Economia

Empresários são-tomenses e portugueses estão a criar plataforma para realizar negócios na região do Golfo da Guiné

São Tomé e Príncipe, está localizado no coração do Golfo da Africano onde se regista maior crescimento económico, o Golfo da Guiné. Uma missão da Associação Industrial Portuguesa composta por 13 empresas, esteve em São Tomé, para fomentar parcerias e gerar uma plataforma empresarial capaz de explorar as oportunidades de negócios e de investimento no Golfo.

Jorge Rocha de Matos(NA FOTO), Presidente da Associação Industrial Portuguesa, liderou a missão empresarial que durante uma semana, avaliou as oportunidades de negócios no país, e as parcerias que podem ser tecidas com vista a potencializar o arquipélago como uma plataforma logística para realização de negócios e investimentos na região do Golfo da Guiné. «Nós queremos juntamente com os empresários de São Tomé, criar aqui uma plataforma empresarial que possa ser também uma base de desenvolvimento dos contactos com os países do golfo. É esse o grande objetivo», declarou o Presidente da AIP, na passada sexta-feira.

Segundo Jorge Rocha de Matos, o sector privado português e são-tomense, vai começar a agir no sentido de abrir corredores na sub-região para a execução de investimentos. «Vamos preparar uma nova missão. E esta missão será uma missão luso-são-tomense, em que empresários portugueses e de São Tomé vão harmonizar missões para alguns países do golfo, para começar a criar a rede de interesses em relação a esses países», explicou.

São Tomé e Príncipe, é membro da Comunidade Económica dos Estados da África Central. Um mercado que conta com mais de 200 milhões de consumidores, e fonte de diversa matéria-prima, desde petróleo, passando por cacau, café, madeira, etc.

No quadro do acordo de integração económica com os países da sub-região, investidores portugueses em parceria com homens de negócios de São Tomé e Príncipe, poderão conquistar fatias do crescente mercado do Golfo da Guiné. «Temos que criar instrumentos de logística que sejam os mais económicos possíveis, para que os produtos cheguem ao destino final com custos concorrências», reforçou Jorge Rocha de Matos.

Para cimentar a parceria entre o sector privado dos dois países, foi assinado um protocolo de cooperação entre a Câmara do Comércio, Indústria, Agricultura e Serviços de São Tomé e Príncipe e a Associação Industrial de Portugal.

Abel Veiga

    11 comentários

11 comentários

  1. STP@

    26 de Junho de 2012 as 10:14

    Caros são-tomenses, penso eu que alguma vez já terão questionados,tal como eu:-Porque que ainda estamos assim,na cauda do mundo e nunca mais de lá saímos? São 37 anos da Independência mas,quase tudo ainda está por fazer e muitas que foram destruidas.
    Mas alguém sabe dizer-me em que País estamos?!!!

    Como se admite num país com tantos recursos minerais,terra fértil,clima tropical,e com uma população calorosa e trabalhadora,com tantos apoios financeiros e técnicos recebidos dos parceiros internacionais, OGN’s etc.
    Assunto:-
    Um paciente dirigiu-se ao hospital central de S.Tomé e príncipe,para fazer uma Radiografia de carácter urgente,alegadamente terão lhe tido que não era possível fazer exames destes, porque o médico técnico em radiologia não se encontrava no País.-Sinceramente se isso for um facto,só pode ser mesmo em S.tomé.

    Mas uma coisa é certa,o pior que s.tomé,só mesmo o hospital central,onde a qualidade para uma intervenção médica é = a 0(Zero).O hospital central está doente no estado de coma.Também não só hospital central como quase todas as instituições .Como é o caso das alfandegas,onde o contentor de ajuda doado pelos emigrantes stp, para o hospital central, teve que ficar retido nos portos por falta de pagamento de um valor incalculável para sua expedição.os emigrantes STP não têm como enviar os seu pertences,devido a elevada taxa praticada naquele sector.

    Solução: Mudança de Leis, atitudes,ideias,pensamentos.,saneamento hospitalar de raiz,demonstrar profissionalismo e bom senso desde P.R até o cargo mais humilde deste País,para o bem estar de todos os são-tomenses.
    Um Bem haja !!

  2. País da treta

    26 de Junho de 2012 as 10:56

    Fazer negócios com portugueses outras vez!… Vão ver como grupo pestana está a deixar ilhéu das rolas e hotel mirar a cair… Vão ver como eles tratam os trabalhadores são-tomenses, salário baixo (pessoas com licenciatura a receber um milhão, dois milhões, numa empresa privada que factura tanto dinheiro)entres outras, enquanto que os brancos que cá vem recebem altos salários, sempre com cargo de chefia e ainda têm direitos e mais direitos…
    Eu tenho pena de jovens são-tomenses, são explorados até o osso………..

    Políticos estabelecem sempre parcerias para nos lixar (triste o nosso destino)!

    • Papagaio

      1 de Julho de 2012 as 9:43

      Ola amigo,é bom que ajá competividade para no nosso País para termos opções de escolhas,promoções,divercidades de preços,saldos etc.Exemplo,antes tu não ias a h.miramar mas talves hoje vais .Por outro lado é melhor ter baixo salario do que estar desempregado,até ja.

  3. Carlos Ceita

    26 de Junho de 2012 as 11:58

    Africa e os africanos tem de tirar partido do investimento sustentável
    que respeite o ambiente que evite a corrução e o saque e mais do que isso promova o bem estar social e prosperidade aos seus nacionais.
    Temo que não seja isto que se prevê que vai acontecer no nosso continente pela burrice, estupidez, oportunismo e incapacidade dos lideres africanos e as suas organizações (Uniao Africana, CEDEAO)
    Vejo interesse pela africa uma tendência de um egoísmo e ganancia para poder sacar o recurso naturais ai existentes com a cumplicidade dos corruptos governantes.
    É muito hipocrisia destes personagens neoliberais nacionais e internacionais descobrirem agora do nada e dizer que que Africa é um continente rico e promissor? Antes Africa não tinha nenhuma esperança mas agora já é um continente do futuro. Que cinismo.
    Capitalismo neoliberal selvagem não se contentando com a desgraça a miséria e o desespero que vai fazendo por este mundo fora sobretudo na Europa agora tem carta branca e garras afiadas para este continente.
    Diabo que os leve.
    Alguém no seu juízo perfeito africano ou não acham mesmo que estes senhores estão a vir ao nosso continente para nos criar oportunidade? ou apenas para eles.
    Que Deus livre e abençoe o continente africano e o mundo deste neoliberais.

    • Papagaio

      26 de Junho de 2012 as 16:18

      Lamento muito, mas parece-me que es uns daqueles emigrantes frustado.Não te esqueças que históricamente africa sempre depedeu da europa e vice-versa,não te esqueças que maioria dos dirigentes do continente africano formaram nas universidedes europeias,americanas,asiaticas etc,não te esqueças que até a tua lingua materna dependeu dos europeus.
      Nota:os teus comentarios não é oportuno no mundo globalizado.

      • Paracetamol 500mg

        27 de Junho de 2012 as 9:23

        Mundo Globalizado está destruindo o muitas economias, graças as suas politicas.
        Tu deves ser um de papagaio Loiro.
        Devias saber que, actualmente com a crise económica, os países falidos ditos “desenvolvidos” estão a incentivar a exportação, incentivar a internacionalização, mas esses mesmos países vão querer retorno desse montante investidos.
        Por isso, muitas empresas só visam lucros exorbitantes, vindo a África espreitar oportunidades de negócios vantajosos.

        Exemplo pratico: Pesca marítima. União europeia paga 400mil euros, enquanto que cada armador com quota para pescar nas aguas de stp pescam num montante equivalente a 1 milhão de euros. Quem sai prejudicado?
        Há que saber defender os nossos interesses e o nosso património. Hoje a Europa pratica praticas restritivas para importações de produtos estrangeiros.

        Portugal esta falido. Com que dinheiro essas empresas suportam os seus investimentos? Quais as contrapartidas para os nacionais de stp? Está na hora de mudar a mente e as lamparina…
        Por se formar nesses países, deve-se agir de acordo com que se aprendeu com eles, e não de acordo com os costumes dos antigos dirigentes.

        • Papagaio

          30 de Junho de 2012 as 22:35

          Paracetamol sabes dessa:É mil vezes melhor investimento de Portugal falido em S.tomé, doque qualquer Paises africanos excepto Angola que sempre compartilhou conosco.

      • Carlos Ceita

        27 de Junho de 2012 as 9:43

        Todos os papagaios que chegam a aqui e mandam a sua boca e desparecem. Em bom rigor deve-se dizer os papagaios ladram e a caravana passa.
        Senhor papagaio diz: “deve ser um emigrante frustrado”?
        Ou seja não tem certeza. Vai especulando, vai divagando e dizendo disparates.
        Quando tiver a certeza do que diz pode vir aqui corrigir as asneiras que por ai foi dizendo.
        Até lá procure estudar um pouco mais e se informar. Mas não sobre a vida privada de cada um.
        Lamento mas não partilho do paternalismo Vossa Excelência. Por este facto seria difícil debater consigo. Eu ao contrario de você não subestimo nenhum continente nenhum povo. Todos tem a sua historia seus valores suas culturais todas igualmente validas e respeitáveis.

        • Papagaio

          30 de Junho de 2012 as 22:21

          Com todo respeito,como podes dizer que não partilhas do paternalismo, se teu comentario fala por se ?.Tu defendes com excesso o continente africano como se fosse vitima da europa.Já os Angolanos veêm Europa como oportunidades para atrairem investimentos,você nem se quer mede as palavras, quando se refere a um investimento de um País como Portugal.Por isso é que frisei que os teus comentarios não eram oportunos.

  4. António Silva

    26 de Junho de 2012 as 14:31

    Meus senhores
    Já tinha feito um comentário no caso relacionamento com o investimento avaliado em 3 milhões de dólares de Taiwan para transformar o banco de urgências moderno e devidamente equipado para tratar e salvar vidas. Aqui temos outra notícia relacionado com negócios no país. Há décadas que ouvimos falar em negócios, em parcerias, em apoios ou ajudas, em donativos, em perdão da dívida, etc, etc.
    Até agora não se nota melhorias, ou seja, só se nota melhorias na qualidade de vida daqueles que assinam negócios, melhorias daqueles responsáveis que viajam para o exterior em “busca” de soluções para país e que em vez de o fazer, fazem-no para o seu bem pessoal.
    É sabido que muitos quando saem a convite de organizações internacionais recebem apoios. Apoio que são para o país ou para determinadas organizações políticas ou estatais. Estes apoios dificilmente chegam ao seu destino final. Estas ofertas podem ser material ou monetária que maior parte das vezes transformam em seus bens pessoais.
    Ninguém presta conta a ninguém e ninguém apresenta o que realmente recebeu.
    Porquê?
    Assim o país não avança e por isso que está como está. Podem assinar protocolos, etc, etc, mas se a consciência do santomense não for alterada, nada se consegue e é necessário um sistema judicial mais forte.
    O País é pequeno e as carências deste povo são bem visíveis. Temos um hospital que não é digno deste nome e continuamos assim há 37 anos de independência. Até agora não foi possível encontrar um parceiro que nos ajude a financiar uma coisa melhor?
    1-Temos grave problemas de saúde e com este hospital a situação não se altera.
    De várias pequenas ajudas que o país recebe, já deveria ser canalizado para outro hospital, digno deste nome. Será que já foi equacionado tratar esta situação. Vai-se recebendo um pouco disto e daquilo e retoca-se isto e aquilo. Temos de ter a capacidade de poder convenientemente avaliar o que é melhor para o país.
    2-Temos grave problemas da circulação rodoviária
    Muitas necessitam de ser reconstruidas e construídas novas e de maiores dimensões, ajustadas a nossa gradeza territorial.
    3-Temos grave problemas na educação. No dia-a-dia vê-se na qualidade do homem santomense
    Deve-se apostar mais na educação do povo. Quando falo na educação, não significa que sejam doutores e engenheiros, porque falta muito incutir nas pessoas condutas próprias, o civismo e saber estar.
    4-A energia é fundamental para o desenvolvimento de um país e ainda existem problemas
    5-etc
    Não é necessário estabelecer prioridades. Não é necessário resolver tudo de uma só vez, pelo menos que fiquemos 2 ou mais anos a resolver o problema deste hospital, com a construção de outro. Assim sucessivamente.
    Se temos dívidas é porque as contraímos. O que se fez?
    Com as dívidas podemos gerar riqueza e só com base nesta ideia podemos apostar e bem no turismo que poderia ser uma boa fonte de riqueza para o país
    É tudo

  5. Anca

    29 de Junho de 2012 as 18:19

    Mediante o título da notícia epígrafe;

    “Empresários são-tomenses e portugueses estão a criar plataforma para realizar negócios na região do Golfo da Guiné”

    É obvio que constitui uma boa notícia, uma oportunidade, para a classe empresarial Luso-Sãotomense, para a internacionalização das suas empresas, no mercado do golfo da guine, quíça na Africa, no geral, uma abertura ao mundo, para fazer negócio, expotar, importar, criar parcerias economicas e finaceiras, com benecífios, para nossa economia e finanças do Estado(da qual todos fazemos parte).

    Caso para dizer;

    Muito bem

    Mas necessário se torna que a nossa classe empresarial, nomedamente alguns empresarios evoluam e se desenvolvam, na sua forma de ser e estar, de fazer negócio de criar parceria;

    Pois devem ser honestos, sinceros, honrosos no compromissos que assimam, humildes, com sentido de resposabilidade, justos;

    Vos deixo m exemplo que até hoje mancha o país(território/população), internacionalamente, na questão de parerias empresariais, o caso STP-Trading, em que os empresários SãoTomenses, foram desonestos com o país(território/população), bem como, desonestos, no cumprimento do acordo assinado, com a parte brasileira.

    Necessário se torna outra postura,(honestidade,sinceridade,humildes, responsáveis) dos empresários nacionais, perceberem que o mundo é amplo e está hoje, ligado a ponto de um clique, hoje tudo se sabe, um factor que constitui perdas ou ganho, mediante a postura, no mundo de parcerias e negócio, da ecónomia e finanças, que pode trazer benefício ao páis(território/população), que os viu nascer.

    As autoridades competentes, o governo, devem criar, mecanismo, de prevenção, controlo fiscalização interna, bem como aprimorar para o funcionamento da economia finanças e essencialmentes das intituições da justiça, para uma maior transparência, estabilidade, paz, e justiça socail, desenvolvimento sustenatável a nível social, cultural, desportivo, político, económico, ambiental e finaceiro do país(território/população).

    Pois que está responsabilidade, jamais deve ser somente dos Presidentes da Repúblicas ou dos Governos, é de todas instituições Sãotomenses, bem como de todos os cidadãos nacionais .

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençõe São Tomé e Príncipe

    Bem haja

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