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FADM, assaltam maior base da RENAMO

As Forças Armadas de Moçambique(FADM), tomaram na tarde de ontem a maior e mais importante base da RENAMO, localizada no Distrito de Maríngué, província de  Sofala.

Importa salientar que esta base nunca foi desactivada pela antiga guerrilha mesmo depois dos Acordos Gerais de Paz assinados em 1992 entre o Governo e a RENAMO.

Com a tomada desta base Maríngué viveu ontem segunda-feira momentos de guerra, onde se ouviam rajadas de artilharia pesadas, estes confrontos entre as Forças governamentais e os guerrilheiros da RENAMO, culminaram com a morte de trinta pessoas, sendo dez pertencentes as FADM, sendo os restantes vinte guerrilheiros de Afonso Dhlakama.

No local de combate não havia registo de mortes da população civil, muitos populares procuravam refugio em lugares seguros para escaparem dos fortes combates, entre as FADM e os guerrilheiros da RENAMO.

Muitos tentaram levar alguns haveres, e saírem em debandada porque a vila estava debaixo de fogo, os principais serviços encontram se encerados, desde escolas, hospitais, e repartições governamentais por temer-se uma reacção dos guerrilheiros.

O Ministério da Defesa Nacional, convocou no final da tarde de ontem em Maputo a imprensa para comunicar sobre a tomada da base principal da RENAMO, em Maríngué. O porta voz do MDN, foi parco em palavras quando confrontado pelos jornalistas, tendo dito apenas que a ocupação desta base surge no âmbito da rusga rotineira que as FADM, tem feito come de costume naquela zona.

Por: Luís Muianga – Colaborador do TN

Jornalista do: JORNAL ZAMBEZE

Email-luismuianga@hotmail.com

Cel: +258845186847

3 Comments

3 Comments

  1. Santomé Plodôsu

    30 de Outubro de 2013 at 15:28

    Como é possível que a RENAMO estivesse tantos anos no parlemento e, ao mesmo tempo, mamtinha a base? Não consigo entender.

    • pires dos santos

      30 de Outubro de 2013 at 21:46

      Meu amigo há sempre interesses ocidentais por de traz não te esqueças. Eles não estão contentes com desenvolvimento de Moçambique, e a maior raiva é a recuperação de caborabaça. Foi um investimento com carimbo dos ocidentais (obra com cabeça tronco e membro)

    • rapaz de riboque

      31 de Outubro de 2013 at 12:09

      não digas tolices, em todos países africanos a sempre conflitos internos e a luta pelo poder nós ca não temos conflito armado porque somos ilheus caso contrario estávamos nas mesmas situações em conflitos armados nos antes de escrevermos temos que puxar pela mente não é só escrever sabes muito bém que todos querem a cadeira do poder.

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