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Guerra agudiza-se em Moçambique

Um grupo de guerrilheiros da Renamo fortemente armado, assaltou na madrugada de terça – feira um comando policial e dois postos de saúde na localidade de Mavume distrito de Funhalouro na província de Inhambane.O ataque resultou na morte de três policias e seis feridos graves, um deles por sinal o mais jovem com 21 anos de idade e recém-formado, era seu primeiro dia de actividades.

Ainda na mesma localidade os guerrilheiros assaltaram duas unidades sanitárias, onde retiraram diversos medicamentos, nos últimos tempos os guerrilheiros de Afonso Dhlakama, tem se desdobrado em assaltos as unidades sanitárias a busca de medicamentos e isso tem deixado vários utentes desprovidos de cuidados  sanitários devido a falta de medicamentos.

Este ataque surge poucos dias, depois dos fortes combates que aconteceram nas localidades de Pembe e Fanhanha no distrito de Homoíne, onde seis elementos pertencentes as tropas governamentais tombaram nos combates e resultou ainda em dez feridos graves e na morte de dois guerrilheiros da Renamo.

Deste ataques os guerrilheiros de Afonso Dhlakama roubaram ainda diverso fardamento militar e policial e carregaram armamento diverso.Esta vaga de guerra já provocou uma onda de deslocados e o governo já declarou estado de emergência nas zonas de combate, apesar de ate hoje continuar a teimar que não há guerra em Moçambique.

Presidente da Liga dos Direitos Humanos intimada pela Policia

A presidente da Liga dos Direitos Humanos Alice Mabota, foi intimada nesta quarta-feira pela policia a apresentar-se na 7ª esquadra da Policia em Maputo.O caso esta relacionada com uma alegada mensagem elaborada por Alice Mabota que circula nas redes sociais que ínsita o povo a uma grande manifestação contra a ma governação do presidente Armando Guebuza.

Mabota confirmou ter recebido a tal intimação da policia e disse não ter aceite receber a mesma e que iria dirigir a 7ª esquadra da policia para se inteirar melhor do caso. Segundo deu a conhecer ela não é autora da tal mensagem, recebeu a mesma de António Muchanga um quadro sénior da Renamo e membro do Conselho de Estado.Para Mabota esta acção visa tentar silencia-la pelo executivo de Armando Guebuza, e disse não temer nada, recorde-se que esta activista dos Direitos Humanos liderou o ano passado uma grande marcha quase por todo o pais contra a insegurança que se vive no pais uma mensagem que não foi do agrado do governo.

Por:Luís Muianga em Maputo/Moçambique

Email-luismuianga@hotmail.com

1 Comment

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  1. Pobre Inteligente diz

    16 de Janeiro de 2014 at 9:34

    Grande culpado desta situação, é mesmo o governo de Moçambique.Como é possível que depois de assinarem acordo de paz em 1990, a RENAMO continuar a ter base militar e com homens armados? quer diz na minha ótica, que nunca houve paz naquele País e agora a situação vai-se agravar ainda mais por causa das riquezas que foram descobertas.Tiveram muito tempo para resolver este problema seguindo o exemplo de Angola.

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