Opinião

CRIAÇÃO E JUSTA Distribuição de Riqueza – cimento da unidade entre PRÍNCIPE E SÃO TOMÉ

Ultimamente, o Príncipe e as suas gentes têm estado na boca do mundo! Ora, sendo o Tó Zé   Presidente do Governo daquela parcela do território nacional, quer queira quer não, também ele está na boca do mundo!

CRIAÇÃO E JUSTA  DISTRIBUIÇÃO DE RIQUEZA – cimento da unidade entre PRÍNCIPE E SÃO TOMÉ

Por: Filinto Costa Alegre

Ultimamente, o Príncipe e as suas gentes têm estado na boca do mundo! Ora, sendo o Tó Zé   Presidente do Governo daquela parcela do território nacional, quer queira quer não, também ele está na boca do mundo!

E tudo porque alguns líderes de opinião da região entendem  que o Governo central  não tem tratado com a necessária transparência e celeridade o processo administrativo de investimento, considerado vital para os anseios de desenvolvimento, presentes e futuros da região. Filtrada para a população, esta percepção levou a que ela se mobilizasse com vista à defesa dos seus interesses, ameaçados pela aparente  falta de vontade do Governo Central. Assim, todas as sextas-feiras ela tem saído e vai continuar a sair à rua, exigindo uma solução rápida para a situação de aparente impasse em que, presentemente, se encontra o projecto de investimento.

O Príncipe está de parabéns por ser capaz de por de parte as divisões artificiais que acantonam os cidadãos em guetos partidários e, de uma só voz, reivindicar uma solução útil e proveitosa para esta situação  vital. Esta capacidade de unir e mobilizar na diferença, tem sido uma das marcas de excelência da acção  do Presidente do Governo regional e, em parte, explica o êxito que tem coroado a sua navegação nas, não só conturbadas como também armadilhadas e por vezes até fétidas águas da política nacional. Mais do que nunca, o momento actual exige que o Presidente do Governo potencie ao máximo a sua capacidade de, preservando as diferenças, unir e mobilizar as forças vivas do Príncipe mas também as de São Tomé em defesa do projecto de investimento considerado vital. A região do Príncipe precisa de mais e maior unidade para atingir os seus objectivos. São Tomé e Príncipe precisa de mais e melhor unidade para prosseguir os seus objectivos.

O que é bom para o Príncipe deve também ser bom para São Tomé e vice-versa. Portanto, o que é bom para Tó Zé, deve também ser bom para Patrice. Trabalhemos todos para construir um São Tomé e Príncipe para todos.

É muito importante ter em conta estes aspectos porque, no calor da presente manifestação de justa indignação e revolta da população do Príncipe contra a marginalização e o abandono em que  se encontra, pode, por vezes, ficar a ideia, absolutamente errada e contraproducente,  de que se pretende fulanizar a luta e o debate a serem travados, identificando este ou aquele como alvo privilegiado e bode expiatório. Todos os santomenses de boa vontade e, muito particularmente, os que residem na “ilha de todas as esperanças”, devem demarcar-se desta armadilha. Temos que ser capazes de unir e mobilizar toda a população do Príncipe, independentemente da sua cor partidária ou do seu credo religioso para vencermos o impasse actual.

O  líder do ADI fez promessas que não pode cumprir. É um dado adquirido. Mas a vida continua e os problemas também. Empenhemo-nos, portanto, na busca de soluções que melhorem o nosso presente e futuro colectivos, que tornem realidade os nossos sonhos. No fundo, o Presidente do Governo regional e os líderes de opinião no Príncipe assim como a população do Príncipe nas suas manifestações de sexta-feira, têm que explicar que precisam da aprovação do projecto porque, com ela inicia-se o cumprimento das promessas de campanha do líder do ADI. Inicia-se uma nova era de esperança e crença no futuro do Príncipe.

No processo de aprovação e implementação deste projecto, só deve haver uma vencedora – A POPULAÇÃO DO PRÍNCIPE que com a referida aprovação tem a oportunidade de produzir riqueza, de fazer progredir a sua terra, de retomar os seus sonhos de amanhãs de bem estar e felicidade. E quanto a vencidos, que sejam – A POBREZA, A DUPLA INSULARIDADE E A EXCLUSÃO.

O projecto torna-se, assim, uma oportunidade para o líder do ADI se redimir e um instrumento de criação de riqueza na região do Príncipe.

Para tal, é preciso que todos nós do Príncipe, todos nós de São Tomé, todos nós de São Tomé e Príncipe, sejamos do ADI, do MLSTP/PSD, do PCD, do MDFM, dos partidos sem assento parlamentar ou sem filiação partidária, tomemos uma posição clara a favor do projecto. Tem que se erradicar a ideia, aqui e ali disseminada, de que o projecto tem a oposição de uns e o apoio de outros. Este projecto não nos pode dividir. Ele deve contribuir para a criação de riqueza que uma vez equitativamente distribuída, contribuirá para eliminar os actuais pontos de fricções, desentendimentos e desavenças.

Neste momento devemos subalternizar a nossa propensão para o conflito balofo e desnecessário e concentrarmo-nos em por em comum os parcos recursos disponíveis para construirmos um país para todos.

Para tal, as manifestações de sexta-feira devem, cada vez mais passar a ser um ponto de encontro de toda a população, sem quaisquer clivagens partidárias ou outras, em defesa dos interesses fundamentais de toda a população. Por outro lado, o Presidente do Governo regional deve encabeçar uma vasta campanha de mobilização dos líderes de opinião e dos santomenses em geral, quer no Príncipe quer em São Tomé quer ainda no estrangeiro, para que se apropriem do projecto e contribuam para a sua rápida aprovação e implementação.

Sempre orientados pelas seguintes máximas: Se o projecto é bom para o Príncipe, também é bom para São Tomé. Se  é bom para Tó Zé, também é bom para Patrice.

VAMOS, PORTANTO, FAZER DELE A BANDEIRA DE TODOS NÓS, assim contribuindo para o reforço e a consolidação da unidade inter-ilhas.

    31 comentários

31 comentários

  1. Malapé_Tema

    22 de Dezembro de 2011 as 14:57

    Muito bem;

    Aí esta a ideia que devia ser levada em consideração por todos nós são-tomenses.

    Deixemos de cometer os mesmos erros do passado e sejamos mais inteligentes e com objectivos claros na melhoria e desenvolvimento do nosso São Tomé e Príncipe.

    Analisam duas propostas avalia a situação e decidam o melhor, vamos todos remar num só objectivo porque só assim conseguimos fazer algo que possamos nos orgulhar no futuro, e não posso deixar de frisar (ABAIXO CORRUPÇÃO).

    Nunca esqueçamos todos os intervenientes também têm algo perder e os investidores só querem meter lá os € porque sabem que terão lucros.

    Façam um acordo em condições ao contrário da situação do porto e aeroporto que acredito que o valor para reestruturação do aeroporto não dará mais do que tapar uns buracos e em troca são 30 anos de exploração, o que é um grande absurdo, visto que o país quer desenvolver o turismo e que trará um aumento de tráfego aéreo.

    Não sejamos burros ou uns bobos da corte que em troca de uns € são comprados individualmente, Pensemos todos no futuro, POR FAVOR TENHAM CORAGEM E FAÇAM A DIFERENÇA, SEJAM HOMENS CAPAZES.

    Malapé;

  2. luisó

    22 de Dezembro de 2011 as 15:28

    Bem dito.
    ESTAMOS JUNTOS.

  3. fidelito

    22 de Dezembro de 2011 as 16:26

    O sr escreveu tanto que não falou do mais importante, enquanto o conceituado jurista jurista que é.

    Como é que fica o contrato assinado entre o governo de Rafael Branco e a empresa Agripalma?

    Sabendo que a roça Sundy, a razão de tudo isso, já foi concessionada à Agripalma.

    Isto é que o sr deveria esclarecer a opinião publica.

    Pode o Governo Regional conceder a roça Sundy à HB BOA VIDA, quando o Estado Santomense já a tinha concessionada à Agripalma?

    • Pedro Cassandra

      22 de Dezembro de 2011 as 18:23

      Caro Fidelito, concordo plenamente consigo, estava a espera que o senhor Filinto C.Alegre falasse o mais importante. Como fica o contrato com agripalma? Existem medidas que podem ser tomadas para evitar que o estado santomense não venha a pagar uma vez mais avultadas indenizações?? E oque levou governo regional a assinar o contrato com HBD a revelia do governo Central, ainda mais sabendo da existem do primeiro contrato??

      População do principe so saiu a rua porque o governo Regional assim quis. Penso que existem formas mais adequadas de se negociar, e assinar contratos dessa natureza. Caro Filinto queremos respostas, para aquilo que nos aflige, o resto é pura falacea.

      Estamos cansados de eternos adiamentos, e de tantos falatorios, e vcs vivendo a suditos. Nós lixaram com o contrato de petroleo e agora querem nos vender até a terra.

    • Amadeu

      24 de Dezembro de 2011 as 14:25

      Como fica? Manda o senhor Rafael Branco para cadeia. Ele sabia que o projecto de Agripalma prejudicava o Principe do ponto de vista ambiental, quem lhe mandou, sem acordo do governo regional,assinar um contrato que prejudua o Principe do ponto de vista ambiental? Ele deveria ir para cadeia. Se o projecto prejudica o Principe porque razao tem de se pagar a Agripalma? Este ponto nunca querem discutir. Se prejudica o Principe, do ponto de vista ambiental,encontrem outro terreno em S.Tome ou no Principe para Agripalma. Simples. Ou querem dinheiro do Sul Africano? Sabem muito…
      Amadeu

    • Fijaltao

      25 de Dezembro de 2011 as 0:04

      Caro amigo Fidelito. As vezes, mesmo tenhamos assinado certos contratos com alguém, há determinadas circunstãncias em que podemos voltar atrá! ora vejamos. A empresa Agripalma, não beneficia os santomenses em nada, apenas a plantação das palmeiras que destroem e sugam o nosso solo em termos Hídricos, ao passo que HB Boa VIDA cria empresa que dá emprego a longo prazo, projecta o bom nome do país internacionalmente, traz desenvolvimento e movimento aos nossos portos e aeroportos, renova e alarga o aeroporto do príncipe para recepção de aviões de grande porte, contribui com impostos de várias ordens aos cofres do estado e estabelece a maior ligação fraterna entre as duas ilhas! por isso, nunca é demaís rever o outro contrato, nem que o novo contraente tenha que pagar uma indemnização a Agripalma salvaguardando a sua perda de tempo.
      Cabe aos dois governos encontrar soluções para o bom entendimento entre as pretensoras e salvaguardar sobretudo o interresse do país e do ambiente.
      Cá Bilí Uê ô…

  4. Bartolomeu Lêdesaua

    22 de Dezembro de 2011 as 17:10

    Dr. Filintro

    Os meus parabéns, desejo-lhe um Santo e Feliz Natal, muitos êxitos e sucessos no seu quotidiano socioeconómico e profissional, esperando que se torne extensivo a sua Ex.mª família.

    Esta minha felicitação vai de encontro a satisfação emocional que senti na leitura do seu artigo no Tela nom.

    Confesso-lhe sinceramente que gostaria que houvesse mais Santomense que pensasse na nossa união e se não, pelo menos interiorizasse de que só com a unidade conseguiremos um STP – País de Sonho – que todos os verdadeiros nacionais aspiram, sejam eles, intelectuais ou não, dirigentes ou não, aliás, no dia 15-12-2011 sugeri a realização de uma reunião em busca de uma solução consensual visando pôr termo ao impasse e consequente polémica do Príncipe.

    Bem-haja

    Saudações

  5. gostoso

    22 de Dezembro de 2011 as 19:00

    Meus parabéns ao Dr. Filinto! O pais só vai para frente se deixarmos de estar partidos. Devíamos é ter associações. Lutar para o fim comum – O PAIS. Fora disso não temos alternativas. Vamos ver se a ideia do Filinto seja acatado.

  6. Barão de Água Izé

    22 de Dezembro de 2011 as 20:35

    Só é possivel partilhar riqueza quando esta é criada pela Economia. Enquanto na nossa terra, não for dada prioridade à Agricultura, Pescas e Turismo, não será possivel que a Nação Saotomemse se sinta feliz e unida.

  7. Barão de Água Izé

    22 de Dezembro de 2011 as 20:42

    Mais importantes que o Tó Zé e o Patrice são as populações que vivem no Principe e em São Tomé. Elas têm sofrido na pele a má Governação do País. Passam-se os anos, as gerações mudam e tudo na mesma ou pior.
    Há que tentar o Presidencialismo (democrático), para soluções rápidas com o minimo de conflitos institucionais.

  8. blah blah

    23 de Dezembro de 2011 as 0:21

    blah blah blah só– no fim, nada nada

  9. cobra preta

    23 de Dezembro de 2011 as 5:16

    A avareza levou-nos à desgraça.
    Porque os sapatos fazem-se aos pares

  10. DM

    23 de Dezembro de 2011 as 6:23

    Estranha-me o facto de até o presente momento não haver nenhuma manifestação do Sr.Primeiro Ministro, à imprensa e à opinião pública sobre esse caso que tem causado tanta polémica.
    Não sei se alguma declaração já foi dada a algum outro orgão de comunicação do país. Caso isso ainda não tenha acontecido, deixa transparecer mais uma vez a arrogância e desconsideração em relação também as pessoas que confiaram e elegeram esse novo governo. Esse tipo de atitude em nada contribui na solução do problema e para a melhoria do clima político do país.

  11. kim kim

    23 de Dezembro de 2011 as 8:35

    Caro Dr. Filinto Costa Alegre,
    Defendo como tu o princípio sagrado de uma verdadeira distribuição de riqueza entre os filhos de São Tomé e Príncipe.
    No entanto, tenho que vos dizer que são com pessoas como o senhor que têm contribuido para que o país esteja no estado em que esta. O senhor não deve nem pode vir a praça pública defender o Tozé Cassandra só porque ele o apoiou nas camapnahas quando o mesmo não tem razão. Senão vejamos:
    1. O contrato que a Agripalma tem com a Roça Sundy é do conhecimento do Presidente do Governo Regional e foi levado para Príncipe ao pedido especial do Governo de Rafael Branco( Ministro da Agricultura) para que não houvesse toda a concentração de riqueza na Ilha de São Tomé.
    2. O Contrato coma Empresa HB Boa Vida (Agora os dirigentes do Príncipe só vivem no Hotel Omali- propriedade do Homem que foi a Lua) foi celebrado sem dar qualquer conhecimento ao Governo Central que já tinha aceite, continuidade do Estado o contrato com Agripalma.
    3. Os dirigentes do Príncipe assinaram um contrato que dá grandes isenções fiscais que eles próprios não estão autorizados a dar, colocando o governo central e assembleia nacional em apuros.
    Assim pergunto ao Dr. Filinto Costa Alegre:
    1. Quanto é que a Empresa Agripalma vai pedir só de indemização ao Estado de S.T.P pela irresponsável assinatura de um contrato sem concertação com o Governo Central?
    2. Estará o Governo Regional a defender interesses do Príncipe ou de uma meia dúzia de pessoas que continuam a só querer comer dinheiro?
    Por isso caro Dr. Filinto o povo continua a ser sábio e por isso temos que agradecer a Deus o Senhor não ter ganho as eleições porque uma pessoa com a sua responsabilidade tem que estudar exaustivamente os casos s só depois falar.
    O senhor não pode é estar já a pensar no dinheiro que pode estar a ganhar com o Tozé Cassandra e esquecer o essencial.
    Assiom, quero apoiar o governo central no sentido de encontrar uma solução que não prejudique o país e buscar consenso com o Presidente da República.
    O senhor e o PCD não podem continuar a querer ficar com o que de bom o país tem e levando o país cada vez mais ao fundo.
    Seja honesto consigo e defenda o país e não os interesses pessoais.
    Concordo que o negócio do HB boa vida seja bom para o príncipe e para são tomé mais não podemos continuar a assinar contratos e a rasga-los em prejuízo do povo. Lembra-se da Cinergi, do Ilhéu das rola…?
    Mudemos meus senhores

    • Vanessa H.

      23 de Dezembro de 2011 as 15:46

      O projecto de ao Principe por Rafael Branco porque prejudica o Principe de ponto de vista ambiental. Se fosse bom o senhor Rafael Branco teria outra atitude. Se o projecto de Agripalma prejudica o Principe porque insistem nele? Querem sacar dinheiro ao Homem Sul Africano? O senhor Rafael Branco deveria explicar porque nao levou o projecto de cabo submarino tambem para o Principe. O Principe, para o senhor Rafael Branco, deve ter projectos que o prejudiquem de ponto de vista ambiental? E o cabo submarino? Este senhor mais alguns seus amigos vivem destes negocios deste a independencia nacional. Esta historia de pagar dinheiro a Agripalma lembra conversa para sacar dinheiro ao investidor. Mais nada. O senhor Filinto Costa Alegre diz muito bem que interessa ao pais que este projecto do Sul Africano avance. Todo o pais ganha com isto. O pais fica eternamente dependente dos senhores Rafael Brancos e outros corruptos? Isto parace incrivel. Avance Principe. Avance S.Tome e Principe.
      Vanessa

      • Ampaq

        24 de Dezembro de 2011 as 13:01

        Vanessa
        O bando de corruptos sempre foi o mesmo. Todos familias do mesmo tacho. Sempre fizeram isto ao pais. Nunca souberam fazer outra coisa. Vivem de saque ao pais. Assim que olham qualquer coisa ou movimento saltam logo para cima para sacarem a massa. Por isso vivem em vivendas, cercados de mordomias que roubaram ao povo. Estao presentes em todos os governos. Uns substituem os outros para defenderem intereses de todos eles. Repare bem quem faz parte deste governo, quem assinou este contrato no governo anterior e quem insiste, neste governo, que deve-se pagar dinheiro a Agripalma. Isto transformou-se numa propriedade privada destes senhores. Enquanto o povo fica pobre esta gente engorda nos rabos, na barriga, na cara, nos olhos, na boca, enchendo as suas contas no banco.
        Ampaq

    • Ampaq

      24 de Dezembro de 2011 as 13:09

      Boa pergunta: qual a razao do senhor Rafael Branco nao ter levado o projecto de Cabo Submarino ao Principe? Se o senhor ficou sensibilizado com os problemas do Principe, a coisa ideal seria fazer com que este projecto, de interesse nacional chegasse ao Principe. Como ele nunca pensou nisto porque nunca lhe interessou o desenvolvimento do Principe a melhor forma de fazer bem ao Principe seria mandar para o Principe o projecto de Agripalma que ele sabe, muito bem, que prejudica o Principe do ponto de vista ambiental. De amigos assim o Principe nunca precisaria. Agora este senhor e o seu grupo de corruptos insistem no pagamento a fazer ao senhores de Agripalma. Gente ruim. Malvados.
      Ampaq

    • Ampaq

      24 de Dezembro de 2011 as 13:18

      Qual riqueza senhor Kim Kim. Riqueza para o Principe com um projecto de Agripalma que o senhor sabe muito bem que prejudica o Principe do ponto de vista ambiental? Sinceramente! Eu nunca pensei que houvesse gente ruim desta categoria. Uma cambada de parasita que nunca fez nada na vida! Riqueza para o Principe com o projecto de Agripalma? O senhor Kim Kim goza com as pessoas do Principe? Nao me admira nada o seu testemunho de gozo e abuso. De gente da sua estirpe e categoria eu nao esperava outra coisa. O pais encontra-se nesta encruzilhada por causa de gente como o senhor Kim Kim. O senhor sabe que eu sei que o senhor faz parte desta elite que nunca fez nada para o desenvolvimento do pais e vive explorando e aproveitando do roubo e saque que fazem ao povo. Isto tem de acabar.
      Ampaq

      • kim kim

        27 de Dezembro de 2011 as 8:03

        Senhor ou senhora Ampad,

        Se o negócio é mau para Príncipe então que se venha ao público explicar para todos sabermos na realidade de que projecto se trata.
        No entanto pergunto, se o Governo Regional defende os interesses da Ilha do Príncipe porque aceitou na altura esse projecto?
        Não sera também altura dos dirigentes do Príncipe virem explicar o porque do mesmo?
        Esqueçamos as politiquices e vamos aos interesses do Povo.
        Vamos convocar os dirigentes a explicar publicamente

        • Ampaq

          29 de Dezembro de 2011 as 17:21

          O senhor sabe muito bem que o projecto prejudica o principe, desde sempre. O senhor sendo mau e porco permitiu que se assinasse este projecto. Porque razao o projecto nunca foi avante no principe? Pergunte aos tecnicos do ministerio de agricultura se o projecto prejudica ao Pfrincipe? Como querem sacar dinheiro ao Sul Africano ficam com esta conversa de tolos. Porque o senhor Rafael Branco, sendo amigo do PRINCIPE como faz questao de afirmar, nunca se interessou com que o cabo subamarino fosse tambem para Principe? Ele sabia, desde inicio que o projecto Agripalma prejudicava o Principe, mesmo assim prosseguiu com o projecto, para tirar dividendos finaceiros ou economicos. Sempre viveu destas coisas. Malditos!

  12. Francisco Castanheira

    23 de Dezembro de 2011 as 12:41

    SE o ,Pinto da Costa tivesse o poder na real;idade? Isto seria resolvido de outra maneira. Nao e verdade?
    Avante com a tendedncia \presidencialista

  13. fidelito

    23 de Dezembro de 2011 as 14:33

    Estamos a espera que o sr Filinto Costa Alegre explique neste forum, se Agripalma pode pedir indemnização ao Estado Santomense ou não pelo incumprimento do contrato.

    Pode ou não sr Filinto?

    • Ampaq

      23 de Dezembro de 2011 as 16:05

      Nao tem nada que pedir porque o projecto prejudica o Principe do ponto de vista ambiental e nem sequer satisfaz de ponto de vista de produtividade porque o Principe nao tem potencial de clima que favorece este projecto. Pagar como? Para os bolsos de alguns? Deixem de tretas.
      Ampaq

      • Emilio Freitas

        24 de Dezembro de 2011 as 3:36

        Caro amigo Ampaq,

        Esses contratos são coisas serias, não são vinho da palma ou tampa de buli, que se não estiver bom vais la no amigo que vendeu e faz a bagunça que quiseres, ..

        Um dos nossos maiores problemas é opinar qd nem noção temos das coisas.

        passoôô

        • Ampaq

          24 de Dezembro de 2011 as 12:42

          Olha o outro. Sempre os mesmos com mesma linguagem. Autenticos parasitas que sempre viveram a custa do povo. Nunca fizeram nada, nem sabem fazer nada. Roubar! Roubar! Roubar! Unica linguagem que conhecem. Toda a gente sabe que se o projecto nao tem viabilidade no Principe, prejudica o ambiente ele tem de ser suspenso. Como querem sacar dinheiro ao homem continuam com o mesmo truque.
          Sempre o mesmo grupo de pessoas com os mesmos vicios. A vossa barriga nunca enche. Desde a independencia que o pais vive este clima de roubalheira de alguns chicos espertos que aprenderam isto e ensinaram os seus filhos a fazerem o mesmo. Passa o tempo e esta gente desenvolve outros mecanismos para sacar dinheiro ao povo, para roubar os investidores. Deixem o povo em paz, por favor.
          Ampaq

          • OLHO

            26 de Dezembro de 2011 as 10:24

            Esse tal de ampaq, esta sempre repetindo as mesmas coisas, prejudica principe do ponto de vista ambiental, . Então os colonos não plantaram ali um montão de cacueiros??, Esses cacueiros não estão em praticamente todo princípe por conta rapaz, plataram eles? andam falando a toa, autenticos relogios sem cabeça. Deviamos levar esses colonos a justiça então por isso, porque esses cacueiros nos destruiram completamente , e ainda assim stp ja foi em tempos idos o maior produtor do mundo… a coisa então é saber fazer…bandos de….

  14. Ampaq

    23 de Dezembro de 2011 as 16:12

    Pagar? Nao tem nada que pagar. Se o projecto prejudica o Principe e o clima do Principe nao tem potencial para desenvolvimento deste projecto vai-se pagar como? Para bolsos de alguns senhores donos do pais? Para bolsos de algumas pessoas que se acham donas do pais? Senhor Fidelito vai passear. Eu bem sei o que o senhor quer. Deve pertencer ao mesmo grupo de pessoas que deram cabo do pais estes anos todos. Deixem o pais em paz.Trabalhem um pouco.
    Ampaq

  15. VALTER MONTEIRO

    23 de Dezembro de 2011 as 19:58

    Carros amigos,e compatriotas,antes que entre,quero vos desejar um bom natal e um ano novo desejado para todos os SANTOMENSES em geral.Eu estou plenamente de acordo com o SR.Francisco Castanheira:Porque quando a estes casos beneficos para o Pais, o SR.Presidente da Republica tem que agir,e ainda mais quando se trata de “DESENVOLVIMENTO”principalmente para Ilha do Principe.SR.Presidente, abre o seu coraçao para essa Ilha,porque deves muito a ela.Esta a ser muito enganada e esquecida, pelos os governantes.Tudo o que esta a acontecer, e´para prejudicar o nosso PRINCIPE.Faça alguma coisa por ela.LAMENTO MUITO.Porque nem o TO ZE, nem o PATRICE TROVOADA, sao todos farinha do mesmo saco.

    • Ampaq

      24 de Dezembro de 2011 as 12:52

      O projecto Agripalma prejudica o Principe (ponto final paragrafo). Como tal, nunca pode ser implementado no Principe (ponto final, paragrafo). Onde existe o problema? Na vossa cabecinha de corruptos. Gente que nunca fez nada para o pais, que nunca trabalhou, nunca teve uma profissao, excluindo fazer politica. Qualquer pessoa minimamente culta sabe que o problema existente diz respeito ao saque de dinheiro ao Sul Africano. Ainda por cima tendo gente pouco competente neste governo, casos dos senhores Carlos Stock, Angela Costa, Olinto e outras banalidades, este pais transformou-se num ninho de incompetencia. Estamos tramados.
      Ampaq

  16. Josias Umbelina dos Prazeres

    26 de Dezembro de 2011 as 8:40

    Sr. Kim Kim:
    Não dê palpite daquilo que não sabe!
    A população residente no Príncipe sempre reprovou esse projecto de plantação extensiva de palmeiras na Região. Se o Governo Central de então tivesse dado o mínimo de respeito às Autoridades Regionais e a sua população isso não teria acontecido.
    Acho que é chegado o momento de nos dedicarmos ao essencial e deixar do acessório.

    • Torres

      26 de Dezembro de 2011 as 15:52

      Muito bem Josias. O povo do Principe sempre estava contra este projecto de Agriplama. O governo regional reuniu o povo, fez palestras, ouviu especialistas e decidiu que este projecto de Agripalma prejudicava o Principe. Se sabiam disto porque Rafael Branco insistiu neste projecto? Ninguem compreende isto. Qual era o objectivo dele, ao assinar este contrato com Agripalma, sabendo antecipadamente que ele prejudicava o Principe do ponto de vista ambiental e nem sequer seria rentabilizado do ponto de vista produtivo tendo em conta as condicionantes de clima do Principe? Tudo isto continua mal explicado e existe outros interesses para sacar dinheiro ao Sul Africano.
      Torres

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