Política

MLSTP considera que o país vive um momento mais delicado da sua história recente

 Na comunicação sobre o Estado da Nação, o MLSTP destacou a crise de energia e água, o êxodo de mais de 25% da população para o estrangeiro, a perda de autoridade do Estado, a morte de quatro civis no quartel do Exército em 25 de novembro de 2022 e a degradação macroeconómica, traçando um quadro sombrio da atual legislatura.

A situação económica do país degradou-se profundamente nesta legislatura e o nível de pobreza aumenta dia após dia. O país enfrenta sérios desafios de boa governação, estabilidade política e de um sistema judiciário funcional e imparcial. Casos graves de má gestão, falta de transparência e desperdício do erário público tornaram-se uma nova realidade. Em síntese: o país está em risco”, afirmou Américo Barros, Presidente do partido.

Segundo o MLSTP, o Estado da Nação é marcado ainda por incerteza institucional, elevado desemprego e pela crescente falta de esperança entre a juventude. O partido aponta também um sistema de ensino cada vez mais fragilizado, a contínua degradação dos indicadores de saúde, resultado de políticas públicas desajustadas, e uma Região Autónoma do Príncipe relegada à marginalização.

O partido critica igualmente a promoção de São Tomé e Príncipe à categoria de país de renda média baixa, apesar da fragilidade da economia e da elevada taxa de pobreza.

Decisão esta que acabou por prejudicar o país, visto que São Tomé e Príncipe deixou de receber determinados donativos após a graduação.”

Enquanto maior força da oposição, o MLSTP acusa o poder vigente de ignorar a continuidade do Estado e aponta projetos estruturantes, com financiamentos assegurados, que não foram devidamente aproveitados.

O MLSTP deixou garantido o financiamento para a construção do Liceu de Angolares, para a extensão da pista aeroportuária, para a formação dos operadores de tráfego aéreo e para a construção de diversas pontes, incluindo a de Lembá. Contudo, nada disto foi concretizado até ao presente momento”, garantiu Américo Barros.

Para o MLSTP, o país atravessa um dos momentos mais delicados e frágeis da sua história recente.

José Bouças

2 Comments

2 Comments

  1. mlstp nato

    30 de Dezembro de 2025 at 22:10

    Muito bem nosso presidente do MLSTP e futuro primeiro ministro de s.tome e príncipe. Envolva estes golpistas Posser, Quintas, Wuando, Rafael de Pepsi e outras escumalha que queriam destruir o nosso mlstp à mãos invisíveis. Unidos venceremos em 2026.

  2. ORCAS

    31 de Dezembro de 2025 at 10:35

    Mais outro que quer somente ir ao poder e nada resolver, quem passa uma legislatura, e nem sequer apresenta sequer uma proposta de estruturação do país,..

    Quando aproxima eleições é que vêm com críticas para enganar o povo, mais do mesmo, os outros fazem igual, quando chegam ao poder nada,…cada um sabe da sua vida o povo continua na miséria,…

    São Tomé e Príncipe, já não precisa de partidos políticos, demonstram e demostraram em cinquenta anos, que falharam em toda ordem

    É tempo de por estas gentes de lado, os partidos políticos de lado,…

    É tempo de candidaturas de grupos independentes, de gentes jovens capazes sérios, que tenham liderança, honestidade, seriedade como lema de vida,…e que conheçam as especificidades do país(território/população/administração),…

    Jamais de grupos de indivíduos com interesses em saber de somente das suas vidas, seus negócios utilizando o estado, o erário público.

    Os partidos políticos no país falharam

    Instituição fracas e incapazes de liderar, a modernização e sustentabilidade do país

    É hora de mudança de paradigma

    Novas liderança livres, independentes, mas com instrução, educação, formação, visão, honestidade, seriedade,…saber fazer, saber estar, saber falar e comunicar, ter amplo conhecimento, sobretudo da realidade nacional, ter cultura percurso de vida exemplar de trabalho, esforço, dedicação,..

    É tempo das mulheres, a classe feminina fazerem também por isto,….

    Dos jovens, da juventude assumirem este combate para mudarmos a nossa terra, o nosso país, o nosso território,…

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