Sociedade

Violência: Coronel do Exército abateu sua mulher a tiro

Manuel de Ceita, Coronel do Exército, e Assessor do Primeiro Ministro Patrice Trovoada para Defesa e Segurança, matou a sua mulher a tiro. Tudo aconteceu na noite da última terça – feira no Bairro do Riboque arredores da capital São Tomé.

Segundo apurou o Téla Nón, esta manhã o coronel Manuel de Ceita, foi conduzido às instalações da Polícia de Investigação Criminal, onde esteve a prestar declarações sobre o acontecimento de ontem à noite na residência da vítima no bairro do Riboque. Esta quinta – feira deverá ser encaminhado para o Ministério Público.

O oficial superior das forças armadas está sob a tutela do exército. O Téla Nón apurou que na noite de terça feira após a alegada prática de  homicídio , o coronel ficou sob protecção do exército no Quartel General. No entanto nas próximas horas e no quadro do processo judicial em curso, deverá aguardar pela justiça na prisão militar, localizada no Interior do Centro de Instrução Militar, próximo do aeroporto internacional de São Tomé.

Cenas de ciúmes e conflitos no lar estarão na origem do alegado homicídio da mulher de 43 anos e mãe de dois filhos.

Mais um caso de violência doméstica, numa sociedade cada vez mais violenta, onde as mulheres, as crianças e os idosos são constantemente espancados, e nalguns casos assassinados.

Abel Veiga

    16 comentários

16 comentários

  1. anonimo

    25 de Abril de 2018 as 12:43

    vergonhoso, vamos ver quantos anos apanha, num país normal apanharia 25 anos no país da corrupção se apanhar 25 dias é muito. não é por acaso que stp foi qualificado por violar os direitos humanos a comunidade internacional tem de lhes aplicar sansões senão onde vamos parar. um coronel abate a tiro a mulher mas estamos onde na tribo? uma vergonha para as tropas para o governo ter assassinos ao seu serviço. até as divisas lhe deviam ser tiradas

  2. folha da mina

    25 de Abril de 2018 as 14:30

    De tudo isso, apenas lamento uma coisa,….. “ausencia de pena de morte”

  3. Santola

    25 de Abril de 2018 as 19:35

    Ao ponto que o nosso país chegou, espero que a justiça santomense funcione porque isto é muito grave para STP.

  4. Pedro safú

    26 de Abril de 2018 as 6:51

    É mais uma prova de que o País não precisa de militar, precisamos sim de policias especializada e talvez precisamos de militares somente na área de marinha….
    Esta atrocidade vem mais uma vez confirmar o quão é inconsequente os nossos militares, pois assassinou sua companheira porque não tinha ocupação, tem arma nas mãos, então queria ter sensação de como é matar alguém…só sei que o culpado de tudo isso são os nosso governantes que todas as vezes tem passado as mãos na cabeça dos militares…
    Haja paciência nesse Pequeno e pobre País….

    • PensarMelhor

      26 de Abril de 2018 as 20:42

      será que é por ai? Quando o depotado que muito recentemente baleou um individuo, seria uma razao para deixar de existir depotados? Ganda parvo com pouca capacidade de pensar.

    • MATRUSSO

      27 de Abril de 2018 as 14:38

      O que tem haver FARSTP com assassinato? Só agora é que existe FARSTP em STP?

      Que grande parvo! Queres justificar aniquiliçação das farstp com comportamento deste indivíduo? Este indivídou cometeu esse crime, não por ser elemento da FARSTP, mas sim por ser comparsa do teu PM ó seu idiota:

      Porque não dizes que não precisamos de deputados quando o deputado do ADI baleou um cidadão?

      Porque não dizes que não precisamos de secretário de estado quando um dos Sec. Estado assassinou um cidadão no cemitério?

      Para ti a justiça só é importante quando te convém?
      Pois qndo não te convém deixa de ser importante.

      • Rapaz de reboque

        29 de Abril de 2018 as 14:01

        Perdeste uma boa oprtunidade em nao gastar as tuas energias com o teu comentário

  5. Rui Barros

    26 de Abril de 2018 as 10:07

    Caros santomenses,
    Mais uma vez, estamos perante um crime bárbaro, cometido por alguém que jurou defender a pátria e o seu povo. Enfim! Mas uma coisa é certa, temos que começar a atacar as causas antes do efeito.
    Quando um responsável do Estado a mais alto nível, como é o caso do Primeiro-ministro Patrice Trovoada tem como assessores na sua maioria criminosos o que se espera? Por outro lado, pergunta-se quando alguém nomeia criminosos para a sua assessoria é porque ele é o chefe da quadrilha, ou seja, o maior criminoso é o Patrice Trovoada. Tomemos outros exemplos de casos semelhantes:
    O Ilísio Teixeira, baleou um cidadão no interior do cemitério de Gonga e acabou por falecer no hospital. Ao invés de ser condenado pelo crime cometido, foi premiado ou seja, nomeado assessor jurídico do Primeiro-ministro. A forma de sossegar a família da vítima foi nomear o irmão ao cargo de ajudante de campo do Evaristo Carvalho, naturalmente ao mando do Patrice Trovoada porque este PR não manda nem faz nada. Assina só……
    O Gêge Amado Vaz, outro criminosos bandido, procurado pela justiça caboverdeana, e o mentor de todos os escândalos a volta do caso Rosema, foi de igual modo nomeado assessor do Patrice Trovoada, mais tarde transferido para o palácio e de seguida para Gabão onde só nos fez vergonha tendo sido afastado de uma organização internacional por incompetência, preguiçoso e batoteiro.
    O Senhor Nino Monteiro, conselheiro oculto do Patrice Trovoada para área de negócios obscuros, também já fez das suas, mandou bater um cidadão santomense, que ficou a porta da morte durante meses no hospital em Portugal, por acerto de contas de negócios ilegais, tal cidadão pediu anonimato é um negociante de carros e outros, fez-se grande amigo do Varela se calhar ao mando do Patrice ( faz parte da rede.
    Agora foi a vez do Manelinho fazer das suas, claro é onda, não lhe vai acontecer nada. Portanto o Patrice só tem bandidos e criminosos a sua volta por ser o chefe da quadrilha. Só espero que um desses criminosos não venha a perder a cabeça a breve trecho contra Varela ou o próprio Patrice, que bem merece. Kuá lálá! Bawê santomè.

  6. rostov

    26 de Abril de 2018 as 11:07

    Depois de 25/04/1974 e a Democracia em 1990 RDSTP transformou se numa autentica SELVA todos queremos ser LEÂO já não existe respeito nem civismo cada um agi como quiser e ninguém diz Basta. Estamos a demostrar que não existe Autoridade, estamos entregues a Sorte. Vai ser cada vez complicado se continuarmos a trilhar “A LEI DA SELVA” o mais forte vencera. Vamos a igrejas, palestras etc., saímos de lá mais ignorantes, apenas ficamos lá de corpo presente apenas a cumprir o calendário exibindo grifes, penteados e nada entendemos apenas PASSATEMPO.

  7. luisó

    26 de Abril de 2018 as 14:51

    A morte de um ser humano é sempre de lamentar e neste caso o de uma senhora que deixa dois filhos.
    Já li aqui muitas coisas e cada um tem a sua opinião mas vejamos:
    O coronel, neste caso, é o homicida e vem logo toda a gente criticar o exército e blá bla´….
    O coronel é apenas um cidadão e homem como os outros com a diferença que veste uniforme….
    O ser militar é um áparte e não faz dele mais ou menos criminoso.
    E se fosse um civil era diferente ?
    Neus caros: o crime é homicidio e portanto deve ser julgado por tribunal civil pois trata-se de um crime PP pelo código civil.
    Tudo o resto é falácia…..

  8. Joana

    26 de Abril de 2018 as 17:31

    Este homem é um psicopata,tentou matar a mulher casada e ñ conseguiu,porki a mesma teve ki fugir do país as escondidas se n morria esta ñ teve a mesma sorte depois de ser espancava kuase todos os dias e com ameaças de morte,tentou fazer o mesmo mas teve a pouca sorte isto porque o psicopata descobrio e consumou o acto, ele merece morrer porki kem mata com ferro com o ferro tambèm sera matado se estiver livre ira voltar a matar ele è um desiquilibrado mental o homem nem se ker ri desgraçado

  9. Manuel do Rosário

    27 de Abril de 2018 as 7:41

    A não aceitação da separação levou um cidadão português a assassinar a mulher e o filho na quarta-feira, em Payerne, centro-oeste da Suíça, revelou a edição eletrónica da Gazeta Lusófona.
    O emigrante português, de 49 anos, também não aceitou bem o facto de a mulher, de 42 anos, ter saído de casa com os filhos, um de 18 e outro de 13, para viver num apartamento junto à estação ferroviária de Payerne. A separação, no seio da família portuguesa, ocorreu há cerca de mês e meio. São situações que acontecem no mundo inteiro motivadas de decisões impensadas e falta de bom senso entre homens e mulheres.
    Devemos evitar que casos destes aconteçam implorando sempre o nome de Deus para nos livrar e defender dos maus pensamentos.

    • Rapaz de reboque

      29 de Abril de 2018 as 13:56

      O que te este caso haver com o imigrante português? Estamos a comentar este caso, cada caso é um caso vamos preocupar com o que se passa no nosso país e deixemos mais de nos preocupar com os outros

  10. Rapaz de reboque

    27 de Abril de 2018 as 13:22

    Embora crimes destes acontecem por todo o mundo infelizmente nao sendo só no nosso país o que é de lamentar porque ninguém tem direito a tirar a vida a ninguém as ainda é mais lamentavel quando sao cometidos por alguém com algum cargo na sociedade e com formação superior quanto a minha maneira de pensar estes que deviam dar exemplo e que tem nivel muito baixo deviam set bem punidos para que servisse de exemplo para todos duvido muito que este senhor apanhe uma pena exemplar esperemos para ver e para a familia da vitima só peco a deus que lhes dê muita força e coragem para superar esta dor e que a justiça seja feita

  11. Folha luxinga

    29 de Abril de 2018 as 14:04

    Meus caro compatriota não confundimos uma coisa com outra,este caso é isolada dos outros problemas, não tem nada haver com governação.Por outro lado homem é militar e será este tribunal a julga- lo. Temos problemas estrutural e conjuntural que nenhum dos partido políticos conseguiram resolver dada orgulhos dos políticos,falta de conhecimentos,viveram sempre a fazerem bandidagem e má fé existente dentro deles.

  12. Gentino Plama

    30 de Abril de 2018 as 14:08

    Não venho julgar quem quer que seja, mas sim, dar a conhecer um pouco daquilo que sei a cerca do oficial em questão. É um individuo de comportamento violento pois, que várias vezes exteriorizou que tiraria a vida a mulher. Este vivia com uma senhora, filho de um vulgar bancário já falecido que frequentemente recebeu ameaça de morte. O ato não se consumou se calhar, pelo respeito aos irmãos da esposa que lhe poderia fazer a folha. Como é a gíria no nosso país; Cada Liguidá Tê Quega Dê, este acabou por levar a sua ação maléfica a malograda que pelos vistos, não sabe o que levo-lhe a pagar de forma tão pesada a culpa.
    Sim, sou um fora da lei, mas quem mata pelo belo prazer, devia ser morto pela força de lei.

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