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Autoridades são-tomenses libertaram navio de pesca da Espanha

Numa nota de imprensa enviada à redacção do Jornal Téla Nón, a Direcção das Pescas de São Tomé e Príncipe, anuncia a libertação do navio pesqueiro espanhol, Alemar Primero que foi interceptado no passado dia 6 de Agosto nas águas nacionais pela missão conjunta de fiscalização Gabão- São Tomé e Príncipe. O navio foi capturado por alegada prática de pesca ilegal na zona económica exclusiva são-tomense.

Leia o comunicado da Direcção das Pescas para se inteirar de toda a história. - COMUNICADO DE IMPRENSA

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    Victor d?Apresentação Cá Responder

    Que vergonha. Dizem que houve uma grande trapalhada do Ministério das Pescas. A União Europeia foi dura mesmo com o Governo de Patrice.
    Não conhencem e nem dominam o Acordo que assinaram. Deixaram os Gaboneses tomarem conta desta Merd. Agora tomam

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    explicar sem complicar Responder

    A verdade das verdades é que o país recebeu ultimato da união europeia para libertar o navio, uma vez existir o acordo de pesca.
    Por outro lado devido à interferências das tropas gabonesas no assunto.
    O ULTIMATO foi muito forte.
    É esta a razão da libertação do navio.

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      Ralph Responder

      Provavelmente esteja correto, talvez com a trasferência de dinheiro ou outro benefício ao governo sãotomense. O governo teria de ter recebido algo em troca. Como dizemos em inglês, “money talks”. Tem-se de se manter suspeito de algo como isto.

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    Kúassa - kúassa Responder

    Autoridades santomenses estavam a pensar que tinham mesmo autoridade ao ponto de fazer a apreensão do navio espanhol, mas o governo espanhol mostrou que não queria gracinhas e deu ultimato ao governo santomense para que o navio pesqueiro Alemar Primero fose imediatamente libertado. Quem pode, pode!

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      luisó Responder

      Senhor Kúassa:
      aqui não há ultimatos. Se pescava ilegal é multado e segue o seu caminho.
      Nada mais há a fazer para além de se retirar a licença para pescar.
      O barco não pode ser apreendido MAS A SUA CARGA PODE.

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        Kúassa - kúassa Responder

        Senhor Luisó,
        O senhor tem que se preocupar mais em estar atento a notícias de grandes cadeias de informação internacional e não se limitar a ouvir RNSTP e TVS, totalmente manipulados e censurados pelo governo do ADI.

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    luisó Responder

    Está correcto e é assim que se faz em todo o lado.
    A embarcação estava autorizada a pescar na ZEE de STP só que praticou pesca que não estava autorizada a fazer e daí a multa ou coima e a sua libertação.
    Mas há uma outra coisa que poderia ser feito e daria um sinal aos outros que pensam em fazer o mesmo: retirar a licença de pesca em STP a este navio.
    Agora há também se nãos : é menos dinheiro que entra da licença cativa mas entre o deve e o haver STP ganha mais em manter o stock de peixe e tubarão e torna mais sustentável os seus mares.
    Que se dane esta licença.

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    Martelo da Justiça Responder

    Alguém sabe qual é o valor da coima aplicada?? Se existe um valor o mesmo foi pago antes da libertação do navio??

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    Pumbú Responder

    É o mundo que temos. Os mais fortes reinam com ultimatos… mesmo em Defesa dos ladrões.

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    josé luis tavares Responder

    Subscrevo na intriga o comentário do luisó.

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    Mario Responder

    Mas perante os factos o que deveria fazer o governo do pequeno arquipélago de S. Tomé e Príncipe?

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    realista Responder

    Dinheiro fala mais alto

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    Verdade Responder

    Caro patriotas;

    Eu penso que a era das trevas foi ultrapasso com época de iluminismo.Em que o pesamento deve estar sujeito aos fatos, busca insacável da verdade, ou então ficar calado, do que falar o que não sabe.
    Depois de cumprir todas as formalidades legais o navio foi libertado. Desde do jardim do Edêm que eu saiba que a tendência do homem sempre desculpar-se. Todo a país e organização nacional e internacional tem inclinação de tentar defender seus compatriotas ou membros. Uma coisa não prejudica outra, tratando de Estado soberano. Alguns perdem oportunidade de ficarem calados quando não tem opiniões esclarecedoras do assunto.

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