Estar em São Tomé e Príncipe é uma experiência que começa muito antes da primeira conversa. Começa no cheiro da terra húmida, no sabor intenso do cacau, no peixe fresco acabado de sair do mar, no aroma do café acabado de torrar. É um país imenso em riqueza sensorial.

A cada vinda e presença no território, ficou clara uma convicção: São Tomé e Príncipe tem tudo para afirmar o seu sabor como estratégia de desenvolvimento. Não se trata apenas de gastronomia. Trata-se do mar e da terra ao prato. Trata-se de identidade. Trata-se de futuro. Trata-se de economia do sabor.
Mas o que é a Economia do Sabor?
A Economia do Sabor significa transformar o saber-fazer gastronómico e os recursos locais em valor económico. É olhar para o que nasce da terra e do mar, seja o cacau, banana-pão, fruta tropical, peixe fresco, café, e perceber que ali não está apenas alimento. Está cultura. Está história. Está diferenciação.
É pensar toda a cadeia: produção agrícola, transformação, criação de marca,
distribuição, restauração, turismo e inovação alimentar. Quando tudo isto funciona em conjunto, cria-se um verdadeiro ecossistema económico. O sabor deixa de ser apenas consumo. Passa a ser estratégia.
Por : Luís Matos Martins
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Bode
2 de Março de 2026 at 12:13
Incluir as flores, a fauna e flora, os rios, o espaço aerodinâmico, a cultura, incluindo crioulos, a história, nesta equação.
Incluir a família como a primeira instituição social do país, os agentes económicos, os cidadãos e empresas, seus rendimentos
Pois que tudo passa, por uma questão de organização, rigor, trabalho árduo, transparência, segurança, sustentabilidade,..