Economia

Empresas que fugiram ao fisco já começaram a cumprir com as suas obrigações

Consequência directa do artigo publicado pelo Téla Nón com base em dados seguros fornecidos por uma fonte das Finanças, algumas empresas que nos últimos anos, negaram aos cofres do Estado mais de 3 milhões de euros, já começaram a agir no sentido de regularizarem a sua situação fiscal.

A Cervejeira Rosema que não pagou ao Estado cerca de 2 milhões de euros, em imposto sobre consumo, é um dos grandes devedores que reagiu de imediato após a publicação pelo Téla Nón de artigos sobre a fuga ao fisco, que abriu buraco de mais de 3 milhões de euros nos cofres do Estado.

Fonte da direcção da cervejeira, garantiu ao Téla Nón, que na sequência da notícia veiculada pelo jornal digital e que provocou reacções do Primeiro-ministro e da Directora dos Impostos, o patrão da empresa o deputado Nino Monteiro, colocou em campo o advogado Pascoal Daio, para junto as finanças actualizar toda a informação sobre o valor da dívida a ser paga.

O artigo publicado pelo Téla Nón, com base em dados avançados por uma fonte do sector das finanças, dá conta que estão em causa cerca de 2 milhões de euros, relacionados com o não pagamento de imposto sobre o consumo, na venda e revenda de cervejas, assim como o não pagamento do imposto sobre o rendimento num outro negócio do empresário.

A fonte da empresa de cervejas, explicou ao Téla Nón, que nas demarches dos últimos dias para regularização da dívida, a cervejeira Rosema, terá dado ao sector das finanças garantias bancárias, para proceder o cumprimento das obrigações fiscais.

A fonte acrescentou que ainda nesta semana, a empresa Rosema, viveu momento importante na sua organização laboral. Os trabalhadores da fábrica de cerveja, participaram numa palestra organizada pelo Organização Nacional dos Trabalhadores de São Tomé e Príncipe, cujo objectivo foi orientar os operários no sentido de conhecerem os seus direitos e consequentemente poder exigir o seu cumprimento, caso venham algum dia a estar em causa.

O Téla Nón sabe que até 2008, a Cervejeira Rosema, era um dos maiores contribuintes dos cofres do Estado, chegando a estar quase em pé de igualdade com a Empresa de Combustíveis(ENCO) e a Companhia São-tomense de Telecomunicações(CST).

No entanto nos últimos anos, a contribuição da cervejeira para os cofres do Estado, não pára de baixar.

Abel Veiga

    17 comentários

17 comentários

  1. Anca

    8 de Dezembro de 2011 as 15:05

    Sr Abel Veiga, queira-me desculpar;

    “Consequência directa do artigo publicado pelo Téla Nón com base em dados seguros fornecidos por uma fonte das Finanças, algumas empresas que nos últimos anos, negaram aos cofres do Estado mais de 3 milhões de euros, já começaram a agir no sentido de regularizarem a sua situação fiscal.”

    “Consequência directa do artigo publicado pelo Téla Nón”????

    O Sr, vive num Estado de Direito Democrático, onde o seu direito e dever de informar deve ser exemplo, mas o país tem lei.

    Pois quem deve ao fisco deve cumprir, a sua obrigação perante o Estado – da qual somos todos, para uma distribuição justa e equitativa de riqueza produzida.

    Dizer, que isto é “Consequência directa do artigo publicado pelo Téla Nón”, tenha ponderação e humildade, e isenção na veiculação da informação ao público leitor, o Estado – da qual pertencemos todos, tem mecanismo, de cobrança de impostos, baseado na leis e instituições democráticas, seja por este ou qualquer outros Governos, assim se deve proceder o Estado(do qual fazemos parte integrante como cidadãos – pois temos direitos e deveres à cumprir), as instituições como, as finanças, têm a legitimidade de cobranças de impostos, execução de penhoras.

    Não ludibriemos a informação ao público leitor, para não invertemos o sentido das suas opiniões.

    Sejamos claros, transparentes e isento, no serviço de informação para a construção da cidadania e identidade cultural, Santomense.

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

    Bem Haja

    • Anca

      8 de Dezembro de 2011 as 15:10

      O conteúdo da notícia, é essencial e importante, mas daí concluir ser “Consequência directa do artigo publicado pelo Téla Nón”, o Estado – da qual pertencemos todos – tem normas de funcionamento.

      Pratiquemos o bem

      Pois o bem

      Fica-nos bem

      Bem haja

  2. Mé Zemé

    8 de Dezembro de 2011 as 16:19

    A história da Rosema é muito estranha…Estava na mão de um estrangeiro (Melo Xavier) e ao nível de impostos tudo corria bem, por golpe de magia passou para mão de santomenses comeu os problemas. Porque será???

  3. Anca

    8 de Dezembro de 2011 as 16:37

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Santomenses

  4. Anca

    8 de Dezembro de 2011 as 16:39

    Sr. Abel Veiga, tenho muita consideração admiraçãopelo seu trabalho.

    Poraue não pública o meu comentário.

    Bem haja

    Um grande abraço

    • Téla Nón

      8 de Dezembro de 2011 as 17:26

      Infelizmente Anca os comentários compostos por artigos sejam de jornais, revistas etc não podem ser publicados segundo a norma que pode ler no espaço Acerca. Por isso é que os comentários com artigos retirados da Google, ~são rejeitados.

      • Anca

        9 de Dezembro de 2011 as 10:18

        Referia ao artigo acima, publicado, e não, ao artigo sobre a tuberculose, sancionado por vós.
        Uma vez que, a crítica que deve ser vista de forma construtiva, e porque o interesse, não é por em causa o seu trabalho, o dever e direito de informar, assim como o de ser informado, está consagrado nas leis, de do Estado – da qual pertencemos todos, deve ser feita de forma isenta e transparência, de forma, a forjar uma consciência cívica social madura e democrática, no que diz respeito aos problemas que assolam a nossa sociedade, criação de cidadania.

        A comunicação social, todos devemos estar consciente disso, é denominado o quarto poder, se não for isenta, pode estar a serviço de interesses vários e pouco claros, penso não ser este o caso do Téla Nón.

        O Estado – da qual pertencemos todos – (e não os governos, porque os governos, têm um tempo de exercício de mandato,4 anos), tem leis, sobretudo a Constituição da República, e ninguém as deve substituir, e violar.

        A ti Abel, um grande abraço e muito obrigado.

  5. fidelito

    8 de Dezembro de 2011 as 17:04

    Pois é,

    Não se entende o porquê q a rosema quando estava na maos do melo xavier PAGAVA religiosamente os seus impotos, e agora na mão de SANTOMENSES, não cumpre com o seu dever.
    Pelo facto de serem politicos, acham que podem fazer tudo e sonegar o dinheiro (impostos) que os consumidores de cerveja rosema pagam ao ESTADO.

    DEVEM ENTREGAR ao Estado aquilo que recebem dos consumidores de cerveja.

    É um valor que não sai do “bolso” da Rosema, mas sim, dos consumidores de cerveja.

    Cabe à Rosema, arrecadar apenas esses valores e entregá-los ao Estado.
    Só que, a Rosema recebe esses montantes e utiliza-os em seu bel prazer.

    SÓ MESMO EM S.TOMÉ E PRINCIPE.

  6. Lupuye

    8 de Dezembro de 2011 as 18:35

    Sr. Abel, realmente faltou-lhe humildade. O facto de o seu artigo ter forcado as empresas a tomarem iniciativa de pagamento nao deveria ser carimbado neste jornal.
    Mas ao mesmo tempo o sr. tem razao em dizer que foi o seu artigo que os puxou a agir. Se o sr. nao tivesse publicado o artigo no seu jornal eles teriam continuados calados e fazendo de conta que nao sabiam de nada, jogando as escondidas com as financas. Pelo facto, o nosso muito obrigado.

    • lupuye

      9 de Dezembro de 2011 as 1:18

      correcao:
      continuado em vez de continuados

  7. Isidoro Porto

    9 de Dezembro de 2011 as 5:46

    Cabe ao Estado cobrar as dívidas atrasadas, com juros a dobrar.

    Que usem os mesmos céleres mecanismos usados a quando da cobrança da dívida referente ao caso Venda do Arroz, em que cobraram ao Estado em tempo record.

    São Tomé e Príncipe está a mudar. São Tomé e Príncipe vai mudar. BAGA DEÇU CA FLÊBE LÉVE LÉVE, com a fogueira da juventude.

    Parabéns ao Tela Non e boa continuação. Parabéns ao “PAPARATZI” do Tesouro Nacional.

    Isidoro Porto
    09/DEZ/2011

  8. Felado

    9 de Dezembro de 2011 as 11:49

    Parabéns ao TELA NON, pelo resultado já a vista graças ao seu artigo.
    O Povo lhe agradece

    Bam Haja
    Felado

  9. Francisco Castanheira

    9 de Dezembro de 2011 as 12:46

    Forca TELANOM. Meus parabens pelo vosso grandioso trabalho de informar sem cumplicidades.
    Obrigado

  10. Anca

    9 de Dezembro de 2011 as 13:00

    O que está aqui em causa, não é o facto de Téla Nón, ter noticiada a fuga ao fisco, fez e continua a fazer, muito bem o jornalismo de investigação e informação pertinente, aos cidadãos.

    Daí se concluir que ser, “Consequência directa do artigo publicado pelo Téla Nón”, por Téla Non, por ter informado da fuga ao fisco de algumas empresas, resulta do da vontade das mesmas regularizarem o pagamento da dívida, parece-me um pouco, fora da sua área da actuação, pois segundo as leis do Estado – da qual todos fazemos parte integrante – os cidadãos singulares e colectivos tem o dever e têm o direito, neste caso tinham o dever de ter regularizado as suas dívidas a tempo e horas junto a Direcção das Finanças, instituição de direito que tem mecanismo que a lei lhe confere para a cobranças de Impostos, por isso as pessoas em falta devem ser penalizados, com juros de mora, no mínimo, pelo o atraso no pagamento ou fuga ao fisco.

    Ora vejamos;

    Onde foi buscar o Téla Nóm a fonte de Informação?

    Pois a informação já constava nas finanças, como pode ser consequência,“Consequência directa do artigo publicado pelo Téla Nón”, pois bem, isto quer dizer para que, os cidadãos, as pessoas singulares e colectivas, para cumprirem o seu dever de pagar ao fisco o que devem, o Téla Nóm, deve fazer primeiro o seu dever e direito informar o público, sejamos isentos, informação sim com isenção e transparência.

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Santomenses

  11. Filho das ilhas maravilhosas

    9 de Dezembro de 2011 as 13:55

    Parabéns telá non, continua no mesmo caminho a divulgar as malandrices que existem no país, nós os santomenses agradecemos e estamos cá para defender o telá non. Não acho falta de humildade nenhuma, a verdade é que se a noticia não viesse a baila não haveria reacção por parte dos devedores do estado.

  12. xecabi

    9 de Dezembro de 2011 as 17:28

    Nem tinha vontade de comentar mas o Sr. jornalista mente muito mas quem lhe deu o conhecimento do pagamento fui eu para o Sr.deixar a Rosema em paz depois então foi confirma isso é tudo dor de cotovelo tem que se tratar.

  13. Põe boca não tira

    20 de Dezembro de 2011 as 9:43

    O que inporta é que esses cabrões que riqueza cai de janela paguem inposto devido ao Estado.

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