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Navio oriundo do Togo encalhou na praia de Pantufo

O navio cargueiro de bandeira serraleonesa, designada Nerona, transporta mercadorias diversas pertencentes aos comerciantes são-tomenses. Oriundo do Togo, chegou a São Tomé por volta das 19 horas de terça – feira.

navio paradoSegundo a Capitania dos Portos, na tentativa de localizar o porto de São Tomé, o comandante do navio que pela primeira vez navega nas águas nacionais, acabou por conduzir a embarcação para uma praia próxima da Vila de Pantufo.

O navio Nerona, acabou por encalhar na praia localizada diante da residência privada do Presidente da República, já nos arredores da Vila de Pantufo.

Esta tarde a capitania dos portos, garantiu ao Téla Nón que a embarcação já foi rebocada, e se encontra actualmente no porto de São Tomé, onde decorrem operações de descarga das mercadorias.

Um trabalho que vai permitir avaliar o nível de estragos que o navio sofreu em consequência do encalhamento na Praia de Pantufo.

Abel Veiga

    8 comentários

8 comentários

  1. ósobo

    21 de Maio de 2014 as 14:27

    Meu deuuuuuuuuuuuus cade os faróis, será que STP tem faróis para a orientação dos navios até ao porto?, É muito estranho essa é a primeira vez que um navio encalha por não ter encontrado a costa quem sabe a culpa é de um comandante incompetente, quem nem sabe exactamente a localização da nossa baía, enfim.

  2. arelitex

    21 de Maio de 2014 as 15:13

    nâo deixa de ser um acontecimento estranho . com o sufisticado equipamento de GPS , sondas e outros , que existe hoje em dia ,para navegação maritima. custa a engolir esta historia da forma como está a ser contada . seja como for a tripulaçâo deveria ser apresentada em tribunal para esclarecer devidamente os factos . e todo o navio fiscalizado pelas finanças e policia criminal .

  3. mais um

    21 de Maio de 2014 as 18:50

    Mias um navio para Estado Santomense se apoderar dele. Estamos cheios de sorte. Navios vêm dar a costa como se fossem lulas. Os órgãos competentes já estão preparados para se apoderarem do navio e o festim vem depois.
    Só espera-se que desta vez o Tribunal não fica de fora. O bolo tem que ser distribuído de forma equitativa. Não há dúvidas que o nosso Estado é um Estado pirata.

  4. Combocone

    21 de Maio de 2014 as 20:07

    Esse navio quis visitar o PR

  5. Fia plocosom

    22 de Maio de 2014 as 10:21

    Ja la vao uns anos, no Porto de Sao Tome, um navio demoninado
    Panalpina,que fazia o transporte de equipamentos ferrosos ” presumo eu, que seria para a Guine Equatorial”. O Capitao da Barra, Sao tomense que teria ido conduzir o referido navio do largo onde estivera funfiado para o atracar no Cais, numa manobra menos sussedida, a mesma acabou-se por embater fortemente na plataforma do Cais.
    Houve uma rapida reacoa do Capitao da navegacao que em viva vos perguntou ao da Barra: CAPITAO, VOCE NAO TERMINOU OS ESTUDOS? Por esses lados, essas coisas acontecem, e tudo passa como sendo mormal. Nao ha responsabilizacao ou no minimo, o pedido de explicacao pelo o acontecido. Isso assim e, porque na verdade em Africa nao e exigido a carteira profissional para o exercicio da profissao. Tudo funciona por cunha ou protecao de amigo ou parente.

    • Manuel Nascimento

      25 de Maio de 2014 as 19:51

      Isto só pode ser história de carrochinha.
      Os navios da Panalpina eram autenticas canoas (pela sua dimensão) e tinham dos melhores equipamentos e profissionais (comandantes) a bordo, pelo que nunca, mas nunca necessitaram de qualquer piloto de barra.

  6. paulo

    22 de Maio de 2014 as 11:22

    A onde esta a policia de Investigação Criminal e a Capitania dos Portos para investigarem este caso?Só em STP que coisas dessas acontecem e ninguém faz nada,logo a frente da casa do PR………!!!!!!!????????????

  7. luisó

    1 de Janeiro de 2015 as 22:58

    Algumas considerações:

    – STP deve ser, para além da áfrica do sul, o País africano com melhores faróis, mais bem mantidos e melhor localizados, isto graças á cooperação militar com Portugal que todos os anos manda uma equipa de faroleiros para fazer a manutenção e reparação dos mesmos e se têm dúvidas disto perguntem á gauda costeira;
    – toda a gente percebe que esse navio do Togo não tem de certeza nenhum aparelho de navegação que seja digno dese nome porque senão o tal de “comandante do navio”????? não andaria a navegar “á vista” e teria encontrado o porto;
    – para estes casos, que serão bastantes, bastaria que o porto de STP tivesse um pequeno barco de “patrão de costa” que acompanharia os navios na entrada e saída do porto;
    – quanto a apreender os navios e o Estado ficar com eles não temos grande passado com isto, porque aqui há anos atrás havia uma frota, penso que 5 arrastões, que foi abandonada em STP e que ninguém fez nada e acabaram por serem assaltados e roubados e foram acabar por encalhar, e ainda lá estão, nas praias de fernão dias e gorvernador.
    Assim é….

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