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Só vendo é que se acredita. Cascas de árvores são-tomenses, produzem tintas frescas para tingir tecidos. O tronco das bananeiras, produz objectos de valor e com qualidade para comercializar no mercado internacional. Outras palhas da flora são-tomense dão forma a sacas e outros utensílios.
Potencialidades antes desconhecidas, que a cooperação brasileira, está a ensinar mais de 200 jovens são-tomenses a explorar. Numa altura em que se projecta o desenvolvimento do turismo, Brasil ajuda o país a promover o seu artesanato e a conquistar os visitantes.
Uma actividade que contribui para aumentar o rendimento das famílias. Com duração de 12 meses o projecto brasileiro, começa 
O Chefe do Governo exigiu que os formandos optem sempre pela qualidade. «Que aprendam a fazer com qualidade porque o turista quando vem ele não quer comprar qualquer coisa para enchera na mala ele quer levar uma coisa de qualidade», concluiu.
Produtos que poderão ser comercializados tanto no país como no estrangeiro. Uma prova do êxito da cooperação brasileira em São Tomé e Príncipe, numa altura em que termina a missão do embaixador, Manuel Innocêncio
Abel Veiga