Política

Mulheres são-tomenses preparadas para mediar tensões antes das eleições de 2026 

Mulheres de diversos distritos de São Tomé e Príncipe participaram num workshop dedicado à prevenção e gestão de conflitos em períodos eleitorais.

São Tomé e Príncipe é reconhecido pela sua tradição democrática pacífica, mas o período eleitoral é sempre marcado por fortes emoções. Por isso, esta capacitação torna-se essencial”, sublinhou Negar Arefi, Representante Residente Adjunta do PNUD.

A iniciativa, promovida pelo Governo em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), realiza-se a menos de um ano das eleições gerais no arquipélago, que enveredou pelo regime democrático há 35 anos.

No próximo ano teremos eleições presidenciais, legislativas, autárquicas e regional. É fundamental começar já a preparar as pessoas para que estejam capacitadas e habilitadas a lidar com eventuais focos de conflito que possam surgir”, destacou Vera Cravid.

Para a Ministra da Justiça, Assuntos Parlamentares e Direitos da Mulher, são precisamente as mulheres que melhor podem assumir o papel de agentes de mudança e construtoras da paz. “As mulheres são reconhecidas como pacificadoras nas comunidades onde vivem e nas organizações da sociedade civil de que fazem parte”, acrescentou.

Durante o workshop, as participantes receberam ferramentas práticas para identificar riscos, gerir tensões, mediar conflitos e promover uma cultura de diálogo e não violência em contextos eleitorais.

José Bouças

3 Comments

3 Comments

  1. Leão do norte

    19 de Dezembro de 2025 at 16:22

    Pensam que nos podem ensinar tudo, para quando vão nos ensinar a c.gar, posso saber?
    A ministra da justiça, vive imitando português fino algo que que roça o linguagar teatral, tornou numa leitora de discuros vazios e presença assídua nestas porcarias. Pensas que isto é governar? Se tivesses filhos eles estariam envergonhados com a tua postura.
    Vão ensinar atos pacíficos aos europeus e americanos que vivem sonhando com a guerra.

  2. Fingui

    19 de Dezembro de 2025 at 17:48

    Necessidade de rever ou criar lei de financiamento dos partidos políticos

    Devem ser financiados, através do, ou pelos votos conseguidos nas eleições, a nível internos, também pelas cotas dos associados, ou por donativos(nestes casos deve declarar, sobretudo pena de juridicamente retirar o licenciamento para actividades políticas e deixarem de existir como partidos políticos), devem declarar rendimentos nas finanças e pagar impostos

    Obrigatoriedade de comunicar esclarecer as fontes de financiamento, sobretudo nos donativos(ninguém dá nada em ninguém sem esperar receber algo em troca), neste sentido, este tido de financiamento compromete o país, as instituições do país, o povo, o território, a população, a administração, a soberania, bem como estimula a corrupção, a inversão da ordem constitucional, compromete o desenvolvimento do país

    Imperiroso terminar com a maior fonte de violência, perseguição, ódio, etc, compra de consciência durante as campanhas eleitorais, proibir banhos, ou penalizar se se verificar esta prática, pois que inverte o jogo democrático, compromete o esclarecimento da população em relação às propostas de governação

  3. Célio Afonso

    20 de Dezembro de 2025 at 8:48

    Com a miséria extrema instalada propositadamente pelos políticos para colherem dividendos de diversos tipos, deveriam sim, promover o sistema de micro-credito para que essas mulheres possam aceder e obter financiamento para as suas actividades comerciais ao invés deste teatro e, depois, ficarem a espera do famoso “banho” que ja virou costume.

Leave a Reply

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

To Top