Na abertura da formação dedicada à investigação financeira em casos de corrupção, a ministra da Justiça destacou que, nos tempos atuais, a corrupção deixou de ser um fenómeno meramente administrativo para assumir a dimensão de um crime altamente sofisticado.
“Investigar corrupção exige capacidades técnicas avançadas, domínio de mecanismos financeiros, leitura de fluxos bancários, cooperação institucional e coordenação face a novos padrões da criminalidade económica e financeira”, sublinhou Vera Cravid.
A intervenção ocorre num contexto em que São Tomé e Príncipe enfrenta desafios estruturais neste domínio.
“Sistema financeiro ainda vulnerável, limitações técnicas, reduzida digitalização dos processos, ausência de dados integrados e uma criminalidade económica cada vez mais complexa”, enumerou a ministra.
Com o apoio do Sistema das Nações Unidas, juízes, procuradores, elementos da Polícia Judiciária, agentes da Unidade de Informação Financeira e representantes do Banco Central participam, durante três dias, numa ação de capacitação sobre investigação financeira aplicada à corrupção.
“Esta é uma oportunidade que representa o fortalecimento de competências técnicas, maior capacidade para deter operações suspeitas, domínio de ferramentas e análises financeiras, bem como maior eficiência na recolha e preservação da prova”, acrescentou a titular da Justiça, Assuntos Parlamentares e Direitos da Mulher.
A iniciativa assinala igualmente o início de uma cultura de cooperação entre diferentes instituições nacionais, orientada para a prevenção, deteção e combate à corrupção e ao branqueamento de capitais.
José Bouças
António Nilson
9 de Dezembro de 2025 at 22:22
Por favor, não excluam os jornalistas de investigação nesta discussão (iniciativa) sobre a luta contra a corrupção em STP.
É fundamental dar fundos e recursos aos jornalistas para que eles possam ser mais independentes e mais eficazes na exposição da corrupção nas ilhas.
Descentralização/Desconcentração do Poder
10 de Dezembro de 2025 at 14:36
Nem a região autónoma do Príncipe
Pratiquemos a bem
Célio Afonso
10 de Dezembro de 2025 at 8:34
A iniciativa é muito boa. Contudo, Sendo STP um país onde a corrupção está institucionalizada em todos os órgãos de soberania, onde os políticos roubam de forma impiedosa, este financiamento devia ser direcionado para o sector da saúde e educação.
asd
10 de Dezembro de 2025 at 10:58
Mais uma formaçao dada a corruptos, sobre como continuar a corrupcao sem ser detetados…
Furtos nas parcelas agrícolas
10 de Dezembro de 2025 at 13:58
Necessidade de fortalecimento e robustez das instituições/sistema financeiro, bem como das finanças nacionais, seus instrumentos, a supervisão, receitas, financiamento
Fortalecimento institucional, temos instituições fracas, (a começar pela família São Tomenses que são reflexos de todas instituições do país, atenção complementar exige-se), passando por instituições político partidárias, instituições da administração pública, empresas, a sociedade civil organizada, a comunidade,… necessidade definição de procedimentos, instrução formação para cidadania, responsabilidade/responsabilização pelos actos, fortalecimento económico e financeiro, combate a pobreza, miséria(mental/material), a fome, a exclusão,…
Combate a economia paralela( Certificação das actividades económicas, compra/venda, rotulagem e origem dos produtos, calibragem, código de barras, etc .. certificação legal, controlo de qualquiers exercício das actividades económicas e financeiras no território nacional,)….combate a fraude e evasão fiscal, roubos, corrupção institucional e financeira, branqueamento de capitais
Temos assistido roubos nas parcelas agrícolas(quem diz nas parcelas diz na sociedade, na comunidade), premente que no país se implemente a venda de produtos somente de forma certificados( emissão de facturas, recibos de compra/venda, identificação/certificação dos agentes económicos, quem vende e compra( agricultores, palaies, comerciantes, taxistas, motoqueiros, feirantes, pescadores, criadores de gados, cambistas, electricistas, mecânicos, estabelecimentos comerciais e financeiros, trabalhadores de limpezas, domésticas, etc…. jamais devem exercer suas actividades profissionais, ser estarem identificados nas finanças, no ministério da economia, assim como devem ter contabilidade organizada, prestação de contas, receitas/despesas, pagamentos de impostos ao estado), rotulagem certificação dos produtos, tudo que for vendido fora deste âmbito incorre em crime),…
Ex cacau, banana, matabalas, produção que tem sido alvo de roubo nos campos, quem comprar sem exigir factura, ou quem vender sem estar certificado incorre em crime, fiscalização, denúncia,… ajudará a fortalecer a economia e finanças do país
Os agentes económicos e financeiros devem estar identificados e certificados homolgados para exercer actividades económicas e financeiras, assim como os produtos e sua transformação, movimentação, comércio, tudo que ocorrer acontecer para quem compra, para quem vende fora deste âmbito deve incorrer em crime, ilegalidades com penas acessórias, multas, prisão,…
O financiamento dos partidos políticos
O banhos nas campanhas
Violação de procedimentos administração económica financeiros, ou de gestão para favorecimento ilícito
Devem merecer acções coordenadas, multidisciplinar pelo rigor, justiça, trabalho e sustentabilidade
Necessidade de mecanismos e suportes tecnológicos de controlo e alerta
Transparência/Rigor/Organização/Justiça
10 de Dezembro de 2025 at 15:12
As questões e problemáticas ligadas a utilização de bandeira nacional, nos navios internacionais
Uso do terminal internacional telefónico da identificação do país, para fins de cariz sexuais e pornográficos
A movimentação de grande fluxos financeiros, a frequência de pequenas transações sem origens específicas, várias movimentações de fluxos monetário passando pelo país nas transações instituições financeiras,… transações de comércio internacional impõe supervisão financeira aduaneira rigorosa, transparente.
Outro facto pretende-se com a corrupção administrativa financeira, suborno dentro das instituições de justiça,..
Seria primordial fazer participar o tribunal de contas nestas ações, que se existe, nada vemos de suas actuações, passamos de país que jamais presta contas, questões de fiscalização, transparência rigor da administração e das finanças nacionais, das instituições, das autarquias locais, da Região Autónoma do Príncipe, das Instituições da Administração Pública, das Forças de Defesa e Segurança, do Governo Central, da Presidência da República
Questões de financiamento externo, nos projectos, nos concursos, nos contratos de prestação de serviços, concursos públicos de ingresso na administração pública, concurso de compra e venda, de aquisição de serviços, de obras públicas, etc…exigem fiscalização administrativa financeira, na sua execução licitação tramitação…
Nós actos da Administração Pública
Necessidade de avaliação dos serviços bem como dos profissionais afectos, suas competências
Laurinha T. P. C.
13 de Dezembro de 2025 at 1:02
Vera Cravid,baza só!
Energias Renováveis
10 de Dezembro de 2025 at 15:29
Com advento da exploração petrolífera, os contratos de exploração
Nós contratos de exploração de energética, bem como de energias renováveis
Na Federação de Futebol, no Comitê Olímpico, nas Federações das modalidades desportivas, nos clubes desportivos
Necessidade se supervisão fiscalização combate a corrupção,…
Há que criar mecanismos, meios, suporte, de investigação