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“Darei tudo e a vida se for necessário”

Garantias do Coronel Idalécio Pachire, ao ser investido na quina – feiram pelo Presidente da República como Chefe da Casa Militar. Militar de carreira, que assumiu o comando das forças armadas de São Tomé e Príncipe, depois do golpe de Estado de 2003, Idalécio Pachire, disse que assume mais uma missão «que implica muita coragem e dedicação».

Mais e melhor segurança para o país e em especial para o Presidente da República, é uma das prioridades do coronel Pachire. «Darei tudo e a vida se for necessário, para que os militares e para- militares possam garantir mais segurança para o nosso país. Mais disciplina e segurança no país em especial para a  presidência da república», concluiu.

Abel Veiga

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    18 comentários

18 comentários

  1. Manuel Vicente Sousa

    6 de Junho de 2014 as 1:10

    Qual a diferença entre esse desabafo do sr. Pachire, que passo a citar, ” … darei tudo e a vida se for preciso.” e a declaração do secretário geral do ADI, em tempo proferido com a mesma animosidade?

    • OBSERVADOR

      6 de Junho de 2014 as 11:48

      Venho ajuda-lo a responder ao Sr. Zé das Medalhss, de que diferença é de dia para noite: 1- Militar ao jurar a bandeira, jura defender a PÁTRIA a qualquer preço, entregando a sua vida. 2- Um politico, no ato de posse, jura cumprir a lei e a constituição. Portanto a declaração proferida no discurso, na Assembleia Nacional, pelo politiqueiro Levy Nazaré, não deixa de ser uma declaração provocatória e arrepiante. Portanto, essa é a grande diferença. Evite de estar a comentar por comentar de forma emocionante.

      • Manuel Vicente Sousa

        6 de Junho de 2014 as 17:50

        Cancelo a minha vontade em respondê-lo, porque reparei que a sua ignorância é audaz.

  2. adelino dias

    6 de Junho de 2014 as 9:23

    A diferença é que trata-se de um Militar e um Civil.
    Sabe o que faz um Militar no Juramento de Bandeira?

    • Manuel Vicente Sousa

      6 de Junho de 2014 as 17:55

      Disseste bem. No juramento de Bandeira. Portanto não digas mais nada ok.

  3. Zé das Medalhas

    6 de Junho de 2014 as 10:26

    Isso não deve ser entendido de outra forma a não ser como sendo a emoção que lhe invadiu no momento de empossamento. Por isso não há diferença mínima entre o que disse o secretário geral da ADI com o que disse o sr Pachire!

  4. Lupuye

    6 de Junho de 2014 as 13:30

    Voce nao ve a diferenca ou nao quer ver? Duas pessoas ja foram claras nas suas explicacoes e ainda continuas com isso? Sera falta de conhecimento ou de poder de interpretacao? Credo!

  5. kuaNon

    6 de Junho de 2014 as 16:56

    O Manuel Vicente Sousa, esta “Sem Norte”. A diferença e tanta que ate os invisuais vêem. Já nem vou explicar mais porque ele não vai entender na mesma.

    • Manuel Vicente Sousa

      8 de Junho de 2014 as 13:38

      Recuso-me em respondê-lo porque não entro em domingos do teu pensamento e porque também não dou ousadia de responder aos moralmente inferiores, principalmente quando estão com os pés na jaca.

      • sandro

        14 de Junho de 2014 as 1:00

        Senhor manuel vicente sousa… pelos vistos desconheces o significado da palavra “moralidade” e “inferioridade”. Caso contrario nao as utilizarias neste contexto.. um militar jurando defender uma constituicao e um aspirante a politico a fazer uma promessa, diz-me voce qual a diferenca…

        • Manuel Vicente Sousa

          15 de Junho de 2014 as 7:22

          Modéstia a parte, não é do meu costume, responder aos atrapalhados da mente,mas deste sorte. Eu vou abrir uma brecha para a sua esperteza “tonga”,todavia perdoe-me o pífio trivialismo do termo de que me servi, pois não me deixastes margem de manobra.
          Sem delongas, diga-me você o nome do acto, em que o senhor Pachire proferiu a frase em epígrafe, e também em que acto o senhor Lévi proferiu o seu desabafo, ora em analogia. De modo que eu possa perceber a génese dos “domingos” do teu pensamento,permitindo-me colocar a minha inteligência ao serviço da tua ousada ignorância.

          • sandro

            16 de Junho de 2014 as 0:10

            Um ser quando è reles.. nada ha a fazer. Nao, nao tonga nem tao pouco do teu paìs sou. E mesmo se fosse tonga.. achas-te superior a alguem dessa raça?!.. leia mais e fale menos, quem sabe desse jeito aprenderàs a dar mais ênfase ao que realmente importa..

  6. costa

    6 de Junho de 2014 as 21:16

    grande diferença so pensa contrario kem nao foi a tropa

  7. CLUXU GLANGI

    7 de Junho de 2014 as 17:36

    Não viu a diferença?
    Qualquer militar ou para-militar, k se presa, só tem k fazer juramento deste durante as funções, simples assim. Já um político deve ser o exemplo, ser sério, competente e mostrar com todo afinco e responsabilidade, cumprir e fazer cumprir as funções k lhes são confiados e nada mais. Político é para unificar o povo dando-lhes melhores condições de vida, para mão se revoltarem e evitar para que os militares não tenham que sair para os defender com garras e dentes sem olhar a quem.
    Quer mais diferença?….Olha que tem mais???Cada indivíduo civil tanto ele político ou politiqueiro,só pode dizer isso quando está em causa a sua herança familiar, mesmo assim não é preciso tanto até dizer k mesmo k custe a vida de alguém. Ao contrário k juramento militar é mesmo k dou a própria vida para defender a pátria e a dos seus cidadãos…..

  8. Aguiar

    9 de Junho de 2014 as 18:49

    Só faz comentários irónicos ao respeito deste Cidadão, pessoas que não Lhe conhecem. Acredito em te Coronel Idalécio Pachire. Se 40% dos nossos políticos fossem como Sr. as coisas se calhar seriam outra. Força meu carro, mostra que és capaz.

  9. terra dos outros

    10 de Junho de 2014 as 15:02

    FORÇA, Coronel Idalécio Pachire.

  10. Fókótó

    11 de Junho de 2014 as 11:34

    O Coronel Pachire, como militar e como homem é um exemplo que os detentores de poder nesta pequenissima , mas grande terra, deveriam seguir.
    Bem haja Coronel e continue sempre firme nas suas convicções.

  11. kwatela

    16 de Junho de 2014 as 8:46

    Sou suspeito a falar de ti meu Amigo.
    Desde o tempo do Benfica de Porto Alegre, sempre te admirei como pessoa. As qualificações profissionais que adquiriste ao longo dos anos nunca te subiram a cabeça e creio que mas este desafio também não alterará o HOMEM que és. Bem haja para ti Amigo.Que Deus te abençoe.

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