Economia

Pescadores receberam equipamentos de orientação e de socorro e novas embarcações

Na zona norte da ilha de São Tomé, 158 pescadores receberam materiais de segurança marítima. Na Vila de Pantufo arredores da capital são-tomense os homens do mar receberam 3 novas embarcações.

Três embarcações de pesca construídas em São Tomé, no quadro da cooperação com a Espanha, vão permitir aos pescadores de Pantugo, Praia Melão e os que operam a partir da Marginal 12 de Julho, chegarem mais longe durante a faina.

As embarcações em fibra, estão equipadas com meios de orientação e de socorro. No total o governo espanhol, financiou a construção de 7 embarcações. 4 para as comunidades piscatórias da ilha do Príncipe e 3 para as de São Tomé, no valor de 700 mil euros.

O Ministro da Agriculrtura e Pescas, António Dias, presidiu as festa com os pescadores de Pantufo. O executivo subvenciona em 50% o preço das embarcações e os pescadores responsabilizam-se pelo pagamento da outra metade.«Com estes barcos estamos a ensaiar o salto para a pesca semi-industrial, pois pensamos que estão criadas as condições para os pescadores se afastaram mais da costa», declarou o ministro António Dias. .

No último fim de semana foi a vez de 158 pescadores da zona norte de São Tomé, receberam materiais de segurança marítima. Coletes salva vidas, fatos impermeáveis para chuva, reflectores de radares, quits de primeiros socorro e GPS, foram distribuídos aos pescadores no âmbito do projecto de mudanças climáticas financiado pelo Banco Mundial.

Os pescadores foram também formados sobre o uso de tais materiais. «No mar se a gente escorregar não há madeira para segurar. Corremos muitos riscos. Com esses materiais e a formação que recebemos poderemos fazer uma navegação e pesca mais segura», declarou o representante dos pescadores da região norte.

Arlindo Carvlaho, Director do Ambiente, anunciou na ocasião que no quadro do projecto de mudanças climáticas mais equipamentos serão distribuídos aos pescadores de todo o país. Em Maio último, 57 pescadores da ilha do Príncipe, receberam tais meios de segurança marítima.« Prevemos dotar um total de 500 pescadores em todo o país com estes equipamentos, e vamos dotar 1200 canoas com reflectores de radares, que vão permitir a sua localização no mar caso estejam à deriva», assegurou o Director do Ambiente.

O Ministro das Obras Públicas e Infraestruturas Osvaldo Abreu, presidiu a cerimónia que decorreu na cidade de Neves.

Abel Veiga

    20 comentários

20 comentários

  1. rapaz de riboque

    1 de Julho de 2013 as 17:00

    parabéns pela iniciativa porque realmente alguns dos nossos pescadores estão muito mal equipados e que com o tempo este governo e o futuro que for eleito com a ajuda da comunidade internacional modernizem e equipem melhor os nossos pescadores mais uma vez parabéns pela iniciativa do governo e dos Espanhóis

  2. Mundo ca tlabá cu ganna

    1 de Julho de 2013 as 17:41

    7 embarcações. 4 para as comunidades piscatórias da ilha do Príncipe e 3 para as de São Tomé, no valor de 700 mil euros.Isto indica que cada embarcação custa 100 mil euro(2 biliões de dobras). Será uma Barquinha custa assim tanto valor. Parece exagero, o valor de essa embarcações. Alguém deve estar a fazer o retrocesso de verba para seu bolso..

    • A chave

      2 de Julho de 2013 as 14:56

      Além do que fala mbolo2002, tambem é o custo de trazer os materiais desde Europa, e tambem fizerom-se formação em mecánica de motor e em navegação, é os gastos da gestião do projecto, é trazer aos formadores… A gestão foi feita pelo Governo español, não pela Direcção das Pescas. A Direcção das Pescas so recebeu os materiais, entao ninguem ficou com dinhero nos suos bolsos

  3. homem honesto

    1 de Julho de 2013 as 18:17

    Isto é dever de qualquer Governo.
    Por favor, não concede os materiais só para militantes e amigos dos membros do Governo.
    Na praia melão um dos beneficiários não é pescador.
    O povo está atento.

    • GR

      2 de Julho de 2013 as 11:07

      Se és o homem honesto como espelhas ser, porquê não sais a rua e denuncia publicamente este acto…… Este é o problema……. É o teu comportamento que vem distruindo paulatinamente este país…. Muito obrigado e pensa sa minha sugestão…..

  4. nao sei de nada

    1 de Julho de 2013 as 20:00

    A unidade de transformação de pescado e rapidamente a revisão do acordo com UE.
    Formação em pequenos negócios para operadores de pesca. Palaies e pescadores.
    Formação , formação.

  5. meu namorado

    1 de Julho de 2013 as 21:42

    no segundo paragrafo aborda a zona que beneficiou do apoio, mas podem me explicar onde situa a zona que foi abordado no testo “Pantugo”. e é de louvar esta iniciativa a iniciativa

  6. Vai ou racha.

    2 de Julho de 2013 as 0:26

    Tudo do anterior governo, aproveitam.

    Bem haja.

  7. Tlachá

    2 de Julho de 2013 as 8:55

    É de congratular a boa iniciativa do Governo em olhar para aqueles que colocam peixes na terra. Senhores pescadores sem vocês e, em segurança não teríamos alimento peixe.
    Mas é importante salientar que o grito lançado pelo Tenente Coronel Victor Monteiro “Director de Gabinete de Sua Excelência o Presidente da República” aquando do desaparecimento de dois barcos que foram encontrados em Guinéé Equatorial valeu. Meus parabéns Senhor Tenente Coronel.

  8. Fede ká dóchi

    2 de Julho de 2013 as 11:30

    Sr ou Sra meu namorado, como não entendeu o que é pantugo, crie uma outra com este nome. Francamente, é mesmo mesquinhice. Minha gente, se alguém verificar que as embarcações estão a ser desviados para outros fins ou destinados inadequados, não façam críticas politizadas, Deem a cara, não usem pseudónimos e digam a quem as embarcações foram entregues indevidamente e digam nomes. Se é verdade não tenha receio, não façam como ADI que fez manifestação e diz depois que são grupos de civis. Convenhamos, vamos ao importante.

  9. mbolo2002

    2 de Julho de 2013 as 11:31

    A o Mundo ca tlabá cu ganna:
    Não são somente as 7 embarcações.
    São os moldes que ficam para o Ministerio e que permeteran fazer novas embarcações, são os motores, os materiais e equipamentos para construir as embarcações, e a formação das personas que van fabricar novas embarcações: são os aparelhos, os coletes salva vidas, os quits de primeiro socorro e a formação aos pescadores em primeiros socorros, os GPS, etc. O custo das embarcações não é 1.000 euros, é muito mais basso.
    Nenhum ha feito o retrocesso de verba para seu bolso.

  10. ze braveheart

    2 de Julho de 2013 as 13:59

    Aqui está uma iniciativa no bom sentido. Melhorar meios e formar. A seguir, manter e criar organização. Não deixar morrer esta e captar mais iniciativas destas é importante para o desenvolvimento do sector.

  11. Gente burra de mais pa

    3 de Julho de 2013 as 10:00

    Não entendi nada do valor .Será que cada um bote desse e seus componentes custou ao governo 100 000 mil eur?enquanto temos pequenos barco com cerca de 15 a 20 mtr de comprimento a venda entre 7500 a 15000 eur ai mesmo perto em Lisboa? Sr Gabriel Costa faz atenção porque o senhor poderá vir pagar uma factura cara por causa dos outros.entram na net e pesquisam barcos a venda em Portugal e vejam.A outra vantagem é que transformaríamos a nossa pesca em si-mi industrial,e outra é que aqueles barcos levam no mínimo 15 a 20 marinheiros.Vamos pensar um pouco mais no nosso povo e no nosso Pais.Não podemos admitir que um bote daquele custe 100000 eur,até pedia ao presidente da republicara que mandasse uma sindicancia a direcção das pescas.

    Quero saber com verdade quanto custou cada um dos botes,não acreditei,espero que seja erro da escrita

  12. amigo principe

    3 de Julho de 2013 as 15:43

    E mesmo verdade um barquinho daqueles custa no maximo, mas bem construidos, 5000 ou 6000 euros novos e ate ja podem vir com todo o equipamento so falta mesmo um motorzinho a serio e de preferencia a 4 tempos, se custa se outro tanto eram no maximo 12000 euros, afinal para onde foi o resto do dinheiro, pera ai meu irmão hotel de 5 estrela e boa vida custa dinheiro ja sei. Para fazer formação a sério afinal o nosso presidente não fez um protocolo como homem do bacalhau de portugal um tal de Ribau, e que ate ainda Portugal pagava a gente para virem ca, a gente lhe ofereçe em troca prainha e bom peixe. Me desculpem mas estou mal disposto demais com tanta sacanagem

    • A chave

      4 de Julho de 2013 as 17:54

      1º:A tudos os que estam a pensar que o Governo de STP pagou algum dinhero, NÃO, o Governo de STP nao pagou nada. É o Governo da Espanha que pagou, é um donativo ao povo de STP.
      2ª: O custo total do projecto é 700.000 euros, nesse custo fica incluído o custo de fabricaçao dos moldes, o material preciso para construir 7 barcos em fibra de vidro, o transporte dos moldes e dos materiais desde a Espanha até Lisboa e de Lisboa até STP, o equipamento (GPS, coletes salvavidas, boyas salvavidas, ancora, palangres de 5.000 anzuelos, bengalas, bocinas…), os motores de 40hp, a viagem de trabalhadores espanholes para a construcção dos botes e a formação de trabalhadores saotomenses para o trabalho na fibra de vidro, a viagem de formadores espanholes para o curso de mecánica do motor, a viagem de formadores espanholes para o curso de primeiros socorros, a viagem de formadores espanholes para o curso de pesca, ajuda a os formandos e tudos os custos da gestião da empresa espanhola durante o projecto (moradia, transporte, combustivel, comida, salario, empregados…)

      Espero que fique claro.

      • ze da pesca

        20 de Julho de 2013 as 15:51

        Pois é chave. Mas mesmo que o Governo de S. Tomé e Principe nada tenha pago, é preciso fazer algumas contas. Da oferta de 731.000,00 euros, em custos de projecto, ordenados dos técnicos e transporte, ficaram (ou retornaram á origem)logo á partida cerca de 338.000,00 euros o que em média são 46%. Mesmo dado, temos que controlar bem. Principalmente garantir que a “dadiva” não é em vão e dará a continuidade necessária ao processo.
        Li muitos comentários aqui acerca deste assunto. Alguns de aproveitar e reflectir, outros nem tanto. Mas a realidade, é que mesmo com o rótulo de dádiva, fazendo bem as contas, terias que somar aquilo que sai em riqueza do País nos acordos de pesca, para que essas dádivas sejam possíveis.
        Não será fácil imaginar, que os dadores, não estarão (em minha opinião) muito interessados em que isto resulte em desenvolvimento.
        Se assim fosse, as embarcações escolhidas ou o projecto das mesmas deveria ser completamente adaptado á situação das REAIS necessidades dos pescadores de S. Tomé e Principe. E na minha opinião, isso não foi cuidado.

    • ze da pesca

      20 de Julho de 2013 as 15:57

      amigo principe. Conheço bem o assunto que referes. Trata-se de um protocolo mas sem nada de concreto ainda. Terá que haver trabalho (muito) de parte a parte para fazer com que esse protocolo cumpra com as reais necessidades das populações piscatórias e quem lhes está associado em terra ou seja toda a comunidade ligada ao sector. Para isso tem que ser tudo muito bem pensado e não acreditar que é apenas recebendo alguma coisa que melhora tudo. Há que pensar muito e executar melhor, garantido que cada euro gasto, se ransformará em real benefício no mínimo de um valor igual. Portanto sem desperdícios e sem que os benefícios maiores sejam para terceiros.

  13. azimut

    5 de Julho de 2013 as 12:47

    Não ficou claro,até ficou bastante mais escuro.Tanta logística para fazer aparecer 7 barcos em São Tomé,quando seria possível fazer o mesmo trabalho por 100 000€ enviando os barcos já prontos e equipados de Portugal,não consigo vislumbrar o que está assim tão claro

    • amigo principe

      5 de Julho de 2013 as 15:29

      Claro é isso ai o azimut tu não esta vendo bem a coisa, e que é preciso gastar caracois, mesmo sem esta terra os ter para alguem acreditar na coisa, e então ninguem diz o que foi dado em troca, tanta bondade da Espanha, eu diria mandem mais muitos mais e já que é de graça eu tambem vou querer, vamos todos virar e passar a ser pescadores, em vez de andarmos tristes. Esperemos que as visitas que foram feitas a Portugal e a Espanha não tragam amargo de boca,não vejo ninguem dar sem querer o dobro oumais em troca. Meus irmãos acordem o vinho de palma e o calor esta fazendo mal a voçes, não estão vendo bem a coisa….vergonha

  14. sargo veado

    11 de Julho de 2013 as 17:37

    camaradas … 700 mil euros a construir barcos com materia prima e mao de obra local em sao tome,era suficente pra construir um par de centenas de embarcaçoes . aumentar a industria pesqueira na ilha alem de prpocionar umas centenas de postos de trabalho directa e inderectamente na ilha e combater o desemprego ,na ilha ,

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