O campeonato de capoeira poderá vir a ser promovido todos os anos em São Tomé de forma a obter mais valores desportivos através esta arte.
A prática que tem propagado valores desportivos, culturais e sociais, é uma realidade em São Tomé e Príncipe, há mais de duas décadas, incialmente de forma incipiente.
“Já tínhamos realizado um campeonato em 2018, (de lá para cá) só conseguimos realizar de 2025. E pretendemos para o próximo ano, e todos os anos o campeonato, tendo em conta que capoeira também é uma arte combatível, não pode ficar fora do protocolo de competir”, afirmou o instrutor do Grupo Raízes do Brasil em STP, Maiquel Mendes.

No sábado, 17 de maio, a escola, Liceu Nacional acolheu campeonato de capoeira que juntou praticantes das três associações de capoeira de São Tomé, cujo objetivo foi promover mais união entre os praticantes.
“Ter mais união com os grupos de capoeira de São Tomé, tendo em conta que temos (os grupos) UNIARTE, Região Brasileira e o Grupo Raízes do Brasil, a qual eu pertenço”, justificou, Maiquel Mendes.
A competição que teve a duração de um dia, contou com disputas nas categorias masculino e feminino.
“É uma arte marcial que nos ensina muito, até a educação (…) ajudou no meu ensino escolar, a me defender e ser uma boa pessoa”, testemunhou o aluno praticante de capoeira desde os seus 7 anos, Daniel Sacramento.


A outra praticante é a Leonilde Carvalho que relatou que a capoeira “modificou minha vida, com essa arte eu pude interagir com as pessoas, conheci muita pessoa e (tive a oportunidade de ir) a lugar aonde nunca fui”, destacou a jovem praticante de capoeira já há quatro ano.
No final, foram entregues medalhas aos seis melhores competidores mais destacados da prova, nas categorias masculino e feminino.
Odjay Ceita