Política

Fugas na aprovação do OGE pela ADI com mais um voto do MDFM-PL solitário

No total 27 votos aprovaram na generalidade o Orçamento Geral do Estado para 2012. Um Orçamento que segundo o Primeiro-ministro Patrice Trovoada, nunca poderá resolver todos os problemas num ano. O Chefe do Governo realçou também a dependência do OGE de São Tomé e Príncipe, em relação aos ditames internacionais.

Houve debate aceso a volta do OGE para 2012. Mas na verdade nenhuma argumentação dos representantes do povo no parlamento, foi mais determinante que as directrizes dos doadores internacionais. «Na realidade nenhum governo em São Tomé e Príncipe, país extremamente dependente da ajuda internacional pode ter a falsa modéstia de pensar que constrói um orçamento sem o apoio e sem a validação externa», declarou Patrice Trovoada.

Os números sustentam a grande dependência nacional em relação aos doadores internacionais. Segundo o OGE aprovado na generalidade no último sábado, São Tomé e Príncipe só garante 8% de financiamento que precisa para viver durante um ano. 92% é garantido pelos doadores internacionais.

Cada vez mais dependente económica e financeiramente de países e instituições financeiras de boa vontade, consequentemente o arquipélago também não tem liberdade política suficiente para tomar decisões de fundo sobre o seu Orçamento Geral. Afinal de contas, o país cada vez mais, produz menos e vive pedindo. «Por conseguinte o OGE e GOP, têm que estar de uma certa maneira em consonância com aquilo que são as exigências dos nossos parceiros internacionais», confirmou o Chefe do Governo.

Descendo das nuvens das promessas irrealistas que cobrem o período de caça ao voto, ou de luta pela conquista do poder, o Chefe do Governo com os pés assentes no púlpito da Assembleia Nacional, confessa que em São Tomé e Príncipe, o Orçamento Geral do Estado e as Grandes Opções de Plano nunca podem ser ideais. «Como são-tomense, tomando em conta as nossas expectativas legítimas, o OGE e o GOP nunca podem ser perfeitos, nunca podem ser ideais nunca poderão resolver todos os problemas num ano. Foi o caso de outros OGE, é o caso deste e ainda para alguns anos, caso dos próximos», precisou Patrice Trovoada.  

Com os pés cada vez mais assentes na terra, onde praticamente não se produz, e numa altura em que o mundo, desmente a ideia barata e promotora da preguiça, que se vende nas eleições são-tomenses de que “com este SENHOR dinheiro é capim, ele vai buscar dinheiro”, como se houvesse algum lugar no mundo onde chove dinheiro, o Primeiro-ministro Patrice Trovoada, prosseguiu a sua intervenção no parlamento. «Por conseguinte o que podemos dizer é que estamos disponíveis, tomamos boas notas das observações, das críticas, das contribuições, tomamos também boa nota de alguma sugestão, em termos de ambiente político, mas não é aqui que iremos responder esta matéria», frisou.

Patrice Trovoada, num tom mais conciliador com os seus adversários políticos, continuou a improvisar. «Foi dito aqui. Nenhum Governo consciente ou involuntariamente estaria a trabalhar contra São Tomé e Príncipe. Queremos dizer por conseguinte, a nossa abertura total na base de princípios, na base da vontade política de mudar São Tomé e Príncipe. Na base de não voltar sempre a falar do passado, mas que aquilo que foi mal no passado não volta a continuar a acontecer. Nossa disponibilidade para dar o nosso modesto contributo ao clima político e ao relacionamento político no nosso país. País de nós todos», sublinhou.

Concluiu a sua intervenção em improviso, recordando aos deputados de que está no poder com legitimidade de uma maioria relativa dos são-tomenses. «Submetemo-nos a vontade da casa parlamentar e reiteramos a nossa disponibilidade, para continuarmos a discutir na especialidade em detalhes e defender aquilo que achamos que é melhor para São Tomé e Príncipe. E quando digo nós, não é o governo, não é um homem, mas é também uma maioria, que seja relativa dos são-tomenses, que acreditaram na nossa proposta para São Tomé e Príncipe», afirmou Patrice Trovoada.

Após a sua intervenção, o Primeiro-ministro, viu 26 braços da bancada parlamentar da ADI, levantados para aprovar o OGE. O solitário deputado do MDFM-PL, também ergueu o braço. «27 votos a favor», disse o Presidente da Assembleia Nacional, Evaristo de Carvalho.

A bancada do MLSTP/PSD estava desfalcada, só tinha 19 deputados. Faltavam mais dois, que tiveram que abandonar o assento parlamentar, porque estavam em situação ilegal. Os 19 deputados presentes seguiram a orientação partidária, abstiveram-se.

PCD também com a sua bancada desfalcada, levantou 6 braços para o ar, rejeitando o OGE para 2012. Os 6 deputados presentes votaram contra. Faltou um deputado do PCD, que já perto da votação desapareceu da sala, alegadamente para satisfazer necessidades fisiológicas.

O debate parlamentar sobre o OGE para 2012, reflectiu a crise económica e financeira que o país e o mundo vivem, mas não só. Reflectiu também a crise evidente nas estruturas dos principais partidos de São Tomé e Príncipe, bancadas desorganizadas, gafes, desnortes e fugas na hora das grandes decisões.  

Abel Veiga

    39 comentários

39 comentários

  1. MÉ SOLO

    6 de Dezembro de 2011 as 8:29

    Desconheço o regimento da Assembleia Nacional e não posso fazer o justo juízo das condições necessárias para votação de um documento tão importante que é o Orçamento Geral do Estado, por isso deixo as seguintes questões:

    Não estando todos os deputados presentes, estaria as condições reunidas para se dar início ao processo de votação?

    Os deputados que não foram ao plenário, não sabia que lhes cabia neste dia uma tarefa importante, defender os interesses do povo que os elegeu?

    Porquê justamente quando se preparava para dar início ao processo de votação é que um tal deputado que se debandou para resolver a sua necessidade fisiológica.

    Tudo isto não passou de estratégias.

    O mais importante de tudo isto é que o OGE foi aprovado.

    • Nilson

      8 de Dezembro de 2011 as 20:08

      Demitir o Governo, nos termos do Artigo 117.º!!!

      Demitir o Governo, nos termos do Artigo 117.º!!!

      Demitir o Governo, nos termos do Artigo 117.º!!!

      Esse Governo de Patrice Trovoada deve cair o mais rapido possivel! “Duplicação de verba para viajar mais em 2012!!!???”
      Credo! Credo! Credo!

      Demitir o Governo, nos termos do Artigo 117.º!!!

      Lei Mais Alta da Nação:

      Constituição da República Democrática de S.Tomé e Príncipe diz o seguinte:

      Título II
      Presidente da República

      Artigo 81.º
      Competência quanto a outros órgãos

      i)Demitir o Governo, nos termos do Artigo 117.º;

  2. opiniao realistica em geral!!!

    6 de Dezembro de 2011 as 9:33

    de todos os modos, nao confio em ninguem….,

    mas queria dizer ao Patrice que a expressao :” Por conseguinte” ; nao é a unica forma introductoria para introduzir um discurso.

  3. aumato

    6 de Dezembro de 2011 as 9:47

    e porque nao?

  4. aumato

    6 de Dezembro de 2011 as 9:56

    deixem o homem trabalhar.
    credooooooooooooooooooo. pcd
    credooooooooooooooooooo. psd

    • Justo

      7 de Dezembro de 2011 as 15:39

      Não se deveria dizer apenas credo PCD e credo MLSTP, mas dizer também obrigado ao MDFM.
      Na verdade embora se trata de voto solitário do MDFM conforme escreveu o tele-nom, esse voto foi muito importante, estatisticamente falando. E digo mais, pelas informaçõess que correm sobre e reorganização do MDFM, com um homem do Povo como Fradique Menezes e um jovem influente como o jornalista Adelino Lucas, o futuro político em S.Tomé ainda terá muita novidade nos proximos embates eleitorais. Pena é que esse jovem jornalista é capaz de seguir sua carreira de jornalista regressando para Alemanha onde já estava a trabalhar. Mas acredito que se isso acontecer o MDFM saberá encontrar uma figura tão publica, tão popular e com espirito de trabalho.
      O voto do MDFM à favor do Orçamento Geral do Estado deve ser de certeza uma orientação dos responsáveis do Partido, ajudando a criar estabilidade para também ganharem tempo para se reorganizarem.
      Tenho dito.

  5. pantufas

    6 de Dezembro de 2011 as 11:14

    OPCD é um Partido de……
    Só olham para os dweus intereses.

  6. Malébobo

    6 de Dezembro de 2011 as 11:23

    Quem será este deputado do PCD que abonou a sala na hora de verdade, depois sentir necessidade fisiologica, o tela non pode denunciar o nome deste deputado, por favor

  7. maiker

    6 de Dezembro de 2011 as 11:33

    Esse orçamento deveria ser chumbado, não tem nada de novo para S.tomé.
    O PCD FEZ BEM EM REJEITA-LO

    • Paracetamol 500mg

      6 de Dezembro de 2011 as 23:02

      N és do MLSTP? Apoiar a atitude do PCD e não do MLSTP, isto demonstra a tua estratégia – interesseiro e politiqueiro, criador de intrigas…Temos que acabar com indivíduos “pato bravo”! Cultiva um ideal…
      Um bem haja

    • rochinha

      7 de Dezembro de 2011 as 0:33

      Será que se o PCD apresentaria um orçamento melhor? vamos deixar de ser hipocrita e vêr as coisas com mais positivismo.Deixem o governo trabalhar e fasem critica construtiva.

  8. Digno de Respeito

    6 de Dezembro de 2011 as 11:48

    Desconheço as leis vigentes que regem o nosso Parlamento, contudo permitam-me dizer-vos que qualquer Estado e Democrático dá-se a conhecer previamente ao Plenário os assuntos a discutir nas próximas sessões parlamentares. Por alguma razão existe o chamado Agenda Settings.

    Por isso, considero as ausências autentica falta de respeito para com o Povo que elegeu os senhores representantes “faltosos”. Deveriam ser penalizados porque foi o momento mais importante no Parlamento santomense.

    Não há motivos que justifique qualquer acção do ADI em relação a Polítrica Nacional. Sou apartidário e acho que todos devem colaborar na decisão do País.

  9. Cabo

    6 de Dezembro de 2011 as 12:04

    Deixa SR PM trabalhar , vamos deixar de inveja, pais esta na situação muinto difícil.

    • Fala bem

      7 de Dezembro de 2011 as 10:15

      Mas o PM sabia que o País estava numa situação difícil. Entretanto, quando esteve em campanha foi apresentado soluções mirabolantes, fazendo crer a opinião publica que era melhor do que todos que lá passaram… agora toma! ninguém vai deixar o Governo cair, ele vai cair com as suas próprias pernas. É triste contactar isso, mas, esse é o preço que deva pagar os fala baratos.

  10. Edson Francês

    6 de Dezembro de 2011 as 12:10

    Eu não acredito que chumbar o orçamento seria a melhor maneira de resolver as coisas em prol do paìs, hà que dar um voto de confiança ao governo. O que achei extranho nesse texto, é a ausência de alguns deputados que por razões desconhecidas abandonaram a sala na hora de exercerem os seus deveres como representantes do povo!

  11. linda

    6 de Dezembro de 2011 as 13:34

    concordo é isso

  12. ADELINO DOS SANTOS

    6 de Dezembro de 2011 as 15:50

    Meus senhores com este orçamento,mais uma vez não se vai resolver nada,e vamos ter 2012 pior que 2011,só temos que pedir a Deus para nos ajudar não sei o que sera de nós.

  13. Me-Zócheano

    6 de Dezembro de 2011 as 16:43

    De toda forma, dada a situaçao difícil em que o país se encontra, foi bom terem aprovado este orçamento. o PSD viabilizou o orçamento, o Aurelio Martins tem 1 ponto, o PCD também votou bem, afinal estamos em democracia. Mas eu continuo a desconfiar dos dois, essa nao é a forma de ser e de estar desses dois partidos.

  14. Michelle

    6 de Dezembro de 2011 as 18:12

    Comentários contra a linha de pensamento do Dr. Abel estão postados? Coisa rara por essas paragens! Saudações

  15. Bartolomeu Lêdesaua

    6 de Dezembro de 2011 as 19:51

    Brincalhões ou deputados!!!

    Um Parlamento de pouco mais de meia centena de deputados, faltam logo três deputados a aprovação de documento tão importante como é o Orçamento Geral do Estado?

    É muita brincadeira ou é mesmo brincadeira a mais, para não dizer que são banalizadores do Parlamento de STP.

    Quer se trata de absoluta fuga de responsabilidade ou falta de consciência de quão importante é OGE, terá que se admitir que são irresponsáveis e como tal não têm mérito nem são dignos de ser representantes do povo de STP.

    Pressupõe-se que a eleição deles é fruto do banho em STP!

  16. Anca

    6 de Dezembro de 2011 as 22:26

    A constituição deveria ter mecanismo de fixação de limite a financiamento externo ao orçamento de estado, impondo um limite de 30% de financiamento externo.
    O Presidente da República, como garante da constituição e da soberania do povo, do país, devia ter uma palavra de reflexão/orientação/indicação, aos governos, pois orçamentos financiados com apoios directos externos, em mais de 50%, põe em causa a integridade/coesão nacional, põe em causa a soberania e independência, aumenta a corrupção interna, cria instabilidade política, social, económica, ambiental, e financeira, pois aumenta a pobreza e miséria interna, depender em mais de 92% de financiamento externo, significa, que o país(território/população), está integre, as mãos,vontades e ditames, do exterior, investimento privado sim, este poderia atingir uma percentagem até 90%, altura é de reflexão, de que estado somos? 36 anos, altura suficiente para mudarmos de rumo, de pensamento, como povo independente, se é que podemos nos designar de independentes hoje, nos concertos das nações, mas temos uma palavra sempre a dizer, podemos escolher vários caminhos, dentre vários um nunca poderia-mos permitir, perca de soberania, para o bem da nossa dignidade como povo, como país.

    Os governos, os partidos políticos, a assembleia da república, a sociedade civil organizada, os cidadãos, devemos todos reflectir, sobre este aspecto da sociedade, do estado, do país, do qual somos parte integrante.

    Porque

    Casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão, desde os partidos políticos, nem MLSTP, nem PCD, nem ADI, os cidadãos, a sociedade civil o geral, todos andamos a contribuir para o mesmo na campanhas política, “o fenomino banho” = “a corrupção das mentes”, deve ser banido como instrumento de campanha eleitoral, pois não sabemos de onde provém o financiamento, e que contrapartidas, são prometidas aos financiadores.

    Abracemos o gosto pelo trabalho, como forma de erguemos a nossa dignidade e soberania, que neste momento já pode estar em causa, pois podemos estar em risco de a perder novamente, com custo de vida que isso poderá custar no futuro.
    Pois só produzimos, 10% da riqueza interna, é altura de inverter-mos, os indicadores do país, todos, aqui todos temos que ser responsabilizados.
    O passado de nada nos serve, apenas o presente, o futuro de nada sabemos, mas podemos sonha-lo com pés bem assentes chão, cabeças bem pensante, comportamentos bem ajustados e disciplinados, gosto pelo trabalho, cumprimento de horários, e produzir com honestidade/verdade e transparência.

    Todos

    Mais Unidade, mais disciplina, mais justiça, mais trabalho em prol da sustentabilidade, integridade/coesão, soberania, desenvolvimento do país.

    Para que sejamos respeitados, no concerto das nações.

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

    • waldemar

      7 de Dezembro de 2011 as 11:30

      Oh gostei deste comentário. é desta forma de pensar que nós São.tomenses vamos poder resolver os maiores problemas que temos. devemos de facto encarar o trabalho como coisa séria e por outro lado, devemos valorizar a nossa soberania. nós somos capaz de melhorar a nossa situação tanto financeira, económica, política e social.

  17. Anca

    6 de Dezembro de 2011 as 22:39

    Pratiquemos a honestidade/verdade/sinceridade, a transparência, o discernimento

    Pois a honestidade/verdade/sinceridade, a transparência, o discernimento

    Traz-nos o bem estar e desenvolvimento sustentável social, político, económico, ambiental e quiçá financeiro.

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Abracemos o gosto pelo trabalho, pelo país(território/população), para que um dia os nossos cidadãos,Filhos e Netos, não voltem a ser escravos, por nossa culpa.

    Casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão.

    Todos somos culpados de sermos e estarmos pobres e miséraveis, pois somos um país(território/população) de preguiçosos.

    Mas ainda nos resta a vontade e esperança de mudar-mos o nosso interior, a nossa maneira de ser estar e de fazer, com saber e saber fazer, sempre cultivado com gosto e empenho a unidade disciplina e efectivamente, tem que ser, gosto pelo trabalho árduo, prestação de conta, responsabilização.

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

  18. Anca

    6 de Dezembro de 2011 as 23:19

    As nossas instituições, estão destituídas de efectivo poder, para garantir os deveres e direito de cidadãos, características de um estado de direito democrático, uma lacuna, que devemos saber colmatar, com a nossa sapiência, entrega, e defesa do que é a nossa integridade social e territorial.

    As instituições nacionais, desde a Presidência da República, Governo/Ministérios, Governo Regional/Ministérios, Assembleia da República, os Tribunais, as Autarquias Locais, os Partidos Políticos, existem no vazio efectivo do poder, capaz de assegurar os deveres direitos e garantias dos cidadãos, como emana a nossa constituição da república.

    Pois vejamos,

    O estado, que somos todos nós, mediante as nossas instituições de estado de direito democrático, depende em 92% do orçamento de estado-que somos todos nós, de financiamento externo = a orçamento externo(os) executado por intermédio de instituições nacionais, com políticas impostas externamente = perda de soberania/poder e integridade territorial, perda de autoridade de estado, que somos todos, a assumir-mos, esta responsabilidade, podemos estar entregues como sociedade, país(território/população),soberania,(a julgar pela quantia do orçamento, nas mãos de qualquer multimilionário ou de uma multinacional, de uma sociedade avançada e dita desenvolvida, por intermédios de Governos externos, sem darmos conta de tal enlaces, discutimos no parlamento, como se o dinheiro para o orçamento de estado fosse gerado por nós todos(provém do exterior com imposições), e alguns chegam a dizer, que se deveria, ir buscar mais, que hipocrisia e falta de dignidade como Santomense, só mesmo de quem somos preguiçosos.

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Trabalhe-mos, o cumprimento de trabalho, com honestidade, é a via de enriquecimento do nosso verdadeiro orçamento nacional, que tem neste momento uma verba de somente 8%, daquilo que é produzido internamente.

    Mais unidade, mais disciplina, mais gosto amor e cumprimento de trabalho, para produzir-mos mais.

    Deus abençoe São Tomé e Príncipe

    Haja Paciência

  19. P.Carlos

    7 de Dezembro de 2011 as 8:25

    Eu acho que há uma confusão de cifras que deve ser esclarecida. Se o OGE é estimado em 116 milhões de euros, 8% deste valor supostamente imputado às receitas internas é de um pouco mais de 9 milhões de euros.
    Ora, as receitas internas do nosso país são largamente superiores a este valor. O que me parece é que para financiar o PIP (Programa de Investimento Público) apenas 8% corresponde ao esforço dos santomenses.
    Estes valores têm que ser apurados.

  20. Associação dos Formados no Brasl - STP

    7 de Dezembro de 2011 as 8:35

    Gostaria de Saber quem é o Deputado do PCD que resolveu “CAGAR” desculpa expressão, no momento de votação.
    O Povo acredita e elege um representante que no momento mais decisivo, resolve literalmente ausentar da sua Responsabilidade Nacional.

    • Voz da razão

      8 de Dezembro de 2011 as 15:26

      Pois é meu caro
      Eles “CAGAM” pra o povo nessas alturas…

  21. Sou PCDista!!!

    7 de Dezembro de 2011 as 9:25

    Meus caros,
    Vocês estão se lembrando do sentido do voto do ADI de Patrice Trovoada em relação ao orçamento do Governo de Rafael Branco? NÃO…???
    Ok, Lembro-vos o ADI de Patrice Trovoada por não concordar com aquele orçamento (como aconteceu com o PCD) VOTOU CONTRA.
    Nem por isso pessou-se que era para assaltar o poder.
    Quero lembrar-vos que a Democracia faz-se, também, na base de contraditório.
    Bem haja a todos

  22. romantico

    7 de Dezembro de 2011 as 9:49

    os piores partidos é o MLSTP/PSD e o PCD são esses partido que não quer bem para STP ele não conseguem ficar sem poder, porque Patrice Trovoada agora está a ser muito exigente para com eles, acabou batata fria agora é mão na massa. PT povo está consigo ta, não ficas com medo desta vez si largarem teu Governo cai cai eles também. ate mas os mal feitores são eles MLSTP e PCD

  23. filha da terra

    7 de Dezembro de 2011 as 10:14

    S.Tomé e Príncipe está numa situação lamentável (ser financiado em 92%) do seu gasto. Porquê que não comecemos a fazer alguma coisa pelo nosso país. Temos tantos produtos que podem ser exportados e também podem ser a base da nossa alimentação só vivemos de importações. Os governantes do nosso país deveriam levar uma vida menos dispendiosa e lutar para o crescimento do nosso país. Durante as campanhas eleitorais muitos grupos partidários gastam imenso dinheiro para fazer campanha até paga passagem para os santomenses no estrageiro. Porque não gastar esse dinheiro fazendo alguma coisa em prol ao desenvolvimento do nosso país? Cada dia que passa quem é rico fica cada vez mais rico e o pobre cada vez mais pobre! No dia em que as comunidades internacionais deixarem de financiar o nosso país quem sofrerá será a população mais pobre. Comecemos a trabalhar para o desenvolvimento de STP porque mesmo os países internacionais estão em crise e não vão conseguir sempre financiar os países em desenvolvimento ao ´rtmo que têm vindo a financiar (vão pedir sempre que diminuamos as nossas despesas). Sejamos menos independente do exterior!

  24. filha da terra

    7 de Dezembro de 2011 as 10:15

    Trabalhemos mais!

  25. kwatela

    7 de Dezembro de 2011 as 10:36

    Chegou a hora de com pes bem assentes no chao,desapaixonadamente pensarmos este pais. se o pais consome mais de 90% daquilo que produz esta na hora de aliarmos a um outro pais e perdermos a soberania em nome da sobrevivencia.REFLITAM

  26. Mimi

    7 de Dezembro de 2011 as 12:55

    Penso que os deputados votaram sabiamente no orcamento e cada um de acordo com o que acredita serem os melhores interesses para S.T.P. Sabia-se de antemao que haveria 27 votos a favor. Era necessario, para viabilizar o orcamento, ter alguns ausentes no momento de votacao. Foi o que aconteceu! Desta maneira, o orcamento passaria no momento da votacao. Valeu a estategia! Deu certo!

  27. Digno de Respeito

    8 de Dezembro de 2011 as 2:47

    Sr ou Sr Mimi,

    Deverá estudar melhor o que chama de estratégia para situações que se cria propositadamente para “forçar” votos favoráveis sobre uma determinado diploma em aprovação parlamentar. A situações que se pode considerar de “decente” mas essas ações descritas nesta noticia, resultam de má formação táctica-política dos deputados santomenses. É mais uma prova de que torna-se necessário de se apresentar uma proposta ao Parlamento santomense sobre os PRÉ-REQUISITOS e REQUISITOS PARA SER-se ELEITO DEPUTADO.

    Já é hora da sociedade civil apresentar porposta dessa natureza. Criar-se condições para exigir mais dos que nos Representação porque essa de ir supostamente a WC na hora de votação é “desiliegantérimo”.

    Através dos meus familiares, aprendi desde pequeno que não se deve levantar da mesa (hora de refeições) para ir a WC). Logo o meu organismo já está habituado. E por mais que me custe, controlo-me. Então, tudo leva crêr que é apenas continua existir desorganização mental no nosso País. Não se pode brincar com assuntos de interesse público.

    • Mimi

      8 de Dezembro de 2011 as 13:27

      Lamento ter-se dirigido a mim, quando por direito, emiti simplesmente uma opiniao que, pelo seu conteudo civilizado, nao foi censurada pelo moderador.

  28. Mila Araújo

    8 de Dezembro de 2011 as 10:17

    Meus carros amigos, irmãos de Agua-Grande, Me-Zochi, Cantagalo, Lobata,Caúe Lemba e todos aqueles k apoiam o governo.
    Pela 1ª vez tive a oportunidade de assistir e acompahar de perto aquilo k se diz discução do orçamento, meus amigos é uma vergonha, mas uma vez pude constactar k o problema de PCD e MLSTP, é apenas iguismo, wêchaismo, o pior problemas pessoais contra a pessoa do 1º Ministro Dr Patrice Trovoda k ñ traz nenhum beneficio para esse povo k os elejeu. Dizem ser amigos do povo, e k vão a parlamento discutirem problamas do povo é mentira cada um desses ladrões , curruptos, só estãm preocupados com seus interesses pessoais e nada mais, sabem k esse governo é um governo de pessoas serias e k ogoverno esta no bom caminho, pk k não deixam governo trabalhar e no final dos 4 anos para o povo a avaliar se valeu apoenas ou não? como esses ladrões n conseguem viver sem o mel do poder por isso é k estão todos atrapalhados. Tenho informações seguras k eles estão a preparar para no dia 15, dia da aprovação em globalidade do orçamento geral do estado para meterem missão de SENSSURA para deixar cair o governo isso pk o governo ñ aprovou mais um daqueles projecto de comer dinheiro k o Lider da bancada parlamentar do MLSTP senhor deputado José Viegas enventeu, por isso meus irmãso de Caúe à Lembá apelo a estar-mos todos unidos e preparados para no dia 15 sairmos a rua. Basta de roubo , e basta currupção.
    Deixem governo trabalhar povo é kem pois, e é esse mesmo povo kem tira.
    Força a todos membros do governo.

  29. sonia santos

    8 de Dezembro de 2011 as 11:42

    Força governo

  30. Malébobo

    15 de Dezembro de 2011 as 11:17

    O Pcd, como é um partido de boleia fizeram plano com , MLSTP/PSD,para deixar cair Governo, os deputados do MLSTP/PSD são mais esperto, so tiveram uma opção abstenção, aqui o PC dista viram
    o tiro a sair pela colatra.

  31. Malébobo

    15 de Dezembro de 2011 as 17:48

    Esste deputado do PCD que abpnou a sala é o Senhor Amandio Pinheiro, certeza absoluta, obrigado, fui

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