Sociedade

Professores do Ensino Secundário paralisaram todas as actividades

Os trabalhos de preparação e publicação das pautas relativas ao primeiro trimestre foram suspensos no Liceu Nacional e em todas outras escolas secundárias do país. Segundo os professores, a retoma do ano lectivo, também está comprometido. Tudo depende do pagamento pelo governo das horas extraordinárias.

A continuidade do ano lectivo 2011/2012, está comprometida, a nível do ensino secundário. Os professores decidiram suspender o trabalho de lançamento das notas do primeiro trimestre e ameaçam não retomar as aulas no segundo período, caso o Governo não pague as horas extras em atraso.

Osvaldo Deus Lima, vulgo Tó Adão, é Presidente da Associação dos Professores, garantiu que a paralisação das actividades docentes na maior escola do país, o Liceu Nacional, só termina quando o Governo pagar os 3 meses de horas extraordinárias em atraso. «Tendo em conta que tradicionalmente se paga as horas extraordinárias no mês de Dezembro, ou seja, as horas extraordinárias dos meses de Setembro, Outubro e Novembro são pagas em Dezembro, e apesar dos contactos feitos junto as autoridades competentes não tivemos qualquer esclarecimento, decidimos avançar com a paralisação», afirmou Osvaldo Deus Lima.

Os professores estão de braços cruzados, e garantem que o ano lectivo está comprometido. «Não haverá concelho de notas e não retomaremos o segundo período do ano lectivo. Estará em causa até que fique devidamente resolvida a nossa situação», assegurou.

Diálogo um termo muito utilizado pela classe política são-tomense, desaparece no momento em que deve ser mais utilizado. Falta de diálogo, reforça a determinação dos professores. «O que me surpreende é que mesmo depois de termos tornado público a nossa posição de paralisar as actividades, ninguém nos diz nada. Por isso é que nós vamos reforçar a paralisação. Vamos manter a paralisação e vamos manter a situação até que sejam pagas na totalidade as nossas horas extraordinárias», Acrescentou Osvaldo de Deus Lima

Os professores, confirmam que a paralisação da actividade docente do ensino secundário é a nível nacional. «Todos os professores do Liceu Nacional estão envolvidos na paralisação. Aliás digo que a paralisação é nacional, uma vez que todas as outras escolas secundárias também estão paralisadas», concluiu o Presidente da Associação dos Professores.

Os professores dizem que apesar da reivindicação apresentada as autoridades competentes, até agora não têm interlocutor para negociar. Por isso mesmo a paralisação em curso matem-se por tempo indeterminado.

Abel Veiga

    27 comentários

27 comentários

  1. Engenheiro

    27 de Dezembro de 2011 as 13:21

    O Governo deve pura e simplesmente exonerar este arrogante, idólatra e prepotente padre hipócrita, OLINTO pois ele é um outro trouxa, semelhantemente ao Albertino Bragança ou Fátima, que ocupa o Ministério da Educação.
    Um Ministro que nem sabe veicular com liberdade um diálogo, deficiente linguisticamente, um homem que vive nas nuvens, distraído com o seu próprio Ministério. Ele deve pôr pura e simplesmente o seu lugar a disposição.
    ESPERO QUE OS PROFESSORES SE MANTENHAM UNIDOS E FIRMES NESTA TOMADA DE DECISÃO E SE VALORIZEM A ELES MESMOS.

    O pior de tudo isso e muiton tristes é que os pais e encarregados de educação acham que isso não é nada com eles e se esquecem de que são os seu educandos que são os penalisados no fim de tudo isso correm o risco de só por isso ter atropelos e perder o ano lectivo. Mesmo sabendo que pagam as propinas e compram uniformes e materiais e estão a suportar custos com a formação dos seus filhos e nem por isso ficam impávidos e inactivos com a situação. Será que não existe uma organização de pais e encarregados de educação em S.Tomé e em cada escola?

    Muito triste.
    Os estudantes em Portugal estão há mais de 10(dez) meses sem receber o subsídio, muito estudantes do Norte abandonaram a escola e vieram para Lisboa e estão a passar mal, ainda mas numa época de MUITO FRIO DO INVERNO, QUE RAIO DE DIRIGENTES que nós andamos a eleger????? Homens cruéis, impiedosos e cheios de malícias, sem lucidez, formados ma se tornaram brutos por cegueira do pecado e esquecem-se de que quando o povo os elege é para servirem o povo e não para se servirem do povo.
    A palavra ministro significa serviçal, alguém que está ao serviço de,mas hoje com modernismo e tornou o sinónimo de poderoso, arrogante e “manda chuva”.
    Mas, eu acredito que um dia as coisas serão diferentes no nossos país mesmo que seja necessário o uso da FORÇA para que consiga arrancar o mal pela raíz.
    Os políticos e dirigentes deste lindo país estão muito tranquilo e cometem toda a espécie de pecado contra contra o CÉU e CONTRA A TERRA,mas em breve vão ter diarreia surpresa.
    PAGAM PRA VER.

    BEM HAJA.

  2. Engenheiro

    27 de Dezembro de 2011 as 13:23

    “desposição”

  3. DA e DOI

    27 de Dezembro de 2011 as 13:28

    Acho muito bem os professores tomarem esta decisão, alias que não tem não promete e se prometeu deve é cumprir. Se esta atrasado este cumprimento, apenas que dialoque e buscam solução. Com arrongancia e atitudes de de dizer que sabem fazer melhor este país não vai a parte alguma. Força senhores professores estão no vosso direito.

  4. Riacho

    27 de Dezembro de 2011 as 14:32

    Acho bem que seja assim. Uns a ganharem milhões e coitados dos professores que têm que dar cabo da garganta todos os dias recebem uma mereca. Enfim, é preciso haver um robim dos bosques no governo pra tirar os que mais ganham e distribuir equitativamente para todos. Um bem haja a todos

    • Torres

      27 de Dezembro de 2011 as 16:44

      Este Patrice rebenta com este pais. Disturbios, dividir o pais, perseguir, arrogancia, falta de rumo. Estamos tramados.
      Torres

  5. Leopaldo

    27 de Dezembro de 2011 as 15:05

    Concordo plenamente…Governo tem dinheiro…paga os professores o que têm direito o mais breve possível de modo que os estudantes não fiquem prejudicados…

  6. Maiker

    27 de Dezembro de 2011 as 15:31

    Esse governo está a fazer oquê? O governo deve sair e pedir desculpas a s.tomenses, não fizeram nada até agora, ou seja a única coisa que limita dizer é: “iremos fazer”. Os estudantes do ensino superior em Portugal até agora o governo não abriu as inscrições para bolsa ou renovação de bolsa de estudos.Esse governo só tem mostrado a sua incompetencia,principalmente o ministro da eucação Olinto Daio que só tem prejudicado os estudantes, o seu projecto para educação é 0.zero.

  7. Baga Tela

    27 de Dezembro de 2011 as 17:11

    o sitema politico de SPT é cancro do nosso país.

  8. crédo

    27 de Dezembro de 2011 as 18:09

    uma vergonha, apouco era radio nacional e agora e professores, isso é triste, falta de capacidade para governar

  9. Maiker

    27 de Dezembro de 2011 as 19:02

    Esse governo anda a brincar com o povo.
    Temos um ministro de Educação que ja deveria ter pedido demissão a muito tempo O Olinto Daio fala muito não faz nada”politico”, esse o homem vai entrar na história como o pior ministrode euducação que a história da Democracia conheceu.
    Até agora esse mibistro não abriu as candidaturas para a bolsa de estudo, no ano lectivo passado nenhum dos estudantes que requera a bolsaaaaaaaaaapela primeira vez foi pago.Olinto andas a brinca com o futuro dos jovens estudantes.

  10. carlos

    27 de Dezembro de 2011 as 19:37

    diz Tó para deixar de jogar batota em baixo de casa de sr Camblé la na trindade com Claudia

  11. carlos

    27 de Dezembro de 2011 as 19:38

    e ir trabalhar mas

  12. Terrorista de Al Kaehd

    27 de Dezembro de 2011 as 22:52

    A mim me custa muito crer que situação chegar até este ponto.

    Tó Adão a dirigir uma organização tudo devia correr muita bem.
    O meu Big Boss (Bin Laden) já não deve ser o mesmo que conheci há uns anos atrás, é por hábito se não resolver em diálogo parte-se a agressão. Meu mano use o poder e faculdade que te foram confiadas…
    Me alegra muito ver esta foto agora (saudades)
    Força meus compatriotas (ex-colegas) que vão conseguir…

  13. Espirito Santo

    28 de Dezembro de 2011 as 8:31

    Espero que se resolva mais este empasse porque os alunos nao podem ser refens dos professores e do Governo.

  14. MÉ SOLO

    28 de Dezembro de 2011 as 9:18

    Não sei porquê que os sucessivos governos têm esquecido classe tão importante”OS PROFESSORES”. Estes homens e mulheres, desempenham uma função muito nobre, por isso deviam estar na linha da frente e não atirados para o fundo da linha. São estes homens e mulheres os responsáveis pela formação de futuros dirigentes deste país e se quizermos no futuro ter pessoas capazes, bem formadas e capacitadas é urgente que se dê uma atenção a esta classe de forma que se sintam motivados nas suas funções.

    È estranho como até hoje o Ministro Educação ou alguém do seu ministério não se encontrou com os professores de forma a encontrarem uma saída airosa para a questão.

  15. Feijoada

    28 de Dezembro de 2011 as 10:27

    Todos tem razão da desonestidade dos orgãos de soberania deste país.
    1º O presidente nunca fez, não faz e nem fará nada, Boa vida a custa do povo.
    2º O tribunal não faz absolutamente nada, so prendem e mandam para cadeia os coitados enquanto os de colarinho branco andam a solta gozando e vivendo a custa do povo.
    3º O governo nunca fez e não é dessa vez que fará. Todos ficaram gorduchos, saudáveis enquanto o zé povinho está apertando cinto.
    4º Assembleia ( casa dos ladroões ) delapidam o bem público e ficam ai na imunidade. pior ainda criam projecto lei para salvaguardar a lista longa daqueles que deviam estar atraz das grades.

    VAMOS SAIR A RUA E GRITAR BEM ALTO: QUEREMOS JUSTIÇA. CASO NÃO HA INDIVIDUOS QUE SERÃO ANIQUILADOS. A INSATISFAÇÃO JA RONDA 98%, SO FALTAM 2% TUDO PODE ACONTECER.
    HAVER VAMOS

  16. Matazele

    28 de Dezembro de 2011 as 12:26

    Os professores têm razão…
    Mas a classe docente deve elevar-se, crescer em termos de competencias de estudo. Não sei com que canuto se apresentam como professores do Liceu?
    Formação de professores!!

  17. Anca

    28 de Dezembro de 2011 as 14:11

    A casa onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão.

    Pois o país(território/população), produz somente oito porcento da riqueza, que financia o orçamento de Estado(que somos todos parte integrante), para o seu funcionamento(pagamento de salários, subsídios, horas extraordinárias, etc, etc), noventa e dois porcento destas despesas são financiada pela comunidade e parceiros exterior, que impõe, determinadas regras e cumprimento de alguma disciplina, regra, metas, contrapartidas, na gestão aplicação do seu financiamento, pois que neste mundo ninguém dá nada a ninguém, e gostamos nós de exigir aos governos, sem antes termos a consciência daquilo que produzimos, pois que temos pouco gosto e empenho pelo trabalho árduo, e vivemos a custas de benevolência de trabalho e produção outros povos, tenhamos um pingo de vergonha na cara, como povo, como País(território/população), e comecemos a ter mais empenho no trabalho, para inverter-mos a situação de dependência externa, que nos coloca ainda mais na miséria e pobreza extrema, pois gera corrupção.

    Os Profissionais nossos SãoTomenses, sejam eles Médicos, Enfermeiros, Técnicos de Saúde, Técnicos de comunicação social(Rádio/Televisão Nacional), os Professores, os Assistentes Operacionais e Técnicos, todos no seu todos, antes de clamarem por exigências de ordem quantitativas( melhorias salariais, subsídios, etc,etc,) deveriam num gesto de cidadania, antes pautarem pela reivindicação de melhores condições de ordem qualitativa de modo, a curto, médio longo, prazo, mediante aumento de produção, terem ganhos de ordem financeira, pois sairiam todos a ganhar.

    Tomando como exemplo o caso em questão;

    “Professores do Ensino Secundário paralisaram todas as actividades”

    “Os professores estão de braços cruzados, e garantem que o ano lectivo está comprometido. «Não haverá concelho de notas e não retomaremos o segundo período do ano lectivo. Estará em causa até que fique devidamente resolvida a nossa situação», assegurou.”

    ainda que as reivindicação sejam de ordem legitima, a suspensão/paralisação dos trabalhos no sistema de ensino secundário nacional, com prejuízo, para a classe estudantil, país encarregados de educação,(pois investem o seu dinheiro no sistema educativo nacional, e na educação dos seus filhos), bem como para o sistema de ensino no seu todo.

    analisando com isenção, sem paixões, com humildade é se levado a chegar a suposição, de algum aproveitamento político, de má fé, para com o próprio país(território/população),pois não se trata de questões de governos(os governos têm um tempo limite de mandato, pois não resolvem todos os problemas do país duma assentada, nem num ano, este deve ser antes um empenho no trabalho de todos os cidadãos SãoTomense, para ver a sua sociedade bem, moderna e desenvolvida e sustentada, a todos os níveis, salvaguardando sempre os interesses das presentes gerações bem como das futuras) dada a altura do ano(aproximação de fim do ano.

    !!!está a chegar fim do ano, quero receber tudo, então vamos fazer pressão(greves, paralisações, suspensão dos serviços públicos, etc,etc)!!!!

    em boa verdade, para prejuízo futuro, a curto, médio e longo prazo, de todas, classes profissionais do país, pois gera pobreza e mais miséria, mais corrupção, vejam as ordens de estatística de produção interna de 1975 até então, e comparem hoje com contexto internacional de crise de dívida soberana, nos principais mercados mundiais desenvolvidos, só esperemos um dia que a comunidade internacional não peça o nosso resgate como país(território/população).

    Pois vejamos;

    O sistema de educação/ensino/formação qualificação nacional, tem deficiências de várias índoles( as classes profissionais somente reclamam, pela parte financeira imediata(quantitativa), a sociedade civil no seu todo(alunos pais e encarregados de educação, os cidadãos e nem sequer se manifestam o seu direito de cidadania).

    Por exemplo;

    Concursos de admissão e critérios de selecção dos docentes para pratica e melhoramento de ensino.

    A Formação e avaliação dos Docentes, de modo a obter mais qualidade de ensino. logo mais investimentos, logo melhor remuneração futura.

    associação para defesa e qualidade do Sistema de Ensino nacional.

    Criação/Construção de Estabelecimento de ensino, por números de Habitantes por Km2, à nível local distrital e regional.

    A questão de números de alunos por turmas e espaços de aulas, de modo a melhorar a qualidade de ensino.

    A questão de insucesso escolar, reprovações, desistências e falta de acesso à ensino nalgumas localidades, tanto nas classes populacionais/etárias, indivíduos femininos/masculinos, sua relação.

    Questões de transportes escolar.

    Dentre outras tantas, onde a classes profissionais podem e devem juntamente com a sociedade civil e os governos apresentar estudos e possibilidades para viabilidade a curto, médio e longo prazo, junto dos parceiros de cooperação, de modo a ir-mos seleccionarmos resoluções de problemas que impedem o desenvolvimento do nosso Sistema de Ensino Nacional, bem como a melhoria de infraestruturas e aumento de rendimento e auto financiamento.

    A casa onde não há pão, a fome a miséria/pobreza extrema origina ganâncias, leva-se a pensar pequeno, que a juntar ao nosso isolamento geográfico/físico/cultural/político e mundial, origina pensamentos mesquinhos, corrupção, pois que a casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão é a pobreza espiritual e material a assolar.

    Mais empenho no trabalho, a hora é de mudar e modernizar o país(território/população), mediante construção e contribuição de pensamentos, para que todos nós Sãotomenses, nossos filhos e netos, possamos amanhã ter um futuro melhor, melhor qualidade de vida, melhor salários, urbanização de qualidade.

    Mais unidade, mais disciplina, mais empenho no desenvolvimento do e pelo trabalho árduo.

    Pratiquemos o bem

    Pois que o bem

    Fica-nos bem

    SãoTomenses

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

    Cheguem a um consenso e não prejudiquem o sistema de ensino a classes que mais dele precisam.
    Viabilizemos o país(território/população), mediante entendimento humilde ,ponderado, consciente das realidades que nos atravessa a nível nacional e internacional, criando possibilidades futuras para os SãoTomenses e a modernização da nossa Sociedade(pensamentos/comportamentos).

  18. pinta cabra

    28 de Dezembro de 2011 as 14:16

    esses incomptentes não percebem nada e fazem grve porque? força governo não cedas mande-os trabalhar as roças e pede professorres do estrangueiro melhores que esses analfabetos formados a favor

  19. Gé Borges

    28 de Dezembro de 2011 as 14:16

    Gostei… falou grosso mas para o nosso ainda País é preciso. É preciso gritar de verdade e para bem longe… que todos possam escutar. Eu não paro de perguntar o porquê de tudo o que se passa neste País?! Entra um Governo, chega com a sua teoria… e dá tudo a mesma. Vos digo, são os velhos que fazem disso uma brincadeira… e já ninguém quer servir o País, e pensam que estão ali para gozar… gozar com a cara dos outros.
    Falaram tanto de mudanças… que ainda existe Dirigentes ganhando uma burla na custa do cofre do Estado, o os pequenos como os Docentes, que muitos estão sobrevivendo, são penalizados em plena véspera de Natal e Fim do Ano, e ninguém dos Dirigentes sai a comentar tal situação.
    Bem-haja STP

  20. Matazele

    28 de Dezembro de 2011 as 15:01

    Alguns senhores, bem posicionados no exterior, faziam comentarios de varias ordens, tais como: Samba, WILl, Cardoso, etc agora que o Pinto ja ganhou e bem, Aonde para as vossas cronicas, escrevem mais, eu tenho saudades dos vossos escritos. Escrevem mais, e mais…
    Um Bom Ano Novo.

  21. Dos Santos

    28 de Dezembro de 2011 as 15:02

    O salário da funçao pública deveria ser o mesmo em todos os sectores.Porquê há diferença se todos trabalham para o Estado? Será que uns sao mais importantes que outros? Um jurista é mais importante que pedagogo e químico?
    Há q transformar as horas extras em salario dos funcionários. Não pode haver diferença.

  22. Anca

    28 de Dezembro de 2011 as 18:33

    Quando nós Profissionais, cidadãos SãoTomenses de diferentes áreas de actuação social, ganharmos a consciência, a humildade e ponderação, de que podemos e devemos contribuir, de que os esforços colectivos da nossas classes representativas, para a defesa de interesses de modernização e melhoria de condições de empenho e desempenho das condições de trabalho,(novas tecnologias, infraestruturas, estabilidade e valorização profissional, formação de qualidade, etc,etc) para aumentar-mos a nossa produtividade( mediante a união, o associativismo, para resolver, os problemas que condicionam a modernização e desenvolvimento da nossa área de actuação, dos nossos sectores nas suas diferentes vertentes), juntamente com a sociedade civil organizada, juntamente, com os diferentes governos( a curto, médio e longo prazo, mediante abertura e programação de objectivos, em como o seu cumprimento) e autoridades competentes, juntamente com contribuições de diferentes partidos da oposição, com os cidadãos, julgo que, todos juntos com as nossas contribuições, para o desenvolvimento dos nossos próprios sectores, bem como da nossa colectividade e sociedade e o país,(território/população) em que estamos inseridos, em termos primeiro de melhorias qualitativas, para podermos almejar ter ganhos e melhorias quantitativos, poderemos vir a ganhar muito mais, do aquilo que se reivindica, somente em determinadas altura ou momento político, económico e financeiro da condição ou condições do país(território/população), para o bem de todos os Sãotomenses, tanto da presente geração, como da futura.

    Para que haja ganhos substâncias(aumento de salários, subsídios a curto, médio e longo prazo) podemos e devemos contribuir com nossa visão pensamentos traduzir-los num plano de acção à curto médio e longo prazo, primeiramente para a melhoria das condições qualitativas, de modo a podermos todos, juntamente, com sociedade em que estamos inseridos ter ganhos e aumento de qualidade de vida em termos quantitativos.

    Mudar a forma de pensar momentânea, e pequena, alargar horizontes , visão, de como queremos ver o nosso sector, em termos de qualidade e como gostaria-mos, que a sociedade em que estamos inseridos
    os vissem em termos de melhoria qualitativas e quantitativas, da qual, poderemos vir sentir-nos orgulhos e daí obter ganhos.

    Necessário se torna saber, pensar, para saber fazer.

    • Anca

      28 de Dezembro de 2011 as 18:42

      Conjugando vontades saberes pensamento, com discernimento, humildade e ponderação, viabilizando e criando possibilidades de varias sensibilidades, para poder dar origem a planos ou projectos de melhorias qualitativos onde poderemos obter e conquistar ganhos quantitativos permanentes, para o sector e para a sociedade nos seu todo, aumentado o nível qualidade de vida dos cidadãos, e salvaguardar e acautelar os interesses natos quantitativos das diferentes classes Profissionais.

  23. cacau da ribeira

    3 de Janeiro de 2012 as 0:34

    Gostaria imenso que alguém me desse alguma informção sobre a situação em que se encontra a “escola de campo” Diogo Vaz dirigida pela Nora Rizzo.
    Há cerca de doias anos estva em pleno funcionamento. HOje não sei o que se passa.
    Solicito esta informação para um projecto academico que estou a desenvolver.
    A todos muito obrigado.
    Antonio

  24. pinta cabra

    3 de Janeiro de 2012 as 10:22

    grandes palhaços não sabem ensinar nada ainda querem mais dinheiro

  25. cacau da ribeira

    4 de Janeiro de 2012 as 0:19

    Gostaria imenso que alguém me desse alguma informção sobre a situação em que se encontra a “escola de campo” Diogo Vaz dirigida pela Nora Rizzo.
    EStá em funcionamento?

    Há cerca de doas anos estava em pleno funcionamento. HOje não sei o que se passa.
    Encontro-me em Portugal e gostaria de obter alguma informação.
    Solicito esta informação para um projecto academico que estou a desenvolver.
    A todos muito obrigado.
    Antonio

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