Sociedade

Processo de recenseamento eleitoral só termina em Abril

A Comissão Eleitoral Nacional, concluiu na última semana a inscrição de novos eleitores, com vista a actualização dos cadernos eleitorais para as eleições legislativas, autárquicas e regional no Príncipe, previstas para este ano. Mas o processo só fica concluído em Abril.

Fechado o processo de inscrição de novos eleitores, a Comissão Eleitoral Nacional, avança com o rastreio dos dados recolhidos nos últimos 3 meses de campanha de inscrição.

Só depois serão elaborados os novos cadernos eleitorais, e a sua publicação, para que os eleitores possam analisar os dados e confirmar a sua inscrição.

José Bouças porta – voz da Comissão Eleitoral Nacional, disse ao Téla Nón que o processo de inscrição de novos eleitores, satisfaz as expectativas da CEN.  «Tínhamos uma previsão de inscrição de cerca de 9 mil novos eleitores. Podemos dizer que estamos perto de atingir esta meta, mas não posso precisar com exactidão o número de eleitores inscritos, porque vamos avançar com a fase de triagem do recenseamento», declarou.

A Comissão Eleitoral, nacional já destacou uma equipa de trabalho junto aos serviços de registo e notariado, para fazer o levantamento dos obtidos e assim extirpar dos cadernos eleitorais os cidadãos eleitores que já não pertencem o mundo dos vivos.

Só depois do trabalho de rastreio em curso, é que a CEN anunciará o número exacto de eleitores que vão tomar parte nas próximas eleições. As estimativas apontam para mais de 90 mil.

O processo de recenseamento eleitoral, fica concluído em Abril próximo. Altura em que, a instituição responsável pela organização e realização das eleições, deverá informar ao Presidente da República e Chefe de Estado, sobre a conclusão dos seus trabalhos, e a prontidão para realizar as eleições.

Acto contínuo o Presidente da República e Chefe de Estado, marca a data das eleições, com base na luz verde em termos dos preparativos da CEN. Sempre foi assim durante os 23 anos da democracia são-tomense. Antes disso habitualmente o Presidente da República e Chefe de Estado a ouvi as forças políticas antes de marcar a data das eleições.

Aspectos legais, que contrariam os gritos de aflição de alguns sectores do país, que desde o ano passado suplicam pela marcação da data das eleições, sem discernimento suficiente, para observar os procedimentos já rotineiros para o efeito.

Abel Veiga

    4 comentários

4 comentários

  1. Fia pagawe

    17 de Fevereiro de 2014 as 11:52

    O Sr Patricio Trovoada quer da aos Santomenses o exemplo daquilo que foi a posicao do filho do Sr Cabila quando este assendeu ao pader como o Presidene.O povo Santomense nunca foi dividido pelo o que seja. Nota-se que ha uma especia de enfeiticar, em que de forma resistente e insistente, pessoa o defende com toda as garas, embora este ter feito uma seira declaracao de que semeavao caos no Pais.Como filho desta Terra, nao admiti nem tao pouco admito que este estado de coisa venha a ter lugara meste Santo lugar.Tenho receio! Vejo este como sendo um inimigo e nao um amigo,pois este nao e dar confianca.E na minha opiniao que o senhor em causa, assim como os que lhe esta a dar o capmo para atrocidades no Pais,ficassem por debaixo dos sapatos do Sr Bispo da Diocese, como anteriormente encontrava o Pinto da Costa por debaixo dos calcados do tal Abilio Ribas ao pedido do seu amigo Trovoada Pai durante o tempo em que este era o Presidente da Republica.E de conhecimento de todos nos que,a politica gera friccao, nao podemos levar todo ao peito ao ponto de deitar oa nossa casa a baixo. O respeito, a tolerancia, o dialugo deve ser a arma para ultrapassar a divergencia e junto caminharmos em frente na afirmacao do Pais, e de cada um de nos a onde quer que esteja.

  2. Magalhães

    17 de Fevereiro de 2014 as 11:59

    Já começam com brincadeira de mau gosto para adiarem as eleições.

  3. Deus é Grande

    17 de Fevereiro de 2014 as 16:23

    Despachem e marquem depressa as eleições para se esclarecer o poder político em STP!O país está desorientado, as instituições frustradas e doentes! Toda a gente começa a ficar maluca com o estado depauperado em que chegou o país! Será que o PR não está a sentir isto, ou está mesmo, mas com o cinismo e ironia??!!! Fôgo!

  4. Dadán

    18 de Fevereiro de 2014 as 15:44

    Quando é que as eleições em STP esclareceu o poder político?

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