País membro da Comunidade dos Estados da África Central, o Burundi, tem uma longa história de conflitos armados. O país que lançou um plano para se tornar numa potência emergente, é um dos principais produtores de café no continente africano.
Na última semana o povo do Burundi foi chamado às urnas para as eleições legislativas e autárquicas. Gabriel Costa ex-Primeiro Ministro de São Tomé e Príncipe chefiou a missão de Observação da CEEAC nas eleições legislativas e autárquicas, realizadas no passado dia 05 do corrente.

Também no mês passado o ex-Primeiro Ministro de São Tomé e Príncipe Patrice Trovoada foi escolhido pela União Africana para chefiar a missão de observação eleitoral no vizinho Gabão. Factos que demonstram a confiança depositada por várias organizações regionais e internacionais, em São Tomé e Príncipe e nos seus dirigentes.

Mais uma prova, de que São Tomé e Príncipe engana-se quando vira as costas, ou desvaloriza as políticas ou constatações do continente mãe, África.
Abel Veiga
Vida Longa
9 de Junho de 2025 at 20:37
O que é surpreendente e até chocante nestas duas escolhas seja ela da CEEAC como da União Africana, é de ter optado por duas péssimas pessoas, ambos ex 1° ministros são-tomenses que muito prejudicaram o sistema político do país, com muita corrupção, muito desordem e violência ( uma mais exposta e visível que a outra): a história do barco e desvios materiais (financeiros, há provas que confirmam, os bens do senhor GabrielCosta triplicou construiu casas etc),e o conflito ou seja a agressão em direto da Assembleia Nacional com um elemento do ADI-PT, na pessoa do Lévy Nazaré…embora os são-tomenses têm a memória curta, é de lhes lembrar os desastres e os horrores que tiveram lugar durante a governação desses ditos “SAGES”,que estão como os gatos nunca caiêm completamente mesmo merecendo.
Quanto ao senhor Patrice Trovoada, este aí acumula casos de queixas-crime que ultrapassam o entendimento de ele estar ainda livre, solto e continuando a aparecer nos lugares públicos, depois de tantos crimes horrorosos que ele cometeu, cujo o último foi o massacre sanguinário do 25 de novembro de 2022. Que exemplos estes senhores podem dar? Que modelo de homem se quer ter para o futuro de STP?
Seja como for, estes dois, diria o françês” ces deux là ne font pas l’affaire “, é mesmo uma vergonha de vê-los representarem STP públicamente.
O Gabriel Costa nunca ousará dar a cara para responder, porque sabe que as pessoas que escrevem e falam dele ,conhecem-lhe muito bem e têm bué de casos, de provas que podem ser denunciados e publicados a qualquer momento…a prova é que ele sente-se tão vulnerável sobre certas verdades, que bloqueia todos os meios onde ou se lhe quer comunicar.
Quando em novembro preparou o seu “speach ” sobre o domìnio jurídico no hôtel PESTANA, bloqueou e impediu que o publico fora de de STP não tivesse acêsso,isto porque houve uma Maria que vai com todos, que soube do projeto de nós outros, de lhe confrontar/denunciar com os cambalachos fora da LEI que ele praticou em França, deu-lhe um pânico seguramente e proibiu que tal conferência nos alcançasse, muita gente ia testemunhar. Gabriel Costa sabia o que lhe esperava quanto a falsa “pata branca” que ele pretende mostrar…se bem que os são-tomenses sabem quem ele é.
Talvez até fosse melhor que ele enfrente esta situação enquanto está vivinho e com o tino,digo lúcido para argumentar sobre os tais cambalachos/delitos graves. De qualquer jeito saber-se-á um dia.
Sôuo de Matabala
10 de Junho de 2025 at 17:03
Deveriamos/devemos saber separar as águas, quanto a participação ou presença dos cidadãos São Tomenses nestas organizações, o que prestigia o país externamente, diferente daquilo que é a politica interna,…
Neste capítulo capítulo independente da política interna devemos apoiar, abrir caminhos a participação representação, reconhecimento e prestígio externo do caminho que está a ser trilhado pelo país, pelo seu povo, em relação aos países que ainda se debatem com enormes problemas de consolidação democrática, social, política, económica, financeira e até da paz.
Ama a tua terra, as tuas gentes, o teu território, ama a tua cultura, a tua gastronomia, a culinária.