Pinto da Costa reconheceu o seu envolvimento pessoal desde a primeira hora no lançamento da VII Bienal. Facto confirmado por João Carlos Silva e Sindika Dokolo, responsáveis das duas instituições que materializaram o evento que projecta São Tomé e Príncipe como epicentro cultural em África durante 3 meses.

João Carlos Silva preferiu partilhar com o público rimas e versos do texto curatorial da VII Bienal. Uma obra da Jornalista e Poetisa São de Deus Lima, que manifesta a alma das ilhas, palco da bienal. Palavras escritas com arte, declamadas por João Carlos Silva na abertura da bienal.

São Tomé e Príncipe e Angola que a história uniu, há mais de 500 anos, abrem novas rotas culturais no século XXI. «Eu acho que estamos a materializar novas rotas culturais e cooperação entre os países africanos. Espero que vamos continuar a enriquecer esta dinâmica cultural», prosseguiu o patrono da Fundação Angolana, que financia parte dos projectos da VII Bienal.
Tanto Sindikha Dokolo, como João Carlos Silva, realçaram o envolvimento de Pinto da Costa no lançamento da cooperação entre as duas instituições culturais e a realização da própria bienal. «Queria em meu nome próprio, em nome da minha Fundação, agradecer o senhor Presidente da República, como disse o João Carlos Silva, ele foi testemunho disso, envolveu-se pessoalmente no sucesso deste grande evento», frisou Sindika Dokolo.

O Presidente da República considerou que o sucesso da bienal extravasa o lado cultural. « A parceria estabelecida à volta desta bienal e que vai estender-se a outras iniciativas nos próximos anos é um excelente exemplo de como é possível concretizar formas de cooperação mutuamente vantajosas mostrando como é possível passar das palavras aos actos e dar corpo às relações fraternas e de amizade entre Angolanos e Santomenses, dois povos irmãos com laços históricos tão profundos», pontuou o Chefe de Estado são-tomense.
Cerca de 30 mil pessoas deverão visitar a BIS até Fevereiro de 2014. Diversas manifestações culturais, vão preencher o espaço de tempo em que São Tomé e Príncipe, pretende estar na boca do mundo como palco de arte e cultura.
Para o Presidente da República, o combate a pobreza, uma das principais bandeiras do seu projecto político, está subjacente num evento cultural de tamanha envergadura. «Esta bienal pelos significativos impactos na economia, nomeadamente através da promoção do turismo é também nesse âmbito um bom exemplo do que tenho afirmado», sublinhou, Pinto da Costa.
O leitor tem acesso ao discurso do Presidente da República na abertura da VII BIS, para compreender a visão política que faz da cultura um factor de desenvolvimento. CLIQUE –DISCURSO DO PR NA BIENAL
Abel Veiga
A.B.
2 de Dezembro de 2013 at 12:01
Força, BIS!
Que o evento seja um grande êxito que projecte em cheio as artes e a cultura de São Tomé e Príncipe.
Obrigado a todos os que tornaram possível a realização da VII Bienal.
C.C.
2 de Dezembro de 2013 at 12:25
Juntar sinergias, São Tomé e Príncipe e Angola juntos, com fraternidade, mútuo respeito e solidariedade. Venceremos.
Venó
3 de Dezembro de 2013 at 11:47
Isso não quer dizer que pinto fez muita para desenvolvimento do país ele tem que trabalhar muito para tirar o país na pobresa.
Helder Leitão
3 de Dezembro de 2013 at 15:24
É isso que o País precisa, gente trabalhadora e com imaginação, mas meu caro não se esqueça de mostrar ao mundo a cultura do povo de sul que são os primeiros a habitar na ilha.
Gustavo P.
4 de Dezembro de 2013 at 15:41
Cultura africana no seu melhor! Aproveito para deixar link para entrevista de Sindika Dokolo ao português Jornal de Negócios, diretamente de S. Tomé
http://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/reduzir_a_imagem_de_angola_a_corrupcao_e_uma_manipulacao_desonesta.html