Sociedade

TESE criou Plano para combater lixo em STP

A ONG TESE financiada pela União Europeia e pela Cooperação Portuguesa, elaborou um novo plano nacional de acção de gestão integrada dos resíduos sólidos urbanos. O documento que orienta todo o processo de recolha, transporte e tratamento dos resíduos sólidos, foi analisado e validado esta terça – feira, pelos vários intervenientes no processo, com destaque para os parceiros internacionais.

O novo plano surge no quadro do projecto Valores Sustentabilidade e Economia Verde na Gestão dos Resíduos. Um projecto que trava uma combate difícil, contra o lixo, que nos últimos anos se transformou  num problema gritante, sobretudo na capital São Tomé.

Para travar a ameaça que o lixo abundante nas ruas e sem tratamento adequado representa para a saúde pública, a TESE em parceria com a Direcção do Ambiente criou o Plano Nacional de Gestão Integrada de Resíduos para os próximos 5 anos.

O plano que está a ser validado esta terça feira com a participação de várias instituições e redes da sociedade civil, indica as acções que a o país deve implementar desde a desde a recolha, passando pelo transporte e o tratamento final dos resíduos.

Arlindo Carvalho, Director Geral do Ambiente, descreveu a situação preocupante que se vive na ilha de São Tomé. O lixo que é recolhido nas ruas é depositado a céu aberto na localidade de Penha. Por sinal um bairro residencial, onde o monte de lixo é queimado a céu aberto. Facto que põe em causa a saúde pública, uma vez que a queima do lixo a céu aberto liberta gases aparentemente tóxicos.

Arlindo Carvalho aproveitou a abertura do atelier de validação do plano nacional de gestão de resíduos sólidos urbanos, para separar o lixo. Segundo o Director Geral do Ambiente, pelo menos os resíduos químicos obsoletos, que estavam acumulados no país, já foram tratados. Segundo Arlindo Carvalho, com apoio das Nações Unidas, cerca de 30 toneladas de resíduos químicos que tinham sido importados no passado para uso na agricultura e na saúde(DDT – luta contra o paludismo, foram reexportados para o Reino Unido.

Abel Veiga

    2 comentários

2 comentários

  1. Seabra

    3 de Julho de 2018 as 14:13

    O maior e pior lixo em STP é o PT-ADI e Máfia. Desembaraçar -se deles é uma boa parte de Lixo que desaparecerá.

    • Seabra

      4 de Julho de 2018 as 20:20

      PT-ADI, você e a sua MAFIA ADI e “acolytes” , podem tomar aquelas DOBRAS do Estado sãotomense, para comprar o pequeno povo (como você lhes chama),os ignorantes ( que nem se apercebem que as míseras DOBRAS lhes vem de direito, ora que eles estão tão manipulados por causa da miséria,da fome e do medo,que admitem esta HUMILHAÇÃO). Todo o pagamento feito para eles fazerem a campanha a seu favor “se révèle nullissime ” , porque estàmos bem determinados a empurrá-lo, DEFINITIVAMENTE, fora de STP. Cada comentàrio publicado,é um NÃO categôrico, mais houver não ( pelos capangas analfabrutos pagos por si PT-ADI ),é a prova do nosso NÃO MASSIVO determinado que não o queremos em STP.
      A sua maldita presença deve-se aos Traiçoeiros da JOTA,nas pessoas dos corruptos Gabriel Arcanjo Ferreira da Costa, Pascoal Daio e Afonso dà Graça Varela. …mas tudo está acabado.
      Com ou sem MARABUTAGEM, já chegou o seu FIM em STP. ….á espera da justiça do TPI. E vamos levá-lo até lá, PT-ADI.

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