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STP recebe hoje importante ajuda de Portugal em medicamentos

Cerca de 73 mil embalagens com 236 tipos de medicamentos, começaram a ser desembarcados esta manhã no porto de Sã Tomé. Uma oferta de Portugal, que acontece a luz de uma solicitação feita pelo Governo de Patrice Trovoada a INFARMED. Ainda nesta quarta – feira, o Governo são-tomense receberá oficialmente o primeiro carregamento de medicamentos ofertado pelas indústrias farmacêuticas de Portugal.

    9 comentários

9 comentários

  1. Mash

    22 de Abril de 2015 as 20:56

    Toda a ajuda é bem vinda no nosso arquipélago. Mas é preciso trabalharmos para que não fiquemos dependentes apenas disto. Os governantes têm que envidar esforços para melhorar as condições de saúde em STP. Há sectores que têm beneficiado de melhorias significativas, porque não a saúde que é o pilar de uma sociedade? A saúde tem que ser a prioridade de um governo e é possível fazer melhor!

  2. Atento ao Dossier

    22 de Abril de 2015 as 21:37

    BEM HAJA PORTUGAL.
    OBRIGADO.

  3. lustro

    23 de Abril de 2015 as 9:04

    Cuidado para nao cair na agua à semelhança do arroz

  4. medico

    23 de Abril de 2015 as 9:06

    para quando comecçam a apostar na especializacao de medicos santomenses?
    Ficamos a depender de especialistas externos até quando?

    acho q seria mais uns votos para o governo se até ao fim do mandato apostasse nesta questao

    Nao esqueçam que os medicos sao pessoas influents e prescritores…

    • Quidide

      24 de Abril de 2015 as 19:17

      Existem acordos de cooperação para formação de Médicos dos PALOP em Portugal. Essa formação é não remunerada e os países de origem é que devem subsidiar os seus formandos. Mas STP quase não aproveita. Eu penso que os Médicos santomenses devem engajar-se mais de modo a aproveitar essa oportunidade. É preciso estarem sensibilizados a regressar depois de formados. Infelizmente nem sempre isso acontece. Os beneficiários preferem fixar-se no estrangeiro. Nós temos muitos Médicos especialistas competentes a exercer no estrangeiro o que de facto é lamentável. Pois o país bem precisa deles. Por outro lado é preciso haver uma política para incentivar os especialistas a regressar ao país.

  5. fia luxinga

    23 de Abril de 2015 as 9:58

    Bom dia meus caros conterrâneos, face esta situação me faz lembrar uma das musicas do Kalú Mendes “Boleia” temos de deixar de andar de boleia, isto ´mau hábito e não fazemos nada porque alguém há de nos dar, para isso será necessário seguinte fatores:

    1º Deixar de conflito desnecessário entre Santomenses
    2º Respeitar as Leis da Democrática
    3º deixarmos de ser mesquinhas
    4º A receita principal é trabalhar com humildade e respeito por outros

  6. ANCA

    25 de Abril de 2015 as 17:38

    Boa

    Importante ajuda.

    Uma palavra de apreço a Infarmed, Ministério de Saúde e Governo Português, bem como ao Governo SãoTomense.

    É preciso ter uma visão nacional do País(Território/População), ter em conta o Hospital da Região Autónoma do Príncipe.

    Necessário se torna criar organizar, mobilizar recursos humanos e pessoal, económicos financeiros, bem como equipamentos e infraestruturas, á nível nacional, para se falar de um verdadeiro sistema de saúde nacional.

    Pois o termo sistema implica o funcionamento de um órgão, em todo seus componentes/partes e membros funcionam.

    No quadro atual de Sistema de saúde temos carências de pessoal qualificado suficiente a nível de Medicina, Enfermagem, Técnicos de Saúde, infraestruturas e instituições que prestam cuidados de saúde bem equipados e funcionais, a organização é fundamental, nesta fase é preciso ter uma visão mais ampla do conceito de saúde, que vai para além de prestação de cuidados de Saúde Hospitalar, no Centros de Saúde, nas Clínicas Privadas.

    Sistema de Saúde, implica mais do que tratamento hospitalar, implica bem estar, alimentar, físico, ambiental, social, pessoal e individual da população e cada cidadão em particular.

    Enquanto existir miséria, fome e pobreza, corrupção,índices de criminalidade elevada, índices de alta mortalidade,índices de alta mortalidade infantil, elevados casos de doenças endémicas como Paludismo, diarreias, cóleras, dentre outras,falta de acesso a luz, agua, de saneamento básico, falta de cultura e lazer, falta de emprego, falta de acesso a educação formação o País,(Território/População/Administração e Gestão) estão cronicamente doente.

    Todas as instituições governamental bem como a sociedade civil, e cada cidadão Sãotomense em particular a nível pessoal e coletivo devem, envidar esforços no sentido de inverter a situação do nossos sistema de saúde, que se encontra numa fase, principiante.

    Não há almoços grátis

    Há muito a fazer

    Trazer empresas que produzem medicamentos, a solo nacional, pois estamos inseridos numa região com mais de 250 milhões de habitantes, Africa Central, bom mercado, sejam elas Empresas Africanas de Renome, Brasileiras, Portuguesas ou Asiáticas, abastecendo assim o nosso mercado interno, baixando o preços dos medicamentos, acabando com vendas de medicamentos na rua e nos mercados, vendas e compras ilegais de medicamentos.
    Rever os estatutos e politicas de farmácias, criação da Ordem dos Farmacêuticos Nacionais, Farmácias Nacionais em parcerias com outras ordens dos Palops e internacionais.

    Organizar e Modernizar

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

    Bem haja

  7. josé manuel

    12 de Maio de 2015 as 19:19

    Boa acção como irmãos que somos Portugal /S.Tomé é pena que se for preciso amanha aparece ai alguns chicos espertos a falar mal em tons de racismo

    • Atento

      21 de Julho de 2015 as 14:09

      Meu caro José Manuel.
      Aqui em São Tomé, o que mais existe é gente a agradecer no momento e viradas as costas, começam a morder em quem lhes deu o que quer que seja. Por isso a sua observação é pertinente e muito verdadeira, pois somos um povo que vive de esmola e que se habituou a viver dela, achando que os outros países são obrigados a darem-nos tudo.

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