Política

Agitação no Quartel General

O momento de crispação, agitação e de tensão no Quartel General das Forças Armadas de São Tomé e Príncipe começou a transparecer a partir de 19 de Janeiro passado. 4 dias após a intervenção dos Ninjas – Polícia de Intervenção Rápida na Assembleia Nacional, para instalar o Tribunal Constitucional, o Primeiro Ministro foi convocado pelos militares do exército para uma reunião.

Indícios do mal-estar entre o governo e os oficiais e os sargentos foi a necessidade de se negociar o lugar do referido encontro. O Téla Nón soube de boa fonte que o primeiro ministro se recusou a ir ao Quartel-general e que os chefes militares se recusaram a ir ao seu gabinete, tendo o Centro de Instrução Militar sido uma solução de compromisso.

O encontro de 19 de Janeiro entre Patrice Trovoada e os militares no Centro de Instrução Militar, foi escaldante. O Téla Nón sabe que os militares descreveram um quadro severo sobre a situação nos quartéis. A situação é tão crítica que no mesmo encontro, e por indicação do primeiro-ministro, foi criada uma comissão ad-hoc, presidida pelo coronel Idalécio Pachire, antigo comandante do exército.

Na prática a comissão ad-hoc, para reestruturação das forças armadas, substitui o Chefe de Estado Maior das Forças Armadas, o Brigadeiro Horácio Sousa, que pelo que o Téla Nón apurou, de algum tempo a esta parte não tem ido ao Quartel General, permanecendo na sede do Estado Maior, localizado no bairro da quinta de Santo António na capital São Tomé.

Em entrevista exclusiva em São Tomé, Óscar Sousa Coronel do Exército na Reforma, disse que «uma determinada classe de militares não acredita no Chefe de Estado Maior».

Na entrevista a que o Téla Nón também teve acesso, o oficial superior na reforma, que foi ministro da defesa durante vários anos, descreveu um quadro sombrio das forças armadas santomenses, que segundo o entrevistado, vai desde a falta de liderança, passando por graves carências na logística e termina no mau funcionamento das tropas. «Há problemas sérios com as infraestruturas, de materiais e equipamentos de aquartelamento e outros», frisou.

O coronel na reforma considera que o corte de relações com Taiwan privou as forças armadas de meios financeiros para assegurar o funcionamento básico da instituição.

A comissão ad-hoc criada na reunião de 19 de Janeiro, tem a missão de atender aos pontos constantes do caderno reivindicativo apresentado antes pelos militares ao chefe do governo. Para além da resolução de problemas imediatos como preenchimento de vagas em função da lei orgânica das Forças Armadas, o descontentamento no seio das Forças Armadas são-tomenses tem a ver com o que é descrito como demora na implementação do novo quadro legal das Forças Armadas.

O governo aprovou uma série de leis nomeadamente a Lei Orgânica das Forças Armadas, (Lei 8/2012) e a Lei da Programação Militar (Lei 10/2012), tendo o primeiro-ministro Patrice Trovoada assegurado na altura, segundo Óscar Sousa, mobilizar recursos financeiros que assegurava os anos de 2013 até 2017. Pouco ou nada foi implementado à luz da Lei nº10/2012, conforme consta no anexo desta Lei.

Ainda segundo o coronel, após o regresso de Patrice Trovoada ao poder em 2014, não têm sido cumpridos compromissos assumidos em encontros avulsos, cujo conteúdo consta de atas.

Motivo grave de descontentamento segundo o ex-ministro da defesa resulta de discrepâncias salariais entre a polícia e os oficias das forças armadas recém-formados.

Outro motivo também de descontentamento e, aparentemente, grave preocupação para os militares são-tomenses é a criação pelo primeiro-ministro do que é descrito por Óscar Sousa como uma força militar desproporcional e composta de aproximadamente 60 a 80 homens. «Ele tem que ter uma força paramilitar, enquadrada na Unidade de Protecção dos Dirigentes do Estado (UPDE)», defendeu o coronel na reforma.

Tudo aponta que o Primeiro Ministro dispõe de uma força especial com meios e equipamentos muito sofisticados. « Meios bélicos superiores ao que está estipulado, e a força é composta por elementos recrutados em várias unidades», explica o coronel na reforma.

Segundo ainda o coronel, o processo de constituição desta força de segurança pessoal por militares ruandeses, violou o Memorando de Entendimento assinado aquando do golpe de 16 de julho de 2003, que não permitia a entrada de tropas estrangeiras no país, fora do âmbito da Constituição.

Semanas depois do encontro entre o primeiro ministro e os militares no Centro de Instrução Militar, cinco oficiais superiores na reserva e na reforma, incluindo Óscar Sousa tiveram um encontro com o Presidente da República na qualidade de Comandante Supremo das Forças Armadas.

Este encontro culminou após uma série de outros, nomeadamente com o ministro da defesa e administração interna, Arlindo Ramos, no dia 27 de fevereiro, com o chefe de Estado maior general das Forças Armadas, no dia 01 de março e com a comissão ad-hoc chefiada pelo coronel Idalécio Pachire, no dia 05 de Março.

Esses oficiais dizem-se preocupados com a actual situação das Forças Armadas, receiam que as revisões das várias leis que regulam o funcionamento do exército podem pôr em causa alguns direitos e garantias adquiridos.

No entanto o governo pretende reduzir o número de efectivos do exército que reclama melhores condições sociais, incluindo alimentares. «As forças armadas foram evoluindo quer em número quer em capacitação e é preciso agora a sua adequação no pacote legislativo, aquilo que são os efectivos e as qualificações nas Forças Armadas»,  defendeu o chefe do governo, Patrice Trovoada.

Óscar Sousa sublinha que com a aprovação na ultima sessão da Assembleia Nacional  da proposta de alteração da Lei da Defesa Nacional e das Forças Armadas, Patrice Trovoada passou a ter maior domínio sobre as tropas.

Téla Nón

    26 comentários

26 comentários

  1. MIGBAI

    22 de Março de 2018 as 10:57

    Minha gente.
    Não pretendo e nem quero fazer a apologia ao atual momento que estamos a viver.
    Contudo, faz muito bem o governo em reduzir o número de elementos das forças armadas.
    Um pais que não tem dinheiro para pagar aos seus funcionários públicos.
    Sem dinheiro suficiente para a educação.
    Sem dinheiro para criar estruturas rodoviárias.
    Sem dinheiro para cuidar do sistema de saúde.
    Sem dinheiro para cuidar do sistema sanitário.
    QUE NÃO TEM DINHEIRO PARA FUNCIONAR COMO PAIS INDEPENDENTE.
    Porque motivo, tem que alimentar umas forças armadas inoperacionais?
    Porque motivo, tem que alimentar tanto coronel, comandantes, sargentos e praças?
    Vejam a fatia do orçamento que é destinada ás forças armadas, dinheiro esse que não temos!
    Concordo plenamente na redução ou extinção de alguns ramos das forças armadas, e acabar de vez, com as ratazanas de quartel que alimentamos desde a independência com a ditadura do MLSTP.
    Temos minha gente, que acabar com o que está mal desde sempre, neste pais martirizado pelo comunismo transportado para estas ilhas pelo pinto da costa.
    VIVA a redução ou eliminação de alguns ramos das forças armadas deste pais falido!
    Isto sim, é governar um pais !!!

    • boca pito

      23 de Março de 2018 as 6:54

      És “maluco” ou não sabes o que falas. Enquanto estamos na cama a dormir, há quem está a guardar-nos, ou seja, guardar o país. Essa missão não se resume a estar de pé com armas na mão durante a noite e dia. Ela é permanente e inteligente. Caso não, a qualquer momento podemos ser invadidos por homens armados que apoderam-se do país de um momento para outro. afinal somos um país independente e livre E ter uma equipa permanente a prestar esse serviço, exige sacrifício a todos os níveis. Um deles é mobilizar meios financeiros, diminuindo a corrupção, lapidação do bem público, viagens que gastam tanto dinheiro sem se ver o fruto que, ao contrário empobrece ainda mais a renda dos que mais sofrem. Implementar o rigor e disciplina na administração pública e gestão dos bens públicos e organizar devidamente o aparelho do estado.

    • Capitela

      23 de Março de 2018 as 7:50

      Não sabes o que escreves, isso é reduzir o numero de militares? Ou seja o governo pode diminuir as forças do quartel para poder aumentar as forças da upde?

    • Fulano

      23 de Março de 2018 as 10:21

      MIGBAI! Se não há dinheiro para nada porquê que o seu chefe Patrice Trovoada andou a colocar centenas de pessoas que são simpatizantes do seu partido, ADI, na função pública entupindo-a com algumas pessoas que nem sequer ler ou escrever e agora o orçamento do estado não chega para pagá-las? Este processo é que rebentou com o orçamento do estado e agora não há dinheiro para nada. Isto é que deveria te preocupar.
      Fui

    • Vexado

      23 de Março de 2018 as 21:11

      Claro que tem que diminuir as forças armadas. É a única que teme porque tem pessoas com armas ao alcance.

      Os militares podem colocar os ruandeses em ordem. Para evitar essa possibilidade, há que reduzir o efectivo e aumentar a guarda do chefe bandido.

      Patrice que financiou golpe de estado teme ser golpeado. Como não tem o quartel controlado, vai andar viajando até tudo ficar resolvido.

      Patrice planeou as eleições e não o desenvolvimento do país. O tribunal constitucional e a sua força privada arrumaram com o país.

      Anunciaram reabilitação da estrada com implementação de novo tapete, agora andam a remendar o asfalto

      Muito dinheiro desviado.

    • Ralph

      29 de Março de 2018 as 1:12

      Acho que a melhor solução seria STP manter uma força armada pequena mas bem treinada para lidar bem com intrusões menores vindas da região por perto. Porém, o que seria mais importante é entrar num acordo com outro país maior (provavelmente, mas não necessariamente, Portugal) para lhe providenciar segurança de forma mais substancial. Dessa forma, o país iria poupar muito do dinheiro de que precisa para gastar nas áreas muito importantes ao bem-estar do povo, tais como educação, saúde, portos, rodoviárias, estradas, etc.

    • Nelson Bicaeell Celestino Andrade

      29 de Março de 2018 as 21:29

      Quando se faz um comentário a uma situação meramente técnica deve-se em primeiro lugar colocar de parte a paixão política. Ora, Numa das frazes do seu comentário referiu a falta de dinheiro para pagar os funcionários público, neste capítulo devias perguntar ao Patrice Trovoada Quantos funcionários haviam na Administração Pública a quando da sua tomada de posse como Primeiro Ministro e, quantos foram admitidos na actual legislatura. Procurar aprofundar também em que tipo de exercícios os militares Ruandeses fazem em São Tomé e Qual a Rotina Diária.

  2. Maria sem medo

    22 de Março de 2018 as 14:27

    Os ditadores são mesmo assim. Agora vocês tês experiências democraticas de mudança de Poder. Vejam o Zinbabwe e a Africa do sul. Agora escolhem.
    Senhores militares a bola está do vosso lado.

    • Falar Verdade

      22 de Março de 2018 as 18:00

      Apesar de tudo, aconselho minha amiga Maria sem medo atenuar os ânimos.
      Infelizmente, cá em STP, somos todos primos, direta ou indiretamente sofremos, caso haja, algum conflito armado ou civil.
      A D. Maria sem medo está instigando violência.
      Devemos fazer guerras sem armas, independentemente da nossa ideologia política.
      Abaixo violência e viva a paz.

  3. Maria Vaz

    22 de Março de 2018 as 14:44

    Antigamente os nossos militares tinham três bagos de ….Agora só têm mesmo estes dois(2), mesmo assim existem alguns que devem ter 1,5

  4. MATRUSSO

    22 de Março de 2018 as 17:34

    Pois MIGBAI… Mas têm dinheiro para alimentar a tropa ruandeza e os formados para milícias do adi… Isto sim é desgovernar, seu parvo. Pensa com cabeça e não com cotuvelo.

  5. António Domingos

    22 de Março de 2018 as 18:42

    É complicado ver um País que não tem recursos financeiros manter um exército que nunca fez uma intervenção militar, nem meios para tal tem.
    Logicamente existe questões de segurança nacional a ter em conta, tal como a vigilância da Costa, mas hoje é feita por forças militares estrangeiras no âmbito de cooperação. Porque de facto STP não tem capacidade financeira para executar essas missões.
    Também acho que o serviço militar obrigatório em STP terá um simbolismo de manter jovens ocupados, e no meio sustentar uma máquina de Oficiais que nunca estiveram em cenários de guerra , nem na época colonial. Mas ocupam os jovens sem qualquer condição, se calhar mais vale parar.
    Na minha opinião, as forças armadas deveriam ser profissionais, mediante as necessidades reais, e assim devidamente preparadas e apetrechos. É o que acontece na maioria dos países civilizados.

    Obrigado
    Fui

  6. praça velha

    22 de Março de 2018 as 23:27

    PATRICE TROVOADA vai sim ter surpresas e acabar mal.
    Melhor entrar avião e fugir o mais rápido para Gabão.
    Lambebotas, peça-lhe para entrar QUARTEL.
    Quando o balão explodir…
    Podem escrever.
    Cama de Patrice está toda pronta.
    Só falta deitar e para um sono eterno.
    E quando acontecer eu pessoalmente vou oferecer, receber fardamento e pegar armas e recuperar o nosso paīs.
    PATRICE TROVOADA que se ponha a pau porque os Ruandeses não poderão te ajudar.
    Sei porquê.
    Você vai colher o que plantou; semeou ódio entre os santomenses agora vais acarretar as consequências.

    • Admirado

      23 de Março de 2018 as 18:28

      Eu n gosto do nosso PM “N gosto mesmo nada de sr”, mas ler algo assim mostra o porquê do nosso continente estar no estado em que esta. Que comentário é esse seu animal!!! Num pais civilizados n se resolve os seus problemas a base da força. Infelizmente parece que corre nas veias do africanos a brutalidade e n sabemos fazer outra coisa a n ser resolver os problemas a base da porrada, e é por isso que ainda se bate em mulheres e crianças em STP. Vc é uma vergonha para o continente africano seu Animal. Podemos resolver todos os nossos problemas sem derramar sangue ou ameaçar vidas. Da nojo respirar o ar de pessoas como tu, que incentivam a violência e que n conhecem outras formas de resolver problemas. EU sou a favor de correr com esse sr da nossa vida politica, mas sem por em risco a vida de ninguem. E ja agora, abaixo toda a cambada do MLSTP, PCD, e por ai forra que mostrou n saber fazer coisa alguma nesse pais, vão maze pescar uns maspombo qu evos fica melhor. FUI

  7. mezedo

    23 de Março de 2018 as 7:42

    Um dito senhor MIGBAI, acha que deve reduzir militares mas não acha que não deve haver forças paralelas como as do Governo. esse senhor é mesmo Santomense ou Gabones.
    Porque se fosse santomense devia sim pensar na defesa nacional e não naquilo que um Larápio Internacional tem feito a este país.

    Acha que o poder de Mandar e desmandar nos Militares deve estar num individuo como esse PM que não respeita nem a mãe dele.
    Acha que se esse individuo tomar isto do jeito que planeou Vaz ter vós para se quer pedir comida. Se pedes comida recebes borracha, então és um grande parvo.

  8. Carlos Cruz F.da Costa

    23 de Março de 2018 as 8:02

    Caros compatriotas e colegas das Forças Armadas e em especial, para aqueles que partilhamos o mesmo Centro de Instrução Militar na Roça Diogo Vaz em 1978. Concordo plenamente com as vossas posições e iniciativas tomadas. Apesar que o Quartel General encontrar-se num Estado de insolvência, isso não significa que os militares terão que sofrer na pele e na alma. Vós sois o garante da estabilidade do nosso País, vós sois o defensor da integridade territorial perante Bandeira Nacional jurada. Se há dinheiro para contratar e sustentar a Logística de Forças Estrangeiras, então primeiro devemos dar o Pão aos nossos filhos e depois pensaremos nos filhos dos Vizinhos.Estou convosco e a Luta Continua!

  9. explicar sem complicar

    23 de Março de 2018 as 9:16

    Patrice Trovoada faz visita relâmpago e as escondidas para Rwanda.
    Para quê?
    Porquê?

  10. SAMPONHA

    23 de Março de 2018 as 11:45

    Não podemos construir a felicidade e o Bem-estar das populações com as atitudes de caráter de malandro e de criminoso do Primeiro Ministro e Chefe de Governo da República Democrática de S. Tomé e Príncipe,senhor Patríce Emery Trovoada.

  11. MIGBAI

    23 de Março de 2018 as 11:54

    Meus caros.
    É claro que as minhas ideias/opiniões não agradam a muitos, mas são as minhas ideias/opiniões e valem o que valem e não mais que isso.
    Entendo que possa e há efetivamente muita gente que acha que ter umas forças armadas é um desígnio nacional que se impõe para granate da nossa independência.

    Pergunto eu a quem de direito me queira responder!
    Se somos umas pequeninas ilhas perdidas no meio do mar, que se formaram como pais sem qualquer tipo de luta armada, que não tem fronteiras terrestes, que vive de esmolas e empréstimos, que somos dependentes de tudo que os outros países produzem ou inventam, depois disto, digam-me por favor, que pais estará interessado ou que esteja em conflito connosco e que pretendam invadir-nos?
    Ter umas forças armadas é só para rebentar com o orçamento, pois temos acordos internacionais com diversas potências que nos protegem.
    Vamos aproveitar esses acordos internacionais para podermos levantar um pouco a cabeça e investirmos em infraestruturas necessárias ao desenvolvimento do pais.

    Só mais uma coisa, sabem quantos países existem e que não possuem forças armadas, ou seja, são desmilitarizados em virtude do elevado custo desses forças nos orçamentos de estado?
    Agora por favor não me venham com conversas de ignorantes ou de oportunistas em fim de carreira.

    • luisó

      23 de Março de 2018 as 14:22

      Nem mais…..há muito que o venho dizendo e até já o escrevi aqui e propuz várias alternativas…

    • Mandinga

      23 de Março de 2018 as 15:31

      Chamar de “ratazanas” aos santomenses que pasaram pelo Cuartel G. nao sao ideias nem opinioes, “Chico experto”. Vc insulta assim ao Povo santomense. Vai um día as comemoracoes de 6 Setembro: la vai ver os santomenses que chama de “ratazanas”.

    • Toni

      23 de Março de 2018 as 19:55

      Concordo plenamente consigo, STP não tem capacidade para ter um exército, nem sabe o que é isso. Desde nunca ter tido uma luta armada, não ter meios bélicos, qualquer possível “inimigo ” invadia STP em 2 horas, para não falar de fragatas de Portugal que as 2 horas era o tempo de chegarem aos quartéis.
      Agora a segurança Nacional deve ser salvaguardada deve ser assegurada por uma força militar profissional e dependente do PR ou do parlamento. Contudo sempre em cooperação com os Países amigos.
      No nosso mar andam barcos com motores de 400 cv, onde Stp tem equipamentos para combater isto. Hoje qualquer País nosso vizinho tem força aérea, como combatemos isso. Nem vou falar do armamento obsoleto actual de Stp.
      Somos Stp, ninguém nos quer invadir, hoje já não há esse problema, temos sim de garantir a segurança interna de forma profissional.

      Obrigado

    • Ralph

      4 de Abril de 2018 as 4:15

      Concordo com os comentários de Migbai e de Toni. O risco de STP ser invadido terá de ser quase zero. Assinem um trato com outro país maior, tal como Portugal, para propiciar defesa de forma séria a STP, caso alguma vez uma invasão decorrer. Isso vai poupar muito dinheiro que então possa ser usada para melhorar e fortalecer a polícia para que crimes diarias, como assaltos e tráfego de droga possam ser travados. Uma vez feito isso, o país puder alocar dinheiro a outras causas importantes, tais como melhores sistemas de educação e saúde.

  12. MATRUSSO

    23 de Março de 2018 as 16:01

    Seu tonto… Dizes isso prq sabes q a qlqr momento as forças armadas poderão tomar de assalto e controlo o poder do seu chefe dentche beto, como foi no Zimbabwe recentemente.

    Pergunte ao seu chefe porquê sustenta e matem as tropoas rwandesas no país?

    Achas que teu chefe deve ter defesa mais apetrechada e sufisticada que RDSTP?

    Então ele é mais importante que aquela república. Abra as pestanas, seu tonto muitas vezes.
    e

  13. Homem Grande

    24 de Março de 2018 as 6:47

    Obrigado Telanon por trazer mas uma notícia sobre um tema pertinente e que estamos tendo oportunidade de opinar.

    Bom,de facto a situação política e social de S. Tomé e Príncipe já pede uma tomada de posição das nossas Tropas a muito tempo. Estamos bem cientes dos desmandos do actual chefe de governo, em que concentrando todos os os poderes nas suas mãos move accões e aprova leis abusivamente com base na maioria parlamentar fraudulenta que conseguiu.

    Como é que as nossas tropas que garantem a soberania nacional;não têm o tratamento que ele (Chefe de governo) da ou tem dado as suas milícias pessoais e estamos a falar em todos os aspectos porque muitos são pai de familias e antes de vestirem a farda são seres humanos.

    Ele próprio com essa atitude está semeando um clima que deixo que senhores interpretem de acordo a vossa consciência. Como alguém ja me antecedeu tempos houve em que os nossos militares tinham 3 bagos de ovo,agora já não sei quantos é que têm!

    Obviamente sendo todos parentes existem forma de fazer as coisas. Pode-se mostrar a força sem usa-la, pode-se mostrar poder sem usa-lo literalmente falando, mas há que haver uma tomada de atidude firme das nossas Tropas sim e essa atitude já se faz tarde.

  14. amigo de militar

    24 de Março de 2018 as 18:50

    Militares :
    Tomem posição como militares que são efaçam o que juraram perante a bandeira nacional em nome do Povo.
    Defendam o povo da tirania e ditadura de Patrice Trovoada.
    Se assim não fizerem,
    Quem vai fazer contra vocês são as tropas ruandesas.
    Nao se esqueçam que Patrive Trovoada está vos pisando leve-leve.
    Vai chegar o momento de ele esbofetear qualquer militar, qualquer patente publicamente e seja onde fôr.
    Não façam nada agora é vão ver que acontecerá de certeza.
    Podem escrever.

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