A Assembleia Nacional é chamada de Casa da Democracia de São Tomé e Príncipe. 55 deputados representam o povo de São Tomé e Príncipe na casa, que é a mais alta representação do povo.
Ao celebrar a boda de Ouro da independência nacional, a casa da democracia santomense, agendou e depois cancelou a sessão solene que tinha sido marcada para o dia 11 de julho.
Como aconteceu noutros momentos, trata-se de uma sessão solene que congrega o Estado santomense e os representantes do povo. O acto político mais marcante da consagração da independência nacional. Aliás a independência de São Tomé e Príncipe foi proclamada no dia 12 de julho de 1975, pelo Presidente da Assembleia Constituinte, o falecido engenheiro Nuno Xavier Dias.
Mas, de repente a sessão solene da Assembleia Nacional não se realizou. Foi cancelada segundo uma nota da mesa do parlamento. Tudo porque o Presidente da República Carlos Vila Nova recusou marcar presença na sessão parlamentar. Segundo dados recolhidos, o primeiro-ministro Américo Ramos também recusou.

O ambiente azedo de recusa e de cancelamento entre os actores políticos da ADI, deixou estupefactos a opinião pública e o corpo diplomático convidados para a sessão solene da Assembleia Nacional, para celebrar os 50 anos da independência nacional. A crise na Casa da Democracia chegou assim ao ponto mais alto.
Nos últimos meses o parlamento santomense remeteu-se ao silêncio ou inação. Várias solicitações de pedido de debate de urgência foram anunciadas, pelos grupos parlamentares, nomeadamente sobre os relatórios da CEEAC a luz dos acontecimentos de 25 de novembro de 2022, e da auditoria feita pelo Tribunal de Contas ao acordo assinado pelo Governo com a empresa TESLA. Nenhuma das solicitações foram atendidas. Nenhum debate de urgência sobre os assuntos candentes da actualidade foi marcado pela mesa da Assembleia Nacional.
Com a casa da democracia em hibernação, a reforma da justiça é uma miragem. São Tomé e Príncipe completa 50 anos, sem Presidente do Supremo Tribunal de Justiça e o Procurador-Geral da República com mandato expirado.
O sistema de governação de pendor parlamentar instalado nos últimos 35 anos, insiste em dar sinais de colapso, deixando o país sem rumo, sem norte.
Abel Veiga
Bem de S.Tome e Príncipe
13 de Julho de 2025 at 22:11
Consequências da má política e gestão do chefe do XVIII governo de STP.
SEMPRE AMIGO
14 de Julho de 2025 at 8:13
Se analisarmos o desempenho dos orgãos de soberania durante os 33 anos da implantaçaõ do regime democrático em STP somos forçados a concluir que a DEMOCRACIA falhou.Só nos resta agora descobrir as causas do insucesso.
Célio Afonso
14 de Julho de 2025 at 8:29
Aquilo ja não Casa Parlamentar, mas sim, “quintal da Joana”, telecomandado pelo Patrice Trovoada.
Muita pouca vergonha naquela terra!
EX
14 de Julho de 2025 at 10:09
Esta Sra ja nao tem degnidade para ocupar essa funcao. as pessoas devem se perguntar se sao mesmo capazes para ocupar certas funcoes. Nao apenas dizer eu vou tentar.
E para piorar quando ficam a servico de pessoas mal intencionadas tudo entra em colapso.
Ja perceberam que os de ADI estao enxuvalhar o bom nome dessa Republica.
O PT esta a dividir para depois vir dizer que so ele e solucao.
As pessoas estudam e depois se entregam ao belo prazer do outro, ficam a paraecer zumbis.
Bem de S.Tome e Príncipe
14 de Julho de 2025 at 16:48
As causas do insucesso resumem sobretudo ao primeiro presidente da era democrática e seu filho, PT. Destruíram PCD, ficaram muito tempo sem governar, mesmo com coligações Ue Kedagi. Depois, descobriram a fórmula; dividiram o povo santomense com boatos e mentiras, dinheiro ganho com adjudicação de zona conjunta de petróleo, drogas
Patrício Relâmpago
5 de Setembro de 2025 at 23:20
A vagabunda da Celmira Sacramento, deve ser corrida deste cargo e de todos os outros que tenha a ver com a política são-tomense. Esta safada é uma vergonha para o que é ser mulher são-tomense, africana…o lugar desta desgraçada é na prisão.
Luciano Gomes
5 de Setembro de 2025 at 23:44
Quando se fala de destruir PCD,pelo Trovoada,também os protegidos do Pinto da Costa e do MLSTP,um deles é o Gabriel Costa, que contribuiu corpo e alma traindo o seu campo JOTA-MLSTP, para colaborar com os Trovoada pai&filho, seguindo-lhes como um TUTU(cãozinho),para se instalarem com uma política caótica de ditador corrupto e não de democrata. O Gabriel Costa é daquela s pessoas que vende e até mata pai e mãe para obter cargos importantes, e assim o fez espizinhando e prejudicando tudo e
todos,traiu o MLSTP, o Pinto da Costa e muito mais pessoas, por razões da sua ambição desmedida. Ele tem sido denunciado por várias pessoas,algumas sabem e têm segredo sobre ele, que não vai se tardar a saber, embora ele tenta bloquear contactos com todas as pessoas que lhe conhecem e que sabem muito sobre ele.
Se a família TROVOADA não lhe tivesse dado XUTOS e PONTAPÉS,ele ainda estaria a servi-los. Gabriel Costa tem medo desta família, porque ele continua silencioso, como jurista e sobretudo como tio de uma das
vítimas ArlécioCosta(filho da irmã dele Alexandrina, mãe os assassinado Arlécio). Que espera ele?
Não podemos continuar a atribuir unicamente a família TROVOADA a responsabilidade e o CAOS das ilhas, sabendo que para estar onde estão, foi graças a todos aqueles/as que participaram dando APOIO a família TROVOADA-ADI, que afundou STP.
Que venham públicamente dizer o contrário.