A PricewaterhouseCoopers (PwC), empresa mundial de prestação de serviços, vem em nome de um dos seus clientes informar que estão abertas candidaturas para recrutamento de quadros bancário para uma instituição financeira que deverá abrir as suas portas muito brevemente São Tomé e Príncipe. Para conhecer os termos do concurso público, clique no documento seguinte. CLIQUE – Anúncio Público para recrutamento de quadros bancários
Vadgim libôqué
28 de Abril de 2011 at 8:50
Mais um banco? Onde sai este dinheiro todo? Bancos sao instituiçoes financeirs e nao investem se nao houver rentabilidade. Todos sabemos que nossa populaçao nao é rentavel…por vias de consequências pode-se dizer que ha muita massa que gira por ai, quiça lavagem de dinheiro, nao é possivel mo!!!
Maria leva leva
28 de Abril de 2011 at 12:08
Estamos numa Zona Franca rapaz..
Vadgim libôqué
1 de Maio de 2011 at 6:40
Desde quando sao tomé é zona Franca? Até onde sei zona franca de aerporto nao acabou, de principe ta cu cunha un boca. Maiaê Bano comé gêlo loloê…
Politico da Elite Corrupta de STP
28 de Abril de 2011 at 11:22
Estamos perante um grande exemplo da forma moderna de fazer recrutamento de pessoal.
Contratar uma consultora independente para fazer os devidos recrutamento, assim tenho quase a certeza que só vão trabalhar nesse banco os melhores…
Nada de Cunha, não creio que a Price possa por o seu prestígio em causa…
Os responsáveis deste banco estão de parabéns…. Estão a dar uma grande lição de transparência aos corruptos de STP.
Ovumabissu
29 de Abril de 2011 at 13:25
Mas que disparate. Qual lição qual quê!!!…
A consultora está lá apenas para seleccionar e ganhar a sua parte. A contratação é decidida pelos responsáveis do Banco.
É incrível como desconhecmos o modus operandi no mundo real.
Zé Maria
28 de Abril de 2011 at 22:12
Pois é,
Não se pode negar que abertura de bancos comerciais representa um salto para economia. Entretanto, isso é para países organizados, cuja população possui poder aquisitivo alto. A nossa população mal tem dinheiro para comprar um botijão de gás quanto mais para fazer um emprestimo.
Sem falarmos de tantas condições que os bancos comerciais impõem para concessão de créditos. Condições que certamente, 80 % da população não preenche.
Os grandes Bancos estrangeiros estão de olho no petróleo, mas não estão levando em consideração fator risco pode levá-los a falência.
Os intelectuais santomenses do ramo da economia precisam ficar ligados sobre a real intenção desses investidores. Não pensemos que eles são os bonzinhos que lá vão para salvar o país e a população da miséria em que vive.
Vamos acordar meu povo.
Apenas para terminar, quais são os benefícios que o Governo tem concedido os Banqueiros em troca de investimento de alto risco como esse?
Gostaria que alguém do Governo me respondesse de forma clara e sincera.
Abs.
Parlamento de STP
29 de Abril de 2011 at 10:46
Isenção fiscal
Ovumabissu
29 de Abril de 2011 at 13:41
Só se estiverem muito mal informados é que os investidores apostam no petróleo ou no minúsculo mercado doméstico de STP.
Acredito mais que estes bancos são essencial “off-shore” (na prática). O dinheiro do capital social mínimo entra hoje e hoje mesmo é emitido um cheque para aplicar esse dinheiro no estrangeiro.
Depois é fazer passar (booking) por esse banco de direito santomense as operações “mais complicadas” ou que não podem ser feitas no país de origem desse banco.
Em princípio o risco para STP não será grande. Mas pode acontecer que, por causa dessas operações, STP vá parar à lista de praças financeiras pouco abonatórias, pouco credíveis ou não cooperantes. Há, portanto, muito risco reputacional envolvido. Se os ganhos superarem os elevados custos do risco reputacional… o negócio é bom.
O essencial é o Banco Central ter capacidade de supervisão (o que duvido) e ter o cuidado de evitar que esses bancos tenham grande presença no mercado doméstico ou pratiquem o “dunping”, subvertendo o normal funcionamento do mercado e prejudicando os bancos que dependem efectivamente do nosso mercado doméstico.
Sou de opinião que devia ser vedada a alguns bancos a realização de operações bancárias com residentes fiscais.
António Veiga Costa
29 de Abril de 2011 at 15:08
Santomense tem manias de achar que todos os investidores que vêm para o país têm obrigação de ajudar ao povo.
Trata-se de economia, investimento. Eles vêm investir capital próprio que, consequentemente, vem contribuir para a economia nacional. O povo, se quiser, que corra atrás, que contribua para o combate à corrupção interna, que trabalhe mais. Que chegue cedo no trabalho, que trabalhe mais horas por dia. Se fizer sua parte, com certeza, contribuirá para a economia do país – e dessa forma todos ganham.
Vadgim libôqué
30 de Abril de 2011 at 10:52
Se os “santomenses” têm a condenavel mania de achar “que todos os inevestidores têm obrigaçao de ajudar o pais”.
Meu caro vamos fazer uma analise na sua frase.
1. Pra si o qué saotomense??? Uma ou duas pessoas que deixam ca os seu comentario? Isso lhe da o direito de pegar na opiniao de meia duzia de santomense e generalisar a todos os santomenses. (todo tipo de generalisaçao de um povo é sinal de pouca inteligencia do autor da generalisaçao!!) Se na europa diz-se que as mulheres portuguesas sao peludas, que os homens portugueses sao pedreiros e as mulheres empregadas de limpeza, pode se dizer efectivamente que esta opiniao pode ser generalizada au conjunto da populaçao portuguesa?? Claro que nao!
2.Nao sei que pais do mundo a populaçao ficaria contente com uma entidade seja ela empresa ou nao, extrangeira ou nao, que no exercicio da sua actividade infligia prejuizos a populaçao. Claro sim os investidores têm obrigaçao de ajudar o povo de forma directa ou indirecta se nao “RUA”. Resta saber o que o Antonio entende como ajuda! Se o investidor vem ca é pra dar mais emprego, contribuir com o PIB, e pagar impostos aos estados, nao para criar entidades fictivas para fazerem ca o que nao podem fazer noutras paragens!
3. Olha Antonio se o mal de um pais fosse so a populaçao (santomense) que nao trabalha, que chega atrasada au trabalho, que trabalha poucas horas, entao certos paises que aparentemente a populaçao é mais trabalhadora que sao tomé, mais acidua e ponctual no trabalho, nao estariam hoje a ver entrar FMI e Banco mundial a injectar capitais. Certos paises onde a populaçao é mais avisada e diligenciada nao teriam corruptos tanto quanto tem em sao tomé, a excepçao é que nesses paises a corrupçao tem outro nome…
HFM Productions Lda
1 de Maio de 2011 at 9:25
Meu caro em partes concordo com o seu comentário em partes não, digo isto por uma razão muito simples, a situação em causa não chagar ao trabalho cedo, é estar no trabalho a hora e trabalhar de acordo a exigência do sector de modo a haver produção sectorial, há muito que chegam cedo ao trabalho e passam a dia laboral no trabalho maribando pelas tarefas que lhes são conferidas e no final do dia assina a folha de presensa como se tivesse trabalhado…
Bodon Culu
29 de Abril de 2011 at 15:49
É preciso desenvolvimento. Tudo que seja criação de posto de emprego,que seja benvindo, pois é muito humilhante estar desempregado sem nenhum tostão. Antê mina piquina ka fé pôcô-sun.