O Presidente de Cabo Verde José Maria Neves recebeu a equipa dos Tubarões Azuis no palácio presidencial, para mais um momento de celebração da vitória sobre a selecção de Eswatini. Uma vitória por 3 a 0, que entrou na história da nação crioula. Uma vitória que colocou pela primeira vez Cabo Verde na fase final do campeonato do mundo de futebol que se realiza no próximo ano.
«Uma segunda independência. Ontem, (13 de outubro de 2025), redefinimos a nação cabo-verdiana, 50 anos depois da independência (…), provamos que somos um país onde não há impossibilidades», afirmou o Presidente de Cabo Verde no salão do palácio do Platô.

Segundo uma nota da Presidência da República de Cabo Verde, reunido com os jogadores da selecção nacional, os treinadores e os dirigentes da Federação Cabo-verdiana de Futebol o Presidente José Maria Neves, anunciou a decisão de condecorar com a máxima distinção os jogadores, a equipa técnica e também, o Presidente da Federação Cabo-verdiana de Futebol, Mário Semedo. A data da cerimónia será acertada e anunciada oportunamente.


Para o jornal Téla Nón o feito de Cabo Verde prova que a VITÓRIA é o único destino quando um povo é UNIDO. Os parabéns à Cabo Verde ecoam em todos os cantos do mundo. Aliás o povo cabo-verdiano ou de ascendência cabo-verdiana está espalhado por todo o mundo, incluindo São Tomé e Príncipe.
Os Tubarões Azuis também foram recebidos pelo primeiro-ministro e Chefe do Governo cabo-verdiano Ulisses Correia e Silva.
«Um momento de reconhecimento e gratidão. Esta qualificação para o Mundial é um feito histórico, construído com consistência, trabalho e fé no país», pontuou o primeiro-ministro de Cabo Verde.


A união do povo como garantia de VITÓRIA foi proclamada no palácio do Governo de Cabo Verde.
«O que aconteceu ontem (13 de outubro) uniu o país, nas ilhas e na diáspora. Mostrou que Cabo Verde não é apenas território. É cultura, língua, música, identidade. Onde quer que estejamos, somos um só povo, com uma só bandeira», frisou o primeiro-ministro Ulisses Correia e Silva.
O Chefe do Governo cabo-verdiano realçou o espírito patriótico dos jogadores, que apesar de assédios ou de melhores oportunidades financeiras decidiram não abrir a mão da Bandeira cabo-verdiana.
«Vocês tinham outras opções, mas escolheram Cabo Verde. Competimos com países com milhões de habitantes e vencemos. Não somos pequenos quando o coração é grande», concluiu.
Abel Veiga
SEMPRE AMIGO
24 de Outubro de 2025 at 14:53
E…a nossa seleção nacional?Não sei quem foi o sem-vergonha que teve a ideia de receber festivamente os jogadores.É claro que os culpados dessa vergonha toda não são os jovens jogadores,são os dirigentes do desporto nacional,que deveriam ser todos sancionados.