belo país ele jamais saíra do buraco onde entrou.Governantes já deram provam não conseguem resolver o problema, só blef, e mais blef.
Carlos Ceita
12 de Julho de 2012 at 18:34
Compreendo a revolta do jovem embora não partilho da sua visão de entregar o país aos ex-colonizadores.
Ex-colonizadores não nos vão salvar estão confrontados com a austeridade e seria um erro esperar que os outros venham fazer por nós.
Pergunto porque que o estado se é que existe não aproveita não transforme esses homens dessas roças em potencias agricultores e empresários agrícolas dando-lhes ferramentas insumos gados e outros meios para produzir bens alimentares.
Porque é que num país que tem chuva com regularidade e agua haja escassez de produtos agrícolas (coco ou matabala como diz o jovem).
Porque é que não se dedica ao plantio desses produtos agrícolas.
Porque que há abates de coqueiros uma marca para a promoção do turismo e não haja penalização de quem o faz?
Respostas:
Essas praticas e esses lamentos só é possível num estado quase falhado.
Só é possível num país desorganizado sem uma politica de ordenamento do território sem plano estratégico de desenvolvimento para potenciar a criação de riqueza.
papagaio
13 de Julho de 2012 at 17:36
Concordo plenamente contigo.
Baga Tela
12 de Julho de 2012 at 18:59
O que está a acontecer nequele pedaço de chão, mostra que tenho razão no comentário que fiz ao discurso do presidente Pinto da costa.
Joscon
12 de Julho de 2012 at 19:07
Por um vintém, o país está de rastos
A notícia veiculada sobre a situação real do país é deveras preocupante e ao mesmo tempo devastadora. São indícios de que a situação tende a agravar e o futuro que se avizinha é insustentável, logo o futuro das nossas gerações vindouras está em perigo. Predomina no ar incerteza, a descrença e a inquietude.
O governo São-tomense em vez de elaborar um projecto credível, virado para uma agricultura sustentável, diversificada e abrangente, amiga do meio ambiente, escolheu um caminho difícil com o intuito apenas de obter um financiamento rápido de modo a colmatar e contornar as dificuldades do quotidiano. Ao estabelecer este projecto com a empresa Agripalma, está provocando a devastação da floresta natural, o que provoca de imediato a redução drástica da biodiversidade local, perturbando e promovendo um impacto negativo nas florestas mais próximas e nas comunidades locais. Os habitantes destes locais são forçados a breve prazo, a abandonar as suas quintas, procurando reorganizar as suas vidas longe dos seus habitats.
Sabemos de antemão, através de experiências globais, que a agricultura de monocultura de palmeiras têm um impacto enorme ao nível do solo e do ambiente, pois há uma redução exponencial da biodiversidade local, pois perturba e promove um impacto drástico, nas comunidades locais. Sabemos que estas monoculturas, são utilizadas grandes quantidades de agro-químicos e agro-tóxicos, que perduram pelo solo durante longos anos., pois afectam a saúde tanto de pessoas, bem como de animais, incluindo os que habitam as florestas naturais e adjacentes.
Os impactos negativos desta monocultura (plantações palmeiras) provocam a diminuição da quantidade de oxigénio da água, provocando o desaparecimento de peixes, plantas e outros organismos aquáticos, portanto, a cadeia alimentar fica vulnerável a esta acção predatória.
Vimos o que aconteceu na Indonésia, principalmente, na ilha da Sumatra, o principal produtor do óleo de palma. A sua produção é a principal causa da desflorestação na ilha Sumatra. As florestas tropicais são devastadas e queimadas para dar lugar a plantações de palma, emitindo grandes quantidades de dióxido de carbono na atmosfera (a Indonésia é o terceiro emissor de gases de estufa do planeta) e ainda contribui para uma forte perda de biodiversidade (causa de extinção do tigre de Sumatra, orangotango e outras espécies de fauna e flora únicas).
Por sua vez, as indústrias alimentares, estão sob a pressão das agências de saúde e das comunidades internacionais, pois estão rapidamente, a substituir os produtos com gorduras hidrogenadas, por óleo de palma. A substituição de gorduras hidrogenadas por óleo de palma, em nada favorece o consumidor, pois o óleo de palma possui alto teor de gordura saturada. Não será um substituto mais saudável, elevando os níveis de LDL (mau colesterol), logo, contribuindo para o agravar das doenças cardiovasculares.
Sinceramente, que assinou este acordo, lesa gravemente o país e o seu povo, mostra cabalmente que, São-tomense e Príncipe está a ser governado por um grupo de juristas, sem o mínimo de critério ambiental e de saúde pública.
Caro leitor, se quiser aprofundar este assunto, leia com atenção, o artigo de leitor Adelino Cardoso Cassandra “A Puíta e o Maruvo” de 10 Janeiro 2012, publicado no jornal Tela Non, sobre a empresa Agripalma na ilha irmã do Príncipe. Excelente artigo.
The Politics
12 de Julho de 2012 at 20:01
Este é o resultado das viagens dos membros do governo. Não vou dizer aqui o Primeito Ministro PT, porque até agora ten sido o mais descarrado de todos, mas este é um mal que diversos Governos de STP tem feito a este povo, a esa gente como do Monte Mario, que ano após anos estão cada vez mais misseraveis, equanto os Srs. membros do Governo melhoram os seus modos de vida (casa nova, carro novo) enquanto o POVO (a maioria), procura o dia a dia como por comida na mesa para seu filhos. Esta é a verdade e doi a todo esses que se sente Sãotomense no fundo do seu corração, porque o país é pequeno, pouco gente e deveria ser un luxo viver em STP, e agora pelo contrario é uma locura viver em S.Tomé e Príncipe.
Para mim a solução e digo para os morradores como os de Monte Mário, a solução passa por pegar nas vossas catanas e baixar a Cidade Capital e fassam revolta, porque é melhor morrer lutando que viver morrendo.
luisó
12 de Julho de 2012 at 21:17
E se STP tivesse ficado como Região Autónoma de Portugal como a Madeira e os Açores ou como ficaram os ilhéus da Polinésia como regiões da França ou outros pequenos Países insulares que recusaram a independência e ficaram com autonomia da Inglaterra?
Não estão eles melhores assim com todos os direitos de cidadãos desses Países e com acesso aos dinheiros da EU e não só?
Olhem para os insulares desses Países e verão que estão a anos-luz de STP.
Enfim…
Edson Francês
14 de Julho de 2012 at 16:38
Prefiro a minha independência do que viver eternamente como escravo. Quem te disse que a população da Polinésia tem o mesmo direito que os francês (de França)?? Isso é o que està no papel e o que exige a União europeia, mas na pràtica hà uma diferença abismal de direitos.
luisó
15 de Julho de 2012 at 14:13
Há vários tipos de escravatura.
Afinal o que é tu és senão um escravo moderno dos governantes destes 37 anos.
O que é mudou na vida quotidiana do povo?
Votar?
e o resto onde está?
Troco a independência pelo acesso à cultura, à educação, à saúde, à habitação, ao emprego, às infraestruturas, enfim a uma vida melhor e com futuro.
Onde está?
Ah, já sei foram os sacanas dos colonizadores os culpados.
Olha para Cabo Verde que não culpa os colonos mas que olha para o futuro e tem governantes que pensam no povo, onde todas as ilhas têm um porto, tem ligação marítima entre todas e aeroporto internacional em 6 das 9 ilhas. Não foram os colonos que deixaram foram eles que fizeram em 37 anos. E a Téla Non? O que fizeram?
São considerados uma região periférica da UE e ganham com isso ao contrário de STP que se junta aos tiranos do Gabão, da Guiné equatorial, aos nigerianos e outros que vão acabar como o kadafi.
Enfim…
luisó
15 de Julho de 2012 at 14:15
Já reparaste que 37 é quase uma geração de pessoas em que a vida passou ao lado?
Cauteloso
15 de Julho de 2012 at 16:29
Meus senhores com todo respeito que tenho pelos meus compatriotas, devo dizer que o nosso S.Tomé e Príncipe jamais ira erguer a cabeça e posso esplicar.O Pinto da Costa pode ficar no poder 100 anos ele mais as gentes dele aliás quem pensava e pensa que ele é salvador de S.Tomé e Príncipe esta enganado, porque ele e os malandros que ascenderam a Independencia só pensaram neles.S.Tomé e Príncipe era uma das Províncias de Portugal que estava bem organizada e tudo era programdo com 1 ou 2 anos de antcedencia e tudo fucionava com rigor. Depois da Independencia esses malandros não quiseram saber de nada só quiseram saber da vida deles.Porqu que esse malandro do Pinto não quis ouvir conselhos dos mais velhos que na altura eram grandes quadros do estado Portugues inclusivo muitos deles eram requisitados para altos cargos da funçao publica em Angola, Moçambique será que eles eram burros , não tinham capacidade O erro esta nesses malandros.Tudo estava organizado era necessário dar a continuidade mas com cabeça tronco e menbros sem a tal ideia que se ia mudar o para socialismo, com mudanças tão drásticas que só podia acabar como acabou.
Anjo do Céu
13 de Julho de 2012 at 10:08
É só sofrimento.Coitado desses seres humanos que estão a pagar os erros dos exploradores que sempre pisaram a liberdade e digidade deste povo.Com 37 anos de independencia ainda o povo continua com esta linguagem triste e penoso.Só com Cristo
Nando Vaz (Roça Agostinho Neto)
13 de Julho de 2012 at 11:48
Arnaldo Bragança, esta coberto da razão do mundo!..
Se me perguntassem: Será que valeu a pena a independencia?
Responderia:Que sim com toda humildade.
Se me perguntassem:Sera que valeu 22 anos do regime semi-presidencialismo?
Responderia humildimente que não!..
Por falar no sistema do regime, tivemos um grande debate aqui em Cabo verde com a deputada da nação,Elsa Pinto alusivo a 37º aniversário da independencia nacional.
Os Academicos que estão nesse momento em Cabo verde por motivos de estudos propos-lhe um PRESIDENCIALISMO MODERNO, COM UM SISTEMA DE JUSTIÇA INDEPENDENTE!..
Ôssôbô
13 de Julho de 2012 at 17:49
Tens razão meu grande amigo!! O lamento deste jovem ao sul do país, não difere de um ao centro ou do outro ao norte! O que é verdade é que as coisas no país precisam mesmo de mudança. E esta mudança passa pelo saneamento mental do políticos que concorem para a gestão do arquipélago.
Fui!!!
meymadra
13 de Julho de 2012 at 12:18
Entendo que o jovem esteja revoltado, mas o nosso problema é a preguiça e a falta do patritismo, nao defendemos as nossas terras e depois quando as temos nao as trabalhamos.
Os dirigentes tomam as decisoes maiores, somos nos que temos que resolver nossos problemas.
Ôssôbô
13 de Julho de 2012 at 17:53
Seja como for, é necessário haver insentivos dos mais altos. Se os pais cruzarem os braços e deixarem que os filhos tudo façam, chega ao ponto que os filhos também cruzam os braços.
Não vejo esta questão como preguiça mais sim falta de incentivos!!
beto
13 de Julho de 2012 at 13:11
Abel Veiga, por favor, faca a mesma reportagem futuramente quando algum governo do MLSTP estiver no poder, ok!?
por favor!!!
Anjo do Céu
13 de Julho de 2012 at 13:39
Nando Vaz(Roça Agostinho Neto) não seja saudosista pork dos 15 anos que tenhas vergonha de referir foi uma catastrofes.Só lembrar da bicha Almeida,teu amigo quebraôsso,comprar sapatos nas secretarias dos serviços,sabão, açucar, arroz ja nao se fala só com esquema,isto é que gostas.Se calhar foste um dos beneficiados pela loja de povo e loja franca.Pra isso tens toda razão
Miss Janes
13 de Julho de 2012 at 15:16
Meu caro beto, o maior mal de Santomé esta em pessoas com pesamentos com teu. Abel veiga, simplesmente esta fazendo seu trabalho. Tu como es lambe-botas, esta a ganhar dinheiro de forma obscura de Governo, esta aqui a defender governo de A.D.I, povo mesquinha… Viva télá nón… viva a verdade…abaixo a corrupção…abaixo lambebotas.
vania
13 de Julho de 2012 at 17:39
É de lamentar até onde vamos parar com isso?Parece k os gorvenos sempre eskecem do jovens de cauê…..Els estão abandonado as sua sorte!!!!!!
Ôssôbô
13 de Julho de 2012 at 18:01
Se eu tivesse poder, tornaria esse celeiro cultural do país num paraíso! Devolveria o sorriso a esta gente que sofre por culpa dos outros, e restituiria este pedaço de terra no orgaulho daqueles que por lá passam!!
Nando Vaz (Roça Agostinho Neto)
14 de Julho de 2012 at 11:56
Anjos do Ceu.
Qual é a finalidade da política?
O que a política pretende alcançar pela ação dos políticos, em cada situação, são as prioridades do grupo (ou classe, ou segmento nele dominante): nas convulsões sociais, será a unidade do Estado; em tempos de estabilidade interna e externa, será o bem-estar, a prosperidade; em tempos de opressão, a liberdade, direitos civis e políticos; em tempos de dependência, a independência nacional. Acho que esse texto poderá te ajudar entender porquê o Presidencialismo moderno com um sistema de justiça independente(Anjos do Ceu tens que entender que estamos no séc.xxi, irá ser um presidencialismo contemporâneo, como dos E.U.A!..
mosssad
14 de Julho de 2012 at 15:31
Por muito que os governantes quiram, se o povo sao tomense nao deixar de ser preguicoso, ficar sempre a espera do arroz ofertado, os problemas nunca irao acabar, temos que deixar de viver a base do arroz e feijao importados e voltar a viver de banana, fruta pao e matabala que sempre constituiu a base de alimentacao do povo.
Nesses comunidades deviam era organizar ecomecaram a plantaar mias banana e matabala, e crarem mais animais, em vez de querem sempre ter motorizadas e pararem a frente da igreja conceicao, e dizer que nao ha trabalho….
A Agricultura sempre e sera a principal fonte de riqueza do pais, por isso vamos cultivar, como disse antes o Pinto da Costa (Saco vazio nao fica em pe)
mosssad
14 de Julho de 2012 at 15:33
Ha muitos que estao hoje no governo que vieram dessas localidades, mas quando descem para a cidade, ja nao vao querer pisar a lama de onde sairam, infelizmente e este tipo de pessoa que governa sao tome e principe, mesquinhas e complexadas…
Edson Francês
14 de Julho de 2012 at 16:35
Todos os pseudo-dirigentes santomenses têm um pedaço de terra. Ora aqui està uma medida contra a qual os santomenses devem lutar. Os nossos dirigentes não fazem outra coisa a não ser ursurpar as terras desses pobres coitados. Como se não bastasse serem esquecidos pelo Estado, esses pobres cidadãos vêm as suas terras sendo-lhes tiradas a força em beneficio dos pseudo-dirigentes de STP. Urge encontrar mecanismos eficazes para por fim à esses actos. A pobreza extrema é uma das formas mais violenta e cruel de violação dos direitos humanos. 37 anos de independência jogado fora!!
Kebla
16 de Julho de 2012 at 9:32
Se está mal faz revolução. Receita simples. Se concorda, é porque aceita e está bem. De contrario reagias. Está mal e daí? em k ficamos…. Continuas a tomar banho na praia, comer voador Stlagado e outros a desfrutarem do bom e do melhor… Se não fazes nada, tudo bem, continuam a rir-se de ti e fica tudo na mesma. Até quando… Até quando quiseres, decidires reagir. Veja Egipto Libia e outros casos….
Madalena
16 de Julho de 2012 at 11:33
Vantagens do coqueiro híbrido em relação ao gigante:
Germinação das sementes mais rápida – germina entre 70 a 90 dias, enquanto o gigante entre 100 a 150 dias;
Crescimento e desenvolvimento da planta mais lento;
Menor porte – atinge até 20m;
Florescimento mais precoce – floresce em média entre 3,0 a 3,2 anos;
Maior produção de frutos por planta – produz em média entre 130 a 150 frutos;
Maior produtividade de frutos – produz em média entre 20.000 a 24.000 frutos/ha, enquanto o gigante nas 8.500 a 11.500 frutos/ha;
Água mais saborosa.
Vivemos uma realidade em que os que têm conhecimento não colocam para o Desenvolvimento de STP, por isso, tenho que aceitar os comentarios, logo ja sei donde vêm, Triste.
Os coqueiros que hoje estão a ser abatidos foram plantados por alguém, ou pelo menos cuidados. Então é nessa lógica que devemos plantar, não na logica de comer agora, O Amanhã!! geração Vindoura!! è possivel 3 anos o coqueiro dar frutos, Estuda, Investiga, pergunta!!
Quantos animais tens?
Entre galinha, porco, coelho, Carneiro, cabra e VAca!!
O governo é culpado Por Isso Também????
Convenhamos.
Mendes Rosario Cabral
16 de Julho de 2012 at 17:01
Coisa corre mal mas tem uma motorizada, la no fundo.
Tlaba´