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Visita do Presidente de S.Tomé e Príncipe a Portugal

Há largos meses atrás tem-se falado da visita de sua Excelência o Presidente da Republica de S.Tomé e Príncipe, Dr Manuel Pinto da Costa à Portugal.

Como era de esperar, criou-se expectativas.

Só não esperava que esta visita contempla-se simplesmente o Instituto Marquês de Vale Flor, a sede da AIP, a Feira Agrícola de Cantanhede e as instituições de praxe (presidência da República, assembleia e ao Primeiro Ministro), por mais que os poderes do presidente de S.Tomé e Príncipe fossem limitados.

O Presidente da República de qualquer país é uma figura de “charme” a quem podemos atribuir o papel de mobilizador de investimentos.

Sobre a visita, a comunicação social portuguesa, timidamente vai dizendo algumas coisitas. Mas o que se passa afinal? Existe alguma animosidade entre o presidente de S.Tomé e Príncipe e as autoridades portuguesas?

Sou mais a aceitar que faltou ousadia; faltou a preparação e o “charme” prévio necessário. A Feira de Cantanhede ou o Instituto de Vale Flor são insignificantes face às necessidades e oportunidades de negócios que S.Tomé e Príncipe apresenta.

A parte destes considerandos, o ilustre visitante santomense devia aproveitar para falar com as autoridades portugueses entre outros, os seguintes assuntos:

– A situação dos ex-trabalhadores da administração colonial que fizeram os descontos obrigatórios para a administração que há décadas vêm os seus direitos negados pelas autoridades portuguesas;

– Os militares que combateram nas fileiras do exército colonial, enquanto portugueses, e que não recebem quaisquer pensões, assistências ou subsídios;

– As vítimas dos massacres perpetradas pelos governos coloniais; no caso de S.Tomé e Príncipe o massacre de Batepá, merecem uma indemnização.

Para mim estes aspectos são cruciais para a criação de uma relação de confiança e de amizade franca, com benefícios para gerações vindouros.

Danilo Salvaterra

28 Comments

28 Comments

  1. senil

    25 de Julho de 2012 at 15:32

    Portugal esta a beira do abismo… (não presta …..

    • Jacob

      26 de Julho de 2012 at 1:25

      Realmente deves ser mesmo senil

    • Lucas Pina

      26 de Julho de 2012 at 12:05

      Espectativa criada disnecessáriamente. Kadaf está morto e STP ainda não está a extrair petroleo.
      Por outro lado, assim como STP, PT também está de mão estendida ao mundo. Logo, Só o José Eduardo dos Santos teria midia e louvores de Portugal.
      Os temas sugerido para agenda da visita da sua Excelencia, o Presidente de STP a PT estaria abordando assuntos restritos a um grupo de individualidade com dividas do passado por cobrar.

      Viva STP
      Viva Presidente de STP
      Viva Portugal

  2. luisó

    25 de Julho de 2012 at 16:14

    Mas a França , a Inglaterra, a Holanda, a Espanha e outros pagaram alguma coisa depois das independências? Porquê Portugal?
    E os massacres que a Espanha e a França fizeram em Portugal ao longo da história foram pagos ou Portugal pediu algo? Não…
    Que mania de que os tugas têm que pagar tudo porque a culpa é deles: quando os tugas dão é obrigação quando dão os outros é cooperação…
    Já agora quando é que STP vai pagar aos retornados tugas que regressaram a Portugal sem nada e deixaram tudo em STP para ser nacionalizado ou ocupado pelos mais espertos na altura?
    Ah pois isso não conta era dos santomenses e já vinha do rei Amador…
    Já chega de fazer de coitadinho.

  3. Cidadão

    25 de Julho de 2012 at 16:48

    Ó Danilo Salvaterra, eu acho que a única pessoa que criou espectativa é você. Ha muito tempo que os únicos lideres africanos que são notícias em Portugal são: Kadafi e José Eduardo dos Santos. Os outros são tratados como pessoas “normais”. Portugal não é como STP que “pára” quando recebe um estrageiro. Já é altura de acabarmos com isso. STP é país pequeno mais temos terra e mar bastante fértil. Os nossos governantes é que são incompetentes e só sabem “viajar” de porta em porta a pedir “esmolas”. Quanto aos outros assuntos da sua reflexão, acho que deviam ser tratados nos anos 70 e 80. Neste momento Portugal está a atravessar uma fase difícil. Nós temos que aproveitar as nossas potencialidades e não permitir as “barbaridades” que acontece na nossa terra.

  4. Jacob

    25 de Julho de 2012 at 18:36

    Também eu estou com saudades de um bom bacalhau, com umas batatinhas a murro

  5. Minuye

    25 de Julho de 2012 at 19:44

    Boa observação! Porém, infelizmente o nosso país está com a moral e a credibilidade muito baixa perante os outros países. Quem poderá nos respeitar se nós mesmos não nos respeitamos? Quem poderá nos ouvir se nós mesmos não conseguimos comunicar e nos entender? Quem poderá fechar acordos conosco se nós mesmos não conseguimos consenso entre nós?
    Meus amigos, as oportunidades de negócios que STP apresenta, outros países também apresentam e com mais atrativos. Por tudo isso, temos que nos superar,trabalhar mais ,melhorar a imagem do nosso país e parar com politiquices.

  6. Hector Costa

    25 de Julho de 2012 at 23:19

    Concordo consigo meu caro Danilo.

    • Abúbè & Gíquitxi

      26 de Julho de 2012 at 15:27

      Coitado

  7. Anca

    25 de Julho de 2012 at 23:44

    É preciso, olhar para o passado e saber tira ilações da história.

    Queija-se hoje que Portugal, deveria assumir os seus erros, actos e omissões.
    Mas é necessário lembrar que, apartir do momento, em que um território/população, ou melhor, um grupo de individuos, que dizem representar o povo, aspira a independência, a luta pela a independência, é sinal que são adultos/maduros e responsáveis o suficiente, e se sentem á altura de assumir todos os compromissos futuros, assunção das responsabilidades, e sentido Estado, para com o destino futuro do Território/Mar/População.

    Hoje temos 37 anos de independência total, embora nemhum, território/população, deve aspirar ao tal termo, hoje no concertos da nações e num mundo cada vez mais inter-ligado, o que observa-mos no País, é que o nossos reformados, no periodo pós independência, alguns nada auferem, ou aferiram no futuro, com que moral podemos exigir seja o que for, aprenda-mos a olhar e caminhar para frente, os tempos são outros, assumamos as nossas responsabilidades socias, culturais, desportivas, políticas, ambientais, economicas e financeiras, em relação á População, Território, Mar.

    Pois o passado de nada nos serve, ou melhor deve-nos servir somente de sobre-aviso e de referência para o bem ou para o mal, o que interessa é o hoje e o agora, pois o futuro nada sabemos, mas podemos organiza-lo e planea-lo hoje, para o bem da actual e proxima geração, para o crescimento e desenvolviemnto sustentável na interdependência, com outros povos e territórios, no concertos das nações.

    Pratiquemos o bem

    Pois o bem

    Fica-nos bem

    Deus abençõe São Tomé e Príncipe

  8. Anca

    25 de Julho de 2012 at 23:46

    Quis dizer Queixa-se e não “Queija-se”.

    As minhas desculpas, pelos erros, faltas e omissões.

    Bem haja

  9. Pidu Mamon

    26 de Julho de 2012 at 1:53

    Meus senhores vamos ser sérios de uma vez por toda.Que credibilidade merece esta visita quando no próprio dia que o PR viaja para Portugal os politiqueiros da nossa praça começam a orquestrar o derrube do governo?Para a vossa informação tudo que está a ser preparado por gente sem escrúpulo para destruir o nosso país é do conhecimento das autoridades Portuguesas e da Comunidade Internacional.

  10. Profeta

    26 de Julho de 2012 at 9:24

    Amigo Danilo,
    Uma pessoa como tu, que se apresenta como um “Catedrático”, penso que o seu artigo deveria ou deve ser algo muito mais atrativo, não uma escrita tão seca e vazia, se lemos e relemos o que foi aqui dito por te, chagamos a uma simples conclusão “Só encheste o chouriço e nada mais”. Abraço amigo.

    • Paulo

      26 de Julho de 2012 at 15:15

      Concordo contigo. Não parece alguém que sabe ou domina aquilo que está a escrever. Depois aparece com capa de estadista e reformador criticando os outros que estão cá no país. Nós estamos tramados. Cada qual puxando pelos seus interesses pessoais e ninguém interessando pelo país. Que tristeza. Que mal nós forros fizemos para estarmos diante desta ignorância e incompetência toda? Seja o que Deus quiser.
      Paulo

  11. fundo

    26 de Julho de 2012 at 10:37

    deixa de pedir trabalha

  12. Butauê

    26 de Julho de 2012 at 11:39

    No meu ponto de vista,portugal nem país europeu nenhum tem obrigação de pagar o que seja ás ex-colónias.Temos que ter o descernimento suficiente e conseguirmos separar o colonialismo que foi uma corrente ideologica levada a cabo por um grupo de políticos que viveram num determinado periodo histórico com um Estado,nesse caso o Estado português.
    O mundo assiste hoje uma mudança de paradigma provocada por uma terrível críse,com desfecho quanto a mim,ainda imprevisível para a estrutura económica e social dos estados a nível mundial.Este é o momento certo para S.tomé e Príncipe,todas as ex-colonias,os chamados “países do terceiro mundo”,empenharem mais na união das suas estratégias de forma a fazerem valer as suas vantagens geoestratégicas para conseguirem uma voz mais activa na partilha de riqueza e no comercio Mundial,em vez de esperarem benesses vindos dos chamados “países colonizadores”.
    Bem Haja

  13. Cobló

    26 de Julho de 2012 at 13:46

    Li seu artigo e os comentários postados, o que me levou a tentar rabiscar mais um comentário que espero poder acrescentar mais uma reflexão neste ato, a visita do Presidente da República, que não está dissociado do nosso precário cenário nacional e a conjuntura internacional em que a crise econômica internacional é o fator mais importante no momento. A visita de Pinto da Costa, após sua visita à Angola, traz-nos mais do mesmo porque foram visitas aos nossos parceiros mais tradicionais: um por ter sido o país colonizador e outro nosso maior irmão da África cujas afinidades são sobejamente conhecidas, além de deterem a maioria dos nossos representantes na diáspora. Quando, em seu artigo, remete-nos à falta de ousadia do Presidente para que colmatasse investimentos ao país e levasse às negociações temas que afetam cidadãos santomenses vítimas do passado colonial por massacres, lesados no bolso por terem contribuído e militares que serviram ao regime. Veja o elenco de “possibilidades de investimentos” apresentados por si como primordiais nessa visita. Quantos e que cidadãos santomenses se beneficiariam, direta e indiretamente, e o país como um todo? Entendo que podem e devem pleitear tais direitos, sem que isso consista em agir como viúvas do colonialismo porque de uma forma ou de outra participaram ou contribuíram. Sabe-se que alguns conseguiram recuperar seus benefícios, portanto possibilidade existe, diferentemente do que alguns comentaristas apregoam por aqui. Num cenário internacional conturbado pelas incertezas econômicas e pela nossa própria inoperância interna, marcada pela constante má gestão de recursos nacionais e internacionais e galopante corrupção e paralisia nas ações do executivo, que esperar da visita do Presidente, sabendo que o sujeito nas nossas relações internacionais é o executivo? Isso não implica que ações conjuntas e a representatividade do Presidente não seja a oportunidade para se criar e/ou ampliar investimentos, mesmo sabendo que boa parte dos recursos se evaporarão e só nos restará especulações. A nossa política externa sempre foi palco de improvisações e alocação de recursos, advindos dela, para o desenvolvimento do país sempre foi cambaleante e com parcos resultados. Não devemos ficar refém da mesmice e seu artigo, por mais que seja questionável num grau maior ou menor, auferiu-nos a possibilidade de refletirmos não só sobre esta visita, mas sobre todas outras que sabemos consumirem os limitados recursos que poderiam ser canalizados para ações que realmente beneficiem a população santomense. Agradeço por tal. Dê um abraço ao Tino

  14. Luisa Sousa Pontes

    26 de Julho de 2012 at 13:57

    Danilo sei que tens alguma capacidade modesta parte, mas quando não tens tempo não escreve asneiras, reflecte um pouco e corrige as tuas posições.Ficaste muito mal na fita.

  15. Eusebio Neto

    26 de Julho de 2012 at 15:09

    Danilo, sinceramente, a minha expectativa em relacao as tuas eventuais intervencoes eram muitos elevadas, acreditando que es um intelectual e (talvez) com capacidades suficientes para um artigo melhor conseguido. Infeliz e seriamente falando, andaste a navegar como se fosses um medico, agronomo ou feitor a tripular um barco. Resultado, nao se tratando de pessoa formada na area, a tua opiniao foi tao somente um naufragio. (Quase) nada do que propoes para ser abordado durante a visita do PR articula na perspectiva do reforco das relacoes de amizade e cooperacao com Portugal. Ja e tempo para deixarmos de falar por falar, escrever por escrever e acusar por acusar. Vamos arrumar a nossa casa, deixando o governo governar e o presidente exercer as suas funcoes nos limites da constituicao. Voce acha que os encontros com os mais altos responsaveis portugueses (PR, PM, PAss, etc), com AIP e a Comunidade santomense e insignificante? Parece que, bem ou mal tambem fazem parte da comitiva presidencial os srs MNEC, MPF e alguns empresarios. Entao esses senhores foram a Portugal de ferias? Sejamos serios e contribuamos responsavelmente para que, finalmente o barco S. Tome e Principe navegue bem, calmamente e seguro. Se voce quer que os portugueses indemnizem as vitimas do massacre de Batepa, entao vai indenmizar os familiares das vitimas d regime do partido unico? Mas antes de responderes, aconselho-te a ler ou reler o livro do Dr. Carlos Graca porque, afinal, muitos sao(eram) chamados de crentes mas, afinal nem todos sao realmente santos. Evoluamos!

    • Nilton

      27 de Julho de 2012 at 10:27

      Sr.Eusebio Neto, concordo no geral com o seu comentário, sinceramente eu nem se quer chamaria isso de artigo. No entanto, afirmar que os médicos ou agrónomos não são capazes de escrever um artigo ou que apenas navegam como diz,é de uma tamanha ignorância. Talvez é como aqueles falsos políticos/democratas que pensam que sou os que tiram curso de direito/Advocacia ou economista tem direito a opinião politica. Deixo -lhe aqui apenas um exemplo: veja a biografia de Amílcar Cabral!

    • Nilton

      27 de Julho de 2012 at 11:04

      Sr.Eusebio Neto, concordo no geral com o seu comentário, sinceramente eu nem se quer chamaria isso de artigo. No entanto, afirmar que os médicos ou agrónomos não são capazes de escrever um artigo ou que apenas navegam como diz,é de uma tamanha ignorância. Talvez é como aqueles falsos políticos/democratas que pensam que sou os que tiram curso de direito/Advocacia ou economistas têm direito a opinião politica. Deixo -lhe aqui apenas um exemplo: veja a biografia de Amílcar Cabral!

  16. ponta mina

    26 de Julho de 2012 at 16:35

    este senhor so esta bem, a criticar, nunca esta satisfeito com nada, mesmo com a sua vida ja tentou todo, acho que a unica coisa que nao fez e ser ministro, foi passado por imteligente toze cassandra. chega danilo vai sao tome da prova, destes homens estamos fartos…

  17. Truki Sun Dêçú

    26 de Julho de 2012 at 19:05

    Penso na minha modesta opinião, que a visita de Estado do Exmo. Srº. Presidente da República de S.Tomé e Principe, a Portugal, teve todas as honras inerentes e que são devidas a um Chefe de Estado. Foi recebido com honras militares, pelo PR de Portugal, que oferecerá o Jantar de Honra, será recebido na Assembleia da República em sessão solene e também pelo 1º. Ministro do Governo Português. Como veio acompanhado de Empresários Santomenses, também será recebido pelo Presidente da AIP. Visitas á Feira Internacional de Cantanhede e ao Instituto Vale Flôr, que mantém estreitas relações de cooperação e apoio a obras sociais em S.Tomé e Príncipe. A deposição da coroa de flores no túmulo de Camões, também tem um significado especial, por ambos os Países partilharem a mesma língua. Noutro âmbito, terá encontros com a comunidade santomense residente em Portugal, e irá à Embaixada do seu País. Penso que está tudo correcto e dentro do protocolo, próprio das visitas de Chefes de Estado. Quando outros Presidentes de outros países, independentemente da sua importância no contexto internacional, visitam Portugal, a recepção e as honras são só as da praxe:– Recebidos pelo nosso PR, Assembleia da República e 1º Ministro. Fico muito admirado, quando alguém, num artigo de opinião, que respeito mas com o qual não concordo, vem dizer e cito que … ” só não esperava que esta visita contempla-se simplesmente ” etc.etc. as instituições acima citadas.

  18. luisó

    26 de Julho de 2012 at 22:09

    Disse-me um passarinho que o PC quando foi à angola o JES disse-lhe que podia investir ou dar uma linha de crédito a STP de 500 milhões de dólares.
    De volta a STP parece que o PT não gostou e disse que STP não precisava desse dinheiro.
    Alguém me pode explicar esta decisão do PT?

  19. Gualter Oliveira

    27 de Julho de 2012 at 8:24

    Meu caro compatriota,

    Vamos deixar de este tipo de atitude (assim ficamos igual aos que nós frequentemente criticamos ).
    Voce vive em Portugal a mais de 30 anos, teve varias oportunidades, diz me por favor o que fez de positivo para STP?
    Faz um retrato de si proprio antes de criticar e dar a cara na comunicação social, teoricos, nosso pais tem bastante.
    Eu não sou politico nem simpatizante do actual presidente, mas uma coisa é certa, deixa de criticas, mostra por outras formas que vocês é melhor do os actuais politico, ja é tempo de mostrar isso.

    Reflete bem sobre sua vida e oportunidades que teve até hoje, as influencias, a sua postura ( por exemplo em relação a como dirigiu campanha de Maria das Neves, como tem gerido a Casa de STP em Lisboa,……….,).
    Um bom gestor e bom politico é aquele que mostra obras…. qual a sua obra??????

    Um abraço

  20. ze semba

    27 de Julho de 2012 at 11:48

    O resultado da tamanha ignorancia,da incompetencia e outros males que afectam alguns paises de expressão portuguesa, sobretudo S.Tomé e Principe é seguir o modelo português ou recorrer a portugal em busca de soluções para os nossos problemas. Sou Angolano mais devo dizer citando exemplo da embaixada de Portugal em Inglaterra, é grande vergonha…Maú atendimento,falta de agua para beber,falta de solidariedade mesmo para com os portugueses nascidos em portugal, enfim é uma desgraça…Por isso se encontrarmos outra alternativa e não portugal, melhor….

    • luisó

      28 de Julho de 2012 at 19:03

      caro zé:
      o problema é que em portugal o governo dá contas ao tribunal de contas e à assembleia e em angola o jes não dá conta a ninguém.
      É preferível poupar dinheiro na água engarrafada e outras coisas nestes tempos de crise do que o jes e a isabel terem comprado em bens no exterior cerca de 3 mil milhões de euros e o povo morre de malária aos milhares por ano, para não falar de outras coisas.
      Em portugal vivem milhares de africanos casas que foram construídas pelo governo, porque viviam em barracas, e essas pessoas agora pagam conforme o rendimento e ainda refilam. Em angola se tu vais pedir casa ao governo levas borracha ou bala e não levas na mesma.
      E se é assim tão bom as terras de NGOLA porque é que não voltam para lá com tanto trabalho agora e horizontes de oportunidade?

    • Truki Sun Dêçú

      28 de Julho de 2012 at 19:21

      Também penso que é bom procurarem, outras alternativas a Portugal, noutros Países irmãos mais próximos, e que como todos sabemos, têm ajudado bastante S.Tomé e Príncipe, nas horas difíceis. Basta recordar a enorme ajuda que têm recebido:—do Gabão, Guiné Equatorial, Gana, Nigéria, Costa do Marfim, Congo, R.Dem. do Congo, Zimbabwé e África do Sul. E só falo dos Países, ricos em petróleo, ouro, diamantes, etc,etc. Talvez sejam mais bem atendidos e tenham outro tipo de ajuda e até de investimentos. Mas por aquilo que tenho visto ao longo desses 37 anos de Indepedência, e infelizmente para os Santomenses, tirando Angola e Taiwan (que ajudam bastante), Japão, Espanha e França, não tenho conhecimento de qualquer tipo de ajuda a S.Tomé.

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