Sociedade

População da ilha do Príncipe manifestou-se pacificamente contra o Governo Central

Dezenas de pessoas manifestaram nas ruas da cidade de Santo António, na última sexta –feira. Os manifestantes condenaram a acção perpetrada no passado dia 8 por pessoas ainda desconhecidas que queimaram a bandeira nacional. O governo central foi contestado por ainda não ter assinado acordo com o grupo privado sul-africano HBD – Boa Vida.

Na manifestação da última sexta – feira a população do Príncipe, condenou o acto ocorrido no dia 8 em que a bandeira nacional foi queimada. Num documento que os manifestantes entregaram ao Governo Regional do Príncipe, são exigidas ao Governo Central liderado por Patrice Trovoada, a implementação de medidas que ponham fim ao elevado custo de passagem área entre as duas ilhas.

Os manifestantes questionaram também o facto de a população do Príncipe só ter fornecimento de energia eléctrica durante 14 horas por dia. A constante subida do preço dos combustíveis e consequentemente de todos serviços e dos produtos alimentares, é outra reclamação.

Os manifestaram condenaram por outro lado, o facto do Governo Central ter adiado a reabilitação da estrada da cidade de santo António. População do Príncipe, está aborrecida com pelo facto de o cabo submarino só ter chegado a São Tomé.

Porque o Governo Central ainda não assinou o acordo que permite a empresa HBD-Boa Vida do empresário sul-africano Mark Shuttleworth, realizar investimentos na ilha, aumenta o descontentamento popular na ilha do Príncipe, onde o investimento da empresa sul-africana é considerado pela maioria da população como tábua de salvação.

Abel Veiga

    23 comentários

23 comentários

  1. Põe boca não tira

    19 de Dezembro de 2011 as 15:42

    Boa, a coisa começa aquecer no príncipe.
    Andam a enganar o povo pensando que o povo tem a memória fraca, quando querem votos assinam todo tipo de acordo possivel com o povo depois de terem poder nas mãos começam a zombar do povo. Tomaram que esta acção chegue também a São Tomé para esse gabonês de Petricio saber que povo tem força. Não fazem e nem deixem outros fazerm, se calhar porque não conseguiram chupar a chepeta deste acordo por isso quem prejudicar os nossos irmãos do Principe…….. Força população do príncipe a luta continua…..

    • Fulano

      19 de Dezembro de 2011 as 16:40

      Querem comer dinheiro do Homem da Lua. Maus, porcos e feios. Só corrupção, só corrupção. Uma vergonha. O homem quer investir no país e sujeita-se a estas humilhações de quererem sacar-lhe dinheiro. Estamos lixados. Eu se fosse ele não vos dava nem um tostão. Ia-me embora investir noutro país. Vão roubar para outro lado.
      Fulano

    • Miguel

      19 de Dezembro de 2011 as 16:50

      Eu sempre disse ao Tozé que esta gente iria criar ele muitas dificuldades. Foi sempre assim neste país. Quem quer fazer alguma coisa é sempre impedido de fazer. Eles querem comer tudo. Não deixam nada para o povo. Como é possível que alguém queira investir num país estes indivíduos começam a cercar homem para comerem ele dinheiro dele? Eles não querem desenvolvimento da terra? Xiê! Como é possível? O povo tem de sair para rua mesmo. Isto assim não pode ser. Até quando meu Deus?
      Patrice deixa povo com vida dele. Vai-te embora para Gabão. Vocês é um grande corrupto.
      Miguel

    • Má Língua

      19 de Dezembro de 2011 as 17:00

      Kidalêo Patrice! Deixa povo em paz. Kidalêo políticos de S.Tomé e Príncipe deixa povo em paz. Kidalêo senhores juízes prende esta gente toda e manda para cadeia. O povo já não aguenta esta coisa toda. Só confusão, só corrupção, só asneira. Alguns estão a ficar gordos e os pobres estão a definhar.
      Se vocês não sabem governar pega terra entrega aos brancos, por favor. Esta situação é que não pode continuar. Até que dia? Se não se pode investir no país para criar postos de trabalho para os pobres então para quê que o país existe? Para vocês só é que podem ter empregos e privilégios?
      Má Lingua

    • Lend.

      19 de Dezembro de 2011 as 17:07

      Um senhor advogado escreveu esta coisa, que aprsento abaixo, no outro lado. Parece-me uma boa base para discussão. Não conheço a pessoa nem sei o seu nome. Ele apresentou-se como Henry respondendo a um texto de um tal Nandinho, salvo erro.

      «Caro Nandinho, não estás a ver que a ideia da Indemnização é só um truque para caçarem a massa ao coitado do Sul-Africano, e depois partilharem essa massa entre os intervinientes. Porque em nenhuma parte do mundo isso é admitido. Essa ideia de “indemnização não é passível de compreensão racional”, não se entende uma coisa dessa coisa, nem parecerem pessoa com conhecimento e alto dirigentes do Estado. “Que vergonha”
      “Mesmo a nível Jurídico a Obrigação extingue-se quando a sua prestação se torna impossível, por facto ou causa não imputável ao devedor ( Impossibilidade Objectiva e Absoluta), ou seja, quando não é possível se cumprir um contrato por causa não imputável ao devedor ou aquele que devia cumprir esse contrato extingue-se, anula-se”, não sei com que fundamento requerem essa indemnização. Isto é Má Fé e falta de Bom Senso.
      Espero que esses dirigentes reflitam bastante sobre isto e não cometam nenhuma ilicitude, porque seria vergonhoso para o nosso humilde país…»

      Seria bom que mais advogados dessem a sua opnião sobre o assunto em causa.

      Lend.

      • Jesus

        19 de Dezembro de 2011 as 18:32

        Eu também sempre pensei isto. Como é possível uma coisa desta. Se o Príncipe não tem condições para produzir azeite de palma. Se esta exploração dá cabo do ambiente, como é possível o estado, ainda por cima, pagar Agriplama uma indminização? Isto é burrice. Dá-lhes outro terreno que dá para plantar palmares. Isto sim. Agora, indminizar a Agripalma? Onde é que se viu uma coisa desta? Vocês sabem muito… Vão enganar o outro.
        Jesus

    • Lend.

      19 de Dezembro de 2011 as 17:11

      Aqui vai a opinião de um outro suposto advogado que falou sobre o assunto no outro lado respondendo a um tal Nandinho.

      «««Caro Nandinho,
      Infelizmente tem toda razão quando diz que isto parece coisa de claques.
      Infelizmente também, não posso responder com propriedade, à sua pergunta, mas fico espantado com um facto a que faz referência e que para mim é novo: diz que o projecto no Príncipe ja havia sido abandonado pela constatação, posterior à assinatura do acordo, de que as características do solo em questão não seriam propícias para este tipo de cultivo. Diante desta constatação, os belgas teriam desistido de prosseguir com o contrato? Se for este o caso, não me parece que haja lugar ao pagamento de indeminização pelo Estado, pois o grupo belga deveria primeiramente certificar-se desse detalhe antes de assinatura. A haver indemnização, quem deveria pagar é o grupo belga ao Estado, por desistirem de um projecto e por terem “empatado” o terreno que entretanto poderia ser objecto de um outro acordo, como por exemplo o de turismo com o sul africano.
      Mas, se a premissa for outra, i.e. o Estado descobre após a assinatura do Acordo que o destino que será dado às terras é bastante nocivo para o ecosistema local e por isso, ele ( o Estado)decide não prosseguir com o Contrato; pois bem, neste caso, o Estado deveria fazer os estudos necessários antes de assinar o contrato. Por isso, na minha opinião, o grupo belga pode sim revendicar o direito de indemnização para compensar as expectativas que o Grupo havia criado com a assinatura do contrato e eventualmente para ressarcir despesas que eventualmente tenha começado a efectuar para o arranque do projecto. Olhando para o seu exemplo, ao conceder-lhe terreno para cultivo de ananaz, o proprietário fundiario ja sabia o fim a que se destinava a terra. Se ele tivesse alguma preocupação com o ambiente, definia nos termos do Acordo as restrições devidas, por exemplo proibindo o uso de agrotóxicos; se não o fez, não pode decidir unilateralmente e conceder o mesmo talhão a um outro, sem primeiro negociar consigo a cessação do acordo firmado entre os dois.
      É esta a minha maneira de ver as coisas!
      Voltando a questão de claques, aproveito para dizer que o título da notícia parece-me insinuante: Qual é a pertinência factual de saber-se que quem assinou o acordo foi o sr. Américo Ramos quando era simples Director de Tesouro ou coisa parecida? Naquele momento ele foi apenas um funcionário agindo em conformidade com as suas competências e com poderes delegados…»

      Led.

      • Faustino

        19 de Dezembro de 2011 as 18:28

        Destas duas visões eu prefiro a do senhor de cima (Henry, se não me engano. Parece mais fundamentada em meia dúzia de palavras com um conteúdo mais rico do ponto de vista jurídico, embora não seja jurista. Mas encontro lá, aparentemente, fundamentos jurídicos, chamando nomes aos bois, ou seja, fazendo referências ou qualificações jurídicas relacionadas com a situação em concreto.
        A opinião do senhor de baixo, que não sei o nome, parace-me muito politizada e pouco jurídica, embora eu respeite também a referida opinião.
        Faustino

  2. bonita e feia tambem

    19 de Dezembro de 2011 as 17:09

    É mesmo isso;boa príncipe!São duas ilhas devem estar unidas em tudo, não esqueçamos que as duas é que formam STP. Não esqueçam UMA MÃO LAVA A OUTRA E AS DUAS FICAM LIMPAS.

  3. mello

    19 de Dezembro de 2011 as 17:10

    Meus senhores, vamos ter cuidado com as nossas acções, conflitos, guera civil, coisas dessas são mau para crianças, velhos e jovens sonhadores, não vamos continuar nesse rumo.
    O Governo precisa trabalhar, eles não têm uma varinha magica, eles são gente como nós, e tem pouco tempo de mandato, vamos lhes dar uma oportunidade.
    As promessas são promessas, vamos em frente e apostar no trabalho, o pais esta a mudar, so não vê quem não quer.
    Pelo nosso formato, podemos transformar nosso pais numa Republica Federal,
    Estado do Norte(distrito de Cantagalo e Cawe) Estado Central(Agua Grande e Mézochi), estado do Sul (Lobata e Lemba), estado do principe, e na mesma ilha criava-se 2 distritos.
    O Governo central decharia de ser orgão de gestão, passaria a ser meramente um orgão fiscalisador.
    Cada estado teria a sua força policial, e o governo so ficaria com uma força especial e o exercito
    Vamos colacar as coisas nas mãos do seu dono.
    O Pais é de povo, e então vamos entregar o poder nas mãos do povo.

    • Izilda

      19 de Dezembro de 2011 as 18:43

      Mas Mello, você não vê que esta gente só está interessada em roubar? Isto não tem salvação. Estamos mal. Temos que acabar com esta espécie de gente. Eles só querem coisa para eles. Sempre foi assim, desde a independência nacional. Uma dúzia de pessoas que juntam e ficam com tudo para eles. Onde é que você viu que S.Tomé começou com moda de Quintas, grandes vivendas com piscina, etc. Este dinheiro vem da corrupção. Eles enquanto não desgraçarem este país eles não ficam em paz. Todo empresário que vem para aqui investir eles querem ser sócio, eles querem atrapalhar, eles querem roubar, etc. Enquanto esta gente não morrer para o país ficar em paz isto não vai acabar. Uma corja de aldrabões, ladrões, corruptos. Qual Patrice qual quê? Ele mas é quer saber da vida dele e mais nada. Senhor de gente sai de país sem ninguém saber nada, entra no país de jacto que ninguém sabe de quem é. Enfim… Estamos metidos num grande trinta e um. Só Deus é que nos pode valer.
      Agora resolveram atacar Prícipe. Sumúm dãm Plamãn…
      Izilda

      • J.Carlota

        19 de Dezembro de 2011 as 22:52

        Izilda, minha irmã. Você tirou-me palavra de boca. Uma corja de ladrões e corruptos. Todo sítio de S.Tomé agora tem Quintas e casas com psicina para gente gordo. Depois metem cães grande no quintal para ninguém tentar passar próximo. Quá bilá fortaleza. Eles têm medo de pobres. Os pobres podem pegar eles com doença. No entanto esses pobres mesmo é que eles estão a sacrificar para encherem mais os bolsos deles.
        É por isso que eles não querem que o homem investe no Príncipe. Eles vão fazer tudo para sacar este homem dinheiro ou para ele ir embora. Sabe qual será o resultado disso? Os trabalhadores que o homem contratou vão todos para a rua. Isto pode ser? É assim que eles espremem os pobres nesta terra. Enquanto os pobres não começar a matar eles isto não vai acabar. Onde se viu uma coisa dessas.

        j. Carlota

      • P. Dias

        20 de Dezembro de 2011 as 10:08

        Uma data de ministros, secretários de estado, directores e trapalhada que nem sequer conseguem defender os interesses do povo. Só egoísmo, só egoísmo, só corrupção. Estou cansado disto tudo. Voês vêm alguém que quer investir na terra, quer criar riqueza ainda por cima começam com uma data dee confusão, problemas, arrogância e estupidez. Se fosse para defender os vossos interesses corriam logo. Como é para criar postos de trabalho para os pobres vocês fazem paleio, não querem assinar documentos, começam a discutir, enxovalham empresário, fica numa data de bobô. Culpa não é vossa. Miseráveis.
        P. Dias

    • Princesa

      20 de Dezembro de 2011 as 10:23

      Mas Mello, qual tempo qual quê? Qual guerra civilqual carapuça. Estes ministros precisam mas é de uns valentes varapaus nas costas para eles aprenderem a não enganar o povo. Só robalheira, só corrupção. Deviam acabar com esta quantidade de ministros que não fazem nada. Passam a vida andar de carro para cima para baixo.
      Se o governo precisa de trabalhar vai trabalhar. O que é que vocês passam a vida a fazer nos ministérios? Preguiçosos. O povo devia correr convosco. Quando chega eleições vêm com promessas para aqui, promessas para lá. Vão fazer isto, vão fazer aquilo. Tudo mentira para enganar o povo. Qual país que está a mudar? Mais miséria, mais corrupção, mais pobreza. Gente vira daqui, ministros estão a viajar. Gente vira de lá, ministros estão a viajar. Qual é resultado destas viajens? Nada. Só comer, beber e gozar com pobres deste país. Vocês mas é deveiam vender estas ilhas para este empresário. Ele com este dinheiro todo cuidava melhor do povo do que esta cambada de ministros que não fazem nada.
      Princesa

  4. Adonilo Cotrim

    19 de Dezembro de 2011 as 21:55

    pois, afinal é “Telá Non”.
    Não é mesmo??

  5. santa catarina

    20 de Dezembro de 2011 as 8:42

    Temos que pensar em aumentar a produção e a produtividade. Só assim é que podemos ter sucesso. Não espera pelo dinheiro do outros que não sabemos como ganhou. Ter energia 24H/Dia é uma necessidade mas tem custos. Muitas localidades de STP não tem energia 24H é um problema que temos que ir resolvendo com as nossas capacidades e não esta a espera que os outrso vêm resolver.

    • Lopez

      20 de Dezembro de 2011 as 12:37

      Santa Catarina. Qual aumentar produção qual quê? Vocês deve ser um desses políticos que estão gordos auqi em S.Tomé a correr carro para cima para baixo, não fazem nada. Corruptos só. Em tua casa não tem energia? Bôa Sõ! Vai enganar outro mas é. Quem não vos conhece é que vos compra. Vadios, preguiçosos. Eu estou a espera de vocês na campanha.
      Lopez

  6. Carlos Ceita

    20 de Dezembro de 2011 as 13:29

    Bem meus amigos os principienses fazem bem em vir a rua manifestar o seu descontentamento. Um direito que lhes assiste a constituição da Republica. Não há nada de inovador nisto. Normalíssimo. Mas as vezes receio que este e outros tipos de manifestação seja um terreno fértil para a demagogia e populismo fáceis. Ou pior ainda para o radicalismos ideológicos e oportunismos com pendor independentistas Ora isso é a pior que pode acontecer. Mas o facto de os lideres da manifestação terem produzido um comunicado distanciando-se do ritual “talibam” da queima da bandeira nacional é um bom sinal.
    Saotomenses de Caué a Paqué precisam refundar a república com homens e mulheres honestos e da sociedade civil transversais aos partidos (porque os bons e os maus os há em todos partidos) com um projeto credível e inovador de mudança de politica e de mentalidades. Se formos capazes de fazer isso os nossos parceiros de desenvolvimentos nos levarão a serio e qualquer empresário nacional ou estrangeiro pode sem correr riscos investir no nosso país. De contrário continuamos a passar a imagem de país de palhaços.

    • Somel

      20 de Dezembro de 2011 as 14:11

      Senhor Ceita

      Mas não é isso mesmo que nós ssomos? Somos palhaços. Senhor tem dúvidas sobre isto? Acredite que um colega meu do Banco onde trabalho sabendo que eu sou Sãotomense perguntou-me se nós não queríamos este investimento do tal “Senhor da Lua” porque temos petróleo. Eu encolhi os ombros e disse-lhe: não sei! Eu teho lido tanta coisa por ai que, pergunto a mim mesmo, se não somos, de facto, palhaços. Um país que não produz nada, depende quase 100%, para sustentar o seu orçamento de estado, de ajuda internacional, e, neste contexto, alguém aparece disposto a investir, segundo dizem, milhões de Euros numa determinada zona e tudo isto, em vez de causar alegria transforma-se numa confusão que ninguém compreende as causas. É óbvio que os estrangeiros não percebem isto? Parece uma anedota. S.Tomé e Príncipe, na situação em que se encontra, de dependência crónica, está em condições de desprezar investimentos estrangeiros? Enquanto cá na Europa, que alguém já chamou de “zona de conforto, ironicamente, andam atrás de investimentos estrangeiro como pão para boca, nós ai em S.Tomé estamos arrumados em novos ricos. É a arrogância proporcionado pelo cheiro do petróleo.
      Somel

  7. O MAIS CERTO

    22 de Dezembro de 2011 as 10:39

    S.Tomé e Príncipe é um estado soberano.Devemos nos orgulhar da nossa soberania. Lá porque somos pobres é que venha o que vier temos que aceitar sem exigir cumprimento da lei, sem observar devidamente o contrato? Esta é repúiblica das bananas?! O Homem da lua que venha e que seja muito bem vindo! Mas convenhamos!!!! Entrar com contentores sem pagar as imposições, e mais e mais…Em que país do mundo isto é permitido? Porque somos pobres?!! Vamos fazer as coisas no estrito cumprimento da lei!Quem disse que o governo não quer HBD? Quer sim senhor! Mas o governo não quer que o país volte a ser vítima de multas como o caso da Senergy e mais e mais, que hoje totalizam mais de cinco milhões de dólares que temos que pagar por “negligêrncia”, por actos de corrupão antes cometidos!!! E quem paga ? Não é o povo?!! Caso STP -Trading quem vai pagar, não é o povo?! Digam o queiram, mas este governo nunca se cederá aos desejos levianos que podem lesar seriamente o país.O homem da lua vai sim investir,mas num clima de organização e que ele próprio se sentirá num país, embora pequeno e pobre, mas organizado, digno e seguro. Os nossos parceiros só terão confiança em nós quando somos organizados, sérios e transparantes. O goveerno não está interessado em pedir nada ao HBD, senão o cumprimento da lei, contratos não que lesem ambas partes e só isso..

  8. Jorgecruz.8.64@iol.pt.com

    3 de Janeiro de 2012 as 15:08

    Isso é uma pouca vergonha para o governo e para o próprio país,essa manifestação que o príncipeano estao a preperar

  9. papito tavares

    5 de Janeiro de 2014 as 21:23

    poie mas eles nao vem que isto e uma pouca vergonha mesmo

  10. papito tavares

    5 de Janeiro de 2014 as 21:28

    ~deicha povo de principe empaz minha gente elez aimda nao deverao que pra estar a apagar dess maneira nao pelo amor de deus vai enbora patricio e deichanos em pazzzzzzzzzzzzzzzz

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