Sociedade

Marinha Portuguesa apoia na manutenção dos faróis

No âmbito do Programa-Quadro de Cooperação no Domínio da Defesa de Portugal com São Tomé e Príncipe, concretizado através da presença de dois Faroleiros Técnicos da Marinha Portuguesa, foi efetuada a manutenção da rede de assinalamento marítimo santomense, constituída por 17 faróis distribuídos pelas Ilhas de São Tomé e do Príncipe, durante os meses de novembro e dezembro de 2019.

Esta rede tem cerca de 20 anos e foi projetada pela Direção de Faróis e implementada em colaboração com as Autoridades Santomenses, tendo vindo a sofrer ações de manutenção de periodicidade anual ou bianual, consoante as necessidades.

É de salientar que, apenas com a elevada dedicação de uma equipa mista luso-santomense, e com a excelsa cooperação de todas as entidades de São Tomé e Príncipe, nomeadamente da Capitania dos Portos, da Guarda Costeira e da Região Militar do Príncipe, foi possível levar a cabo os extensos trabalhos planeados, aos quais se acrescentou a manutenção corretiva aos faróis de S. Sebastião e
Santo António e a inspeção aos trabalhos em curso por uma empresa privada na reabilitação da infraestrutura do Farol de S. Sebastião.

Adicionalmente, foi elaborado um manual e fichas técnicas para suporte a intervenções futuras, bem como ministrada formação em ambiente de trabalho aos elementos da Capitania dos Portos que participaram nos trabalhos de manutenção.

Os trabalhos desenvolvidos são fundamentais para a segurança da navegação na área de jurisdição de São Tomé e Príncipe, genericamente para as atividades de todos os setores da Economia Azul, mas com particular importância para a pesca artesanal, que sem meios de localização por métodos eletrónicos, encontra na rede de faróis a sua única alternativa.

Esta ação revela-se assim crucial para a salvaguarda de vidas no mar, bem como ao desenvolvimento socioeconómico de São Tomé e
Príncipe, onde essa atividade desempenha um papel substancial.

Fonte : Adido de Defesa da Embaixada de Portugal em STP 

    3 comentários

3 comentários

  1. luisó

    24 de Janeiro de 2020 as 10:32

    Esta manutenção / reparação dos faróis de STP ao abrigo da cooperação com Portugal na vertente marinha de guerra já é feita há mais de 20 anos e conta sempre como apoio de 2 ou 3 militares da guarda costeira e de uma ou duas viaturas.
    Todos os anos se repete esta manutenção.
    Ao fim destes anos ainda continua Portugal a mandar 2 faroleiros para fazer este trabalho e parece que ninguém em STP, nomeadamente na guarda costeira, aprendeu a fazer isto sem apoio de outros.
    Incrível……

  2. Tony

    24 de Janeiro de 2020 as 19:21

    Pois, só apreendemos a destruir!!! Agora têm que ser os tugas a manter!!!!

    Ridículo

  3. Ratinho Cartezinhos.

    25 de Janeiro de 2020 as 8:10

    Vão as Europas pedirem empréstimos, donativos, apoios em milhões de EUROS. Vão a China, ao Japão, Macau etc, pedir apoios monetários (empréstimos, doações, apoios). Vão ao Brazil, Argentina, Venezuela, ate a Nova York/ONU a fim de pedirem apoios financeiros. Cada vez que as migalhas entram em STP, e uma festa sem precedentes nos jornais, na TVS e nas rádios. Mas todo dinheiro que entra como forma de donativos, empréstimos (com juros avultados) retornam às origens, em diversas formas. Uma delas e esse apoio de Portugal aos farois em STP durante 20 anos. Isto mesmo mas de em parte dos portugueses. Neste caso particular Os portugueses deveriam dar uma mao STP, transferindo os conhecimentos aos cidadãos nacionais. E o Presidente da Republica a bater palmas no seu discurso do fim do ano. E no fim os custos desta manutenção dos faróis vão acrescer a já astronómica dívida pública. Por andar desta carruagem, no fim do mandato deste Governo, a dívida pública ultrapassará um bilião de dólares. Temos quadoros de alta craveira para dirigir CPLP, e batemos palmas, mas não temos giz para manutenção de meia dúzia de faróis. Estamos a chinguilar por causado cheiro de petróleo que cada vez tem sido mais activo. Ao caminharmos assim, com este espírito de preguiça, temos a certeza que todo o dinheiro do petróleo será escoado directamente para as arábias. Ainda tens dúvidas?

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