Desporto

STP pintado de ouro, prata e bronze no TIK

O emblemático ginásio do Liceu Maria Manuela Margarido, na localidade de Piedade-Trindade, foi palco no pretérito final de semana, 7 e 8, do I Torneio Internacional de Karaté, TIK, no arquipélago, disputado ao limite entre São Tomé e Príncipe e Camarões.

Todos quantos envergam e defendem com honra as cores nacionais em qualquer evento, devem merecer as nossas felicitações, por isso vai os nossos parabéns aos atletas de Karaté que representaram com “paixão” e “alma” o país no primeiro evento internacional da modalidade realizado no país.

A expectativa era enorme, mas o receio dos adversários também era real, porque pela frente, como tudo apontava, os atletas santomenses teriam que defrontar karatecas de Camarões, Gabão e Angola.

Em cima da hora, Gabão e Angola abdicaram de participar na prova, levando a organização a refazer o calendário, mas nada que tirasse o foco aos atletas nacionais, nos ambos sexos, que subiram para o tartã com um e único objectivo, o de arrecadar medalhas para o país, e assim foi, conquistando nos dois dias da prova, 17 medalhas, a destacar, 4 de ouro, 12 de prata e 1 de bronze.

Já o Camarões, que trouxe os atletas que levam mais de cinco anos de treino, arrecadou 18 medalhas.

A performance dos atletas santomenses mereceu os rasgados elogios do presidente da modalidade, Wilson Quaresma, frisando que “ os resultados alcançados aqui, animamos bastante para o futuro. Os nossos atletas, com apenas seis meses de treino, encararam sem medo os adversários, que muitos têm cinco ou mais anos de treino. Estou muito satisfeito com os resultados”, conclui-o.

Quanto a ausência de Gabão e Angola, Quaresma preferiu desvaloriza-la, e enaltecer a presença de Camarões, que deu brilho a competição, que regressa em 2020, com mais países, sublinhou.

Segundo o responsável pelo karaté no país, a ambição da federação não para aí, pretendendo em 2021, acolher o campeonato de karaté de África Central.

Téla Nón

    2 comentários

2 comentários

  1. modesto

    11 de Dezembro de 2019 as 16:01

    Parabéns aos nossos atletas, e que ganhem amis medalhas para o país nas futuras competições.

    Contudo, não posso deixar de expressar o mau trabalho jornalístico apresentado nesta notícia.
    Afinal, não é importante descrever as medalhas ganhas pela equipa adversária? Este é um dado muito importante que permite a percepção comparativa das vitorias alcançadas.

    Desculpem a frontalidade, isto é apenas em pról da vitória colectiva.

    • João Filipe

      13 de Dezembro de 2019 as 16:03

      Quando queremos contribuir devemos apresentar a solução com nome verdadeiro e não escondendo por de traz de nomes falso. Mesmo tendo razão, acabas perdendo por não revelaste a identidade.

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