Economia

FMI registou derrapagem e pediu reformas fiscais

A economia São Tomé e Príncipe não cresceu no nível projectado de 5% em 2018. «O crescimento aquém das expectativas que se verificou em 2018 foi particularmente afectado pelas dificuldades consideráveis registadas no sector da energia e o reduzido volume de entradas de fluxos externos», explica a missão do FMI que avaliou a situação macro-económica de São Tomé e Príncipe.

A missão do FMI, que esteve em São Tomé nos finais do mês de Janeiro, defendeu a necessidade de se implementar reformas fiscais para promover o aumento das receitas, a par de medidas de contenção de despesas. «implementar reformas fiscais para alargar a base fiscal, partilhar a carga fiscal de forma equitativa, combater a evasão fiscal e gerar receitas para melhorar os serviços públicos e aumentar o investimento em infraestruturas», frisa o FMI.

O programa do FMI de Facilidade de Crédito Alargado, assinado com São Tomé e Príncipe no ano 2015, terminou em 2018. Durante a missão técnica em São Tomé, a delegação do FMI foi informada pelas autoridades nacionais do interesse em negociar um novo programa de facilidade de crédito alargado para os próximos 3 anos.

Abel Veiga

    4 comentários

4 comentários

  1. Barão de Água Izé

    7 de Fevereiro de 2019 as 7:55

    FIM fecha os olhos ao que está estruturalmente errado no modelo econômico, e de certeza não é a questão fiscal. Devem sair da cidade e ver a agricultura que não se faz em milhares de hectares de terreno que até têm “dono”,

  2. ANCA

    7 de Fevereiro de 2019 as 8:34

    Falta de cultura de trabalho, organização, rigor, poupança, juntamente com corrupção e ladrões do povo, dá no que dá.

    Todos dor querem pedir, negociar, empréstimos, contrair dívidas, mantero povo a fome, a miséria, a pobreza material e mental.

    Ninguém delineia uma estratégia, organitiva, económica, financeira, fiscal, de poupança interna, é só negociar e pedir.

    Estamos fartos meus, o vosso tempo de tolerância está a terminar, desde 1975, desde 1990, o País(Território,População, Administração), não encontrou um caminho,uma direcção de futuro melhor, chega, chega, chega.

    E ainda bem que os cordões da bolsa de ajudas externas começa a fechar, aprendam a trabalhar, a organizar o País.

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

  3. Metido a Besta

    7 de Fevereiro de 2019 as 15:01

    O FMI foi conivente de anterior governo e agora que vem dar o dito por nao dito.

    A directora da FMI, Sa Cristina Largate , afirmou em Angola que analizaram o pedido de Angola e tramposeram com a necessidade que Agola necessita de forma a evitar ajustamento que no entender de FMI afetariam a vida dos mais necessitado.

    Ora, em Sao Tome o que se passou ? Foi olhar para lado e passar a nota positiva quando tudoestava mal e a oposicao que bem tentou avisar e nao foram tido nem achado por uma forca validade na Democracia.

    Vou instalar um quinta e o ADI e tal FMI vao ser os serventes daquela quinta.

    Vao apreender e levantar os fardos que ataram para outros carregarem enquanto eles nem com dedo tocavam.

    Promessa da Biblia nao falha.

  4. Amar o o que é nosso

    12 de Fevereiro de 2019 as 19:32

    Existe muita disparidade salarial. São tomé como país pobre não pode pagar esses salários astronómicos que se pratica na Emae, enaport, enasa, etc. Função pública que ganha hora extra, muitos só marcam parte de presença mas de facto não trabalham. O trabalho de fundo, auditorias precisam de ser feitas. Mas de forma séria. Há muita injustiça nessa terra. Desde as grandes até às pequenas instituições, auditorias

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