Política

Governo reagiu ao artigo que a ex-chefe da diplomacia santomense Maria Amorim publicou no Téla Nón

POLÍTICA EXTERNA: O REALISMO DAS OPÇÕES

São Tomé e Príncipe, como um pequeno Estado insular, desprovido de recursos e confrontado com a situação económico-financeira, resultante das várias políticas económicas não as mais assertivas adoptadas ao longo dos seus anos de existência como Estado independente, necessita ainda nos dias de hoje da colaboração de outros Estados membros da Comunidade internacional para ultrapassar as suas fragilidades e para adoptar modelos de desenvolvimento que possibilitam a redução das desigualdades sociais e a sua inserção na economia regional e internacional.

Nessa conjunção, o processo de formulação da política externa do país compreende, por um lado, a interpretação e a avaliação da realidade internacional e, por outro, a identificação do interesse nacional, em cada uma das situações apresentadas, a partir das necessidades internas e dos constrangimentos externos.

Esse pressuposto tem sido determinante para uma política externa realista do país que espelhe, no cenário internacional, uma identidade forte e coerente, defendendo de forma firme e consistente os seus interesses na perspectiva do alcance dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável.

Assim, a missão do Ministério dos Negócios Estrangeiros, da Cooperação e Comunidades, como órgão central do Estado que executa a política externa São-Tomense é conseguir fazer prevalecer os interesses específicos nacionais através do diálogo e da cooperação com os restantes países e organizações internacionais.

O multilateralismo enquanto condição necessária de uma ordem internacional assente na concertação e no respeito por regras é a via óptima para afirmação internacional de São Tomé e Príncipe e implica obrigatoriamente, a participação activa nas organizações internacionais para a promoção do bem-estar, da dignidade humana, da paz, da segurança e da estabilidade à escala mundial. Só assim, no quadro multilateral que privilegia, São Tomé e Príncipe compensará sem complexos a sua relativa pequena dimensão global.

São Tomé e Príncipe enquanto pequeno Estado soberano e africano, actua nas relações internacionais de acordo com as regras do direito internacional e das decisões adoptadas no âmbito da União Africana e da Organização das Nações Unidas.

Relembra-se que a actuação do Estado São-Tomense na arena internacional está assente em princípios, não descorando, obviamente que estes não são imutáveis e que os interesses e as causas em matéria de política externa têm que ir de encontro as necessidades prementes do país.

Os resultados das negociações muitas vezes dependem da volatilidade dos interesses e das percepções dos diferentes blocos e grupos que actuam no xadrez político internacional.

Em relação a questão do Sahara Ocidental, São Tomé e Príncipe defendeu publicamente durante décadas, uma solução airosa do diferendo, no quadro da União Africana e das Nações Unidas.

São Tomé e Príncipe tem apelado constantemente as Instituições competentes, União Africana e Organização das Nações Unidas, que assumam as suas responsabilidades de forma definitiva, urgente e satisfatória para ambas as partes.

As relações de cooperação bilateral entre São Tomé e Príncipe e o Reino de Marrocos datam dos primórdios da independência nacional e estão reforçadas por vantagens entre ambos os Estados.

No que toca as dívidas às organizações internacionais, o Governo reconhece o volume da dívida, os constrangimentos causados à diplomacia e o impacto dos seus prejuízos no processo de afirmação internacional de São Tomé e Príncipe, situação herdada desde os tempos do Consulado da Senhora Ministra Maria da Graça Amorim e que foram agudizando nos sucessivos governos da primeira e segunda Repúblicas.

Partindo dessa constatação, o Governo aprovou um estudo sobre o redimensionamento da rede de cobertura diplomática sem pôr em causa os interesses do País e da comunidade São-Tomense na diáspora e já orientou o Ministério dos Negócios Estrangeiros, da Cooperação e Comunidades para proceder uma reflexão sobre o reescalonamento da dívida as Organizações Internacionais, mas que seja garantido o mínimo necessário dos parcos recursos financeiros do país.

A graduação de São Tomé e Príncipe em país de rendimento médio é a recompensa dos esforços consentidos pelo povo e do apoio incontestável dos nossos parceiros bilaterais e multilaterais.

A história contemporânea do Estado São-Tomense revela periclitância nas opções em matéria de política externa e de escolha de parecerias, resultante das nossas fragilidades e da evolução do cenário da política internacional numa pandemia de incertezas.

O desaire da articulista Senhora Maria da Graça Amorim espelha o seu estado de alma, não fosse ela própria uma agente que durante anos embarcou São Tomé e Príncipe em contorcionismos, tendo deixado um legado conturbado com marcas de imoralidade que felizmente tem sido relegado pelos diferentes Ministros dos Negócios Estrangeiros.

O presente artigo é intempestivo e o silêncio da Senhora Maria da Graça Amorim colide com o interesse ora manifestado na salvaguarda do povo São-Tomense.

O despeito e desapontamento da ex-chefe da diplomacia São-Tomense, Senhora Maria da Graça Amorim, são reveladores de ausência de espaço que lhe fora retirado por razões só ela cabe explicar, mas que talvez resulte da sua própria personalidade. O certificado de moralidade passado à várias gerações de governantes abrangem também o consulado da articulista e só pode resultar de um erro manifesto de apreciação da sua parte.

S.Tomé e Príncipe
O Governo

    33 comentários

33 comentários

  1. Bobo

    2 de Março de 2020 as 20:06

    Governo bobo

    • Inconformado

      3 de Março de 2020 as 8:02

      Se sabes dirigir melhor pega o volante.

    • Viático Neto

      11 de Julho de 2020 as 7:31

      Acrescento, BOBO DA CORTE, quer dizer, homenageiam a senhora sem o seu consentimento, sem ética nem o respeito pela mesma e depois do seu repúdio, vêem com todo este palavriado…sinceramente, seus governantes mediucres, miúdos e sem escrúpulos.

  2. Madalena

    2 de Março de 2020 as 20:08

    Só comédia os nossos governantes

  3. Água ize

    2 de Março de 2020 as 20:09

    Deviam ganhar vergonha e devolver as ilhas. Não têm pulso

  4. Vanplega

    2 de Março de 2020 as 22:18

    Se o pais, nao tem recursos nao pode viver acima do que nao tem.
    Porque abrir nova embaixada se o pais nao consegue sustentar o que ja temos com dividas ate ao pescoco?

    Se o pais nao tem recursos, temps que saber viver com o que temos.
    1- Cortar as regalias dos senhores deputados, que ja tenhem um salario a cima da media para fraco recursos que temos.
    2- Cortar nos senhores militares de bariga grande, sem produzir nada, ganhando o que ganham. Nao basta ter tantas estrelas sobre embryos
    3- Cortar regalias dos seus ministros e do palacio cor de rosa.

    Ai sim, podemos direccionar eases recursos para outros sectores mais necessitado.

    O governo tem que se organizar, implantar leis duras para acabar com as impunidades, o roubos, as desordems, das anarquias, das faltas do respeito dos cidadaos.

    Se os governos sao ladroes, roubam os bens publico, como vai acabar com essas impunidades?

    Aqueles que roubarem, seja ele bens publico ou bens de cidadao commons deve ficar sem um braco ou fuzilado na praca publica, acabava logo essa parvoice que e reinado neste pais.

    • boca pito

      4 de Março de 2020 as 7:56

      Não fales asneiras.
      A sociedade organizada é regida por Leis previamente estabelecidas para estar em linha com os comportamentos dos homens nessa mesma sociedade, salvaguardando a carta magna dos Direitos do Homem.
      Parafraseando-te já nas últimas passagens”Aqueles que roubarem, seja ele bens publico ou bens de cidadao commons deve ficar sem um braco ou fuzilado na praca publica, acabava logo essa parvoice que e reinado neste pais.”, vamos supor que teu irmão, trabalha para um sector público, ele eteve acesso aos talonários de combustível e furtou um talonário, que é um bem público. Tu ficarias alegre a vêlo a ser cortado um braço e fuzilado na praça pública? Portanto, como disse inicialmente, o país tem Leis previamente estabelecidas para tratar destas situações e os seus agentes devem cumprir e fazer cumprir estas mesmas leis.

      • Viático Neto

        11 de Julho de 2020 as 7:57

        Realmente concordo contigo irmão… Não devemos usar estes tipos de expressões “fuzilar, cortar, etc”, mas na realidade este país precisa de uma boa gestão governativa, de um líder com pulsos e… Não se pode admitir que o PM actual, no início da sua governação diz a nação que a sua bandeira política seria a luta contra a corrupção. Eu desafio ao Sr PM JBJ, que explique a nação são-tomense como isto é possível, se grande parte dos que estão a sua volta são pessoas sobejamente conhecidas, uns corruptos, outros delinquentes, poligamicos etc etc… Mas que raio de brincadeira é essa… Podemos ser até parvos, mas não nos fazem de estupidos por favor.

  5. Joana Furtado

    3 de Março de 2020 as 0:46

    A melhor maneira que o governo encontrou para responder ao artigo da senhora Amorim, é pôr em causa os poucos anos em que ela foi Ministra dos Negócios Estrangeiros? e responder com longas frases que nada dizem? Que vergonha? e que incompetência desse governo. Porque não vão estudar um pouco para aprenderem a gerir um país, um ministério. um pais que vive de ajuda externa pode-se dar ao luxo de ter embaixadas nesse estado? Até quando o governo sempre que é criticado sai a rua para se defender? que tipo de governação é essa? Gente, ganhem vergonha na cara e se disposem a trabalhar para o país e não para satisfazer os vossos próprios egos. é vergonhoso, ninguém toma os nossos diplomatas a sério, nem o país.

    • Ralph

      4 de Março de 2020 as 5:54

      Isto é como a política funciona, em todo o lado. Não querem responder à pergunta feita, preferindo atacar os oponentes, sendo isso mais fácil do que estar construtivo ou aceitar que talvez se esteja errado. Por exemplo, ele ou ela costumava fazer certa coisa quando estava no poder, por isso nós estamos isentos de crítica e podemos fazer o mesmo. Não, não é assim. Fazem isto porque normalmente não têm como responder à reclamação ou crítica. Tudo isto é mais um exemplo da degradação da política em todo o mundo.

  6. Toni

    3 de Março de 2020 as 8:30

    Facto devem por todo o mundo.
    Facto os diplomatas vivem em penúria.

    Será necessário grandes estudos para assumir esta situação…
    É com este comportamento de pedinchisse que o País evoca a sua independência perante os parceiros internacionais???

    Tenham vergonha, actuais e precedentes governantes, só destruíram!!!

  7. Marito Trovoada

    3 de Março de 2020 as 8:33

    Muito bem Governo da República.
    Não entendo isso como resposta do Governo, mas sim a devida clarificação das coisas.
    Essa tal de senhora Maria Amorim, abandonou este país e foi trabalhando para outro lado deopois de ter dado inicio a delapidação a diplomacia santomense. Não parou aqui, não ficou aqui como os verdadeiros patriotas, fugiu depois de tantas atrocidades e hoje se apresenta como defensora do indispensável.
    Por favor, meus senhores. Cada um/a vai a sua vida, gasta sua saúde e agora quer ofertório da igreja. Convenhamos.
    Não há santomenses de primeira nem de segunda, mas existem os patriotas assumidos e os detratores oportunistas e esta Maria Amorim se afigura na segunda lista.
    Tenho dito.
    Localizem-me na Trindade – Cabalo Molê, casa nº128 (registo da MEP). Trabalhador por conta própria, mas atento as mutações que se vão operando neste país onde uma cambada de gentalha não mais faz senão atacar e atacar sem trazer contribuições. Com o seu artigo, que contribuições trouxa a Maria AMORIM?

  8. Adeliana Nascimento

    3 de Março de 2020 as 8:33

    Se calhar deviam é ficar calados. A Maria Amorim pode sim ter cometido no seu tempo falhas, e que na altura era de se compreender. O que hoje se comete, ou é incompetência ou parvoíce.

    Deixa a Maria Amorim opinar. Fê-lo e muito bem.

  9. Cidadão

    3 de Março de 2020 as 8:43

    O nosso Governo merece uma nota negativa, pelo facto de ter atacado uma cidadã.
    A cidadã em causa simplesmente exerceu o seu direito de cidadania, isto é, teceu várias considerações sobre atual diplomacia são-tomense, criticando-a mas com sentido construtivo.
    Perante a reacção do governo, revela um governo antidemocrático, que não lidar com críticas.
    Fui…

    • Ralph

      4 de Março de 2020 as 5:57

      Sim. Qualquer governo deveria esperar que vai receber críticas e estar pronto para responder construtivamente.

  10. outro aspeto

    3 de Março de 2020 as 8:56

    «A graduação de São Tomé e Príncipe em país de rendimento médio é a recompensa dos esforços consentidos pelo povo e do apoio incontestável dos nossos parceiros bilaterais e multilaterais».Nunca li tanta asneira em tão curto espaço de tempo.
    O nosso governo empenha em responder a tudo e todos, curioso é que muitas das respostas são vazias e nulas em conteúdo, desnecessárias, pois, contra fatos não há argumentos. Pama-me saber que há um governo que não entende isto, sendo este mesmo pressuposto o elementar numa organização de ideia.
    jorge Bom Jesus, o Senhor é um homem de letra como poucos cá em são tomé, aceite a minha advertência: Num organismo um grupo forte consegue manter um líder fraco, enquanto que um líder forte, por mais esforço que faça não conseguira nunca manter um grupo fraco.
    A sua Staff é fraca, Ivete Lima, Graça Lavres, Julieta Rodrigues, Elsa Pinto, o menino do Trabalho e Solidariedade, Wuando Castro, Osvaldo Abreu, estão ocupando espaço.

  11. Guida Gostosa

    3 de Março de 2020 as 10:42

    Quá li, bílí ndêúa pía!

  12. Vergonha

    3 de Março de 2020 as 10:58

    Este governo de um primeiro ministro boboioco acha que engana alguém. Até Pinto da Costa tem criticado este governo desnorteado. Tristeza de terra.

  13. Paulo coelho

    3 de Março de 2020 as 11:21

    Pergunta a Dra Elsa Pinto, porquê que de repente o sobrinho dela recebeu uma bolsa de estudo para Marrocos! De repente! Corruptos!

  14. Batepa

    3 de Março de 2020 as 11:41

    Incrível!

    Não tenho memória, ao longo dos quase 45 anos da independência, de um Governo tão imaturo e sem sentido de Estado.

    Caramba …existe muita juventude do elenco governamental, é verdade que muitos deles não são detentores de experiência enquanto governantes – consequentemente “contamináveis” pela rebeldia da própria idade, sobretudo porque a humildade não é propriamente um dos pilares de actuação destes- mas existem membros do Governo que andam nisso desde o tempo do ” Dinossauro”.
    O que fizeram com aquilo que aprenderam?
    O que andaram a fazer ao longo das sucessivas passagens pelo arco da governação?
    Será que o que se assiste nos dias de hoje é fruto da “pressão interna” no seio da Nova Maioria?

    Por favor, Senhoras e Senhores Ministros, tenham cautela, nem tudo deve merecer resposta “a quente”; nem tudo deve ser visto como ataque ao Governo em funções.

    Infelizmente, por motivos associados à “natalidade”, não acompanhei de perto o consulado da Senhora MARIA AMORIM enquanto membro do Governo mas, pelas intervenções que a mesma tem feito nos últimos tempos, facilmente se conclui que estamos perante alguém que diz exactamente aquilo que pensa e o faz com sentido de responsabilidade. O mais interessante ainda é que essas intervenções agregam valor a nossa autocrítica enquanto sociedade de direito.

    Deixemos para traz os falsos sintomas egocêntricos, de índole intestinal e abracemos reflexões passíveis de permitir o “alinhamento” da nossa forma de estar enquanto sociedade de direito democrático.

    Chega de manobras dilatórias meus senhores.

    Senhor Primeiro-ministro (não faço referência nominativa porque na prática, a semelhança de muitos são-tomenses, tenho tido dificuldade na identificação de uma vez por todas dê a cara e assuma o comando das “tropas”.

    Viva a Democracia.
    Viva São Tomé e Príncipe.

    Batepá

    • Luís

      3 de Março de 2020 as 14:58

      Acho o se comentário muito bem focado e pertinente.
      O governo não tem de estar a responder à toda e qualquer opinião, crítica ou comentário que é feito. Vá lá que esta resposta foi feita em tons menos beligerantes ou quase arruaceiros do que a precedente ao caso do “estudo” sobre consumo de álcool por crianças.
      Há que ter elegância, temperança e postura de Estado, pois só assim se consegue transmitir a ideia de que se está seguro do que se faz e se está no bom caminho.
      Quando haverá espaço para dialogar com os que levantam dúvidas, põe reticências ou simplesmente querem esclarecimentos?
      Sem dar tiros nos pés, claro!
      Um bem haja.

      • Viático Neto

        11 de Julho de 2020 as 8:39

        Um governo que responde a todas as críticas ou se acha mal humorado é porque não tem mais que fazer… São simplesmente horas de trabalho, trabalho de faz de conta e não horas a trabalhar, com responsabilidades e com o compromisso com o povo e estado. Não, são horas a viajar, são horas de luxo e luxarias. Esse país não é tão pobre como fazem crer, são falsas estatísticas para enganar o povo, banco FMI e comunidade internacional… Então, porquê que um país tão pobre, os governantes são tão ricos, com tantas regalias, coisa jamais vista nos países desenvolvidos da UE. Cuidado com as mentiras da verdade e as verdades das mentiras… Seus cabandas de bandidos, assassinos do povo. Mas eles não são totalmente culpados, porque quando chegar o momento da verdade, ao invés, de os reprovar nas urnas, parecemos uma espécie de cães sarmento a lambe-los botas. Assassinos, delinquentes e pedofolos tenham vergonha na cara.
        Viático Neto eu dou a cara.

  15. Arménio Camblé

    3 de Março de 2020 as 14:54

    jorge Bom Jesus, o Senhor é um homem de letra como poucos cá em são tomé, aceite a minha advertência: Num organismo um grupo forte consegue manter um líder fraco, enquanto que um líder forte, por mais esforço que faça não conseguira nunca manter um grupo fraco.
    A sua Staff é fraca, Ivete Lima, Graça Lavres, Julieta Rodrigues, Elsa Pinto, o menino do Trabalho e Solidariedade, Wuando Castro, Osvaldo Abreu, estão ocupando espaço.

  16. AUGUSTA QUARESMA

    3 de Março de 2020 as 15:32

    Um comportamento de se estranhar.
    A rapidez com que este governo responde a este artigo. Isto mostra que não têm preocupação. Não estão nem aí para os problemas do povo e do país, caso contrário não estariam a perder tempo com um artigo que elucida a população.

  17. Cartola Ginsente

    3 de Março de 2020 as 19:55

    O Governo responde a articulista alegando que tudo que ela apontou no seu artigo não deve ser preocupação porque todos foram participes e como tal culpados. Ou seja toda esta panóplia de desgraça, desnorte e desgovernacao que abate sobre STP nos dias de hoje, apontada pela articulista, para o Governo, “está n’bora bom”. Menos mal que já caíram na real e já reconheceram indirectamente e de forma pública neste “artigo resposta”, que afinal o Pinta Cabra não era o culpado de todos males que enfermaram STP. Prometeram que iam resolver tudo. E agora? Aguentam. Povo de Guadalupe merece. Para uma pessoa de bom senso a culpa de roda nossa desgraca recai sobre o povo Guadalupense que marchou de Guadalupe até a CNE pernoitando ao relento para resolução rápida de todos nossos problemas. Cadeia e surra com este povo Guadalupense por favor.

    • Viático Neto

      11 de Julho de 2020 as 8:55

      Kkkk kkkk kkkk o povo com gente faminta e analfabeta facilmente é enganada. Por outro lado, tens toda a razão, até quando esse povo vai sofrer para aprender… Porque não marcham até a cidade e correm com toda esta escumalha de gente, nem que tenhamos de sacrificar vidas… Porque vida já nao existe neste país!!!

  18. José Lamego

    4 de Março de 2020 as 9:10

    O grande problema deste país, é que as pessoas querem governar, mas não têm a mínima noção de governação, nem dos problemas que o país possui.
    Não se pode aceitar que este governo venha hoje falar de dificuldades financeiras, de falta de meios, de negociações para dividas, de apoios e apoios de outros países etc etc. quando na campanha, disseram que tinham tudo organizado e preparado para que o país tomasse outro rumo.
    Se prometeram dar o país outro rumo, porque é que fazem tudo igual e pior que outros governos, justificando sempre que os anteriores também fizeram igual.
    O Jorge Bom Jesus disse que teria capacidade para baixar tudo de modo a dar uma melhor vida a população, baixar a taxa sobre saúde, taxa sobre transportes, taxa nas escolas, baixar impostos, baixar o valor de passaporte etc. etc. E hoje dizem que o país não tem dinheiro? Em menos de um ano de governação o senhor Jorge iniciou a construção do um prédio para si. E diz que o país não tem dinheiro?
    Nas empresas públicas tais como ENAPORT, EMAE, ENASA, estão a empregar dezenas e dezenas de camaradas que nada sabem fazer. Apenas para pagarem os trabalhos de campanha que ao camaradas andaram a fazer. E dizem que o país não tem dinheiro?
    Estas empresas andam em festas todos os meses, com comes e bebes e bulawês, praias etc. etc., gerindo o dinheiro público como se estivessem a gerir fortunas herdadss que não trabalharam, pois mesmo fortunas trabalhadas as pessoas gerem com maior cuidado.
    Os Directores como da EMAE têm viaturas privadas alugadas para a empresa, uma empresa que possui dezenas de viaturas onde o Director ganha um balurde, mesmo assim, ainda tem o carácter de alugar a sua própria viatura para sugar tudo o que é dinheiro público. Digo onde é que anda o tribunal de contas.
    Assim o país nunca mais chegará a meta. Cada um de forma individual ultrapassará a meta mas o povo ficará sempre na miséria.
    Que Deus Bendigue ao povo santomense

  19. Sotavento

    4 de Março de 2020 as 11:24

    Isso demonstra a pequenez e o ridiculo dos governates de STP.Um governo de verdade , sério nao responde as criticas da cidadania feitas num periodico digital.O curioso é que nao desmentem nada.STP nao merece isto.A juventude tem que aregacar as mangas e lutar por governantes competentes e mandar pastar caracóis a essa turma toda que se intitulam de governo.

  20. Mepoçon

    4 de Março de 2020 as 14:07

    A Senhora Maria Amorim como cidadã trouxe a baile toda história e só fez bem para conhecer e não ficar a tapar sol com pioneira. O pouco tempo que trabalhou para nação e abandonou por questões óbvias, tal como muitos e deixou dividas, porque na altura não providenciou em liquidar e continuou acumulando por sucessivos governantes? O governo deveria silenciar e passar de lado. O país não tem recurso económico, porquê tanta ostentação que verifica e que ninguém consegue pôr cobro e vai seguindo exemplo sucessivo? Obrigado senhora Maria Amorim

  21. LIBREVILLE

    4 de Março de 2020 as 16:23

    A senhora Maria da Graça Amorim, escreveu enquanto cidadã e, com todo direito no que disse.
    A mesma foi ex-chefe da diplomacia São-Tomense como muitos foram, certamente deu a sua contribuição enquanto ocupava a pasta.

    O governo não pode limitar-se em querer calar todos que usam da palavra, considera-se um comportamento muito baixo na qualidade de governantes, deveriam sim pegar no texto da ex- diplomata e procurar corrigir e fazer o melhor.

    Não preocupam que 4 anos já já estará no fim, ca estaremos nos para fazer o balanço.

    Governo de criança é que da nisso.
    Jovens com oportunidade para mostrar que são capazes, caem no Redículo.
    Faz sai… Bandos de burros e incompetentes…

  22. Toma vergonha na cara

    5 de Março de 2020 as 11:41

    Deviam mas é preocuparem-se em aceitar a crítica, como solução, como estímulo para tirar o país da situação periclitante e calamitosa que, cada vez, se vê soçobrando ao invés de virem para cá responder opinião de uma cidadã nacional. Os senhores estão sem coisas para fazer, né?

  23. Renato Cardoso

    5 de Março de 2020 as 20:34

    Que falta de humildade para agradecer e aceitar constatações realistas.
    Decidi

  24. Renato Cardoso

    5 de Março de 2020 as 20:36

    Falta o Governo humildade e sobra soberba.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Topo