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Escola piloto de STP no Gabão continua a reclamar por verbas

A partir de Libreville, Gonçalo Monteiro, professor e director da escoa piloto de São Tomé e Príncipe no Gabão, faz um balanço positivo do ano lectivo findo, em termos de aproveitamento dos alunos.

No entanto a escola piloto criada desde o ano 2001, não tem funcionado devidamente. Tudo porque o Governo são-tomense não tem cumprido com as suas obrigações. «A semelhança do ano transacto, até a data presente não foi desbloqueada nenhuma verba para pagar algumas despesas de funcionamento da referida escola no Gabão», reclama Gonçalo Monteiro.

alunosDiz ainda o Director da Escola Piloto, que a pressão é alta por parte das entidades privadas gabonesas. «Estamos sobre pressões e ameaças, dos nossos parceiros porquanto ainda não honramos os nossos engajamentos, e porque o Governo também não honrou os seus compromissos connosco», reforçou

O pagamento da renda do edifício onde funciona a escola piloto de São Tomé e Príncipe em Libreville, é um dos problemas a resolver. «Enfim! Recordamos que dos contactos tidos com as autoridades santomenses; manifestaram o desejo de tudo fazer para que esta situação triste não se repete.  Mas infelizmente ela é presente», acrescentou Gonçalo Monteiro.

Reconhece que o Governo tem dificuldades financeiras para dar resposta a uma série de questões no país, mas considera que « este problema que temos no estrangeiro com proprietários privados, deve merecer urgentemente a intervenção dos dirigentes, porque não somos dignos e nem merecedores dos maus tratos e de ameaças, por estarmos a prestar serviços ao nosso Pais, mesmo fora dele, contribuindo para a educação das crianças santomenses do Gabão», frisou.

A direcção da escola piloto de São Tomé e Príncipe no Gabão, pede assim a intervenção do Presidente da República, do Primeiro Ministro, e do Ministro da Educação, ara ajudar a resolver um problema que põe em caus a integridade física dos responsáveis ela escola piloto, assim como o bom nome do país São Tomé e Príncipe.

Abel Veiga

    5 comentários

5 comentários

  1. Povo bili wê...

    11 de Julho de 2014 as 12:09

    Por ao caso não ha uma embaixada de STP no Gabão? Esse senhor aparece sempre neste jornal a chorar dinheiro para pagar a renda do espaço onde funciona a escola em Libreville? Será que ele tem mesmo pago esses compromissos com o valor que o país têm enviado.
    Sinceramente que acho que a auditoria do MECF tem que funcionar e que deveriam utilizar a nossa Embaixada em Gabão (se existe lá uma) para enviar os valores para o pagamento do edifício onde funciona a escola e também para pagar os professores.

  2. A. Dos Santos

    12 de Julho de 2014 as 10:10

    Tendo em conta que o Ministerio da Educacao de STP, nao tem cumprido com as suas obrigacoes em desbloquear verba para a Escola piloto de STP no Gabao, nao ha motivo para que essa escola esteja em funcionamento para a comunidade sao-tomense no Gabao. Qual é a razao da exitencia dessa escola piloto no Gabao? Esse director e seus funcionarios que venham para STP trabalhar. Querem estar no bem bom, usuferindo de altos vencimentos. Eles que venham para cancelar. Existe comunidade de Sao-tomense em Angola, Portugal, Franca e na Inglaterra, mas nao existe nenhuma escola para os filhos dos sao-tomense patrocinado pelo Estado de STP. Os filhos dos sao-tomense residentes nestes paises frequentam a escola publica desses mesmos paises. Sera que esses filhos de Sao-tomense residente no Gabao tem um estatuto especial? Si tiverem entao cabe ao Estado de STP acabar com esse estatuto especial.

  3. frantz cassandra will

    12 de Julho de 2014 as 18:07

    Meus senhores fui um dos primeiros professor deste projecto achei importante e ambicioso e logico e vos digo a educaçao nao tem preço por isso nao deve haver limites nem barreiras como disse um filosofo a “ignorancia é a sabedoria dos burros” e é por isso que voces querem contribuir para que essas crianças vindas ou nascidas no Gabao, pais que nao ha nada a comparar com os paises citados pelo senhor A. dos santos siguam o mesmo rumo de ignorancia que a vossa. A vossa atitude nos termos da lei num pais de direito é crime mas tendo em conta que voces so fazem verbo encher nesta pagina acho que nao seram condenados, obrigado

  4. Gonçalo Monteiro

    14 de Julho de 2014 as 16:30

    Geralmente nao é o nosso habito responder comentarios gratuitos, que nao tem nada com as realidades que os nossos concidadaos da diaspora do Gabao vivem.
    Infelizmente ainda existem santomenses como este, que pensando somente nele,sem o minimo caracter de solidariedade e de patriotismo.
    O Projecto Escola Piloto Santomense. como todos outros projectos e particularmente este que é um projecto socio-educativo e no Gabao, Pais acolhedor no qual existem muitos jovens santomenses que nao sabem ler e escrever portgues e mesmo em frances, dai surgiu a nobre iniciativa sustentada pela comunidade e que obviamente tem varios custos.
    O Estado Santomense reconhecendo a sua importançia, atarvés de varios Governos tem vindo a apoiar pese as inumeras dificuldades do Pais, em varios dominios este projecto.
    Muito recentemente, uma equipa idonea e responsavel chefiada pelo senhor Inspector Geral Jeronimo Salvaterra do M.E.C.F.e que de maneira respeitosa gostariamos cumprimentar, contrariamente o que fez transparecer gratuitamente o noso amigo, visitou o projecto, constactou as dificuladades, deu orientaçoes e deixou recomendaçoes, para o melhor funcionamento desta grande obra, que deve merecer o apoio e a contribuiçao de todos, e que devemos de maos dadas, quer em S.T.P. ou em outras paragens, erguermos o simbolo, a cultura e a identidade do nosso Pais e do nosso Povo.
    A Escola Piloto Santomense do Gabao, pese as inumeras dificuldades, tem sabido dar respostas a estas exigençias, pois centenas de crianças santomenses do Gabao tem vindo a beneficiar deste projecto, e muitas delas ja se encontram em S.T.P. continuando os seus estudos.
    Enquanto uma atribuiçao do Estado e que nos enquanto cidadaos santomenses interessados no desenvolvimento duradouro do nosso pais, colocamos e temos vindo a colocar o nosso subsidio e todo o nosso saber fazer juntamente com o Estado Santomense, para que esta obra seja cada vez mais solida e perene, em benefiçio destas crianças hoje, mas mulheres e homens de amanha.
    Estamos abertos a todo tipo de criticas, mas que infelizmente nem todas elas sao bem vindas e construtivas, mas o mundo foi feito assim!…
    Ovosso servidor Gonçlo Monteiro

  5. Gonçalo Monteiro

    14 de Julho de 2014 as 17:14

    Para terminar, agora sim embora nao temos habitos de responder insinuaçoes e provocaçoes e porque assim fomos modestamente eduacado, a existençia desta escola de 2001 a esta parte, deve-se embora de forma tardia, ao cumprimento escrupuloso de pagamento das rendas, alias se hoje voltamos a solicitar a indulgençia do Estado e do Governo enquanto o nosso principal parceiro, é precisamente por causa deste problema.
    As despesas de funçionamento da referida escola sao varias e por esta razao, os varios Governos tem respondido de forma Republicana, esta necessidade e esta exigençia, pese todas as dificuldades que conhecem o nosso S.T.P.
    Aproveitamos apra agradecer a todos aqueles que de boa fé tem apoiado e que continuam dispostos a apoiarem, alias o nosso muito obrigado ao prof.Frantz Cassandra.
    Devemos estar atentos, e porque também precisamos destas pessoas que desconhecendo as nossas realidades ou por outras razoes, nao perfilam pela unidade nacional e a reconciliaçao nacional em S.T.P.com o envolvimento e aplicaçao da Diaspora, cavalo de batalha do Chefe do Estado e de todos aqueles que querem ver um S.T.P. cada vez mais unido, mais prospero e melhor para todos no horizonte 2030.
    Importa informar, que a nossa obra nao tem preços e sobrevivemos também graças a nossa dinamica em outras areas, juntos as outars instituçoes.
    A luta continua e a victoria é certa
    Gonçalo Monteiro

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