Sociedade

Voo proveniente de Angola trouxe 7 passageiros infectados com a Covid-19

O voo humanitário da companhia aérea, TAG, proveniente de Luanda (Angola), que aterrou esta semana em São Toémé, trouxe a bordo 47 passageiros. Sete dos quais infectados pelo novo coronavírus, já foram colocados em quarentena pelas autoridades sanitárias.

Tratou-se do primeiro voo realizado entre os dois países, oito meses depois do início da pandemia de Covid-19.

Edgar Neves ministro da saúde, explicou que o voo de carácter humanitário, tinha a missão de «trazer os santomenses, os nossos compatriotas que estavam em Angola, e também levar os angolanos e santomenses residentes em Angola, que estão cá em São Tomé já há esses meses todos, desde o início da pandemia ou até um pouco antes».

Medidas de segurança sanitária no aeroporto de São Tomé, permitiram diagnosticar os casos positivos entre os passageiros. «O objectivo é prevenir o aparecimento de surto da pandemia, alterando o quadro epidemiológico do País neste momento. Vieram 47 passageiros, mas entre eles 7 trouxeram teste positivos para Covid-19 e foram levados a quarentena. Mas todos serão testados novamente», adiantou o ministro.

Segundo os passageiros, foram muitos os constrangimentos tidos, e voltar a São Tomé nesta altura é um alívio.

Téla Nón 

    2 comentários

2 comentários

  1. ONDE MESMO?

    9 de Outubro de 2020 as 9:47

    Por a Deus, estamos com a pandemia controlada e praticamente sem casos. Não podemos estar a aceitar que pessoas infetadas entrem no país seja elas de que nacionalidade forem. Teremos que ser rígidos neste aspeto. Se para a europa as pessoas que vão infetadas estão sujeitas a multas bem como as companhias aéreas, nós também teremos que proceder da mesma forma, mas melhor ainda não permitir que essas pessoas entrem no país.

  2. Convetavirus

    10 de Outubro de 2020 as 19:48

    Boa notícia,

    Estamos com falta de doentes de COVID19 no hospital, exclusivamente criado para tal. E preciso dar trabalho aos médicos e enfermeiros.
    Se por semana importamos 7 infetados, até ao final do ano vamos ter perto de 90 infetados. Já vai dar para aparecer nas notícias.

    Só podem ser estes os argumentos que levam as autoridades a não obrigarem a fazer testes antes das pessoas entrarem no avião

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