Política

Ex-Ministro mandou mexer nos 17 milhões de USD

A delegação do Fundo Kuwaitiano que se reuniu com o Governo são-tomense para esclarecer a polémica em torno do acordo de crédito financeiro, para modernização do hospital central Ayres de Menezes, apresentou documentos que provam o envolvimento do ex-Ministro das Finanças Américo Ramos, na movimentação do crédito financeiro.

Numa conferência de imprensa na quarta – feira, o Ministro das Finanças e da Economia Azul, Osvaldo Vaz, desmentiu a notícia veiculada na terça – feira, pela Agência de Notícias do próprio Governo, que deu conta de que os 17 milhões de dólares inscritos no crédito concedido ao arquipélago, estavam intactos e sob controlo do fundo Kuwaitiano.

O Ministro das Finanças, Osvaldo Vaz(na foto em baixo ), fez o cronograma dos acontecimentos. Começou pelo momento da passagem de pasta entre ele o seu antecessor, Américo Ramos. Momento em que segundo o ministro, o seu antecessor, garantiu que não tinha havido qualquer desembolso do crédito de 17 milhões de dólares, cujo acordo foi assinado no ano 2016.

No entanto a polémica em torno do Fundo Kuwaitiano de 17 milhões de dólares para requalificação do hospital Ayres de Menezes, explodiu em Janeiro de 2019, quando o Governo são-tomense recebeu documentos do fundo Kuwaitiano a exigir o pagamento de juros, por causa do desembolso de uma parte do crédito.

Veja em anexo, a nota do Fundo do Kuwait dirigida ao governo são-tomense, exigindo o pagamento dos juros pelo desembolso de parte do crédito – Kuwait pede pagamento de juros

O novo Governo manifestou estranheza. Como poderia pagar os juros de um crédito financeiro, que ainda não tinha chegado ao país? O ministro das finanças explicou que «internamente todas as fontes diziam que não houve nenhum desembolso. A direcção do Tesouro garantiu que não tinha qualquer informação sobre o desembolso do crédito, o ex-director do hospital central disse que não se tinha cumprido com o processo de criação do comité que era uma das condições para o desembolso do crédito», referiu o ministro das finanças.

O governo diz que procurou o fundo Kuwaitiano para entender o assunto. «Assim pedimos ao Fundo Kuwaitiano que nos concedesse informações que confirmassem a solicitação feita pelo Estado são-tomense para o desembolso do crédito. Um mês depois enviou-nos cópias dos dois desembolsos que o Estado são-tomense solicitou…», frisa o ministro das finanças.

O documento cuja cópia o ministro das finanças entregou a imprensa, prova que foi o ex-Ministro das Finanças Américo Ramos, quem deu ordens ao Fundo do Kuwait, para executar duas transferências em valores superiores a 200 mil euros.

O Dinheiro foi depositado na conta de uma empresa da Índia, que tinha sido escolhida pelo Governo de Patrice Trovoada, para prestar serviços de consultoria ao projecto de modernização do hospital central Ayres de Menezes.

O leitor tem acesso aos documentos que provam tais ordens dadas pelo ex-Ministro das Finanças Américo Ramos, para que fossem feitas transferências de dinheiro do fundo Kuwaitiano para a empresa da Índia.

1 –  Ordem de pagamento para a empresa indiana 1

2 – Ordem de pagamento para a empresa indiana

3 – ordem

«Os desembolsos foram feitos, houve pagamentos e o Estado são-tomense já não tem lá os 17 milhões de dólares, é bom que isso fique bem claro», precisou Osvaldo Vaz.

No quadro da ordem de pagamento emitida pelo ex-Ministro das Finanças, a empresa indiana deveria receber mais dinheiro. O valor de 1 milhão 185 mil e 920 euros ficaram cativos. O Fundo Kuwaitiano, pretendia constatar os trabalhos que a empresa da Índia estava a executar, para depois desembolsar a outra parte do valor.  – valor a desembolsar a favor da empresa Indiana

«O fundo Kuwaitiano solicitou via fax ao Governo cessante que explicasse o progresso dos trabalhos de consultoria face aos desembolsos que efectuaram e não obtiveram qualquer resposta do Governo», afirmou o ministro das finanças.

O comportamento da empresa indiana, deixou inseguro o fundo do Kuwait. «A delegação do Fundo Kuwaitiano nos disse que na altura da selecção da empresa para prestar serviço de consultoria, o fundo kuwaitiano apresentou ao Governo são-tomense 10 empresas. Estranhamente o Governo são-tomense ignorou as 10 propostas e decidiu apresentar ao fundo Kuwaitiano uma empresa da Índia designada Feedback Infra». 

A empresa indiana parceira do anterior Governo, na qualidade de consultora do projecto de modernização do hospital Ayres de Menezes, acabou por desaparecer, sobretudo depois do povo ter decidido nas urnas de 7 de Outubro de 2018 pela mudança de governo em São Tomé e Príncipe.

A delegação do Fundo Kuwaitiano que foi convidada pelo Governo para vir ao país dar explicações sobre o crédito, tinha a incumbência de trazer também a empresa indiana consultora do projecto. Mas nem o actual Governo nem o Fundo Kuwaitiano, sabem do paradeiro da empresa indiana.

«O fundo Kuwaitiano aconselhou-nos a insistir no sentido de contactar com a empresa de consultoria, que de acordo com o contrato deveria ter uma sede em São Tomé e Príncipe. Pediram que insistíssemos para que a empresa de consultoria possa nos dizer de facto, o que fizeram com os dois desembolsos. ……E disse-nos mais, que se efectivamente não conseguirmos obter informações da empresa de consultoria, devemos remeter o processo à justiça, para reavermos os valores já pagos a tal empresa», concluiu o Ministro das Finanças Osvaldo Vaz.

O Governo quer esclarecimento sobre o paradeiro dos mais de 200 mil euros que o anterior ministro das finanças mandou retirar do pacote de 17 milhões de dólares do crédito de Kuwait, em benefício da empresa indiana actualmente baseada em parte incerta.

Segundo o ministro das finanças Osvaldo Vaz, os documentos cedidos pelo fundo Kuwaitiano, já foram entregues ao Ministério Público de São Tomé e Príncipe.

«Todos os documentos que estão cá, o Fundo Kuwait é que nos enviou, e as diligências foram feitas pelo Ministério das Finanças. Porque interessa ao Ministério das Finanças esclarecer o assunto, e não teve colaboração interna. Assim que recebemos os documentos, fazemos chegar ao Ministério Público através do Ministério da Justiça», pontuou.

Parte do crédito do Kuwait de 17 milhões de dólares, para modernizar o hospital Ayres de Menezes, envolto em operações bancárias ainda ocultas.

Abel Veiga
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    20 comentários

20 comentários

  1. pedro antonio

    19 de Dezembro de 2019 as 2:50

    Só agora é que estou a ter uma explicação mais ou menos coerente desse Ministro sobre o assunto. Porque é que não deram essa explicação desde o início? Será que custa tanto explicar as coisas ao público como está a ser feita agora? Convenhamos. É assim que se deve trabalhar.Com provas e elementos palpáveis e não sobre o vazio. Realmente o Ministro ao dar instruções para pagar uma empresa indiana levanta suspeições. Agora resta saber se o Ministro beneficiou realmente de aquele dinheiro. Este é o trabalho que cabe aos Procuradores da República apurarem, ao invés de andarem a fazer paleio, que é o que sabem mais fazer.

  2. Púmbú

    19 de Dezembro de 2019 as 3:47

    Caramba!!!
    Mas de que valor se trata, foram pagos á empresa indiana ” mais de 200 mil Dólares” ou MAIS DE 2 000 000 DE DOLARES?
    De qualquer das formas o esclarecimento feito pelo ministro das Finanças trouxe objectividade a este assunto que é bastante delicado.
    Seria justo e prudente propor ao senhor Américo Ramos a possibilidade de esclarecer PUBLICAMENTE o assunto

    • Púmbú

      19 de Dezembro de 2019 as 4:00

      Euros

  3. Revoltado

    19 de Dezembro de 2019 as 6:20

    Conclusão: a empresa indiana era testa de fero do PT. O Américo recebia uma pequena parte, ele afinal é moço de recados do PT. A mudança do poder estragou o esquema:Iam ficar com alguns milhões. Malandros e manipuladores
    Vocês acham que o Américo ganhou euromilhões? Quantos carros de topo de gama, casa, tudo de marca dos sapatos a cabeça dele e das suas damas, etc! Salário de ministro não chega dois mil euros líquidos!
    Está claro que o buraco é muito mais fundo.

  4. Metido a Besta

    19 de Dezembro de 2019 as 7:09

    Seria muito estranho que o Fundo Kuwaitiano tentasse sacar dinheiro ao Estado santomense,

    As pessoas que mandaram boca nao percebem ou nao querem perceber porque com aquele desenrrolar de caso ao ponto de enviar a nota de re-embolso justifica que houve pagamento e uma divida ou emprestimo.

    Ignorar este detalhe seria um erro ou ma fe daquelas pessoas que sempre roubaram e saquiaram Sao Tome.

    Qualquer organizacao seria nao emete a nota de cobranca/re-embolso de credito que nao concedeu. Isto seria impensavel.

    Nao era necessario ser um especialista para perceber o embrolho

    • Metido a Besta

      19 de Dezembro de 2019 as 15:32

      Qualquer organizacao responsaveis e serios nao iria emetir nota a cobrar prestacao de emprestimo que nunca concedeu.

      Sejamos claro, responsaveis e serios quanto a este principio nas financas e o systema financeiro.

      Aquelas pessoas que continuam a criticar Senhor ministro nao passam de criticas infundadas.

      Os ministros nao sao juizes de causas propias nem tao poucos devem dar explicacao detalhadas quando os casos estao entregue a Justica.

      Tudo tem seu tempo e o ministerio das financas fez o que MP deveria ter feito.
      Perante a nota a exigir pagamento de re- embolso cujo ministereo nao detetou a nota da entrda de valor concedido e por esta razao comunicou aos Autoridades competente e este deveria enviar uma carta rogatoria a solicitar o beneficiario daquele valorconcedido e nao limitar a querer tapar o sol com a pineira informando que nao sabem o paradeiro da empresa concesionaria e dai dar as deligencias para libertar antigo ministro.

      As transacoes financeiras sao registada incluindo contabilidades , os director e secretarios.

      Tais registros nao desaparecem.

      A prova disso esta ai e aos ignorante que andaram e andam a mandar boca devem ingolir sapo que criaram com a falta de imparcialidade e conhecimento.

  5. Miguel Teixeira

    19 de Dezembro de 2019 as 7:11

    Mais uma peça, que no meu ponto de vista deveria ser denúncia em tribunais internacionais, enquanto não se prender atores deste e de outros casos semelhantes, a impunidade vai continuar com o roubo e o saque aos cofres do estado, assim STP não tem futuro.

  6. Smash

    19 de Dezembro de 2019 as 8:17

    Uma autêntica vergonha e falta de credibilidade. Agora estamos na vertente de “disse que disse” se não há capacidade técnica ou pessoal para gerir a coisa pública põe o cargo a deposição e evita cair no ridículo como um incompetente. Segundo a entrevista do representante do fundo do Kuwait, houve desenbolso de um valor que corresponde a 0.5% do valor total de 17 milhões… Qual é o point deste esclarecimento do governo? Querem tapar o sol com a peneira para justificarem os longos dias de prisão de um cidadão? Será que a impotência torna-nos cego e obsecados? Porém as mentiras instalam-se quando temos pouca experiência nos assuntos, ou falta de conhecimento, outras vezes é a estupidez que prevalece, mesmo quando as evidências estão à frente do nosso nariz

    • Patricio Ramos

      19 de Dezembro de 2019 as 11:56

      Pois é, de facto as evidências estão à frente do nosso nariz e querem é despistar, fazendo os outro passar burros.

      Então não bastava fazer a devida passagem e pasta e explicar bem explicado (com documentos) o porquê do pagamento efectuado?

      Porquê não o fizeram?

      Ao invés disso dão sumiço nos dossiers e dizem simplesmente que não sabem de nada, a ver se tudo passa em águas de bacalhau como sempre neste País.

      Têm responsabilidade sim, nem que seja por não termos hoje um hospital melhor.
      Se o Dinheiro sempre esteve lá e não havia problema nenhum porque não avançaram com o projecto desde 2015???
      Isso é que não querem explicar, preferindo fazer-se agora de inocentes.

      Hoje estão ai a viver a vida, cheios de patrimónios, casas, carros, fortunas, como se nada fosse . . .

      Justiça divina tarda mas não falha.

      • Smash

        19 de Dezembro de 2019 as 14:08

        Como é evidente todos os processos têm o seu dossier que por natureza é moroso. Contudo o projeto estava bem engajado e a seguir os seus trâmites. Ora vejamos, se o montante está em paradeiro inserto ou foi usado de forma ilícita pelos ex governantes… por que razão (justificada e plausível) o atual governo está a contabilizar o montante no orçamento geral de estado 2020? Vamos ser sérios e honestos para o bem de STP. Deixem-se de espezinhar o bom nome das pessoas na praça e façam bem o “TPC” ou vão dar banho ao cão. Continuam a comer camiões de gelado com a testa.

    • Vanplega

      19 de Dezembro de 2019 as 14:03

      Explicou-nos com clareza.

      Agora, ADI, Pinta Cabra e o senhor Americo Ramos, deve uma explicacao. Pinta Cabra, fugiu mas, Americo Ramos, nao, prenda esse corrupto para explicar. Tem razao, Basra ver seu patrimonio.

      Outra coisa:
      Ao senhores politicos e ministro da Saude.
      Hospital Dr. Ayres de Menezes, tem espaco suficiente para construir um hospital de referencia. Aproveitem o espaco e o que ja se encontra e outras que deve ir abaixo e construir outras estruturas do hospital.

      No espaco do hospital Ayres de Menezes, deve sair toda a restrutura de um grande hospital e moderno. Nao costurar em cima de Costura, isto e gastar e jogar dinheiro fora ou ate abrir Caminho para os de maos leve.

      Vejam o hospital Garcia de horta em Almada( Portugal) lugar aonde os politicos se encondem os seus bens roubado em Sao Tome e Principe

      Com os 17 milhoes, fazemos um grande e moderno hospital Ayres de Menezes, com todas as maquinarias necessario.

      Aja coragem nas decisoes.

  7. António cunha dos santos

    19 de Dezembro de 2019 as 9:36

    Claro, Logo empresa Indiana. Negocio do PT

  8. Bartolomeu Dias

    19 de Dezembro de 2019 as 10:25

    Afinal, debaixo desse ANGU sempre tinha osso.
    As explicações do Ministro revelam claramente que na verdade os 17 milhões foram mexidos à favor da tal empresa de consultoria indiana, cujo chefe era conselheiro do PT.
    Outra questao que se levanta é que o Gundo do Kowite propos uma veba para consultoria no valor de 300 mil, mas o Governo de PT elevou esse valor para mais de 700 mil. Isso chama-se roubalheira
    Ainda bem que o povo decidiu dar o fim ao ciclo quadrienal de roubalheiras e de corupção activa.

  9. José Bastos Fonseca

    19 de Dezembro de 2019 as 20:31

    Ó Téla Nón (Abel Veiga).

    O título desta notícia é muito tendencioso.
    Quem é que não sabia, desde início deste caso, de que dos 17 milhões concedidos, já havia uma (pequena) parte que foi usada para pagar alguns serviços? Se não fosse assim, qual seria a lógica da cobrança que o fundo está a solicitar?.
    É isto que está em causa, para o Téla Nón? Por amor de Deus!

    Mas a principal questão não é esta.
    A principal questão, que deve ser esclarecida, é saber como é que um Governo e o Sistema Judicioso e Judicial cometem o erro grosseiro de má interpretação de uma carta? Ou se calhar não foi um erro, mas sim deliberadamente fizeram esta interpretação.

    O que o Governo deve agora fazer é saber se a empresa contratada, cujos serviços prestados já foram pagos, cumpre os requisitos impostos pelo Fundo. Mas deve ser um trabalho bem feito para não cometer mais atrapalhadas.

    Bem Haja STP.

  10. pedro antonio

    19 de Dezembro de 2019 as 21:00

    Com os documentos que se encontram aí os Procuradores da República têm tudo o que precisam para trabalhar and follow the money que vão encontrar os que beneficiaram. Tenho toda a certeza. O ministério publico tem que esclarecer esse assunto de novo. Caso assim não seja, advogo para que seja criado rapidamente uma autoridade independente de combate a corrupção.
    Esse País não pode ficar refém de políticos toda a vida. Temos que sair disso. Cada um vem faz das suas, vai se embora e o País fica cada vez mais pobre e com dívidas para pagar.

  11. Ralph

    20 de Dezembro de 2019 as 3:16

    Tudo isto cheira a corrupção e/ou roubo ao mais alto nível ou, pelo menos, um caso de negligência em grande. Se um acordo contivesse um requerimento de contratar parceiras em concordância com os desejos de quem concede o dinheiro, então o governo deveria fazer exatamente isso para cumprir o ‘espírito’ do acordo. O facto de isso não ter acontecido sugere que tenha havido uma tentativa de contornar o processo assentado para que se pudesse realizar outros objetivos. É difícil acreditar que isso não seria uma tentativa deliberada de efetuar e depois ocultar um roubo de dinheiro para enriquecer alguém envolvido no processo. Acho que a melhor maneira de lidar com tudo isto é perseguir, à extensão possível, os responsáveis e condená-los a um período na prisão.

  12. Guilherme Patasca

    20 de Dezembro de 2019 as 6:35

    Realmente o Pinta Cabra põe todos esses excumalhas no chinelo. Esses Bolcheviques só conheciam 3 capitais, Luanda, Lisboa e Cuba com as quais estabeleciam relações fortes. O Trovoada pai descobriu a capital Taipé, e os Bolcheviques empoleiraram-se nela , mo macaco cu bobo. O Trovoada filho inventou barcos gigantes, ERHC, supermercado Medo que os bolcheviques não dispensam, inventou 5 barcos de uma só vez, até Fundo do Kuwait o homem conseguiu vasculhar com indianos a mistura. E os Bolcheviques só vão atraz das invenções do homem para apanharem boleia. Queremos dinheiro do Kuwait, o dinheiro e nosso. Queremos dinheiro do Kuwait. Não tenham a coisa no sítio para irem pedir emprestimos senão as.migalhas de 3, 5 milhões por quinquênio da CEE. Todos esses empréstimos e doações chorudas que estão a entrar agora no país são fruto do trabalho de casa, da imagem do país projetada pelo PInta Cabra com todas aquelas viagens feitas. As flores estão abrigar agora e os frutos serão colhidos no futuro, mais uma vez Graças ao trabalho de casa bem feito pelo Pinta Cabra. Cadê os 180 milhões em tranches de 60 milhões por ano prometidos ao Mambo Rijo. Cadê. Agora que os Bolcheviques estão no poder e chegada a hora de reivindicarem os 60 milhões anuais do referido acordo. Só foi ruído. Mas o Tela Non não apresentou nenhum documento sobre o referido acordo. Nem se quer os Bolcheviques estão interessados em exclarecer o público com documentos assinados pelo Mambo Rijo e o Gabi. Nada. Mas quando se trata de mambo do Pinta Cabra todos documentos veem ao público. O Navio Rei Amador fazia faina pesqueira até fazia tráfico ilegal de pessoas desde a Ponta-Negra no Congo até o porto de Welbis-Bay na Namíbia, enquanto em STP todos Bolcheviques fingiam que.nao sabiam o paradeiro do barco. Queremos o nosso barco de volta tal como queremos os 300 mil dólares kuwaitiano de volta. Queremos esclarecimentos, e publicação do memorandum assinado no tempo do Mambo Rijo e do Gabi sobre os 180 milhões para 3anos. Queremos retomar este dinheiro. Não basta correr atrás da mijinha dos 17 milhoes kuwaitiano. Queremos que corram atraz e recuperem os 180 milhões angolanos porque onde houve fumo, certamente houve fogo. Tela Non investigue e publique todos documentos para que não sejamos hipócritas e injustos.
    Viva o inteligentíssimo Pinta Cabra. Graças a ele hoje STP está entrando nos cofres do estado, bolos de quase 70 milhões que os Bolcheviques vão usar para lavarem a sua imagem, ainda prendem os teabalharam para que tal esteja a acontecer aos de todos. Abriu a China, abriu Kuwait, abriu União Europeia, abriu Holanda, trouxe BP, etc, etc. Os Bolcheviques só limitam a Lisboa e Luanda que ainda se beneficia dos lucros dos projectos sócias da BP para STP. E que mais querem, Ladroes, incompetentes, safados, desavergonhados, abubes e cheios de banga.

    • Santomense

      20 de Dezembro de 2019 as 11:18

      Põe todos no chinelo sim, mas é a roubar, mentir, aldrabar e vingar esse povo sofrido.
      Tudo porque o querido Papá Trovoada não foi o 1º Presidente do País como achava que tinha que ser.
      Todos os nossos males estão na base dessa vingança.

    • Joni de ca

      20 de Dezembro de 2019 as 21:31

      Concordo plenamente, trata se de bolcheviques, sistema que já morreu faz anos e que foi desastroso… em Stp continuam a insistir, acho que deveria ser caso de estudo….

      Enquanto não mudarem o sistema político, Stp não vai mesmo a lado nenhum, irá continuar a viver de esmolas e sem qualquer interesse para a comunidade internacional…

  13. SEMPRE AMIGO

    20 de Dezembro de 2019 as 14:58

    Minha gente,JÁ CHEGA!Estou de acordo com o comentarista ANTÓNIO PEDRO(?)quando escreve:”Temos que sair disso.Cada um vem faz das suas, vai embora e o País fica cada vez mais pobre e com dívidas a pagar”.MINHA GENTE CHEGA!….Vamos pôr um ponto final neste baile macabro que já dura há dezenas de anos.Até quando os políticos corruptos abuzarão da paciências deste povo tolerante?!Uma dúvida paira na minha mente.Será que AGOSTINHO Q.DA SILVA BERNARDO que assinou a correspondência endereçada a KUWAIT é o actual presidente do ADI? Espero que não.E a senhora ANA MARIA DA CONCEIÇAO SILVEIRA? Essas duas individualidades que assinar as correspondências endereçadas ao kuweitiano e por quem, até a data, nutro algum respeito, terão que vir ao público limpar as suas imagens. Entretanto já existem elementos mais que suficientes para a intervenção do MINISTERIO PÚBICO .Espero pois que o nosso PROCURADOR GERAL da RPÚBLICA não virou ENGAVETADOR GERAL da REPÚBLICA. JÁ CHAGA! Não vamos continuar a ser um país onde,QUANDO UM POBRE ROUBA VAI PARA A CADEIA;QUANDO UM RICO ROUBA VIRA MINISTRO
    .

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