Sociedade

Resposta a acusação feita pela Célia Posser

 

RESPOSTA DA ACUSAÇÃO FEITA PELA CÉLIA POSSER AO JOSÉ CARLOS BARREIROS DE TRÁFICO DE MENORES

A acusação que a Senhora Célia Pósser faz contra José Carlos Barreiros, publicada no Téla Nón, no dia 30 de Maio de 2014, de que “como sendo quem auxiliou a saída fraudulenta da criança do país”, não tem nada de quem sabe o que é ser-se advogado, que tem o dever de, depois de receber o dinheiro que pediu para prestar um determinado serviço, deve fazê-lo com todo zelo e responsabilidade.

Digo isso, porque não entendo como é que uma pessoa que diz ser advogada tem a coragem e com tanta irresponsabilidade afirmar que uma criança de um ano de idade, consegue sair de São Tomé e Príncipe, de forma “fraudulenta”.

A menor Leopoldina Victória Domingos, saiu de São Tomé no dia 10 de Maio de 2014, porque no dia 25 do mês de Abril de 2014, o seu pai, prestou uma declaração no Ministério Público, diante do Procurador Adjunto e simultaneamente curador de menores, dizendo que autoriza a sua filha nascida em 10 de março de 2013, a viajar à França acompanhada da Senhora Sílvia Angélica Alves Sourigues.

O Ministério Público, é a instituição que tem como competência legal em São Tomé e Príncipe, defender a criança e os seus interesses e, foi nestas condições que, tendo o seu magistrado conhecimento e seguimento que o processo de adopção da referida menor se encontra a correr os seus termos no tribunal, não vendo qualquer inconveniência ou impedimento legal, passou a referida declaração, depois de ter ouvido o pai da menor que disse autorizar a mesma a viajar para França.

Aliás, essa declaração foi pedida ao Ministério Público porque a Senhora Sílvia Sourigues foi aconselhada pela Embaixada de França em São Tomé e Príncipe que, a mesma era necessária para lhe ser concedido o visto para levar a menor Leopoldina Domingos para França. Foi assim que, foi solicitado o visto Schengen para que a mesma pudesse viajar para França, sem qualquer problema.

Por outro lado, para obtenção do Passaporte Ordinário para a menor Leopoldina, por se tratar de uma criança, o Serviço de Migração e Fronteira, exigiu a presença do seu pai porque ela não foi registada pela mãe que faleceu dias depois de a menina ter nascido, pelo que foi apresentada a respectiva certidão de óbito e tudo foi escrupulosamente cumprido.

Também, para a menor Leopoldina viajar, a companhia aérea em que ela viajou e o Serviço de Emigração e Fronteira, no aeroporto Internacional de São Tomé, verificaram a referida declaração, caso contrário, não seria autorizada a sua saída do país. Portanto, é de estranhar toda a irresponsabilidade da triste afirmação e denúncia da suposta advogada de que houve “ auxílio a saída fraudulenta de uma menor com desrespeito às normas que regulam a defesa de menores”.

Entretanto, para que fique bem claro, o processo de adopção corre os seus termos nos tribunais e, não há nenhum impedimento ou proibição legal para que a criança a ser adoptada possa sair do país, até porque a mesma não será ouvida nem apresentada ao tribunal.

No caso em questão, a família adoptiva recebeu a criança nas Caritas de São Tomé e Príncipe porque o pai também, depois de ter entregado a sua filha naquela instituição em Junho de 2013, já tinha determinado que ela poderia ser adoptada pelos pais adoptivos, chamados de “dois cidadãos de origem francesa”, como também foi emitida uma declaração por ele, manifestando essa vontade, que a denunciante juntou ao processo de adopção em curso no tribunal.

A Caritas de São Tomé e Príncipe não tem tutela nenhuma da menor. Tendo deixado a sua filha naquela instituição para ser adoptada porque não possui condições para a criar e educar, só o pai tem poderes para autorizar que a mesma seja adoptada porque a tutela só pode ser concedida num processo próprio e, apenas pelo tribunal.

A denunciante acusa o José Carlos Barreiros de “Grave violação das regras constantes no Estatuto da OASTP”, o que não é verdade porque não há nenhuma intervenção sua como advogado no processo de adopção, como se pode certificar junto aos autos, no primeiro juízo cível, senão apenas a de ajudar para que o mesmo tivesse o seu andamento normal e célere, o que também até foi-lhe solicitado pela mesma advogada que faz a denúncia.

Acontece porém que, quem violou “as regras constantes no Estatuto da OASTP” foi a advogada denunciante porque ela, ao receber os cinquenta porcentos do valor que pediu pelo processo de adopção aos “dois cidadãos franceses”, correspondentes a 1.500,00 euros (mil e quinhentos euros), em finais de Junho de 2013, porque o total é de 3.000,00 (três mil euros), nada fez para os mesmos no referido processo, tendo tudo começado com a vinda dos mesmos só em Outubro de 2013.

Quando “os dois cidadãos franceses” receberam a menor Leopoldina Domingos em Outubro de 2013, nas Caritas de São Tomé e Príncipe, ela já com quase oito meses de idade, não se sentava, não sorria sequer e estava completamente desnutrida. Foram esses “dois cidadãos franceses” que hoje são difamados na praça pública, tanto pela advogada que contrataram e pagaram para os defender como pela própria Caritas de São Tomé e Príncipe, enganada, claro por aquela, de “tráfico de menores”, como se pode verificar no email que a advogada enviou no dia 22 de maio para o Senhor Bispo de São Tomé e Príncipe, quem levou, de imediato, a menor para o médico e a tratou com todo o amor e carinho, como eu tive a oportunidade de verificar e ver, durante todo o tempo em que estiveram hospedados na minha casa.

Aliás, a ira da advogada denunciante contra a minha pessoa é devido, essencialmente, porque ela pensava que eu estava a cobrar a estadia dos “dois cidadãos franceses” na minha casa, tendo ela solicitado aos mesmos se me estavam a pagar, dizendo-lhes que tinha uma casa também em Santana que lhes podia arrendar.Até parece que eu não posso arrendar a minha casa ou estou proibido de o fazer.

Quanto ao processo de adopção e da viagem da menor Leopoldina Victória Domingos, ele não tem nada de ilegal porque está tudo em conforme com as leis santomenses e, os pais adoptivos não têm nenhum interesse em fugir com a mesma porque a querem ter como sua filha, para ela poder beneficiar de todos os direitos da criança em relação aos seus pais.

A criança está identificada onde se encontra, está bem, num ambiente familiar saudável, está a ser seguida por mim e por todos os amigos que tiveram a oportunidade de saber da sua situação quando estavam a viver na casa do José Carlos Barreiros. Quando o processo de adopção terminar e que o tribunal, de acordo com a vontade do pai da menor, determinar na sua decisão soberana de que os seus pais adoptivos são “os dois cidadãos franceses”, eles virão a São Tomé tratar de toda a legalização para que a Leopoldina Victória Domingos tenha todos os seus documentos com os nomes dos seus pais adoptivos e seja uma criança sempre feliz!

José Carlos Barreiros

 

    26 comentários

26 comentários

  1. paparazzi

    3 de Junho de 2014 as 14:39

    Francamente e uma vergonha receber dinheiro e nada fazer e depois fazer intrigas e assim que vai a nossa advocacia em São Tomé.Não fazem nada e nem deixem os outros fazerem.nenhum saotomense de Boa fé estendeu as mãos para receber a criança.duas almas de caridade decidiram ajudar vem essa guerra toda tenham la juizo mudam de profissao

  2. Antonio Costa Carlos

    3 de Junho de 2014 as 14:56

    Oh Barreiros, defenda-te como puderes, porque quer você quer a Célia Posser e uns tantos ditos advogados que andam por ai, andam a “beber agua em cima da cabeça de curucuco”. Vão-se fazendo, fazendo-se valer da área profissional (não digo érea de formação porque existem duvidas de muitos pelos seus comportamentos e atitudes profissionais) e sugando uns e outros se instalando em mordomias com escoras de mamono.

  3. fiá luxingá

    3 de Junho de 2014 as 17:04

    Li a resposta do senhor Advogado a Advogada Célia Posser, e compreendi que problema existente não é questão relacionado com Lei mas sim problemas pessoais dada por um poder facturar mais em relação ao outro, somente tenho a dizer que são pessoas mesquinhas. Onde vamos chegar com isso? para quê serve estudar chegar ao País como doutora ou doutor e esta a conflituar-se por coisa descabida e a lei que é base do vosso trabalho ficam para trás? Por outro lado tenho dúvida quando senhor advogado diz que tudo foi legalmente, mas instituição que estava com criança antes não tenham conhecimento da saída da criança o que levanta muitas duvida da legalidade deste assunto, isto porque o progenitor não tem condições mínimas assim torna fácil lhe enganar com apenas valor mínimo 20€ e dize-lo que também é muito dinheiro. onde há fumo há fogo espero que esta Justiça dorminhoca de S. Tomé e Príncipe acorde

  4. Francisco

    3 de Junho de 2014 as 17:25

    Esse Dr. Carlos, já foi suspenso do tribunal como Juiz devia mais é ser suspenso também da ordem de advogado. Não sei como um Bastonario com Dr. Aragaão coloca no Conselho superior pessoas com esse tipo de conduta. Quem que esse senhor quer enganar? praticou saída ilegal de criança, e agora vem com truques. Devia ter vergonha, parece que dinheiro que roubou na Comissão eleitoral já acabou, agora vende criança para estrangeiros.

  5. Joaquim

    3 de Junho de 2014 as 17:45

    Este é outro Augério Amado Vaz, ora é Juiz ora é advogado, Só pensa em dinheiro, recebeu do casal francês 5 mil euros para vender a criança, e agora vem com coisas descabidas, devia é estar suspenso da oastp, como foi pelo tribunal. Responda a a denuncia é deixa de ir buscar argumentos maliciosos. Vé se mesmo que de direito nãso sabe nada. Esta pais esta mesmo mal, pensar que este homem já foi ministro da Justica deste País.
    Autoridades de São Tomé façam algo…por favor.

  6. Manga pada

    3 de Junho de 2014 as 19:31

    E assim vão fazendo a vida.Carros td terreno , altas vivendas viagens etc etc.

  7. manuel soares

    3 de Junho de 2014 as 19:53

    Bonito meus caros advogados assim vai a coisa, que brio profissional e ética deontológica, vocês portam-se muito bem a ordem que vos ouça e averigue o que passa, mas francamente brigas por tostões na praça pública e entre os advogados, por amor de Deus, poupa-nos e poupa a justiça com estes casos. Então estãos todos a mentir? o sr Maximo Aguiar, que vergonha? a advogado Célia Posser , que vergonha? O ministério público, porquê tanta demora em se pronunciar? Que magistratura? Fico doente e abismado com tanta porcaria judicial

    • Maria

      5 de Junho de 2014 as 11:04

      Sr Manuel Soares
      é pena que nao consiga ver que para la da estupida briga de tostoes, existeum problema serio,nomedamente o trafico de crianças, que é um dos flagelos do nosso seculo. O trafico de crianças é uma violação dos Direitos humanos.

      O Sr ja se perguntou poque é que esse casal foi até à Republica Democratica de São Tomé e Principe buscar essa criança? Sabe quanto tempo demora um processo de adopção em França? dois a tres anos, por vezes mais, e os pais acabam por desistir. Dai a procura de crianças no estrangeiro.

      O caso mais flagrante que se conhece é o caso da arca de Noé (associação francesa, lei 1901, cujo objectivo era a ajuda as crianças orfas e ajuda humanitaria), onde um grupo de franceses pretendia trazer para França 103 crianças orfas. Na realidade as crianças tinham familia. Os membros dessa associaçao foram condenados a trabalhos forçados, por tentativa de rapto de crianças. Na realidade as crianças eram para adopçao. Pode encontrar informaçao sobre este processo na internet, assim como a legislatura em vigor para adopçao, nomedamente un sistema nacional e outro internacional que integra o Ministerio dos negocios estrangeiros de frança e agencia francesa de adopção. A frança assinou a convençao de Haya em 1993 e ractificou em 1998 para a protecçao da crinaça em materia de adopçao internacional.
      Na década de 80, o sul do Brasil foi assolado pelo escândalo das quadrilhas que levavam crianças de Santa Catarina e Paraná para serem vendidas na Europa e no Oriente Médio. veja http://www.a12.com/formacao/detalhes/modalidades-do-trafico-humano-adocao-ilegal-de-criancas-desaparecidas

      Como vê sr Manuel Soares o problema é serio, vai para la da Guerra de salario entre juristas.
      As Caritas de Sao Tomé é uma organização respeitavel e respeitada, que muito tem feito pelas crianças de Sao Tomé, com parcos recursos.

    • Maria

      5 de Junho de 2014 as 11:13

      So queria acrecentar que o primeiro julgamento do caso “arca de Noé” (associação frnacesa) foi no Tchad, de onde os Franceses pretendiam levar 103 crianças para adopção ilegal.

  8. Danilo Torpedo

    4 de Junho de 2014 as 0:09

    Meus senhores, Advogados, Juizes, Procuradores e os demais fazedores da justiça, por favor… Bebam com Moderação.

    • Ze Konder

      4 de Junho de 2014 as 11:47

      Danilo, penso que eles nem deviam beber. Estão permanentemente embriagados, pelo menos é o que as atitudes deles nos dizem. Quando se fala que justiça está mal em stp, engloba todos os fazedores da justiça e os advogados são os piores lacaios disto tudo. Querem ter bens de noite para dia, sem trabalho, sem esforço, sem fazer nada.Para isto, vendem crianças, ficam com dinheiro de venda de petróleo, vendem o país, etc. etc.

  9. Paracetamol 500mg

    4 de Junho de 2014 as 10:00

    Isto é assunto para Cartas na Mesa e ser trucidar na praça publica. Estes comportamentos demonstram falta de urbanidade entre os colegas.
    Maior parte dos Advogados, os ditos de renome, vivem praticando “queimada” pública do potencial corrente em relação aos seus clientes.

  10. Leopardo

    4 de Junho de 2014 as 11:03

    Ze Carlos, quem nao te conhece que te compre, sabemos que ajudaste a francesa sair do pais troca de grande quantia, assim como aqueles que foram subornados para autorizar a saída. Com ajuda de portugueses que estão e levar as nossas crianças do pais como se fossem mercadorias !

  11. Susana brito

    4 de Junho de 2014 as 11:29

    Membro do concelho superior da ordem… assim vai o nosso país.
    Uma vergonha, completamente desgovernado, sem rumo. Pai grande faz alguma coisa pelas pobres coitados das crianças que estão a ser maltratadas e lavadas para o estrangeiro de forma estranha. Deus nosso senhor ajuda esses meninos. Senhor advogado deixa de ganhar dinheiro vendendo crianças …fui

  12. Argentino dos Santos

    4 de Junho de 2014 as 16:01

    Eu acho o teor de muitos comentarios (nao somente no caso vertente, mas em regra geral a todas as noticias publicadas nesse jornal), uma verdadeira cobardia. As pessoas que consideram ser portadoras de verdades absolutas, no meu ponto de vista, nao deveriam escudar-se em pseudonimos para vandalizar o bom nome de cada um.
    Pessoalmente, acho que onde ha fumo, ha fogo. Mas, ha lugar proprio para se resolver esses problemas. Nao sou jurista mas tenho conhecimento e idade suficiente para acreditar que “até prova encontrada, todos somos inocentes”. Os protagonistas desse “teatro” sao todos “proximos da area juridica” e essa expressao certamente lhes é familiar.Entao, onde esta o problema?!
    Em suma, independentemente da liberdade de expressao,pessoalmente gostaria de ver publicado comentarios mais serios, capazes de ajudar a opiniao publica na compreensao dos fenomenos tornados publicos e ajudassem o poder judicial e outros a tomarem decisao.
    A verdade é que lavamos muita “roupa suja” na rua e da-se oportunidade aos oportunistas de despejarem o seu fel indiscriminadamente sob capa de pseudonimos, insultarem e fazerem acusaçoes gratuitas e isentas de responsabilidade.
    Daqui um repto ao editor do Tela non: seria possivel desafiar os comentadores de noticias publicadas nesse prestigioso jornal a sustentarem os seus pontos de vista, se identificando? Se as noticias publicadas sao assinadas e assumidas por quem as produz, porque razao quem as comenta fa-la sob a capa de um pseudonimo?!!!

  13. Antônio Monteiro

    4 de Junho de 2014 as 16:36

    Este Sr. que até é presidente do Rotary Clube, uma ONG que se pauta por padrões éticos, valores morais e profissionais extremamente elevados não soube defender-se apenas com argumentos jurídicos sem cair na tentação corriqueira e taberneira de lançar ataques pessoais a sua colega de profissão. Todos cometemos erros mas poucos têm a capacidade de os assumir com honra e dignidade.

  14. Fia plocosom

    5 de Junho de 2014 as 10:14

    Nao ha, nem pode haver dicisao que supera a do Tribunal, mesmo a do pai da crianca. Se o pai disser ou assumer que autoriza a saida da crianca por pessoa desconhecida, este tera que ser alvo de investigacao.
    Somos pais, mas os filhos nao sao nossas propriedades. Cada um, e um cidaddao. Ele nao pode ser extraditado para onde quer que seja, nem podera ser morto quando o seu progenitor assim intender. O senhor Barreiro, a mae da crianca e o pai da mesma deviam ser condenados a pena de prisao maxima.

  15. Francisco

    5 de Junho de 2014 as 10:34

    Que coisa, terra não vai para frente. Advogado a atacar advogada com coisas sem nexo, responde as coisas bem Zezinho…quem te mandou deixar criança de gente sair? credo.. o senhor agora é que manda na Justiça? o senhor quer por em causa uma casa de acolhimento como a Caritas? fala verdade, precisamos de saber onde esta a criança? e quem mandou o senhor fazer essa asneira? Aprenda a reconhecer os erros.

  16. jacoberto lima

    5 de Junho de 2014 as 11:25

    Ó Téla Nón, por favor deixa passar o meu comentário.
    Porque estou fodido com esta RDPAfrica-Pirata.

    Temos este caso concreto de tráfego de menores em que envolve o Sr Juiz Ze Carlos e por sinal militante de ADI e RDPAfrica não faz noticia. Mas fizeram barricada na estrada de Micoló, sr Oscar Merdeiro e RDPAfrica de 1h em 1h estão a fazer notícia.
    Gostaria de saber? Esta noticia de criança não é importante? Aliás são exemplos para esta radio fazer uma boa campanha “CONTRA TRÁFEGO DE MENORES” e não fazem,..por se tratar de Miliante de ADI a patrocinadora desta estação????

    • jão semedo

      5 de Junho de 2014 as 19:00

      concordo plenamente contigo. Este senhor é militante da ADI, foi ministro da Justiça pela ADI. O Óscar Medeiros não faz notícia com estas coisas!!! É caso para dizer que tráfico é com ADI!!!! Fui

  17. torresdias

    5 de Junho de 2014 as 12:23

    Parece que o senhor advogado ultrapassou as Cáritas, procurando e negociando com o pai da menor em detrimento das Cáritas de Máximo Aguiar que supostamente tinha a guarda da criança. Foi uma traição grave as Cáritas e das pessoas que dão tudo em interesse das crianças.
    Se calhar são essas habilidades truques que certos advogados conseguem orquestrar para se identificarem melhor que outro, o fazer valer o dinheiro que recebem.

  18. Carlos Olimpio

    5 de Junho de 2014 as 21:44

    Posha Zé
    Você e Kotya Menezes são nossa vergonha.

  19. jacoberto lima

    6 de Junho de 2014 as 15:26

    CARTA ABERTA:

    Exmo Senhor
    Sr JOSÉ LUÍS HOPFFER ALMADA
    Comentador da RDP-Africa

    Eu como pai de filhos e alguém que umas vezes acompanha esta Radio-Pirata(quando sintonizo por engano)e que graças a Deus calha ser sempre o Sr estrangeiro e irmão Caboverdeano alguém que vê as coisa com olhos de ver sobre realidade Santomense,e que aliás sempre procura LINGUAGEM DE PAZ para esta terra,até há pessoas que pensam que o SR É SANTOMENSE,e temos alguém que foi Santomense desta Radio financiado pelo Partido ADI e o Sr Patrice Trovoada,o ABILIO NETO,que nos ultimos 2 anos tem DESUNIDO os Santomenses;
    Gostaria de pedir ao Sr um GRANDE FAVOR de interceder por nós aí,APELANDO pelo TRÁFICO DE MENORES que tem ocorrido ai em S.Tomé.
    Acontece que a notícia em S.Tomé decorrente trata-ser de um caso de trafico de menores em que está envolvido o Advogado JOSÉ CARLOS BARREIROS e çpor sinal Militante do ADI e que a RDPAfrica deveria aproveira a oportunidade para fazer campanha contra esta PESTE e não temos ninguém aí que nos pudesse ajudar nesta Radio.E ao lembrar do Sr José Luis,eis que tomo a ousadia em nome dos PAIS fectuar um trabalho nesta matéria A FAVOR das crianças Santomense. Porque o Sr é a única pessoa aí com quem podemos contar com alguma ajuda neste sentido.
    E que Deus lhe abençoa e abençoa todas as suas famílias.
    Nós os Pais Santomenses lhes ficamos grato.

  20. turista nervosa

    6 de Junho de 2014 as 19:24

    vcs , autoridades santomenses são hipócritas, preferem que a criança morra de fome em São Tomé do que manda-la para alguém que possa cuidar dela. nenhum advogado defendeu-a quando estava nas cáritas e agora k ela está bem toda a gente a ker defender.talvez seja olho cheio de certas pessoas k não kerem ver outras a crescer.

  21. A. Dos Santos

    7 de Junho de 2014 as 10:12

    Minha senhora turista Nervosa, isto é que nao concordo consigo. Si existe mecamismo para adopcao de de criancas, entao temos que cumprir com as normas. Entao porque é que nao foi adoptar crianca em Franca,Portugal ou entao no Reino Unido.Voces apenas querem adoptar criancas nos paises onde a justica é cega, onde os juizes e advogados a troco de tostoes fazem tudo em cima dos joelhos e é por Essex motivos que a justica em STP esta doentia, pela classe de advogados que estao na nossa praca a exercer funcoes de advogacia. Vejamos uma coisa, si o pai da crianca nao tem condicoes, cabe ao Estado Zelar pelo estado da crianca. A justica em STP tem que ser reformeda. Ainda apouco na abertura do Ano Judicial arrancou cheio de polemica, agora rebenta outra polemica com a adopcao da crianca de uma forma ilegal.

  22. caritas2

    8 de Junho de 2014 as 16:42

    É muito triste, ver essa criança no meio dessa ganância, busca de protagonismo e raiva de algumas pessoas que, supostamente, deviam zelar pelos seus superiores interesses.
    Afinal, a criança é órfã e o pai não tem onde cair morto, e sendo adoptada por uma francesa -, que até prova em contrário reúne todos os requisitos para adoptá-la, pois em contrário não teria sido legalmente autorizada pelas autoridade judiciária competente a sair do território de São Tomé – traria de certeza vantagens a todos os níveis para essa pobre criança.
    Parece que quando esteve à Deus dará, cheio de piolhos no Caritas, ninguém apareceu para lhe estender a mão.
    Imaginem, dado o contorno que isso está a tomar, a candidata a adopção (adoptante), a Sr. Sílvia, resolver devolver a pobre criança, Leopoldina, à Caritas. Será que alguns desses defensores, estender-lhe-ão as mãos, porquanto, dando-lhe, um lar, comida, amor, afecto, educação, saúde etc, etc, etc….??? Parece que tudo isto é uma hipocrisia, quezílias e busca de protagonismo dos pseudo defensores dos interesses dessa pobre criança.
    Eu pergunto, se a declaração de saída da menor do território nacional, juntamente com a candidata a adopção, foi assinada pelo Dr. José Carlos, mas à rogo pelo pai, perante notário competente e bem como devidamente autorizada pelo Sr. Digníssimo Procurador, Miguel Carvalho qual é a drama que se pretende fazer com esse processo?
    Na minha humilde opinião, tudo foi feito em conformidade com as leis da República, porquanto a criança, Leopoldina, está devidamente autorizada a sai do território nacional na companhia da candidata a sua adopção, a Srª Sílvia, que segundo consta reúne todas as condições para adoptá-la. Vejam que no processo de adopção, considera-se sempre bom para a criança (adoptanda) que exista um laço de afecto, partilha e aproximação com a candidata a adopção (adoptante) antes da sentença final, porquanto com isso, a autoridade judiciária competente está munido de mais elementos que servirão para norteá-la a proferir uma decisão de mérito que melhor espelha os superiores interesses dessa criança.
    Ora, parece que foi esse o entendimento do Sr. Digníssimo Procurador, Miguel Carvalho, que mais uma vez, a nosso ver, uma decisão muito acertada e à coberto da lei e os princípios que norteiam o processo de adopção.
    DEIXEM A POBRE, LEOPOLDINA, TER UMA OPORTUNIDADE NA VIDA, DE SER ALGUÉM. NÃO BASTA JÁ TER PERDIDO A MÃE À NASCENÇA E TER UM PAI INDIGENTE? NESSAS CONDIÇÕES, QUAL É O SEU FUTURO?
    POR FAVOR…

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