Sociedade

Bandeira nacional queimada na ilha do Príncipe numa noite de panfletos contra o governo de Patrice trovoada

“Queremos a nossa independência”, “Patrice Trovoada é desonesto” Principe não é colónia de S.Tomé” são dizeres que se podia ler nos panfletos cujo os autores ainda se desconhece.

O despacho enviado ao Téla Nón pelo seu correspondente na Região Autónoma, é sustentado por fotografias, tiradas no comando da Polícia Nacional na cidade de Santo António.

Em papel A4 escrito em computador os panfletos foram colocados nas principais artérias da cidade de S. António.

Segundo o subcomandante da polícia regional Domingos Frota que recolheu o resto da bandeira queima e alguns panfletos «os panfletistas aproveitaram a escuridão que normalmente acontece depois da meia-noite para levarem a cabo a sua acção».

O sentimento de revolta está a crescer na ilha do Príncipe.  Em contacto com a população o Téla Nón apurou que a colocação dos panfletos pode ser a ponta de iciberg de uma onda de manifestações que poderá acontecer nos próximos dias na região autónoma do Príncipe, como protesto contra o 1º Ministro Patrice Trovoada, pelo não cumprimento do compromisso eleitoral assinado com a população da ilha do Principe nas vésperas das legislativas de 2010.

Pelo Correspondente do Téla Nón no Príncipe C.T.

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98 comentários

  1. das ilhas

    8 de Dezembro de 2011 as 12:07

    e lá se vai o nosso petroleo….será que isso foi espontaneo ou terá dedo de alguém, mas quem?já senti esse cheiro antes a assim cheira me a prazo do governo no poder ter terminado, parece que vêm ai uma queda de governo? ou será que pinto não deixara?

    • Aléris Frank

      8 de Dezembro de 2011 as 14:45

      Novo nome para STP: “República de São Tomé”

      Concordo com a manisfestação dos habitantes do Príncipe, mas descordo por completo com a atitude destes em queimar a bandeira nacional. Esta atitude traduz-se num crime de traição contra a defesa nacional, conforme os termos do artigo 64º da constituição da república ela é punível com as sanções mais graves.

      Neste sentido, e de forma a evitar males maiores, é de capital importância propor ao Governo e a sua Exª Senhor Presidente da República o segunite:

      Ao governo, exorto a criação de uma comissão da verdade para apurar todos implicados por de trás disto.

      À sua Exª Senhor Presidente da República proponho a criação de um conselho de concertação e de consenso nacional para alteração do nome oficial do país através de um referendo, que este em vez de se chamar de “República Democrática de São Tomé e Príncipe”, que chamasse apenas de “República de São Tomé”, com a capital de nome “Ana Chave” onde incluiria também a ilha do “Príncipe” dentro desta mesma República. A capital da ilha do Principe continuaria a se chamar de “Santo António”.

      Mas para isso, caberia a entidade central criar mecanismos para que a população do Príncipe tenha acesso às mesmas oportunidades (eletricidade, bens de primeira necessidade, saúde, etc…) tal igual aos residentes na ilha mãe, S.Tomé. Caberia também a entidade central criar condições para que haja ligações frequentes e a preços acessíveis tanto ela marítima como aérea. Isso ajudaria o fluxo do mercado e a económia da ilha, e consequentemente estimularia investimentos internos e externos, e oportunidades de empregos.

      Caros leitores!

      A minha proposta em alterar o nome oficial do país centra-se o facto de, o nome de ” República Democrática de São Tomé e Príncipe” ser muito longo e também conter em si algo susceptível de sentimento de divisionimso. Havendo um único nome, creio eu que este sentimento poderia até ser menos vísivel. Um único nome deixa transparecer mais união à nação.

      Um bem haja e cumprimentos a partir de Taipei!

      • João P.

        8 de Dezembro de 2011 as 19:59

        Já agora o nome ficaria “República do Príncipe”. É mais bonito do que “República de S.Tomé” Ou não? Já agora a capital passaria para o Príncipe porque, tendo em conta os condicionalismos de abandono e marginalidade em que esta tem sido votada pelos diversos governos centrais seria uma boa forma para, estanado ai a capital do país, criar condições para o seu desenvolvimento. Que tal senhor Aléris? Esta é a minha proposta para referendo.E já agora, também aproveitava-se a oportunidade para julgar, num Tribunal Internacional, todos aqueles políticos do governo central, desde a independência do país, que contribuiram com as suas acções para a marginalização e humilhação do Príncipe, no contexto nacional criando condições para que aquela parte do país estivesse nas condições que se encontra. Esta é a minha proposta para o referido referendo senhor Aléris. O que o senhor acha disto? Os seus familiares foram tais governantes? O senhor concorda com esta hipótese?
        Saudações
        João P.

        • Aléris Frank

          9 de Dezembro de 2011 as 10:42

          Caro João,

          Não existe nenhum Tribunal Intercional com jurisdição de pronunciar ou de deliberar sobre este assunto. No caso concreto:

          1. Tribunal Internacional de Justiça tem jurisdição pronunciar e deliberar apenas sobre questões de índole “Estado-Estado”, não de “Indivíduo-Estado” ou “Estado-Indivíduo”.

          2. O Tribunal Penal Internacional, este sim tem jurisdição sobre as questões acima citadas desde que elas constituam actos considerados crimes de guerra, crimes contra humanidade, crimes de agressão e genocídio. São excluídos todas as hipóteses caso tais actos forem considerados simplesmente actos de sublevação interna. Por outro lado, o Tribunal tem jurisdição sobre todos os actos considerados crimes de guerra, crimes contra humanidade, crimes de agressão e genocídio desde que as suas comissões forem datada após a criação do Tribunal, isto é, depois do ano 2001 (Estatuto de Roma).

          Por isso caro João, só tem de nós mesmos a resolver os nossos problems. Temos que nos entender e procurar acabar com ódio, espírito de vingança. Um STP será sempre mais forte. Por outro lado caro João, esta opinião é estritamente minha e é individual. Os meus pais não são políticos, nunca foram e nunca serão dirigentes do pais.

          • jpalinhos@gmail.com

            9 de Dezembro de 2011 as 14:25

            Não deixa de ser um “Tribunal Internacional” ou não? É uma questão de terminologia. Acabaram-se os argumentos e passámos para o domínio da interpretação fraseológica de acordo com as competências académicas de cada um de nós. Pelos seus argumentos vejo que anda, ainda, comm algumas dificuldades. A única forma de resolvê-la é investir no aprofundamente académico e mais leitura.
            Fui
            João P.

        • Rangel

          10 de Dezembro de 2011 as 1:59

          Joao, vc eh quem perdeu argumento, em vez de continuar a debater as ideas de uma forma mais cientifica, o senhor passa a fazer ataques pessoais. Sobre estah area de conhecimento (Direito Internacional) o Aleris entende bem e so estava mesmo a nos fazer um favor de nos exclarecer as duvidas. E vc como um ignorante e besta autentico passa a fazer ataques pessoais. Se for dos erros, entende-se que foi por lapso. O senhor devia sim eh discutir as ideas e nao fraseologia, terminologia. De academico, o senhor nao eh mais academico que o Frank. Em STP temos muitos que falam bonitos, escrevem bonitos. Agora pergunto, com tanto bonito que eles falam e escrevem, o pais ganhou com isso? Mas se discutirmos as ideas, eh certo que sairiamos a ganhar. Sai dai o senhor Joao ignorante, besta autentico.

          Olha, desculpa-me pelo os acentos…nao levem a mal. O importante eh que passou a mensagem.

      • Adilino

        9 de Dezembro de 2011 as 1:39

        não sei porquê esse aparato todo o patricio não assinou o contrato com o governo regional mas sim com um grupo de individos agora que o governo regional quer ver esse acordo cumprido para cumer mais dinheiro isso quer mas não adimirem que tenha o dedo do governo regional nisso. o presidente do governo regional é vivo mas o patricio é ainda mais alguem ja vio o toze a tomar esse assunto como prioridade ele manda fazer querilha isso é coisa de campanha. dito por não dito. eu so não concordo que deem mais dinheiro para não do cassandra pois a quem esta a safar e a grande.

        • Osório

          9 de Dezembro de 2011 as 10:54

          O Príncipe tem motivos para fazer o que fez. O senhor Patrice enganou a população do Príncipe e já outros governantes fizeram o mesmo. Ele e a senhora Ângela têm a missão específica de destruir o Príncipe.
          Se houver manifestação eu serei uma das pessoas que estarei presente para manifestar o meu apoio.
          Osório – Ilha do Príncipe

      • Ponta Mina

        10 de Dezembro de 2011 as 12:18

        Eu também li esta proposta de um tal senhor Frank. É reveladora da ignorância que grassa entre nós, infelizmente, ainda. Este senhor não deve conhecer a História de S.Tomé e Príncipe. Por isso, vai dizendo os seus disparates, convencido que está a inventar a roda ou, em alternativa, convencidíssimo que está a prestar um grande serviço ao país. Quase sempre é esta a receita para os grandes problemas do país: debita-se idiotices ou simplicidades para resolver grandes e crónicos problemas. E, estes, mantêm-se firmemente entre nós, rindo da nossa grande inteligência perante a sua persistência.
        O senhor Frank deveria saber que este conflito inter-ilhas não apareceu quando ele nasceu, quando começou a aprender algo sobre a História de S.Tomé e Príncipe ou, ainda, quando tornou-se homem.
        A subordinação voluntária à centralidade política e administrativa de uma das ilhas em detrimento da outra nunca existiu, em S.Tomé e Príncipe, pelo menos, de forma evidente, desde o século XVIII. A construção arquipelágica foi feita, assim, ao longo dos tempos, com altos e baixos inerentes aos conflitos que moldaram este processo cujas elites locais tiveram um grande protagonismo.
        A independência do país veio acender este problema, desde o início, porque desprezou este dado histórico importante, querendo construir um país novo por cima deste registo, negligenciando o contributo da História para a interpretação e compreensão do passado e preparação do futuro. Tentou-se humilhar uma população inteira, suas idiossincrasias particulares e contributo que poderia dar para um pluralismo comunitário, de um país novo, com a tentativa de construção de um Estado centralista, napoleónico e dirigista em substituição do propalado colonialismo. Tentou-se diluir a importância idiossincrática do Príncipe, em termos culturais, dos costumes e valores, fazendo valer ou mostrar ao mundo um país novo, uno, indivisível, com uma organização política e administrativa que reflectisse esta realidade desprezando os efeitos da manifestação, mais tarde ou mais cedo, deste particularismo idiossincrático. Estas idiossincrasias insulares (S.Tomé e Príncipe como realidades culturais distintas) que nos deveria tornar mais forte e rico como um país novo, logo após a independência, foi substituída por um projecto napoleónico, diluidor da importância e valor de uma destas realidades em detrimento da afirmação da outra. Só que as pessoas esquecem-se que as “ coisas” têm o valor que têm e não desaparecem por decretos ou projectos realizados nos gabinetes ministeriais para o mundo ver.
        É óbvio que isto só poderia dar problemas como sempre deu. Foram remediando, ao longo dos tempos, estes problemas com sucessivos registos ou construções de realidades administrativas e/ou políticas q ue respondessem aos referidos problemas ao longo dos tempos. A organização administrativa e política do país, depois da independência, ao longo dos tempos, fornece bons indicadores para esta observação.
        Ou seja, a montante, existe um problema central que nos deveria enriquecer como país, acrescentando valor às nossas qualidades e produto plural que poderíamos oferecer ao mundo, como unidade arquipelágica, mas que é desvalorizado: respeito e valorização das realidades idiossincráticas insulares que nos definem como país. Isto pressupunha a existência de um Plano de organização, política e administrativa do país, que respeitasse esta realidade. O pior que poderíamos fazer é ignorar esta realidade, pensar e realizar política como coisa que ela não existisse, convencido que a nossa atitude ou tentativa de esmagamento de uma realidade sobre a outra tenderá a acontecer. Isto é um autêntico mito. As realidades culturais em presença emergirão sempre, com maior ou menor expressão, e farão vítimas de todos os lados.
        Só assim se compreende que um ministro de Educação numa cerimónia nacional, de natureza cultural, demonstre a sua aparente superioridade falando na Língua Forra em total desrespeito pelas pessoas que lá estão presentes e não percebem nada que ele quis expressar com o seu pensamento e atitude.
        Ou, ainda, que este senhor Frank tire da cartola este grande pensamento estratégico para resolver os nossos problemas crónicos que é “mudar o nome do país” para qualquer coisa como “país do Oeste Africano”.
        É óbvio que este senhor Frank está convencido, como provavelmente muitas outras pessoas, que mudando o nome do país estavam criadas as condições para a diluição da importância idiossincrática de umas das unidades insulares que constituem o nosso arquipélago em detrimento da outra e, como tal, a anulação dos problemas que ele mesmo diagnosticou como crónicos. Ou seja, as pessoas desapareciam, o Príncipe como realidade insular com as suas idiossincrasias próprias, culturais, valores, costumes, elite, etc., deixavam de existir, e, também, desapareciam os problemas todos só porque se mudou o nome do país. Ai está uma forma fácil de resolver um problema complexo.
        Ponta Mina

      • Rio do Ouro

        10 de Dezembro de 2011 as 12:18

        Aléris Frank, brilhante ideia, pois tirou-me a palavra da boca. A palavra “democrática” no nome dum país, nos dias de hoje, até soa mal aos ouvidos. Só não vê quem não quer.
        Saudações.

      • Alguem

        13 de Dezembro de 2011 as 5:48

        meu deus -.-”
        eu acho que se o pessoal nao arranjar um cinema ou diversao po pessoal sao tomense o caso vai de mal a pior!
        juntos somos um ha tanto tempo!
        juntos somos a merda que chamam de pobreza, a “merda de pais” que os proprios saotmenses dizem todos os dias..
        Juntos somos a razao dos turistas irem la e falarem bem de nos…
        e agora…
        subitamente em vez do povo pedir, lutar por aquilo que quer… ele faz como sempre ” FAZER SAO TOME VERGONHA” como sempre!
        quando eh que alguem vai pensar com mentalidade madura e segura que conversando eh que se entende?
        nao!
        Principe.. eu ja vivi em ti!
        Sao tome eu tambem ja vivi em ti!
        E digo uma coisa… um sem o outro eh mais MERDA AINDA!
        sera que voces nao veem?
        de certa forma um completa o outro!
        Principe… divorcias-te de sao tome…
        Como vais viver?
        vais ser so uma ilha isolada no oceano!
        se algo acontecer…
        tu nem tens como te safar sozinho!
        Se hospital de sao tome ja eh como eh…
        o teu quando nao der nao vais precisar do teu irmao hospital de sao tome?
        SAO TOME sem ti tambem nao eh…
        porque nao!
        todo esse tempo unidos… agora do nada te queres separar?
        a unica vantagem seria ganhar um guinesszinho do pais mais pequeno no mapa se calhar! -.-”
        epa se formos pa sermos bons que seremos juntos se for pa sermos podres como muitos parvos dizem ok! mas JUNTOS!

  2. JF

    8 de Dezembro de 2011 as 12:23

    Sou a favor de manifestações e protestos. Mas, queimar a bandeira Nacional!!!! Passaram dos limites. Devem ser penalizados por isso.

  3. Anca

    8 de Dezembro de 2011 as 12:23

    Punição, ao acto de queima do símbolo nacional, Bandeira Nacional, reposição da ordem do Estado – da qual pertencemos todos – São Tomé e Príncipe.

    Pois muitos sofreram, morreram, por este simbolo.

    Direito a manisfestação sim, mas destruição de símbolo nacional, deve ser punido.

    Ninguém deve estar, acima ou abaixo da lei, todos cidadãos devem ser responsabilizados pelos seus actos.

    Mais unidade, mais disciplina, mais transparência e ponderação, mais empenho nno trabalho, para à produção e distribuição equitativa de riqueza nacional.

  4. Calibre-12

    8 de Dezembro de 2011 as 12:24

    Desculpem-me reproduzir uma verdade nua e crua. O Senhor Patrice Trovoada é mesmo assim. Não é um homem de palavras. É um homem que sempre promete e nunca cumpre. O Povo que não o conhece que acredite nele. Tem falas mansas, conversas moles, mas não sabe o que significa cumprir com o prometido. Que o digam vários dos seus amigos gaboneses, libios, congoleses, equato-guineenses e muitos outros.
    O que aconteceu no Principe pode de facto ser o principio de alguma coisa que poderá vir a se complicar. No entanto não acredito que por detrás disso estejam interesses polirtico-partidários mas sim uma manifestação de revolta por promessas feitas e agora negadas em serem cumpridas.
    Senhor Patrice que seja mais homem e procure ser mais honesto!

    • Anca

      8 de Dezembro de 2011 as 14:25

      Uma Lição

      Que sirva de exemplo, em Política

      O que se diz, o que se escreve, o que se dá, nas campanhas políticas ou eleitorais, ainda não está legitimado pela maioria do povo soberano Santomense.

      Os actores políticos que o fazem, fazem na condição em que se encontram como, candidatos, e membros de Partidos Políticos, nunca como legítimos, representantes da instituições públicas do país(território/população), eleitos do povo.

      Pois só são legitimados, após a observação do escrutínios eleitorais e aferição de contagem de votos pela CNE, e publicação autenticação dos resultados pelos Tribunais, embora ainda assim, os candidatos eleitos, tenham que esperar, pela tomada de posse, para sua efectiva legitimação como Presidentes da República, Primeiros Ministros, Ministros, Deputados, Presidentes de Câmaras, Presidentes Regional.

      Por isso, tudo que se diz e se escreve nas campanhas, “nos banhos”, não passam de “águas de bacalhau”, porque de bacalhau, nem dinheiro o país(território/população) tem para compra-lo, pois somos um país de preguiçosos, pobres e miséraveis, por isso só devem ser encaradas como promessas eleitorais, nada mais do que isso.

      Pois existe uma legitimação, de uma assembleia Nacional, Regional que Municipal, que aprova ou não o programa dos Governos, assim é no Sistema democrático, no Estado – que somos todos nós – de direito democrático.

      Pratiquemos o bem

      Pois o bem

      Fica-nos bem

      Santomenses

      Pois quem viola a lei, deve ser punido, ninguém deve estar acima ou abaixo da lei.

      Queima da Bandeira, Símbolo de Identidade do Povo Santomense, constitui um crime de Guerra, pois deve ser punido exemplarmente.

      • Anca

        8 de Dezembro de 2011 as 14:38

        Mais Unidade, Mais Disciplina, Mais Trabalho, Mais Transparência, Humildade e Ponderação.
        Mais empenho no trabalho, para invertemos a situação de extrema miséria e pobreza, em que o país(território/população) se encontra, 29% das nossas crianças, são mal nutridas, as mulheres,os jovens e idosos sofrem privações e violência domestica, a fome no país, somente 8%, do orçamento de Estado – do qual pertencemos todos – provém do esforço,trabalho e contribuição, nacional, pois somos preguiçosos, produzimos pouco, trabalhamos pouco para criar, riqueza interna, o pais(território/população), e sua instituições, para o seu funcionamento, está entregue às imposições devido ao financiamento externo do Orçamento do Estado – do qual somos parte integrante, com o conseguente risco da perda da soberania nacional.

        Pratiquemos o bem

        Pois o bem

        Fica-nos bem

        Santomenses

      • João P.

        8 de Dezembro de 2011 as 16:11

        O senhor também deveria saber que humilhar uma população atá aos limites do seu sofrimento deve ser punido com crime de guerra, ou não? Quem humilha ao ponto de querer matar devagarinho uma população inteira, subordinando-a ao sofrimento, humilhação e marginalidade deve ser castigado. Ou o senhor dá mais valor ao símbolismo da queima da bandeira do que a vida humana de milhares de pessoas que têm vindo a sofrer no Príncipe por causa de um descarrado, sem escrúpulos e arrogante governo central só porque não gosta da população do Príncipe? O senhor é livre de não gostar da população do Príncipe mas não pode valorizar mais um acto simbólico de queima da bandeira por pessoas que estão fartas de sofrer na marginalização e humilhação que pratica este acto como defesa da sua sobrevivência. Onde é que o senhor estava este tempo todo que não disse nada em favor da população do Príncipe que tanto tem sofrido com a atitude deste e outros governos centrais? A sua opinião só terá credibilidade junto dos leitores quando o senhor criticar ambas as posições e valorizar mais o sofrimento de um povo que sofre há bastante tempo esta humilhação e marginalidade por causa de um governo central incompetente, corrupto e divisionista. Caso contrário eu não lhe dou qualquer valor porque o senhor deve ser da mesma estirpe daqueles governantes.
        João P.

        • Fála sétu!

          9 de Dezembro de 2011 as 16:32

          As questões do não desenvolvimento do Principe comparado com a ilha de S.Tomé tem sido abordada de forma muito apaixonada por muitos naturais do Príncipe. Não ha dúvidas de que o Príncipe esta muito longe do que qualquer natural desejaria. Mas essa de se criminalizar os diferentes chefes de Governos centrais como inimigos do Príncipe é um exagero! Qualquer individuo que assuma a liderança do Governo Central torna-se imediatamente, aos olhos de alguns naturais do Príncipe, inimigo do Príncipe. Até a Angela que é natural da ilha, so porque esta no Governo alguns ja a consideram também como inimiga. No dia em que Tozé, Capala, Bano, Alamão ou outro natural do Principe se tornar Chefe de um Governo Nacional há de se tornar irremediavelment “inimigo” do Príncipe pois, por mais vontade que tenha, não poderá satisfazer muitos dos desejos dos principenses pois terá que gerir uma miséria de orçamento, até um dia.

          • Telmo

            9 de Dezembro de 2011 as 17:55

            Não é exagero, não senhor, Fala Setú.
            Você se esteve atento deveria reparar nalgumas injustiças, para não dizer outra coisa, que foi cometida contra a região do Príncipe e sua população.
            Vou lhe dar alguns exemplos:

            A- Qualquer país, com governantes de boa fé, estando a pensar conceber um projecto de cabo submarino para o referido país, a primeira coisa que deveria fazer seria pensar num plano global para a sua implementação – curto, médio e longo prazos – e englobar nele todas as parcelas do referido país, tendo em conta até, a realidade arquipelágica do mesmo. Para tal, todas as instituiçõies representativas das parcelas deste país, ou com interesses neste projecto, deveriam ser informadas sobre os propósitos deste investimento, contributos que poderiam dar, contexto temporal de realização, parcerias, etc., de forma a ficarem informados e darem o seu contributo, eventualmente, para o referido projecto. Além disso, este projecto não deveria excluir nenhuma parcela do território nacional e, mesmo que isto fosse atendível no curto prazo, esta informação deveria ser apresentada e discutida com todos os parceiros de todas as parcelas do país. Foi assim que Cabo Verde fez. O que é que o senhor Rafael Branco e o senhor Patrice fizeram? Fizeram tudo escondido, excluiram o Príncipe do projecto e apresentaram-no como um produto acabado marginalizando o Príncipe do processo. O senhor acha que isto não tem a ver com atitude pessoal dos políticos? É mesmo isto. É uma atitude pessoal que nem todas as pessoas fariam da mesma forma porque nem todas as pessoas carregam este lado de malvadez, de má-fé contra outras pessoas. Se fosse algo feito de boa fé o Príncipe não seria excluído deste processo. Portanto, o problema não é de toda a gente, ou de todo o político que ocupa as cadeiras no governo central. O problemas tem a ver com opções políticas que roçam ao negativismo, a malvadez, ao ódio. O senhor não está a imaginar que os Caboverdianos fariam isto, pois não? Eles têm outra noção de Estado, outra formação e noção de solidariedade e vivência em comunidade.

            B-Não sei se o senhor se lembra quando foi o processo de construção da Doca Pesca. Discutia-se se era preferível investir aquele dinheiro naquele projecto ou utilizá-lo para requlificar o aeroporto do Príncipe. Optaram pela construção da referida Doca Pesca, mandando 5 milhões de dólares para o ar com o investimento naquele projecto. Hoje em dia aquela infraestrutura está ai sem qualquer utilidade prática. Queimaram 5 milhões de dólares na construção daquele elefante branco quando deveriam requalificar o aeroporto do Príncipe e dotá-lo de condições modernas de utilização. Quando um empresário estrangeiro quis investir na requalificação do referido aeroporto os governantes em S.Tomé fizeram um grande banzé contra este investimento porque não concordavam com a opção em causa. O senhor não acha que estra atitude está no tipo de pessoas que tomam opções políticas no país? Isto não tem nada a ver com escassez de meios ou recursos, tem a ver com atitude política discriminatória perante o Príncípe.

            C- O senhor já reparou que o governo Regional conseguiu mobilizar um grande investimento estrangeiro para a referida ilha, numa altura em que este tipo de investimento não é usual tendo em conta a conjuntura internacional. Esparava-se, depois deste grande trabalho do governo regional, que as autoridades do governo central ficassem satisfeitíssimas e, até, “ajaoelhassem” agradecendo ao governo regional e referido empresário a disponibilidade para investir no Príncipe e no país, tendo em conta a conjuntura internacional. Não! O que é que o governo central andou a fazer? Andou e anda a atrapalhar os referidos investimentos, colocando obstáculos, colocando travões, ou seja, fazendo tudo para que as coisas não se realizem. Um governo central de um país faz isso? Pelo contrário! Deveria, até,criar condições a nível de isenção fiscal e de outra natureza para que estes investimentos ficassem no país tendo em conta a realidade do nosso país que não consegue mobilizar mais investimentos estrangeiros para cá. O senhor acha que Cabo Verde faria isto?
            As notícias que chegam de Portugal e outros países de Europa estão todas relacionadas com criação de condições para atracção de investimentos estrangeiros, até ao nível diplomático vão requalificar as embaixadas para consegirem fazer isto. E nós, que somos burros e totôs, criamos condições para os empresários que querem investir cá possam não fazê-lo. O senhor não acha que isto tem a ver com opções políticas individuais? Não tem nada a ver com falta ou escassez de recursos.
            Telmo

    • Chocolate-Biológico

      8 de Dezembro de 2011 as 15:09

      Calibre-12, “abra os olhos e fecha a vista”, como cá nas ilhas se diz meu caro.

      Se isto não tem a assinatura dos “ditos e reconhecidos separatistas” e de alguns outros oportunistas não sei. Poderás apontar contra mim o teu “Calibre-12”.

      Cito-lhe: – “…não acredito que por detrás disso estejam interesses polirtico-partidários mas sim uma manifestação de revolta por promessas feitas e agora negadas em serem cumpridas”. Fim do citado.

      •Pergunto, a assinatura das promessas foram feitas as escondidas???
      •Foram feitos em forma panfletário??? ou…
      •Foram eles assinados no escuro durante à noite (meia-noite)???

      Se é tudo verdade, se não há 2. nem 3.- Intenções por detrás, porque não demonstrar durante o dia reivindicando o acordo num ontem assinado???

      Qual é a posição dos signatários pela parte da Sociedade Civil do do Príncipe, em relação a esses acontecimentos???

      Estarão eles ou parte deles por detrás disto tudo???

      Não será que os ditos “Wuê papelo do acordo lá no Príncipe”, esperavam colher dividendos pessoais, que hoje não sendo possível chegar a eles, se vejem desesperados e se lancem a essas acções???

      E porque escolher a noite para essa acção, partindo de princípio de que…, demonstrar é um direito legal???

      Se não terá sido premeditado, o por eles executado, porque um aguardar da noite???

      Será legal a queima do símbolo Nacional e em praça pública???

      Calibre-12, só espero que os tiros não lhe saiam pela colatra!!!

      Um salve a todos
      Chocolate-Biológico

  5. Coelho na Cartola

    8 de Dezembro de 2011 as 12:25

    Isto está a ficar feito. Isso ainda vai dar banzé!

  6. realista

    8 de Dezembro de 2011 as 12:29

    nao sou do ADI mais pelo entender isto tem mao metido do MLSTP E PCD EM VEZ de estarem
    no parlamento a defender os interreses do povo criam instabilidade na sociedade para derrubar o governo porque ja tenhem sede do poder credo,credo,credo deicha o governo trabalhar tudo tem um tempo nada e eterno patricios no fim se o governo nao trabalhar sera castigado nas urnas,causadores de instabilidade SOCIAL E GOVERNATIVA PCD do DELFIN NEVES e MLSTP de Rafael Branco,Maria Neves se houvesse justica ja estariam entre quatro paredes com um cafuca igual aos outros reclusos que roubam galinhas.

  7. Anca

    8 de Dezembro de 2011 as 13:00

    É só Bicharadas

    Estamos entregues a bicharadas.

    • Anca

      8 de Dezembro de 2011 as 13:10

      Casa onde não tem pão, todos ralham e ninguém tem razão.

      Ganhemos gosto e empenho pelo trabalho árduo.

      Pratiquemos o bem

      Pois o bem

      Fica-nos bem

      Santomenses

      • Moncó

        8 de Dezembro de 2011 as 16:47

        Caro Anca.Concordo com essa expressão, aliás tenho gostado de algumas intrevenções da sua parte neste espaço. Mas devo lhe dizer que nesse caso concreto, exceptuando a queima da bandeira que deve ser condendo com veemência, o povo Príncipe até tem sido brando para com a classe política, mesmo até com o governo do Príncipe. Se tiver um dia oportunidade de visitar o Príncipe constatará o que digo. A falsa imagem que alguns tentam passar de que o governo está a desenvolver, em nada corresponde à realidade.
        Abraços fraternos

  8. Voz do Povo

    8 de Dezembro de 2011 as 13:34

    Meus Senhores a onde e que estamos a final pelo visto ja saimos de saotomensse e fomos pra Libia ,mas a justiça tem que funcionar seriamente a este mao feitores que queimaram a bandeira isto ker dizer que nao respeitou a nossa patria.onde e que foram os Esforços da Alda Espirito Santo Rei Amador e outros Por favor po Senhor Ministro de ordem Interna temos que fazer alguma coisa de forma que eles saibam que STP ja nao e STP de hoje onde muitos andaram a fazer coisas Impropria agora que Exite Aguem a por Ordem nisso e que querem abusar…………………

    Quer que sim Quer Que nao o Patrice Trovoada é o Nosso Primeiro Ministro e temos que Aceitar,

    Punda Tudu Non Sebe cuma non na ca Ximia Bana oze me Cota ozeme Fa. Tenhamos Calma………

    • Moncó

      8 de Dezembro de 2011 as 16:49

      Já alguma vez o senhor esteve no Príncipe?

      • PETER

        9 de Dezembro de 2011 as 13:27

        Ele nunca esteve no principe sim mas o facto de queimar a bandeira nacional merece um castigo.
        todo nos sabemos que quem esta atras disso e que vos ensinou a queimar bandeira e o senhor chefe dos bufalos.
        se eu fosse autoridade prendia-lo. e ele falava a verdade.

    • Gabriel

      9 de Dezembro de 2011 as 15:13

      é o que tenho dito aos meus cambas isto um dia ira tornar em mar de sangue como em tempo de gorgulho porque não só o príncipe como em são tome e principe em geral os ditos políticos acham-se dono de tudo e que com o tempo veremos coisas piores que são Tomé e príncipe precisa de homens corajosos que diz basta precisa e um dia tenho a certeza que esta coragem vira e não só queimar a bandeira como também queimar esses vigaristas todos.estamos cansados da vironiaaaaaaaaaaaaaa

    • J.p

      9 de Dezembro de 2011 as 15:35

      isto tudo já deveria ter acontecido a mais tempo e espero por outra melhor e com maior dimensão. são Tomé e príncipe é de nós todos e não de meia dúzia de gajos. oxalá que essa manifestação se torne como o norte de África e abrange todo são Tomé e príncipe.estamos cansados senhoresssssssssssssssssssssssssssssssssss

    • G.M

      9 de Dezembro de 2011 as 15:43

      kakaka a sá cu mendo de revuluçon cua piólo sa ca bi

  9. S. Tomé de peito e coração

    8 de Dezembro de 2011 as 13:43

    Punição, ao acto de queima do símbolo nacional, Bandeira Nacional, reposição da ordem do Estado – da qual pertencemos todos – São Tomé e Príncipe.
    Olha isto ñ vai para por aqui em breve olha oquê diz no panfleto

  10. Estrangeiro

    8 de Dezembro de 2011 as 13:48

    Adorei meus patrícios isso é que temos que lutar para o bem da nossa linda ilha, ninguém esta em cima da lei ou debaixo da lei, quando impede o desenvolvimento do País ou de uma Região Autónoma, sabes o que é isso, a falta de boas práticas Governativas do Governo Central e a falta de mentalidade para saber monitorizar investimento para Capital do País, sustenta na inveja que sentem das boas práticas que o Governo Regional do Príncipe tem vindo a aprimorar, ostentar buscar melhorias para à Região.

    A visão positiva que esse Governo Central deveria ter é que se à Capital do País desenvolvi o mercado de trabalho ganha uma outra rotina, se a Região desenvolvi também acontece o mesmo, mas a questão do Governo Central não é essa mas sim a de bloquear trabalho de casa da outrem, o Governo Regional faz o seu o Governo Central também devi fazer o seu, se ajuntar-mos todos esses trabalhos será um País mais prospero para os São-Tomenses,mas desse jeito não dá nenhuma das partis deve bloquear politica da outra .O governo central aparece agora andrajosamento, é claro que os Principiano só pode reagir dessa forma, é preciso que haja nos políticos uma verdadeira cultura política o Primeiro Ministro é criança claro que não o que quer é gozar das pessoas e de que maneira.

  11. Paparazi

    8 de Dezembro de 2011 as 13:54

    Concordo com calibre12 o Patrice trovoada nao e serio assino em baixo agora ele tem isso quem promete tempestade aguenta as suas consequências sr Patrice se serio uma vez na vida

  12. Paparazi

    8 de Dezembro de 2011 as 13:59

    Sr Patrice agora que o barco esta a ficar pesado com esta carga toda aproveita ja tira Pe. Põe a tua 1 carta de demissão vê se o pinto te aceita tira Pe. Enquanto e cedo quega ca passa canua êh ncam da cu cinta naua

    • realista

      8 de Dezembro de 2011 as 16:48

      pra pais ser governado outra vez pelos tubaroes do mlstp e leoes de pcd por amor de Deus O PAIS nunca desenvolve com troca constante de governo isto porque cada um vai pra saber de si e nao da vida do povinho ja sabem que aquilo e temporario.

    • "Tentchi Urabu Caná"

      9 de Dezembro de 2011 as 9:14

      Tudo o que tenho ouvido e lido me leva a dizer o seguinte:
      Acho de muito grave o sucedido mas não gostaría que esse triste acontecimento venha a servir de “escape” para se esconder os graves problemas que afectam à Região desde 1975 à essa parte.
      Acredito ainda que existem possibilidades de resolução dos graves problemas que nos afectam se houver vontade de todos nesse sentido.
      Por exemplo: Porquê não realizar como o prometido aquando do Fórum de Unidade Nacional- UM MINIFÓRUM SOB AS QUESTÕES DO PRÍNCIPE, cá na Região com todos os interessados?
      Outra pergunta que se me ocorreu de momento: Os Produtos Interno e Nacionais têm sido “regularmente” bem divididos ao longo desses 36 anos?
      Portanto, deixem de especulações e deixem que as investigações prossigam até serem apuradas as responsabilidades!
      OBRIGADO PELA VOSSA ATENÇÃO.

  13. Besta

    8 de Dezembro de 2011 as 14:15

    Serrra que o patrice trovada quer aranjar esta confusão para entregar o nosso principe para gabão?
    elle tem divida com gabão.
    aguardando a resposta.

    • luana

      8 de Dezembro de 2011 as 23:54

      jamais seremos colonias de novo

  14. fernanda

    8 de Dezembro de 2011 as 14:27

    E se eu vos dissesse que são alguns militantes do ADI descontentes que fiseram isso?
    Não é dificil confirmar, principe é pequeno.
    Disse

  15. guerra

    8 de Dezembro de 2011 as 14:31

    Gostei de forma como escrevis-te o teu texto

  16. Aléris Frank

    8 de Dezembro de 2011 as 14:39

    Novo nome para STP: “República de São Tomé”

    Concordo com a manisfestação dos habitantes do Príncipe, mas descordo por completo com a atitude destes em queimar a bandeira nacional. Esta atitude traduz-se num crime de traição contra a defesa nacional, conforme os termos do artigo 64º da constituição da república ela é punível com as sanções mais graves.

    Neste sentido, e de forma a evitar males maiores, é de capital importância propor ao Governo e a sua Exª Senhor Presidente da República o segunite:

    Ao governo, exorto a criação de uma comissão da verdade para apurar todos implicados por de trás disto.

    À sua Exª Senhor Presidente da República proponho a criação de um conselho de concertação e de consenso nacional para alteração do nome oficial do país através de um referendo, que este em vez de se chamar de “República Democrática de São Tomé e Príncipe”, que chamasse apenas de “República de São Tomé”, com a capital de nome “Ana Chave” onde incluiria também a ilha do “Príncipe” dentro desta mesma República. A capital da ilha do Principe continuaria a se chamar de “Santo António”.

    Mas para isso, caberia a entidade central criar mecanismos para que a população do Príncipe tenha acesso às mesmas oportunidades (eletricidade, bens de primeira necessidade, saúde, etc…) tal igual aos residentes na ilha mãe, S.Tomé. Caberia também a entidade central criar condições para que haja ligações frequentes e a preços acessíveis tanto ela marítima como aérea. Isso ajudaria o fluxo do mercado e a económia da ilha, e consequentemente estimularia investimentos internos e externos, e oportunidades de empregos.

    Caros leitores!

    A minha proposta em alterar o nome oficial do país centra-se o facto de, o nome de ” República Democrática de São Tomé e Príncipe” ser muito longo e também conter em si algo susceptível de sentimento de divisionimso. Havendo um único nome, creio eu que este sentimento poderia até ser menos vísivel. Um único nome deixa transparecer mais união à nação.

    Um bem haja e cumprimentos a partir de Taipei!

    • João P.

      8 de Dezembro de 2011 as 20:03

      Já agora o nome ficaria “República do Príncipe”. É mais bonito do que “República de S.Tomé” Ou não? Já agora a capital passaria para o Príncipe porque, tendo em conta os condicionalismos de abandono e marginalidade em que esta tem sido votada pelos diversos governos centrais seria uma boa forma para, estanado ai a capital do país, criar condições para o seu desenvolvimento. Que tal senhor Aléris? Esta é a minha proposta para referendo.E já agora, também aproveitava-se a oportunidade para julgar, num Tribunal Internacional, todos aqueles políticos do governo central, desde a independência do país, que contribuiram com as suas acções para a marginalização e humilhação do Príncipe, no contexto nacional criando condições para que aquela parte do país estivesse nas condições que se encontra. Esta é a minha proposta para o referido referendo senhor Aléris. O que o senhor acha disto? Os seus familiares foram tais governantes? O senhor concorda com esta hipótese?
      Saudações
      João P.

      • Luis Guilherme

        9 de Dezembro de 2011 as 11:46

        Bom dia,
        A parte a hironia da sua resposta, tb não concordo que o país passase a chamar-se apenas S.Tomé, pois este ja é o nome de uma das ilhas. Precisavamos de encontrar uma designação que não fizesse alusão a nenhuma das ilhas, que alias continuariam a chamar-se Principe e S.Tomé. A ideia da capital chamar-se Cidade de Ana Chaves, em vez de S.Tomé, não me parece má.

        • Luis Guilherme

          9 de Dezembro de 2011 as 11:55

          passase=passasse

          • Aléris Frank

            9 de Dezembro de 2011 as 13:10

            Caro Luis Miguel,

            Quanto ao nome, tomando em conta a nossa história e localização geográfica como país em que a maioria da população é originária da Africa Ocidental, paralém do nome “República de São Tome” sugeria o seguinte nome: República Ocidental Africana” o que em inglês seria “West Africa Republic”.

            Até porque com este nome o pais ganharia uma projeção internacionl maior porque nome em si já deixa qualquer indíviduo estrangeiro ter uma idea mais alargada sobre a localização do pais do que simplesmente uma ” República de São Tomé”. O país ganharia com isso no contexto turístico económico.

            Um bem haja e cumprimentos a partir de Taipei!

          • Aléris Frank

            9 de Dezembro de 2011 as 13:13

            Me desculpe,

            Queria eu lhe chamar de Luis Guilherme e não Luis Miguel.

  17. Francisco Ambrósio Agnelo

    8 de Dezembro de 2011 as 16:28

    Fomos ensinados a fazer o mais difícil. Portanto, fazemo-lo com todo o prazer, mesmo sabendo que não é a forma ideal para solucionar o problema. Temos assistido casos desses géneros naquele mundo onde não existe o estado de direito, imperando guerrilha como a forma de resolução de problema, ao invés de diálogo, na busca do consenso. Não quero acreditar que o nosso País hoje vive o estado de sítio, para tal refiro ao Zeca Afonso” Os meninos a volta da fogueira…vem saber o que custou a Liberdade” A queima de um dos maiores símbolo da República, implica que a autoridade faça valer o seu feito. Não obstante tratar-se de um acto isolado, a ligação ao caso Promessa do 1º Ministro, não deve figurar pois, a promessa não é tangível. Promessa é um acto moral, que diz respeito ao promissor e a pessoa ou grupo a qual foi prometido algo; não tem existência real. A insatisfação pelo incumprimento da promessa não pode ter como recurso a violência.

  18. fernanda

    8 de Dezembro de 2011 as 16:43

    Gente,
    a bandeira não deve ser retirada as 17.30h e asteada as 8h da manhã? Onde então ela apareceu de noite para ser queimada?

    • Moncó

      8 de Dezembro de 2011 as 16:52

      Boa pergunta. Mas é preciso saber que muita gente pode ter uma bandeir em sua casa.

      • Original

        9 de Dezembro de 2011 as 6:35

        Se alguém tivesse bandeira em sua casa e a tivesse queimado,o que estava no mastro ainda ainda lá estaria.

      • Original

        9 de Dezembro de 2011 as 7:06

        Acho que quem praticou este acto prestou um péssimo contributo à Ilha de Príncipe porque achou que qualquer fim justifica a causa;ora vejamos:compreendo que Príncipe neste momento necessita muito mais que S.Tomé porque basta dar uma olhadela às estradas de Príncipe,às Infra Estruturas,a cidade em si contrasta com aquilo que se vê em S.Tomé.Seria preferível organizar manifestação de rua exigindo melhorias doa a quem doer tudo em nome de melhoria da população e Ilha em geral.Agora estar frustado e queimar a Bandeira Nacional? Foi uma menssagem negativa transmitida aos parceiros da Região porque quer dizer que quando estamos chateados também poderemos dar cabo das Infra Estruturas como forma de manifestarmos o nosso descontentamento.Não vejo isto como forma de manifestação em relação a algo que vai mal mas sim um acto de vandalismo.Se não for travado esta tendência,próprio Governo da Região,Assembleia etc não estará seguro porque deixa de ser o problema de Príncipe para com S.Tomé e ser Píncipe e Príncipe.Podem crer que este acto vai ter um impacto negativo na confiança dos parceiros porque vão dizer:
        se Não respeitaram a Bandeira da República a nós é que vão respeitar?
        Espero que este acto seja considerado um acto isolado e não vontade da população em seguir esta via para renvidicar os seus direitos na calada da noite.População de Príncipe não é aquilo que se pinta aí fora.Obrigado

        • Nicolau

          9 de Dezembro de 2011 as 11:28

          Não senhor Original. Foi com esta brincadeira, de manifestação em manifestação, sem resultados nenhuns que os diversos governos centrais foram marginalizando o Príncipe durante 40 anos.Basta! Cada um escolhe o seu caminho e cada um vai para o seu lado. Nenhum povo que é maltratado e marginalizado gosta de estar a sofrer esta situação durante anos. A população do Príncipe não é especial e única do mundo que gosta preferencialmente de sofrer no silêncio. É isto que os senhores gostariam que acontecesse.
          Se o governo regional andou a esforçar-se, a trabalhar, para conseguir mobilizar investimentos estrangeiros para a ilha, porque o governo central nega fazer investimentos públicos no Príncipe, o senhor acha que este esforço do governo regional pode ser desprezado só porque o senhor primeiro-ministro não quer que o Príncipe avance?
          O senhor primeiro-ministro e seu governo têm travado o desenvolvimento do Píncipe porque, em vez de acarinhar os esforços que governo regional tem feito tudo para o desenvolvimento da ilha tem criado obstáculos ao seu desenvolvimento impedindo o empresário de investir, criando complicações, e barreiras. Porquê? O Príncipe não tem direito a desenvolcer? Enquanto outros países procuram investimentos estrangeiro para os seus países, e muitos não conseguem, tendo em conta a conjuntura internacional, nós cá temos um governo central que tenta sabotar os esforços do governo regional e impedir o progresso de uma região, só porque não gosta da sua população. Porquê?
          Nicolau

        • Luis Guilherme

          9 de Dezembro de 2011 as 11:58

          Concordo com o que disse.
          Gostaria de FELICITAR as Autoridades Regionais que, na pessoa do Sr. Nestor Umbelina, veio ao público criticar e condenar o acto, como era de esperar!!!
          Unidos venceremos!!!

  19. Manuel da Tindade Rodrgues Costa

    8 de Dezembro de 2011 as 16:59

    Exigência de um novo modelo de divisão Autarca e Administrativa do País:Prínce com autonomia Regeonal;mas com a representação do primeiro Ministro,dosTribunais Administrativos,representante da Presidência da República,A substituição da designação do Presidente Regional,pela designação do Governador ! Determinar a nova divisão Administrativa dos Distritos pela autonomia Distrital em que os tituídos Presidentes das Câmaras seriam substituídos pelos Governadores !Devia-se dividir as Zonas em Eixos de Interesses e desenvolvimentos Económicos e Infra-estruturras para desenvolvimento,formações profisionais/acdemias de pecoária,agricultura,pescas,turismo,apicultura,criação de gados,cavalos,suinos,aves,indústrias,pontes,montagem e reparação de máquinas agrícolas,construção e estaleiros naval,base avançada e formação para manutenção/reparações de aviões e helicópteros para buscas e salvamentos,combate á fogos,formações de pilotos,guardas costeras,força aérea,GNR com respctivos cavalos e veterinários,Academia Militar,com formações profissionais várias,escola de cultura e musigas/col.coinhas dancas,artes,culturas,laborratórios de estudos e fabricos de medicamentos,cadernos de encargos,nos contratos;deste modo proteger a soberania,dignidade dos quadros,contra os abusos dos estrangeiros e algumas empresas nacionais fantasmas e capitalistas selvagens nacionais com os vícios de má fé e de capitalismo selvagem diferendo do capitalismo normal! Alguns políticos que estiveram no poder fabricaram a nossa pobreza no laborratório esbanjando todas as ajudas internacionais em proveitos próprios,sem criar as infra-estruturas para sustentarem as crises do mundo,tornando-se exploradores dos santomenses,dos parceiros,dos pobres ! Se ao Pinto da Costa e a Dona Alda do Espiroto santo que os ensinaram o (BABA) da política e os recrutaram para os cargos da soberania do Estado/Administração Pública/Tribunais/Embaixadas e atribução da confiânca Política e Partidária Eles fizeram a vida N´gra ao contrário dos agradecimentos!Aos primeiros quadros nacionais que prestaram os serviços sacrificados à Nação,muitas vezes impedidos de saídas para formações nos Exteriores do País,/classe Média foram desabados,transformando-se em mendigos das Empresas Políticas/Refens da classe Políticas Morribundas que não Estão Politicamente preparados para acompanharem as Mudanças que a Nova Geração Exige para criarem uma justiça Social e divisão justa da riqueza !Pela experiência vivida O Senhor Primeiro Ministro Patrício Trovoada e mesmo o Senhor Presidente Pinto da Costa,não terão forças para vencerem este Lobe/se não pedirem apoios as instâncias Internacionais/ONU/para ajudarem a organizar o Estado/Tribunais/Administração Central do Estado/Região Autónoma do Príncipe e outras;As Cámaras/Ditarem uma nova divisão Administrativa para Autonomia Distrital/Nova divisão e Eixos pra desenvolvimento Económico;/Desenvolver Orgãos de Informações do estado(inteligência),em todas as Empresas do estado e privadas dentro do país para a protcção do Estado e das mesmas !Homenagear os Quadros que foram racrificados durante a Revolução,como Exemplos para os quadros mais Jovens e os devidos respeitos !Dr.Pinto da Costa/Dr. Patrício Trovoada;ainda não deram conta que do mesmo modo que os Lobes se apoderarm-se dos bens nacionalizados aos Cololos,pelo Analfatismo políticos,tornaram-se tambem donos de tudo e de Todos,querendo nos passar a uma nova Sociedade Parlamentarista/resistentes à Reformas Económicas/Políticas/Social/Reformas Parlamentares/dos Tribunais/Empresas e Orgãos sencíveis ! É de saber que a história dita :que São Tomé e Príncipe sempre sofreu um estilo socio cultural,que tende a repetir de uma forma desfarçada,sobre pena de os protagonistas,virem a passar o que passou GUNGUHANA/Cadafi . A nova geração vos deram as Últimas Oportunidades ! DEIXO as ANÁLIZE para O SENHOR MINISTRO DA ORDEM INTERNA,QUE SEMPRE FOI COMPANHEIRO DA NOSSA TRINCHEIRA VETERANO,FORMADO NA MTÉRIA E CONHECE CADA UM DOS SANTOMENSES COMO A PALMA DAS NOSSAS MÃOS.NO FIM DO MANDATO SÓ TEMOS QUE PEDIR CONTAS DE UMA BOA GOVERNAÇÃO AOS :Dr.PINTO DA COSTA/Dr.PATRÍCIO TROVODA À QUEM OS PARCEIROS DETERMINARAM CONFIÂNÇA E INSTRUMENTOS DE AJUDAS EM TODOS OS CAMPOS E INSTITUIÇÕES INTERNACIONAIS….pOREQUE SOU HAMANITÁRIO E PENSADOR JUSTO !

  20. Moncó

    8 de Dezembro de 2011 as 17:01

    Meus caros co-participantes do fórum, temos todos que condenar o acto da queima da bandeira. Mas devemos ter mesma atitude para com toda a classe política que ao longo desses 36 anos nos têm impedido de ter uma vida melhor, porque o crime da queima da bandeira não se compara com roubo a que o país tem sido vítima por parte dos governantes. Xi kwá ná daná fa, ê ná cá cloncetáfa.
    Abraços

  21. fidelito

    8 de Dezembro de 2011 as 17:09

    Tomaram “BANHO” agora aguentam!

    Mas, aguentam com calma, e nunca queimam a bandeira da nossa bela Pátria.

    E que tal do aeroporto?

    Houve manifestação…?

    Já foi construido?

    • Estevão

      8 de Dezembro de 2011 as 20:13

      Mas qual bela Pátria senhor Fidelito? Aquela miséria de corruptos, malcriados, iletrados, burros, pândegos é que o senhor chaama bela pátria. O senhor deve estar a sonhar. Provavelmente o senhor é um dos que o poder ofereceu tudo e estando gordo, agora, muito gordo, acha que a população do Príncipe deve sofrer. Acho que a população do Príncipe fez muito bem. E já deveria tê-lo feito há muito tempo, pois, um país que tem gente como o senhor que passa a vida na engorda a custa do povo e brinca com o seu sofrimento deve ter exemplos destes para vos obrigar a parar. É pena que estas coisas, estes actos de bravura, só vêm da população do Príncipe. Grande povo! Grande povo! As pessoas cá em S.Tomé deveriam começar a fazer o mesmo para que pessoas como o senhor passassem a vida a esconder como ratos, com medo de sairem para a rua. Como o senhor sabe que cá em S.Tomé a população tem medo, não é como a população do Príncipe, o senhor tem condições para estar a falar cá na Internet. Mas, o senhor pode esperar, as coisas estão a evoluir.
      Viva a Ilha do Príncipe
      Viva o Tozé Cassandra
      Viva Pinto da Costa
      Viva S.Tomé e Príncipe
      Estevão

      • PETER

        9 de Dezembro de 2011 as 14:11

        Meu brother Estevao fica calma, entendemos a situacao. mas nao e o Patrice que criou isto ou estas situacoes do principe, voce bem sabe, estavamos juntos em gabao sofremos juntos, a maioria do pessoal da frente eram do principe, o patrice estava na escola quando fujimos de sao tome e do principe, esta situacao do principe ja vinha desde a independencia, agora como o patrice e fraco querem lhe atribuir a culpa de todos os problemas nao so do principe como de sao tome??? nao meus amigos, sou solidario convosco, mas criar pe de galo agora com ADI ou Patrice???
        viva principe
        viva sao tome
        viva patrice
        Man peter.

  22. FalarVerdade

    8 de Dezembro de 2011 as 17:29

    Caro amigao do Principe
    Manifestacao é aceite mais convenhamos QUEIMAR a bandeira nacional é um crime. sera que as pessoas que fizeram parate desta manifestacao nao passaram da escola? acha que dessa forma é que as coisas vao funcionar? quem esta por traz disso vai ter que responder…. Espero ver a nossa JUSTCA funcionar… Viva STP

    • Jujú

      9 de Dezembro de 2011 as 11:37

      O senhor pode mandar um batalhão de soldados para prender as pessoas que cometeram este acto. No entanto, não se esqueça também de criar condições para que todos aqueles que fizeram mal ao Príncipe, desde a independência nacional, durante quase 40 anos, marginalizando a sua população, matando-a, prendendo os filhos do Príncipe, etc, criando condições para acabar com a sua cultura fossem julgados num Tribunal Internacional.
      Jujú

  23. Joscon

    8 de Dezembro de 2011 as 17:51

    Bandeira nacional queimada na ilha do Príncipe

    Ao ler o texto publicado no dia 08/12/11 sobre o acto pernicioso, lesivo, nefasto sobre um dos maiores símbolos da liberdade de São-tomé e Príncipe, fiquei petrificado. A notícia não podia ser mais devastadora, tendo em conta que este acto é insano. Quem praticou este acto ignóbil, mesquinho e sórdido, não gosta do país, porque se gostassem, não teriam tomado esta atitude, muito embora tenham razões de sobra para não acreditar nos políticos que os governam.

    Não vamos confundir o incumprimento das promessas eleitorais com actos imundos, que roçam a mediocridade. Não vamos confundir o país com os actores políticos. Os políticos que temos, não têm um comportamento modelar, não estão ao serviço do país, estão muito preocupados com as suas causas, com os tachos e os seus amiguinhos. Enfim, vivemos numa autêntica selva.

    Tenho um grande apreço pela população da ilha do Príncipe. Compreendo às suas mágoas e os seus problemas. Estão esquecidos pelos decisores políticos e, não têm esperança quanto ao futuro. Sei de antemão o que é viver sem entusiasmo, sem a noção de futuro e sem uma luz que pudesse acrescentar algo de positivo aos pobres corações, mas isto não serve de desculpa, para um acto tão primitivo, tão tresloucado e desvairado.

    Existem mecanismos legais para fazer valer os seus direitos, as suas preocupações, as suas angústias e os seus dilemas. Escrevam uma carta à Presidência da República e ao Parlamento expondo os seus problemas, mas não comportam-se como arruaceiros, sem tino e sem juízo. Espero que alguém bem relacionado com o Poder intuído compreenda a vossa situação e abra uma janela para solucionar os vossos problemas com decoro e com urbanidade.

    • Felismino

      11 de Dezembro de 2011 as 0:14

      Olhá outro ingénuo. Ecrever uma cata ao Presidente ou Assembleia.O senhor deve estar a gozar com aquele povo. O senhor deve ser um privilegiado para dizer estas coisas. O senhor acha que estas entidades vão fazer alguma coisa? O senhor não deve ser Santomense, pois não? Ou está a gozar com o povo? Se os problemas resolvessem assim no nosso país era uma maravilha e não teríamos pobreza nem miséria em que estamos envolvidos. Eu acho muito bem aquilo que os irmãos do Príncipe fizeram. Esta coisa de escrever, esperar, compreender, e mais outras já não dá nada em S.T.P. Agora, ou vai ou racha. Aguenta quem aguentar.
      Felismino

  24. luis

    8 de Dezembro de 2011 as 21:09

    Quantos eram os “independentistas”? 🙂

    – 5000? total da população da Ilha?
    – 500? 10% da População
    Será que eram ao menos 50? ou afinal só 5?

  25. Eliseu Nobre

    8 de Dezembro de 2011 as 21:38

    Eu estou solidário com os meus compatriotas visto que o Prícipe virou a colónia de S.Tomé como se não bastasse os 504 anos da era colonial.Se não temos direito com os beneficos do País porquê que não nos libertam? Se S.Tomé está ligada ao resto do mundo e o Príncipe estão a dizer tudo que não fazemos parte do mesmo território.Basta temos que lutar pela nossa libertação nem se é em troca do nosso proprio sangue.Força meus companheiros de luta porque essas gente quer MLSTP, ADI e os outros em relação ao Príncipe são todos hipócritas.

  26. VALUMA

    8 de Dezembro de 2011 as 22:28

    Eu nem gosto do designer da actual bandeira, o seu simbolismo não me é indiferente, mas o respeito a uma PÁTRIA deve estar ACIMA DE TODOS…

    Espero que a Policia da Judiciária ou SIS São-Tomé saiba quem esteve por detrás dessa (MA)NISFESTAÇÃO. Pobres dos manifestantes devem ter pouca formação cívica.

    Este acto não deve passar IMPUNE!
    SOMOS UM ESTADO DE DIREITO.

    • Cauteloso

      9 de Dezembro de 2011 as 8:51

      Caros compatriotas! Quem criou esse ódio?

  27. luana

    8 de Dezembro de 2011 as 23:29

    O nosso país realmente só está a detonar, em vez de melhorar só está a piorar. mas se nós jovens fôssemos igual aos de outros países, rebelando contra a corrupção, decidindo pelo futuro do nosso país nada disso teria acontecido.Príncipe é a nossa outra metade e não podemos permitir que os corruptos nos separam mas que nós possamos separar os corruptos da nossa nação. Não merecemos sofrer, ficar sem rumo, sem futuro por causa daqueles que querem tomar o poder para si. O estado de São Tomé e Príncipe merece coisa melhor: um brilhante futuro. futuro esse que está nas nossas mãos. Somos nós jovens que vamos decidir o futuro de STP. Já chega de corrupção. STP tem de tudo para ser um dos melhores países do mundo, só pelo facto de ter pouca população e ser pequeno. Há cidades menores que STP e com o dobro da nossa população e que é bem desenvolvido. NOSSO PAÍS É RICO SÓ FALTA MESMO VONTADE, DETERMINAÇÃO DOS JOVENS QUE SÃO O SEU FUTURO

  28. Poseidon

    9 de Dezembro de 2011 as 0:09

    Meus caros,
    E bom ver que todos condenam a queima da bandeira…portanto a que lavar a investigação até o seu termo.

    Agora vamos ver a gestão sobre um outro angulo. Aproveitar do incumprimento do OGE e das promessas do actual governo perante o Principe para criar razões de um eventual ” independência total do Principe” . Esta ultima revendicacão alimentada pela pressa de alguns do Principe em ter apoios que seriam dados por Um fulano X.

    O X promete mundos e fundos aos Principianos (grupo fiel ao X), estes iludidos acabam por cometer um acto político.

    Caros queimar a bandeira é mais do que uma simples manifestação contra um ou outro governo. Estão a tentar desanexar o nosso território com promessas.

    A bandeira é o País e o País é um conjunto de órgão entre os quais o governo. Portanto queimar a bandeira está para além de uma simples manifestação de insatisfação. Já cheira manipulação externa.

    Saudações,

  29. Isidoro Porto

    9 de Dezembro de 2011 as 5:37

    Mais do que defender a bandeira e outros símbolos nacionnais, há que defender os direitos humanos.

    Tem-se ditto que “QUANDO A FOME ENTRA PELA PORTA, O AMOR SAI PELA JANELA”.

    1. Comprar um barco por mais de um milhão de dolares e não servir para nada é pior que queimar uma bandeira por prejudicar milhares de famílias bem como o erário public;

    2. Construir uma Doca de Peixe que não serviu para nada, por cinco milhões de dólares é pior que queimar uma bandeira;

    3. “Queimar” cinco milhões de dólares no caso STP Trading é pior que queimar uma bandeira, por fechar as portas aos novos empréstimos;

    4. Passar 4 meses nas campanhas eleitorais (partidárias) auferindo salários chorudos do erário público e depois dissso, ao perder nas eleições voltar a sentar-se na sua cadeira parlamentar, sem devolver tais salários aos cofres do estado, é pior que queimar uma bandeira;

    5. Queimar bilhões de dobras em banhos eleitorais e depois gritar aos quarto ventos que o país não tem dinheiro para comprar fio de sotura é pior que queimar uma bandeira

    6. Desviar água do hospital para servir interesses pessoais é pior que queimar uma bandeira;

    7. Ceder a gerência de únicos aeroporto e porto internacionais que são símbolos reais de soberania, a terceiros durante 30 anos (seis gerações) por apenas 7 milhões de dólares, quando estoiramos mais de 400 milhões de dólares perdoados pela Comunidade Internacional, sem fazer absolutamente nada de palpável é pior que queimar uma bandeira;

    8. Ter individuos que ganhem mais de dois mil dólares por mês, outros que se reformam com mais de dois mil dólares por mês (eu não acredito), outros auferem milhares de dólares por mês em várias instituições do estado, e o salário mínimo não passa dos USD: 30.00 é pior que queimar uma bandeira;

    9. Estar no poder e vender a ENCO, um bem do estado, sem concurso público e depois pedir ao outro que cumpra escrupulosamente a lei no caso Reconversão da DOCA é pior que queimar uma bandeira;

    10. Anunciar o primeiro leilão dos blocos da ZEE no estrangeiro, sem consultar outros parceiros nacionais e depois exigir que outro assine a acordo de partilha do bloco na ZEE a porta aberta, é no minimo pior que queimar uma bandeira;

    11. Pedir que se reduza os gastos com viagens, esquecendo de pedir a redução dos salários dos deputados, ministros, Presidentes dos Concelhoes de Adminstração de várias empresas improdutivas estatais é no mínimo pior que queimar uma bandeira.

    12. A lista é longa.

    A melhor sançãao a aplicar a estes descontentes, sejam eles forjados ou não, será na minha opiniao, praticar a boa gestão da coisa pública, boa governação e em vez de dividirem o mal pelas aldeias como tem sido até agora, eu sugiro que dividam o bem pelas aldeias de São Tome e Príncipe;

    Se assim agirem, todos terão orgulho e respeito pela nossa bandeira.

    Não posso julgar os autores destas acções. Eles devem ir em liberdade e em paz.

    Julgo sim, os nossos governantes, dirigentes, os nossos deputados, gestores das empresas estatais não produtivas, por terem distribuído apenas “O MAL PELAS NOSSAS ALDEIAS” e o “BEM PELAS SUAS ALDEIAS” e se escondem atrás de uma bandeira queimada.

    Isidoro Porto
    09/DEZ/2011

    • Quintilhano

      9 de Dezembro de 2011 as 11:57

      Muito bem dito senhor Isodoro. Gostei da sua intervenção. Sensata, imparcial, justa, equilibrada e politicamente fundamentada.
      Agora, toda a gente esta preocupada com a bandeira, onde é que rstas pessoas estiveram, durante todos estes anos, que o Príncipe e outras parte do país foram espulhadas, maltratadas, marginalizadas por meia dúzia de políticos corruptos, gente de má-fé, má indole, sem escrúpulos, que rebentaramn com o país e agora, vêm verter lágrimas de crocodilo por causa da bandeira que foi queimada? A bandeira é apenas um símbolo. E as pessoas que lentamente têmsido mortas, silenciadas, desprezadas, tratadas pior que mercadorias, ignoradas, para que meia dúzia de políticos corruptos incorrígiveis tratem da sua vida e façam tudo para que as condições permaneçam na mesma. É isto que estes intervenientes no fórum querem? Pois, é! São pessoas que têm tudo, não se podem queixar da sua sorte, e sobretudo, sabem que se, um dia as coisas complicarem no país eles tenderão a perder tudo o que têm. Por isso vêm no acto da queima da bandeira o príncipio de qualquer coisa mas signbificativa e ficam com medo das consequências.
      Quintilhano

  30. Modiêêêê....

    9 de Dezembro de 2011 as 8:28

    Pois é, Rep.de São Tomé!…e porque não 0 País passar a chamar-se Rep.do Príncipe? Vê-se desde logo o teu AMOR pelo Príncipe meu caro Frank. Está mal, está mal mesmo. Os governantes que se concentrem e comecem a pensar sériamente neste assunto…porque isto não me parece nada bonito, sobretudo conhecendo bem aquele povo. ALERTA gente! Mais não digo.

  31. Malébobo

    9 de Dezembro de 2011 as 9:01

    Se as investigações forem bem feita,em tempo real ha gente de certo calibre que sera preso na ilha do principe, porque isto não pode ser, assim não é forma de demonstrar a insatisfação pelo governo

  32. Felado

    9 de Dezembro de 2011 as 9:07

    Caros

    Considero que esta questão deve merecer uma análise séria.
    Apesar destes malfeitores não representarem a população da Região do Príncipe, mas uma atenção deve ser dada ao caso.
    Estes malfeitores se quiserem indepedencia, deverão deslocar-se ao Ana Bom ou outra ilha próxima, porque o país que conhecemos é S.Tomé e Príncipe que teve a idepedencia em 1975. Se não estão de acordo com esta indepedencia já alcançada, então procurem o vosso país, pois estão no lugar errado.
    Se não estão de acordo com as decisões do governo de Patricio Trovoada, então queimam o simbolo de ADI, e não de S.Tomé e Príncipe.
    Porque é que não queimaram o simbolo do MLSTP quando eles e o PCD compraram porcaria de barco para Ligar as duas ilhas.
    Porque é que não queimaram os simbolos de PCD e MLSP, quando os dois juntaram-se e mamaram os cinco milhões de brasil.
    Porque é quer não queimaram o simbolo de MLSP quando o MLSTP oferecceu o navio Pagué ao seu amigo libanês sob a proposta de que iria fazer a ligação com Príncipe.-
    Agora que vocês têm uma luz no fundo do tunel, com a possibilidade de alguns investimentos para a ilha é quer erstão a queimar bandeira nacional?
    Preso e Castigo aos malfeitores
    Felado

    • Correia

      9 de Dezembro de 2011 as 22:16

      O investimento estranngeiro foi conseguido por vocês? Foi o Patrice que conseguiu? Poderíamos esperar sentado por este dia. Foi o governo regional que trabalhou afincadamente para consegui-lo. Os senhores fizeram tudo para atrapalhar, para obstaculizar, para criar problemas. Má-fé e ódios. Deus é grande!
      Ainda bem que a ilha tem neste momento este governo regional, caso contrário estaríamos entregue a bicharada. Vocês são maus até com os vossos patrícios. Nunca vi gente igual.
      Correia

  33. Mé-Zochi

    9 de Dezembro de 2011 as 9:54

    Manifestar é direito de qualquer cidadão, mas queimar a bandeira de uma nação entendo isso como queimar a sua alma. Não existe nada que justifique que o próprio povo queime a sua bandeira.
    Isso é um acto que deveria ser severamente punido.
    Embora entenda e esteja de acordo que precisa-se fazer mais pelo príncipe e para o seu povo, não admito em hipotese alguma que o povo de príncipe queime a bandeira da nação ainda que essa bandeira fosse somente da ilha do príncipe.

    • PETER

      9 de Dezembro de 2011 as 13:56

      querem a sua independencia, sabem que o maior e o melhor blocos de petroleo esta na zona geograficamente Principe?
      abeem as vista, isto nao tem nada a ver com Patrice promesas nao promesas,isto tem a ver com outras sim promesas de ………….. abrem as vistas caras.
      depois da sua independencia comenssa-se a discutir fronteiras maritimas hahahaha kwakwakwa agora e que ficara mais doce, esses sao vivos.

  34. P.Cravid

    9 de Dezembro de 2011 as 10:28

    Situação que politicos estão a criar,agora aquentam….sei bem o que pensa o povo de STP,ainda agora que foram ao poder já estão ricos e povo pá??…o ze povinho como vai.??..e triste que queimem a bandeira mas enfim…tudo isto são resultados dos 36 anos de indepêndencia em que os politicos não conseguiram tirar o país da miséria profunda,gente que sabem da sua vida mas e bom que o povo se organizem não basta queimar a bandeira partem para outra forma de luta.

  35. Deus é Grande

    9 de Dezembro de 2011 as 10:57

    Eu diria que o povo de principe tem razão, embora não deveriam queimar a bandeira, mas também que o primeiro ministro deixasse de fazer promeças de uma coisa que não está do seu alcanse,tendo em conta que que o próprio senhor diz sempre “O PAÍS DEPENDE DO EXTERIOR QUE É 92 POR CENTO E O PAÍS SÓ PRODUZ 8 POR CENTO” e então prometeu 30 por cento do OGE e agora só desponibiliza 7por cento. agora eu pergunto” Têm razão ou não os principeenses

  36. Moncó

    9 de Dezembro de 2011 as 11:34

    Só quem vive no Príncipe é que tem direito de fazer algum comentario, os outros deviam é estar calados, porque quem está sentindo na pele as dificuldades por falta de desenvolvimento é a população do principe.
    Estão espantados com a queima da bandeira nacional! E quando começar a parte de pegar em armas e ir a luta como na libia o que vão dizer?……….eu estou solidario com a população do principe……..força e sigam em frente…

    • PETER

      9 de Dezembro de 2011 as 13:41

      rrrrrrrrrrrrsssrssssssssrsrsrsrrsrrrsrrsssssssssssss construimos com as nossas proprias maos uma patria renovada, o povo do principe pode muito bem construir o principe , mas negociando, mas nao com armas e quemada das bandeiras.primoooooooooooooooooooooo nao fala assim pa.

    • Sargento Pinto

      9 de Dezembro de 2011 as 15:47

      Senhor Monco,

      O senhore está notado. Um dia que acontecer algo no Principe, vamos lá buscar o senhor. Já temos a sua localização e todos os dados seus.
      Telanon devia cancelar todas as mensagem que contem esses tipos de linguagem.

      • minu yé

        10 de Dezembro de 2011 as 14:50

        Ainda não sabes o qe é liberdade de expressão

  37. Felado

    9 de Dezembro de 2011 as 12:55

    Senhor Moncó mal houve um tiro, caga-se e urina-se todo na calça.
    Pegar em armas são coisas de Burros. Quem estudou um pouco a sua arma é política, é sabedoria de resolver os problemas em paz.
    Se quer pegar em armas, porque é que não se ofereceu para ir à Libia alinhar-se à qualquer dos lados. Vá à voz de America em Sao Tomé, porque eles estão a contratar voluntários para Afaganistão. Vá já agora e não espere para não perder o lugar, porque a inscrição é pouca.
    Felado

    • Hipólito

      11 de Dezembro de 2011 as 14:43

      Vai brincando senhor Felado. O teu leite está no fogo. Coisa está a vir.
      Se o senhor é “mais velho” que andou a roubar o povo, durante estes anos todos, pode esperar que o seu leitinho está no fogo. Viu o que acontecu ao Kadafi. Senhor pode esperar.Não começa a arrumar a mala que o senhor vai ver o que vai acontecer.
      Hipólito

  38. luisa andrade

    9 de Dezembro de 2011 as 14:35

    não sei ha onde vamos parar com isso espero que a entidade copetente conciga por um ponto final nessa situação

  39. Mimi

    9 de Dezembro de 2011 as 14:54

    Será q a ilha do Príncipe está em condiçoes de ser um país independente? A insularidade e a pequenez já demonstraram ser desvantagens para S. Tomé e Príncipe. Irá o Príncipe sobreviver sendo independente?

    • Ananias

      9 de Dezembro de 2011 as 17:06

      Este é o grande argumento que os naturais de S.Tomé usam de forma hilariante. A independência do Príncipe em relação a S.Tomé não tem que ter um efeito isolacionista. Pode-se encontrar formas de reorganização de qualquer Estado, segundo a vontade dos habitantes daquela região, em que a ilha do Príncípe encontre o seu lugar no concerto das nações. Só faltava estar a fazer parte de um conjunto em que uma ilha é maltratada e marginalizada e a outra tira proveito desta marginalização usufruindo dos recursos da outra. Assim não dá. Não é para isso que se tomou a independência.
      Ananias

  40. Euclides Smith

    9 de Dezembro de 2011 as 15:12

    Do meu ponto de vista, a designação do País por República de São Tomé e Príncipe é perfeito, tendo em conta o nosso passado histórico. Basta de divisionismo que denuncia entidades ocultas que pretendem reinar há-de eterno (perpetuamente) …

    Nós, os São-Tomenses, precisamos de praticar actos em benefício da colectividade, a NAÇÃO!

    Com o território que temos, as Ilhas de São Tomé e do Príncipe, e com as águas territoriais a nossa volta, façamos negócios que nos beneficie a todos, de acordo com o desempenho e esforço de cada cidadão no seu labor diário, trabalho.

    Bem-haja…

  41. xecabi

    9 de Dezembro de 2011 as 18:49

    Boa tarde

    Realmente é uma atitude criminosa e que deve ser realmente punida!
    E respondendo a muitos que se manifestaram por aqui acredito que a revolta tenha que ser manifestada mas nunca desta forma, é renegar a vossa pátria e a vossa pátria é o território e o povo.
    A classe politica são apenas representantes que o povo elege para os representar se a escolha não foi a melhor tem que se manifestar de outra forma e não desta maneira que é vergonhosa, façam com que o PM se demita e onde se tem razão com este tipo de acto perde se tudo que poderia reivindicar por direito.

    “O homem em todo o mundo que Deus lhe deu sabedoria para poder governar o seu país que não cumpra com os desígnios de Deus cedo ou tarde ele vai ter de prestar contas não só na terra como no céu no dia do julgamento divino e desse ele não se livra.”

    E como se diz Deus escreve direito por linhas tortas !

    Esse tipo de atitude considero pouco inteligente ou mesmo ignorante.

    O melhor a fazer é o povo sair para rua!

    Desejo a todos boa sorte e que tenham bom senso.

  42. Antonio Nilson Menezes do Rosario Amado Vaz

    9 de Dezembro de 2011 as 19:36

    Let people gain more freedom to express themselves!
    The government is prohibited the making of any law respecting an establishment of religion, impeding the free exercise of religion, abridging the freedom of speech, infringing on the freedom of the press, interfering with the right to peaceably assemble or prohibiting the petitioning for a governmental redress of grievances.

    Permita que as pessoas ganham mais liberdade para se expressarem!

    O governo está proibido a realização de qualquer lei respeitando um estabelecimento da religião, impedindo o livre exercício da religião, cerceando a liberdade de expressão, infringindo a liberdade de imprensa, interferindo com o direito de cidadãos se reunirem pacificamente ou proibindo a petição ao Governo e orgãos do Estado para reparação de injustiças e manifestações pacíficas.

    República Democrática de São Tomé e Príncipe
    Assembleia Nacional
    CONSTITUIÇÃO
    DA
    REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE
    Preâmbulo
    Lei n.º 1/2003

    PARTE II
    Direitos Fundamentais e Ordem Social
    TÍTULO I
    Princípios Gerais

    Artigo 15.º

    Princípios de lgualdade
    1. Todos os cidadãos são iguais perante a lei, gozam dos mesmos direitos e estão sujeitos aos mesmos deveres, sem distinção de origem social, raça, sexo, tendência política, crença religiosa ou convicção filosófica.
    2. A mulher é igual ao homem em direitos e deveres, sendo-lhe assegurada plena participação na vida política, económica, social e cultural.

    Artigo 29.º

    Liberdade de expressão e informação
    1. Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio.
    2. As infracções cometidas no exercício deste direito ficam submetidas aos princípios gerais de direito criminal, sendo a sua apreciação da competência dos tribunais.

  43. Bartolomeu Lêdesaua

    10 de Dezembro de 2011 as 3:27

    QUEIMAR O NOSSO SÍMBOLO DE SOBERANIA?! …

    É um acto que condeno veementemente e mérito do meu repúdio.

    Mas vejamos:

    Acordo verbal ou escrito, é um contrato, porque encerra a execução de alguma coisa sob determinadas condições. E há Lei que impõe as partes o seu cumprimento.

    Tendo em conta que o contrato foi assinado na campanha e antes da eleição,

    Em consequência dessa eleição vitoriosa, o Governo já se encontra no poder há mais de um ano. Como é óbvio, já houve tempo suficiente para o cumprimento desse contrato.

    Pressupõe-se que da parte do Príncipe foi cumprido. Mas, até então, o Governo não cumpriu da sua parte. Imagine, se fosse ao contrário! …

    Portanto, a parte do Príncipe, goza de direito e legitimidade para reclamar e reivindicar ao Governo o cumprimento das condições contratuais, como o fez, por várias vezes até à exaustão.

    Mas poderoso como é o Governo, não só violou as condições contratuais como também nada fez, nem sequer se disponibilizou para o diálogo sobre o que se lhe oferecer sobre o assunto.

    É preciso ter sempre presente as palavras do saudoso Amílcar Cabral cito “ é preciso lutar, se me perguntarem, lutar com o quê, com tudo que estiver ao vosso alcance”.

    Até certo ponto é bem compreensível entender a atitude dos nossos compatriotas de Príncipe, porque atingiram ao desespero e encontraram essa forma (queimar a bandeira nacional) para manifestar os seus descontentamentos e em suspiro o grito de socorro ao Governo e a opinião pública, sobre cumprimento desse contrato.
    Violência não? Prudência! …

    Mas não posso deixar de alertar aos dirigentes de STP para o facto de que em STP o queimar a Bandeira Nacional não é o único crime de LESA PÁTRIA, mas sim todas esses actos que constam no menu do Isidoro Porto e outras tantas que ainda ficaram por enumerar.

    É preciso uma boa reflexão com esse tipo de problema. A luta dum povo não pode ser considerada pequena, a experiência diz que ela não pode ser dimensionada nem equacionada!

    É preciso ponderação e muita ponderação na solução desse delicado problema.
    Pelo amor de Deus, não embarquemos no blá-bla-blá ! …. blá-bla-blá !
    TEMOS QUE ADMITIR QUE ESSA QUEIMA DE BANDEIRA, NÃO PODE SER VISTA COMO UM CRIME , MAS SIM COMO FORMA DE MANIFESTAR PROFUNDA INDIGNAÇÃO
    Homé ku fome ka dá deçu ku faka – ô

    Quem não tem cão caça com gato, é ou não é verdade! …

  44. Nangoia

    10 de Dezembro de 2011 as 14:26

    Na realidade o problema de S.Tome e Principe tem que ser resolvido com trabalho.
    Nos trabalhamos muito pouco e no Principe ‘e pior, pois quase que nao se trabalha. Ja vivi uma pequena temporada nesta parcela de territorio. Ali de forma geral, o trabalho ‘e quase nulo. Mesmo na funcao publica, as pessoas nas horas normais de trabalho, nunca estao nos seus gabinetes. Mesmo algum sector privado tambem tem o mesmo ritmo. Sao poucos os pequenos agricultores e agricultores que dedicam seriamente a terra. O solo ‘e fertil, o mar ‘e rico, mas nao existe o trabalho.
    Temos que deixar de estar a perguntar sempre, o que ‘e que o pais pode nos dar e passar a pensar no que ‘e que podemos dar ao pais.
    Qualquer entrevista que se faz no pais a qualquer pessoa, ouve-se sempre de que o governo nao ajuda, o pais nao ajuda, nao nos dao nada etc. mas esquecemos de perguntar a nos memos, o que ‘e que estamos a dar ao pais, o que ‘e que ja demos ao pais.
    Por isso meus caros compatriotas. Se queremos avancar, se queremos o bem estar, temos que trabalhar, e trabalhar mui e muito mais.
    Bem haja e peco desculpas pela falta de acento

  45. minu yé

    10 de Dezembro de 2011 as 14:46

    Meus intelectuais respeitando a vossa opinião, queria vos dizer algo, o Patrício Trovoada quero imitar Kadafi mas na região autonoma do Principe isso não aconteci, e digo-vos outra se eu tivesse no Principe eu representava Bean Laden, e ficam atentos que mais coisas estão pra vir.
    Isso é só começo acalmem pessoal fiquem menos furiosos pra vocês contarem a história.
    Na capital o Trovoada faz o fôro como ele quero aqui na região não.

  46. Vane

    10 de Dezembro de 2011 as 22:49

    É triste ver mais uma vez um político que promete fazer e nada faz, parece-me que é sina de político falar falar blá blá e trabalho que é bom nada!
    “Muita fala e pouca obra”
    É bom lembrar que a população está no seu direito de protestar…afinal é democracia ou não é?

  47. Antonio Santos

    11 de Dezembro de 2011 as 8:10

    Sabem de uma coisa. Esse acto so demonstra que efectivamente os anos de independencia so serviram para alguns transformarem em reis de STP. Não existe uma nação, como se ve noutras paragens. Esse acto demonstra bem onde estamos, ñ existe nação, pois os nossos derigentes transformaram em LIBANESES, so estão em STP para ganhar dinheiro. Nada se tem feito para criar o espirito de nação junto as nossas crianças, os estrangeiros são os melhores, têm todas as regalias, so vai pra tropa os filhos de pobres, os filhos dos papas, com nacionalidades portuguesa/Santomense e outras, ficam na boa, para eles não existe STP, existe sim outros paises e não STP. Essa situação é deveras frustante, logo apos a independencia, no partido unico, nada se fez e agora piorou, o SANTOMENSE é lixo na sua propria terra, teras de ter outra nacionalidade para poderes obter emprego, sair em formação, e ter acesso a vida normal.
    Mas queimar a nossa bandeira, é mesmo coisa de estrangeiros que dizem que são santomenses, nem o Principe estão a defender, mas sim uma outra coisa.
    Em vez de promovermos investimentos para criar riqueza para os santomenses, o que estamos a fazer, dar tudo aos estrangeiros, os santomenses nem uma tasca pode explorar, pois tudo vai estar na mão dos estrangeiros, todo o negocio em grosso e retalho, todas as grandes e pequenas obras, são entregues aos estrangeiros. O que vai fazer os SANTOMENSE? Ser jardineiro e homens de limpesa, para limpar as bombas de combustiveis, os hoteis, as ruas, as praias que estrão na mão dos estranhos, que nada trazem como investimento. Mesmo na epoca colonial os santomenses podiam fazer pequenos negocios, e hoje?

  48. Bernardino monteiro

    12 de Dezembro de 2011 as 0:10

    Meus senhores ao comentar antes identifica sff com seu nome e apelido verdadeiro sem uzar alcunha, parece mal essa atitude,nao identificar corretamente mostra que existe medo e falta de coragem, ja nao ha respeito pela patria pela soberania vivemos num pais em que justica nao funciona,os senhores forro estao acima da lei cada um faz o que quer usam dinheiro poder e padriagem para se escapar da justica, aproveitam que o vosso reinado esta no fim nada e eterno

  49. kili bath

    7 de Janeiro de 2012 as 13:09

    os moncos merecem xicote!não têm noção do que fizeram,,,”queimar bandeira nacional?”
    são inocentes.os que fizeram manifetaçao e queimaram bandeira não têm noçao..há pessoas poderosas com algum interece na ilha por de trás disso tudo.!!!!!!!!!!!

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